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Equipa Comunitária de Saúde Mental para Adultos do Centro Hospitalar do Oeste já entrou em funções

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Centro Hospitalar do Oeste (CHO)

Desde o início de janeiro, o Centro Hospitalar do Oeste dispõe de uma Equipa Comunitária de Saúde Mental para a População Adulta (ECSM-PA), sediada em Torres Vedras, que foi constituída com o objetivo de aproximar os serviços de psiquiatria e saúde mental da população que acompanham, e assegurar respostas focadas na prevenção, através do melhor entendimento do contexto onde as pessoas vivem, permitindo uma intervenção mais efetiva nos problemas de saúde mental.

As ECSM baseiam-se no modelo de abordagem sistémico das pessoas com doença mental, devendo assegurar o tratamento na comunidade, contribuindo para a redução do estigma e discriminação, muitas vezes associados à doença mental.

Esta nova equipa multidisciplinar é constituída por um médico com a especialidade de psiquiatria (que coordena a equipa); dois enfermeiros, sendo um enfermeiro especialista em saúde mental e psiquiátrica; um psicólogo clínico; um técnico superior de serviço social; um técnico superior de diagnóstico e terapêutica, com a profissão de terapeuta ocupacional; e um assistente técnico.

Recorda-se que a Equipa Comunitária de Saúde Mental para População Adulta do Centro Hospitalar do Oeste é uma das cinco equipas criadas pelo Governo, através do Despacho n.º 8455/2022, publicado em 11 de julho em Diário da República, abrangido pelo Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, tendo uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 292.5346 habitantes.

Município do Cadaval distribuiu cabazes de Natal a uma centena de pessoas

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© Município do Cadaval

A Câmara do Cadaval, no distrito de Lisboa, distribuiu cabazes de Natal a uma centena de pessoas do concelho, no âmbito do programa da quadra natalícia, foi divulgado.

A autarquia entregou aos cidadãos com menores recursos socioeconómicos cabazes de Natal, compostos por bens alimentares e brinquedos para as crianças até aos 12 anos.

Este ano foram distribuídos 45 cabazes, abrangendo cerca de uma centena de pessoas, identificadas pelas juntas de freguesia do concelho e serviço de ação social da Câmara Municipal do Cadaval.

Ao longo do ano, o município tem vindo a complementar mensalmente os cabazes distribuídos no âmbito do Banco Alimentar com carne e peixe e a assegurar todos os meses um cabaz alimentar aos idosos com rendimento inferior ao valor indexante dos apoios sociais.

Região de Leiria ultrapassa metas de execução de fundos europeus

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A Comunidade Intermunicipal da Região de Leiria (CIMRL) anunciou ter ultrapassado as metas de execução de fundos europeus, alcançando, no final de 2022, a maior taxa de realização de fundos da Região Centro.

Numa nota de imprensa enviada à agência Lusa, com novo ponto de situação relativo ao controlo das metas de execução para 2022 do Programa Operacional do Centro (Centro 2020), com data a 31 de dezembro, a CIMRL explicou que, na Região Centro, e considerando o Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e o Fundo Social Europeu (FSE), aquela comunidade intermunicipal apresenta um “desempenho bastante acima da média”.

A CIMRL “assegurou o cumprimento das metas fixadas para o ano de 2022, com um forte contributo do FEDER (com taxa de cumprimento de 126,8%) e uma prestação mais modesta do FSE (71,8%), em parte justificada pela aprovação de projetos de formação e capacitação em 2020/2021 cuja execução se prolongará até junho de 2023”.

“Em termos globais, o Centro 2020 encerrou o ano de 2022 com uma taxa de execução de 80,4%, valor que representa um nível de execução muito positivo, para o qual contribuíram de um modo muito relevante as comunidades intermunicipais”, assinalou a CIMRL.

Segundo a mesma nota de imprensa, a CIMRL “regista, no final do ano de 2022, a maior taxa de realização de fundos (74%) da Região Centro, que corresponde a 33 milhões de euros de fundos pagos aos beneficiários”.

A CIMRL realçou que este ano vai exigir “um esforço adicional”, sendo que o pedido é para manter “o foco na execução durante o ano de 2023”, para se garantir “a utilização da totalidade da dotação do programa e assegurar que chegam aos beneficiários municípios os apoios necessários à concretização dos seus projetos de investimento”.

