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Sexta-feira, Julho 3, 2026
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Presidente da República condecora Chefe de Estado-Maior-General das Forças Armadas

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Presidência da República Portuguesa

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou hoje o Almirante António Silva Ribeiro, que termina funções como Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas (CEMGFA), com a Grã-Cruz da Ordem Militar de Cristo.

Segundo a página da Presidência da República, a condecoração teve lugar numa cerimónia no Palácio de Belém, em Lisboa.

António Silva Ribeiro, de 65 anos, é natural de Pombal.

O Almirante da Marinha é Chefe do Estado-Maior-General das Forças Armadas desde 2016, quando deixou as funções de Diretor-Geral da Autoridade Marítima e Comandante-Geral da Polícia Marítima para assumir o cargo, substituindo o Almirante Luís Manuel Fourneaux Macieira Fragoso.

Silva Ribeiro prestou serviço em várias unidades, estabelecimentos e órgãos, em funções ligadas à componente operacional, ao pessoal, à formação e ao Estado-Maior, segundo informação disponibilizada na página de internet do ministério da Defesa.

Complementarmente à carreira militar, Silva Ribeiro foi professor catedrático convidado do Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas e professor militar da Escola Naval, e ainda professor coordenador do Instituto Superior de Ciências da Informação e da Administração.

Da folha de serviços constam louvores e condecorações, entre as quais a de Grande Oficial da Ordem de Avis, seis Medalhas de Serviços Distintos grau Prata e duas Medalhas de Mérito Militar, 1ª e 2ª classe.

Foi ainda agraciado com as condecorações estrangeiras: Comendador da Ordem de Mérito Naval, do Brasil, Medalha de Mérito Tamandaré, do Brasil, Medalha da Defesa Nacional de França, grau Ouro e Ordem de Timor-Leste, 2ª classe.

Presidência da República Portuguesa

Loures pede reunião ao ministro da Saúde sobre fecho da urgência pediátrica

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O presidente da Câmara Municipal de Loures pediu hoje uma reunião urgente ao ministro da Saúde, depois de Manuel Pizarro ter confirmado que a urgência pediátrica do hospital do concelho vai encerrar à noite a partir de quarta-feira.

Em declarações à agência Lusa, Ricardo Leão (PS) discorda do fecho “definitivo” desta urgência e, por isso, pediu uma reunião com caráter de urgência ao ministro com a pasta da saúde, proposta de encontro que aguarda resposta e que foi estendida aos autarcas de Odivelas, Mafra e Sobral de Monte Agraço, também concelhos servidos pelo Hospital Beatriz Ângelo.

“O que já fiz foi falar com todos os presidentes de câmara e enviei um pedido de reunião” ao ministro, indicou o presidente do município à agência Lusa, apontando para a necessidade de encontrar soluções para os constrangimentos no hospital, que tem também fechado, de forma rotativa com outros serviços no distrito de Lisboa, as urgências de obstetrícia.

O autarca de Loures disse não ter sido contactado a propósito deste fecho e que soube destas informações “pela comunicação social”.

O ministro da saúde, Manuel Pizarro, assumiu hoje que a urgência pediátrica do hospital de Loures vai encerrar à noite a partir de quarta-feira.

“É verdade que, no caso do hospital de Loures, o encerramento de uma parte dos serviços vai ocorrer mais cedo, apenas porque não há disponibilidade de profissionais”, admitiu Manuel Pizarro em declarações aos jornalistas no final de uma visita ao serviço de urgência do Hospital Fernando Fonseca, na Amadora.

Segundo uma nota da administração da unidade divulgada hoje à tarde, a Urgência Pediátrica passa a funcionar apenas de segunda a sexta-feira, entre as 09:00 e as 21:00.

“Esta decisão transitória, acordada com a Direção Executiva do SNS e com o Conselho Diretivo da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, decorre da dificuldade de preenchimento das escalas que, até ao momento, não foi possível ultrapassar”, lê-se na mesma informação.

A RTP avançou no domingo, a partir de uma denúncia do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), que “a urgência de pediatria do hospital de Loures passa a encerrar já em março durante a noite e aos fins de semana devido à falta de pediatras”, mas, na segunda-feira, o ministro tinha negado esse fecho, enquadrando antes a situação no trabalho em curso para criar um novo modelo de urgências metropolitanas.

Manuel Pizarro anunciou que, na próxima semana, vai ser conhecido o plano para o funcionamento regular das urgências de pediatria de toda a Área Metropolitana de Lisboa, explicando que a população que recorre à urgência pediátrica do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, deve antes usar os serviços que se mantêm abertos, como os do Hospital de Santa Maria, Hospital Dona Estefânia ou Hospital de São Francisco Xavier, todos em Lisboa.

“Hoje é um dia feliz” para o Município de Óbidos

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Município de Óbidos

O Município de Óbidos inaugurou ontem, 27 de Fevereiro, a última sala do Espaço F, a sala “Incluir pela Arte”. Esta é uma nova oferta em Óbidos, que abrange crianças e seniores e “que pretende estimular competências, como a integração, a socialização, a valorização pessoal, o sentimento e a pertença, contribuindo para a melhoria e qualidade de vida e bem-estar de todos”, afirma Margarida Reis, vereadora do Pelouro do Desporto, Saúde e Bem-Estar.

Este espaço tem como “principal missão proporcionar um apoio terapêutico gratuito à população residente no concelho de Óbidos, de forma a melhorar a sua qualidade de vida, promovendo o seu bem-estar, o sucesso familiar, social, escolar e profissional”, declara Filipe Daniel, presidente da Câmara Municipal de Óbidos, sublinhando que, com a abertura deste espaço, “hoje é um dia feliz”.

Este é um projeto multidisciplinar, que promove a partilha, trabalho concertado e encaminhamento por parte das Juntas de Freguesia, Associações, Escolas e Centros de Saúde. “Óbidos quer afirmar-se como um destino inclusivo e, para este fim, devemos estar preparados e saber receber todas as pessoas”, diz Filipe Daniel.

Câmara de Lisboa adota medidas de prevenção contra o frio

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A Câmara de Lisboa decidiu adotar para os próximos dias um conjunto de medidas de prevenção contra o frio, prevendo-se a abertura das estações de metro do Rossio à noite, Santa Apolónia e Oriente, anunciou hoje o município.

“Em virtude das previsões de temperaturas baixas na cidade de Lisboa, anunciadas pelo Instituto Português do Mar e da Atmosfera, a Câmara Municipal de Lisboa decidiu adotar medidas preventivas contra o frio”, lê-se numa nota da autarquia.

Assim, indica o município, foi solicitado aos parceiros do Núcleo de Planeamento e Intervenção Sem-Abrigo de Lisboa (NPISA Lisboa) que a abertura dos centros de alojamento temporário seja antecipada e que, caso seja possível, os equipamentos estejam abertos em permanência por 24 horas.

Foi igualmente pedido o reforço da distribuição de alimentos e bebidas quentes, bem como de agasalhos, pelas entidades que fazem a distribuição alimentar e de roupa.

Haverá ainda um aumento da vigilância, por parte das equipas técnicas de rua, “na identificação das necessidades das pessoas em situação de sem abrigo ao nível da alimentação, agasalhos e cuidados básicos de saúde”, é acrescentado na nota.

Ainda de acordo com a Câmara de Lisboa, em colaboração com o Metropolitano, as estações do Rossio, Santa Apolónia e Oriente irão estar abertas, previsivelmente, desde hoje e até sexta-feira, das 23:00 às 06:30.

Na nota, a Câmara de Lisboa refere que, por agora, “o Plano de Contingência para as Pessoas em Situação de Sem-Abrigo perante o Tempo Frio” não será ativado, uma vez que o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) não emitiu “o aviso laranja (quando os valores diários de temperatura mínima se apresentem entre 0º C a -1º C” durante mais de 48 horas.

A Câmara de Lisboa recomenda, contudo, à população em geral que “mantenha o corpo hidratado e quente”, proteja-se do frio, mantenha a casa quente e esteja “especialmente atenta a todos os sinais que possam indiciar algum problema de saúde”.

Segundo o IPMA, 17 dos 18 distritos de Portugal continental estão a partir de hoje e até quinta-feira sob aviso amarelo devido à previsão de tempo frio.

Os distritos de Bragança, Viseu, Évora, Porto, Guarda, Vila Real, Setúbal, Santarém, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Castelo Branco, Aveiro, Coimbra, Portalegre e Braga vão estar sob aviso até às 10:00 de quinta-feira devido à persistência de valores baixos da temperatura mínima.

O aviso amarelo, o menos grave, é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

As temperaturas mínimas vão oscilar entre os -3 graus Celsius (em Bragança) e os 11 (em Faro) e as máximas entre os 10 graus (na Guarda) e os 20 (em Faro).