Integram a CIMRL os municípios de Alvaiázere, Ansião, Batalha, Castanheira de Pera, Figueiró dos Vinhos, Leiria, Marinha Grande, Pedrógão Grande, Pombal e Porto de Mós.

Fazem parte da Região Centro as comunidades intermunicipais Viseu Dão Lafões, Região de Aveiro, Beiras e Serra da Estrela, Região de Coimbra, Região de Leiria, Médio Tejo, Beira Baixa e Oeste, abrangendo uma centena de municípios.

Segundo o sítio na Internet www.centro.portugal2020.pt, o Programa Operacional da Região Centro, para o período 2014-2020, “tem como base uma estratégia de desenvolvimento regional partilhada e construída através de uma forte mobilização de todos os parceiros regionais”.

Para este período, o Centro2020 conta com “uma dotação de 2.155 milhões de euros, dos quais 1.751 milhões de euros do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional e 404 milhões de euros do Fundo Social Europeu”, valor que “representa um acréscimo de 27% face ao anterior período de programação (2007-2013) e corresponde a um valor de 925 euros por habitante da Região Centro”.

VII Ciclo de Órgão entre 15 de janeiro e 27 de março em Torres Vedras

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O Ciclo de Órgão regressa a Torres Vedras entre o próximo sábado e o dia 27 de março, tendo como uma das novidades a participação do britânico Jonathan Ayerst, organista da Casa da Música do Porto, anunciou hoje a organização.

“Apesar de o órgão ser o instrumento central, vai haver diálogo com outros instrumentos e com outras artes”, afirmou em conferência de imprensa a presidente da Câmara Municipal de Torres Vedras, Laura Rodrigues, que organiza o ciclo nesta cidade do distrito de Lisboa.

Concebido para o órgão histórico da Igreja da Misericórdia de Torres Vedras, construído em 1773 por Bento Fontanes, o ciclo é composto por quatro grandes concertos, que se realizam naquele espaço cultural e de culto religioso.

O primeiro concerto, intitulado “Mater Dei”, está marcado para domingo e conta com a participação do grupo Mosaico Espiritual, da soprano Patrycia Gabrel, da meio-soprano Carolina Figueiredo e do organista Daniel Oliveira.

O também diretor artístico Daniel Oliveira adiantou que, durante o concerto, vão ser interpretadas obras dos séculos XVI a XIX, de louvor à virgem Maria, de compositores como Gounod, Saint-Säens e Schubert.

O evento dá também a conhecer o ambiente litúrgico mariano sobretudo em França, Alemanha e em países de leste.

O ciclo prossegue a 04 de fevereiro, com o concerto pedagógico “A Aldeia do Dó Mi Sol” para crianças entre os três e os treze anos e respetivas famílias, procurando atrair os públicos mais jovens e dando a conhecer o instrumento e algumas das suas técnicas de improvisação.

Dinamizado pela organista Inês Machado, o concerto é baseado numa história escrita por um adolescente que é narrada e acompanhada por improvisações de Inês Machado e em que a cada personagem corresponde uma canção infantil.

No dia 25 de fevereiro, realiza-se o primeiro concerto do ciclo ‘à luz de velas’ – “Candelight concert” – pelo organista britânico Jonathan Ayerst e pelo coro Ensemble Vocal, dirigido pela maestrina Alexandra Neves.

“Vamos fazer um concerto como nunca fizemos, uma vez que o organista vai acompanhar ao vivo canções que desconhece e improvisar”, explicou o diretor artístico.

Vão ser interpretadas obras do tempo da Quaresma e de compositores europeus dos séculos XVI a XVIII, como Cristobal de Morales, Manuel Cardoso e Diogo Dias de Melgás.

O último concerto acontece a 25 de março e é intitulado “Bach and Friends”, homenageando Johann Sebastian Bach, no mês do seu nascimento.

Alunos do Conservatório Nacional de Lisboa e do Conservatório de Música da Física de Torres Vedras vão interpretar obras daquele compositor alemão e de outros compositores do período barroco, seus contemporâneos.

O ciclo fecha com uma série de quatro pequenos concertos de 15 minutos, à hora de almoço, nos dias 06, 13, 20 e 27 de março.