Sessão de Contos Tradicionais envolveu e divertiu seniores do Cadaval

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Município do Cadaval

Entre os dias 18 de janeiro e 15 de fevereiro, as Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) do concelho do Cadaval na área dos idosos foram brindadas com uma Sessão de Contos Tradicionais Portugueses. Atividades que foram oferecidas pela Câmara Municipal e dinamizadas pelo contador de histórias António Fontinha.

Todas as IPSS envolvidas fizeram um balanço bastante positivo desta atividade, tendo em conta que houve uma forte interação entre os utentes e o contador de histórias, mas principalmente porque todos os seniores conseguiram divertir-se bastante, inclusivamente com a partilha de histórias e adivinhas que conheciam.

Cada sessão teve a duração aproximada de uma hora, tendo decorrido no período da manhã ou no período da tarde em cada uma das seguintes IPSS: Centro Social e Paroquial de Alguber; Asavida; Centro Social e Paroquial de Lamas, que também engloba o Centro Paroquial Beata Madre Teresa de Calcutá; Cáritas Paroquial do Vilar; Associação de Solidariedade Montejunto; Santa Casa da Misericórdia do Cadaval e Campus Social do Olival.

Nota biográfica do contador de histórias: António Fontinha nasceu em Lisboa, em 1966, e viveu em Angola até 1974. Em 1992 começou a contar histórias no Centro Educativo da Bela Vista, ao serviço do Chapitô. É um dos pioneiros da Narração Oral em Portugal e vive exclusivamente de contar histórias desde 1995. Dinamizou milhares de sessões de contos e trabalhou para os mais diversos públicos por todo o País. Fora de Portugal, dinamizou sessões em Espanha, São Tomé e Príncipe, Cabo Verde, França, Argentina e Bélgica.

Greve adia leitura da sentença do cartel das seguradoras no Tribunal da Concorrência

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A leitura da sentença do recurso da Lusitânia e da Zurich às coimas aplicadas pela Autoridade da Concorrência por cartelização foi hoje adiada para depois de 15 de março, devido à greve dos funcionários judiciais.

A juíza Mariana Gomes Machado, do Tribunal da Concorrência, Regulação e Supervisão (TCRS), em Santarém, fez questão de dar uma explicação pessoalmente aos intervenientes no processo, salientando que, na ausência da funcionária que habitualmente assegura as diligências deste processo, não foi possível proceder à leitura da sentença.

“Nada se faz sem eles”, disse Mariana Machado, apontando esta situação como um exemplo da “essencialidade” dos funcionários judiciais.

Um pequeno grupo de funcionários do Palácio da Justiça II de Santarém, onde funcionam, além do TCRS, tribunal de âmbito nacional, as secções centrais cíveis, de comércio, do trabalho e de família e menores da Comarca de Santarém, concentraram-se em frente ao edifício, com ‘t-shirts’ negras com a inscrição “Justiça para quem trabalha!” e folhas brancas com a frase, a negro, “Filhos da (in)justiça”.

Em declarações aos jornalistas, reafirmaram o que os leva a permanecerem numa greve que se tem prolongado no tempo – além da convocada pelo Sindicato dos Oficiais de Justiça, desde o passado dia 15 e até 15 de março há greve a determinados atos decretada pelo Sindicato dos Funcionários Judiciais – e a escolherem diligências que deem “mais visibilidade” para realizarem este tipo de protesto.

A questão do estatuto, que se encontra “na gaveta” desde 1999, ou a exigência de disponibilidade constante, além do horário de trabalho, sem “qualquer reconhecimento ou compensação”, já que os funcionários judiciários não são pagos por horas extraordinárias, foram algumas das situações referidas por Dília Canais.

Hélder Roseiro, escrivão auxiliar da secção do TCRS, onde, num quadro de 12, apenas existem seis funcionários para oito magistrados (quatro judiciais e quatro do Ministério Público), salientou a falta de perto de 2.000 funcionários judiciais no país, a par da carência de meios e de condições.

“Prestamos um serviço necessário à comunidade, que exige resposta célere”, disse, salientando que “a morosidade na Justiça não tem a ver com os funcionários”, mas sim “com a legislação aprovada na Assembleia da República e com a falta de meios”.

Carolice, amor à camisola, brio profissional, consciência, sentido de abnegação, foram algumas das expressões mais ouvidas, com vários dos funcionários presentes no protesto a referirem que, mesmo em greve, têm sido realizadas diligências e tomadas iniciativas “à revelia da lei da greve” – como o aviso prévio a pessoas com dificuldades para que não se desloquem ao Tribunal.

“Hoje estamos aqui, amanhã vamos ter de compensar”, disseram.

Entre as muitas queixas, referiram a exigência de dever de permanência e exclusividade, que os obriga, mesmo em férias, a estarem contactáveis e disponíveis no imediato caso sejam chamados, “o que não existe em mais nenhum estatuto profissional”.

Dília Canais afirmou que, embora seja escrivã de direito de segundo escalão, aufere entre 1.300 e 1.400 euros mensais, um salário “de topo”, que não lhe deixa margem para gozar férias fora de casa, já que só o pode fazer nas férias judiciais, nos períodos de pico, em que os preços são mais caros.

A média de idades dos funcionários judiciais, superior a 50 anos, foi outra questão referida, com vários funcionários a sublinharem que os mais jovens fogem desta carreira, pedindo mobilidade para outras assim que conseguem entrar nos concursos.

O TCRS deveria dar hoje a conhecer a sua decisão sobre os recursos apresentados pela Lusitânia, pela Zurich, dois administradores e dois diretores destas seguradoras às coimas superiores a 42 milhões de euros, que lhes foram aplicadas em 2019 pela Autoridade da Concorrência (ADC).

A abertura da investigação ocorreu em maio de 2017, na sequência de um requerimento de dispensa ou redução da coima (pedido de clemência) apresentado pela Seguradoras Unidas, à AdC, no que foi seguida pela Fidelidade – Companhia de Seguros e pela Multicare – Seguros de Saúde, tendo sido emitida uma nota de ilicitude em agosto de 2018 contra cinco seguradoras.

Segundo a acusação, as empresas envolvidas no cartel combinavam entre si os valores que apresentavam a grandes clientes empresariais na contratação de seguros de acidentes de trabalho, saúde e automóvel, apresentando sempre valores mais altos, para que o cliente se mantivesse na seguradora já contratada.

Caldas da Rainha: ESAD promove oficina de ilustração científica

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A Oficina do Conhecimento “Ilustração Científica” vai realizar-se, na quarta-feira, na Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha (ESAD.CR), foi hoje anunciado.

A oficina conta com a presença do autor da exposição ‘Da Natureza para o Papel II’, Marco Nunes Correia, e é o culminar de dois anos em que a exposição produzida pelo Politécnico de Leiria percorreu diversas instituições, refere a escola numa nota às redações.

Podem participar as pessoas maiores de 16 anos ou turmas do ensino secundário, devendo os participantes levar caderno/diário gráfico e materiais riscadores (lápis, canetas).

As inscrições podem ser feitas através do email germinar@ipleiria.pt.

Empresa do Alentejo de carne suína quer exportar para 80 países e faturar 120 ME

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Maporal

A unidade de produção de carne de porco Maporal, em Reguengos de Monsaraz (Évora), já exporta para 25 mercados, mas quer atingir os 80 e aumentar a faturação dos 45 para os 120 milhões de euros, em 2024.

Nuno Correia, administrador e acionista da Maporal, explicou hoje à agência Lusa que a unidade produtora de carne suína (fresca e congelada) tem agora uma faturação anual de 45 milhões de euros.

“O objetivo é chegar, ao final de 2023, com 80 milhões e, no ano que vem, com 120 milhões”, assumiu.

O administrador falava à agência Lusa à margem da visita que a ministra da Agricultura, Maria do Céu Antunes, efetuou hoje à empresa, situada na zona industrial de Reguengos de Monsaraz.

Segundo o Ministério da Agricultura e da Alimentação (MAA), a Maporal “é uma empresa de referência na prestação de serviços de abate e desmancha, na distribuição e exportação de carne portuguesa de suíno para os mercados internacionais”.

E, recentemente, renovou “a sua unidade industrial de forma a aumentar a sua capacidade de produção”, acrescentou o MAA.

Com capacidade para abater 3.000 animais por dia, a Maporal é a “maior [unidade de produção de carne suína] de Portugal” e uma “das mais modernas da Europa”, segundo informação da própria empresa, em comunicado.