“Vamos ter uma ementa em que o público vai escolher o que quer ouvir”, esclareceu Daniel Oliveira, que deu como exemplos não só temas da música clássica e erudita, como “Ave Maria”, de Franz Schubert, e composições de Mozart e Bach, mas também música dos filmes da Disney.

Os concertos vão ser todos comentados e são de entrada livre.

Hospital de Santo André em Leiria conta com segunda sala robotizada de raio X

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© Centro Hospitalar de Santo André

O Serviço de Imagiologia do Hospital de Santo André, em Leiria, tem disponível a segunda sala robotizada de raio X, num investimento de 300 mil euros, anunciou o Centro Hospitalar de Leiria (CHL).

“O novo equipamento de última geração com sistema robotizado destina-se à realização de todo o tipo de estudos de radiologia convencional, de ambulatório, mas também de Urgência, a adultos e crianças, com detetores dedicados”, divulgou o CHL.

Segundo o CHL, “o investimento incluiu todos os trabalhos necessários para a substituição do equipamento de radiologia convencional existente, bem como as obras essenciais para adequar a sala ao novo conceito, ao nível do pavimento, das instalações elétricas e do sistema de ventilação, e a colocação de um sistema de sinalização luminosa e informativa de emissão de radiação ionizante, para além da aquisição e montagem do novo equipamento”.

Câmara de Espinho atribui buscas da PJ a projetos imobiliários do anterior mandato PSD

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© Polícia Judiciária

As buscas que a Polícia Judiciária (PJ) tem a decorrer na Câmara de Espinho prendem-se com licenciamentos urbanísticos do anterior mandato, revelou hoje fonte dessa autarquia do distrito de Aveiro, confirmando buscas à residência do anterior presidente também.

A informação foi dada à Lusa pelo chefe de gabinete da atual presidência, Nuno Cardoso, que afirma: “As buscas ainda estão a decorrer e o nosso acesso à informação é muito limitado, mas o que podemos dizer é que a investigação incide essencialmente sobre operações urbanísticas realizadas no mandado anterior”.

Miguel Reis, o socialista que atualmente lidera a câmara, está detido no âmbito da operação Vortex, “mas ainda se encontra no edifício e ainda não foi constituído arguido”. Nuno Cardoso explica, aliás, que a detenção “prende-se com o facto de o atual presidente ser o detentor da pasta do Urbanismo, pelo que é responsabilizado por operações dessa natureza que transitem do mandato anterior para o atual”.

O chefe de gabinete confirma que a residência do anterior presidente da câmara, Joaquim Pinto Moreira, “também foi sujeita a buscas” e refere que esse ex-autarca do PSD só ainda não terá sido detido devido à sua imunidade parlamentar, já que atualmente exerce funções de deputado na Assembleia da República como eleito pelo círculo do Porto.

Também no âmbito da Operação Vórtex, outros detidos confirmados por Nuno Cardoso são José Costa, funcionário da Câmara de Espinho como chefe da divisão de Urbanismo da autarquia, e Francisco Pessegueiro, ligado à imobiliária Pessegueiro Investments e à cadeia de talhos que adota o mesmo sobrenome.

A mesma fonte adianta que o “Grupo Fortera também está envolvido na investigação”.

Fonte ligada ao PS local adianta que desse grupo israelita foi detido o empresário Elad Dror e acrescenta que outra detenção foi a do arquiteto João Rodrigues, do gabinete JRCP Arquitetos, com sede em Espinho. (CORRIGE O NOME DO EMPRESÁRIO DO GRUPO ISRAELITA: ELAD DROR E ELAD MOR)

Sobre o mesmo caso, o vice-presidente da distrital de Aveiro do Partido Socialista, Hugo Oliveira, disse à Lusa: “Fomos apanhados de surpresa coma detenção do Miguel Reis e ainda não temos muita informação sobre o sucedido. Tivemos indicação de que os factos remontam a 2018, mas sem qualquer contexto adicional”.

Para Hugo Oliveira, é preciso “esperar que a Justiça e o Estado realizem agora o seu trabalho”, na expectativa de que, “o quanto antes, Miguel Reis possa esclarecer devidamente esta situação junto das entidades competentes”.