Nuno Correia explicou à Lusa que, na unidade alentejana, com 120 empregados, já foram investidos “24 milhões de euros”, existindo “uma linha de abate com 45 linhas de processamento” e um matadouro, que foi renovado.

“Já existia um matadouro aqui e construímos um totalmente novo, o que nos permitiu aumentar muito a nossa capacidade de abate”, referiu, indicando que estes investimentos integraram a 1.ª fase do investimento, que ficará terminada “em junho deste ano”.

Já a 2.ª fase, “vai arrancar no final deste ano” e será dedicada “à armazenagem”, porque, dos produtos que a unidade fabrica, “há muitos que são congelados e têm que ser armazenados”, revelou.

“É neste âmbito que vamos apresentar uma nova candidatura a fundos comunitários, que será à volta de 10 milhões de euros”, acrescentou.

Com 25 países na ‘carteira’ de exportações, em que a China se assume como o grande destinatário da carne oriunda da Maporal, a empresa quer “chegar aos 80 países”.

As vendas nos mercados externos representam “75% do volume de faturação”, mas o objetivo é crescer para “os 90% nesta unidade”, disse Nuno Correia, explicando que os acionistas da Maporal possuem outras duas unidades em Portugal, uma no distrito de Santarém e outra no de Setúbal.

A abertura de novos mercados é considerada “imprescindível” pela empresa, que quer exportar para o Japão, Tailândia, Singapura ou Estados Unidos da América, entre outros, e que solicitou hoje o apoio do Governo nesta área.

“O Governo tem que tentar acompanhar a velocidade dos mercados globais e aqui a dificuldade muitas vezes é essa, é que os mercados globais não esperam por nós. E é importante que o Governo e os serviços percebam isso e tentem agilizar ao máximo”, defendeu Nuno Correia.

Questionada pelos jornalistas, a ministra da Agricultura garantiu que o Governo está empenhado neste apoio e que foi criado “um grupo específico com o Ministério da Agricultura e com o Ministério dos Negócios Estrangeiros para facilitar todo este procedimento”.

Câmara diz que Conservatória do Cadaval está com problemas nos registos, Ministério nega

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Município do Cadaval

A Conservatória do Cadaval regista dificuldades nos registos devido à falta de recursos humanos, alertou hoje o presidente deste município do distrito de Lisboa, mas o Ministério da Justiça diz que todos os serviços estão a funcionar.

“Desde o início do ano que passou a ser mais difícil fazer-se registos com a transferência de um funcionário para as Caldas da Rainha. Os prazos são demorados e os processos deviam ser mais céleres”, afirmou à agência Lusa José Bernardo Nunes.

Segundo o autarca, que pediu e aguarda por uma reunião no Instituto Nacional de Registos e Notariado (INRN), aquele serviço público está sem conversador, estando a dar apoio a conservadora do Bombarral, concelho vizinho do distrito de Leiria, mas só se desloca ao Cadaval “quando o rei faz anos”.

Questionado pela Lusa, o Ministério da Justiça, que tutela o INRN, reconheceu que houve um “período de ausência” da conservadora.

Contudo, a responsável “reiniciou funções recentemente”, motivo pelo qual “todos os serviços de registo civil, predial comercial e automóvel estão disponíveis ao cidadão” e os “serviços de registo civil, predial, comercial e automóvel no Cadaval a ser elaborados e confirmados”.

De acordo com a tutela, “não há necessidade de procurar alternativas”, apesar de haver também serviços ‘online’.

O Ministério da Justiça esclareceu que está previsto o reforço de um posto de oficial de registo nesta conservatória, que dispõe de três oficiais em “efetividade de funções”.

TAP: Medina diz que conclusões que vai retirar da IGF são para “assegurar a legalidade”

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© TAP Air Portugal

O ministro das Finanças, Fernando Medina, reiterou hoje que aguarda as conclusões da auditoria à TAP, solicitada à Inspeção Geral das Finanças (IGF), para “daí tirar as conclusões que se impõe” e que passam por “assegurar a legalidade”.

Fernando Medina falava numa audição regimental na Comissão de Orçamento e Finanças (COF), no parlamento, em resposta ao deputado do PCP, Duarte Alves.

“Tendo eu solicitado à IGF que fizesse um relatório, aguardo pelas conclusões do relatório para a partir daí tirar as conclusões que se impõem”, afirmou.

O governante assegurou que “as conclusões são sempre de assegurar a legalidade do Estado e, neste caso, de uma empresa importante do universo do Estado”.

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