Através da Diretoria do Norte da PJ e com base num inquérito-crime titulado pelo Ministério Público do Porto, a Operação Vortex já envolveu hoje cerca de 20 buscas domiciliárias e não domiciliárias a serviços da Câmara de Espinho, residências de funcionários da autarquia e diversas empresas sedeadas nesse concelho e também no do Porto.

Dessa atividade resultou a detenção de cinco pessoas. Todos os detidos estão indiciados pela prática dos crimes de corrupção ativa e passiva, prevaricação, abuso de poderes e tráfico de influências.

Segundo a PJ, “a investigação versa sobre projetos imobiliários e respetivo licenciamento”, todos eles “respeitantes a edifícios multifamiliares e unidades hoteleiras” envolvendo “interesses urbanísticos de dezenas de milhões de euros, tramitados em benefício de determinados operadores económicos”.

Camada de ozono pode estar totalmente recuperada até 2066

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foto ilustrativa: João Polónia/ Notícias Em Direto

A camada de ozono, que protege a vida na Terra, poderá estar totalmente recuperada até 2066, graças à proibição e eliminação gradual dos produtos químicos que a danificam, segundo a ONU.

O relatório do Painel de Avaliação Científica das Nações Unidas do Protocolo de Montreal, divulgado na segunda-feira, indica que 99% das substâncias proibidas deixaram de ser utilizadas, permitindo a recuperação da ozonosfera, refere a agência noticiosa espanhola EFE.

De acordo com os cientistas, se se mantiverem as políticas atuais, até 2066 a camada de ozono na Antártida terá recuperado para os níveis de 1980, enquanto no Ártico a recuperação será mais rápida, em 2045, e no resto do mundo poderá ocorrer em 2040.

A aplicação do Protocolo de Montreal, que entrou em vigor em 1989, tem vindo a permitir a eliminação de gases, incluindo os clorofluorcarbonetos (CFC), responsáveis pelo aparecimento do buraco na camada de ozono sobre a Antártida.

Uma emenda ao Protocolo de Montreal aprovada em 2016 exige a eliminação gradual do uso de hidrofluorcarbonetos (HFC), que, embora não danifiquem diretamente o ozono, contribuem para as mudanças climáticas.

De acordo com o painel científico do Protocolo, a progressiva eliminação do uso de HFC reduzirá o aquecimento global em 0,3 a 0,5 graus Celsius até 2100.

Meg Seki, secretária executiva do Secretariado do Ozono do Programa das Nações Unidas para o Ambiente, considerou as conclusões dos cientistas “fantásticas notícias”.

“O impacto que o Protocolo de Montreal teve na mitigação da alteração climática não pode ser ignorado. Nos últimos 35 anos, o Protocolo tem sido um verdadeiro defensor do meio ambiente”, acrescentou Seki, citada pela EFE.

“O nosso sucesso na eliminação gradual de produtos químicos que danificam o ozono mostra-nos o que pode e deve ser feito – com urgência – para fazer a transição dos combustíveis fósseis, reduzir os gases com efeito de estufa e, assim, limitar o aumento da temperatura”, reforçou Petteri Taalas, secretário-geral da Organização Meteorológica Mundial (OMM), citado pela agência norte-americana Associated Press.

O relatório alerta, por outro lado, para o facto de os esforços para arrefecer artificialmente o planeta, colocando aerossóis na atmosfera para refletir a luz do sol, poderem diminuir até 20% a camada de ozono na Antártida.

O projeto de geoengenharia designado de Injeção Estratosférica de Aerossóis (SAI, na sigla em inglês) foi proposto como um método possível para limitar a quantidade de luz solar que chega à superfície da terra e assim reduzir as alterações climáticas.

Mas o painel científico advertiu que a SAI poderá afetar as temperaturas da estratosfera, a circulação e produção de ozono, bem como as taxas de destruição e transporte do gás, segundo a EFE.

A camada de ozono, ou ozonosfera, é uma área da estratosfera que protege o planeta dos raios ultravioleta emitidos pelo Sol, absorvendo entre 97 e 99% da radiação.

Sem aquela proteção, a radiação ultravioleta do Sol prejudicaria irreversivelmente a vida no planeta.

Entidades públicas e privadas criam espaço de inclusão em toda a região Oeste Costeira

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Município de Óbidos

Foi celebrado, na passada sexta-feira, 6 de Janeiro, em Óbidos, o protocolo de parceria para a implementação e monitorização do instrumento de Desenvolvimento Local de Base Comunitária Costeiro na Região Oeste, com a constituição do Grupo de Ação Local (GAL) Oeste Costeiro. Tratou-se de uma reunião dos parceiros que integram este grupo, cuja entidade gestora é a ADEPE – Associação para o Desenvolvimento de Peniche. São parceiros instituições públicas, privadas, bem como organizações do terceiro setor, num total de 38 entidades.

De acordo com o texto do protocolo, as entidades signatárias “acordam colaborar na implementação do Grupo de Ação Local Costeiro do Oeste e da sua Estratégia de Desenvolvimento Local de Base Comunitária, comprometendo-se a implementar as ações que delas dependem diretamente e colaborar com empenho na implementação das ações que dependem da sua participação como parceiros”.

Joaquim Pequicho, presidente da ADEPE, afirmou que “este é um caminho de diálogo”, onde “a vontade conjunta dos parceiros é criar um espaço de inclusão em toda a região Oeste Costeira”, reforçando a importância do trabalho conjunto na criação da estratégia para a zona costeira, integrada na OesteCIM. “É com esta expectativa que apresentamos estas ideias para que sejamos um contributo líquido para o desenvolvimento destas terras, do empreendedorismo, criando uma literacia oceânica”, referiu o responsável. Joaquim Pequicho diz ainda que há outras dimensões que não estão só ligadas à pesca, “mas não as vamos secundarizar, pelo contrário, vamos equilibrar todas as dinâmicas”.

José Pereira, vereador em representação do presidente de Câmara Municipal de Óbidos, Filipe Daniel, agradeceu a presença de todos os parceiros e afirmou que “é no trabalho conjunto pelo desenvolvimento local que se faz um real proveito dos fundos comunitários”.

O GAL Pescas Oeste, que está em fase de encerramento, com a conclusão de projetos financiados no âmbito do Programa Operacional Mar 2020, é responsável pela implementação da Estratégia de Desenvolvimento Local no território que abrange a área litoral dos concelhos de Alcobaça, Nazaré, Caldas da Rainha, Óbidos e Peniche, visando o desenvolvimento, diversificação e competitividade da economia e a melhoria das condições de vida das populações.

Recentemente, os municípios da Lourinhã e de Torres Vedras decidiram aderir, passando a integrar o futuro Grupo de Ação Costeira Oeste, que virá substituir o GAL Pesca Oeste.

Neste encontro, em Óbidos, foi igualmente aprovado por unanimidade o futuro Órgão de Gestão da Estratégia de Desenvolvimento Local, que será composto pela ADEPE (entidade gestora), pela Agência EcoCoast e pela Leader Oeste.

Presidente da Câmara de Espinho detido pela PJ

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O presidente da Câmara de Espinho, Miguel Reis, foi hoje detido pela Polícia Judiciária (PJ), no âmbito de uma investigação por diversos crimes económicos alegadamente cometidos no licenciamento de obras, disse à Lusa fonte ligada à investigação.

Segundo a mesma fonte, foram ainda detidos vários empresários, alguns ligados à área da construção civil.

A operação foi desencadeada durante a manhã de hoje e, pelas 12:30, ainda decorria.

Miguel Reis foi eleito presidente da Câmara de Espinho, distrito de Aveiro, pelo PS nas autárquicas de 2021.

Bombarral: A-dos-Ruivos voltou a festejar o Dia de Reis

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© Município do Bombarral

Cumprindo uma tradição que perdura há cerca de um século, a população da localidade de A-
dos-Ruivos voltou a festejar, no passado sábado, dia 7 de janeiro, o Dia de Reis.

A atividade consistiu na encenação da viagem dos três Reis Magos ao encontro do menino
Jesus, a qual teve lugar na sede do Centro Cultural Desportivo Recreativo e Social de A-dos-Ruivos.

O evento contou com a presença de várias dezenas de pessoas, entre as quais o vereador da Câmara Municipal do Bombarral, Bruno Santos, que no final tiveram ainda oportunidade de saborear uma fatia de Bolo Rei e outras iguarias típicas deste período festivo.

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