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Sexta-feira, Julho 3, 2026
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Nazaré Clássica na Biblioteca Municipal José Soares

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A iniciativa “Nazaré Clássica” estará de regresso ao auditório da Biblioteca Municipal José Soares já em março, com um formato de três concertos, que irão decorrer em três quintas-feiras do próximo mês.

Sob a direção artística/curadoria de Adelino Mota, os concertos, que terão início às 21:30, começarão a 16 de março, com um Quinteto de Sopros, prosseguindo na semana seguinte, dia 23 de março, com Tiago da Neta em guitarra clássica, fechando a 30 de março com GMS, um Quinteto de Metais.

Este minifestival “tem, entre os seus objetivos, a promoção da formação de públicos e do gosto pela música clássica”, refere o Vereador da Câmara da Nazaré, com o pelouro da Cultura, Manuel Sequeira.

PROGRAMAÇÃO

16 de março Quinvento – Quinteto de Sopros

Músicos:

Beatriz Marques – Flauta

Rodrigo Marques – Oboé

Guilherme Duque – Clarinete

César Luís – Trompa

Roberto Arcãleanu – Fagot

PROGRAMA:

Quinteto de Sopros em Sol menor, Paul Taffanel

5 Danses profanes et sacrées, Henri Tomasi

Quinteto em Ré Maior, Op.124, Giulio Briccialdi

Summer Music, Samuel Barber

Quinvento, é o nome do Quinteto de Sopros que junta os instrumentistas: Beatriz Marques, Rodrigo Marques, César Luís, Roberto Arcãleanu e Guilherme Duque.

Todos os elementos do quinteto integram a Academia Nacional Superior de Orquestra. Este quinteto nasceu em 2020, pouco tempo depois do primeiro confinamento, com cinco jovens músicos, com muita vontade de trabalhar. Em 2021, os mesmos prolongam-se para sexteto, para explorar outras sonoridades.

Ao longo destes três anos trabalharam diversas obras de grandes compositores como:Paul Taffanel, Henri Tomasi, Samuel Barber, Giulio Briccialdi, entre outros

23 de março – “Canções sem Palavras e Danças sem Passos”

Músico

Tiago da Neta – guitarra clássica

Concepção, composição e interpretação de Tiago da Neta

PROGRAMA:

Três comadres: Laurinda/Inês/Senhora

João Pestana

Danças do Tejo: Passos Certos / Fidalgo / Velho

Velho / Morenita / Folhas Tristes / Batatinhas

Sete dentadas no diabo

Fadinhos

Pulcinella

Tiago da Neta apresenta-se em concerto de guitarra solo interpretando as suas composições originais fortemente influenciadas pela música e cultura tradicional portuguesa. O concerto intitulado “Canções sem Palavras e Danças sem Passos”, remete-nos para uma forma de comunicação não verbal em que o instrumento expressa todas as emoções e sensações que o artista pretende transmitir.

Nasceu em Santarém, em 1982. A sua aprendizagem musical começou com Alexandre Bento em guitarra Jazz mas seguiu o seu rumo pelo ensino clássico no Conservatório de Música de Santarém com Acácio Resende e mais tarde na Guildhall School of Music and Drama (Londres) onde concluiu os seus estudos com Robert Brightmore e David Miller.

Tem-se consolidado não só como solista no seu instrumento, mas também como compositor e um músico versátil que se move por uma variedade de estilos musicais assim como por diversos instrumentos de corda dedilhada.

Tiago exerce a sua profissão de professor de Viola Dedilhada e Guitarra Portuguesa nos Conservatórios de Música de Santarém e Caldas da Rainha.Tem desenvolvido projetos com Né Ladeiras, Pedro Caldeira Cabral, Julian Philips, André Gago, Pavlo Beznosiuk e Janet Suzman, Fernando Mora Ramos e Teatro da Rainha, Tiago Baptista, Catarina Domingues, Marta Navarro e Trulé, entre outros.

Foi bolseiro da Rotary Foundation e recebeu os prémios de melhor aluno, Francisco Pereira Viegas em Santarém e Adele Krammer-Chappel em Londres.

30 de março – GMS – Quinteto de Metais

Músicos

Daniel Louro – Trompete

Hugo Santos – Trompete

Rodrigo Carreira – Trompa

Nuno Scarpa – Trombone

Adélio Carneiro –Tuba

PROGRAMA

Abertura – Joly Braga Santos Arr. Adélio Carneiro

Excertos da Abertura Sinfónica Nº3 sobre um tema de caracter Alentejano

Duas Melodias – Luís de Freitas Banco Arr. Adélio Carneiro

A Portrait of Lisbon – Jarret Butler

Pequena Suite Timorense – Jorge Salgueiro

Canoas do Tejo – Frederico de Brito Arr. Adélio Carneiro

Barco Negro – Caco Velho Arr. José Martins

Casa da Mariquinhas – Alberto Janes Arr. José Martins

Fundado em 1989 no concelho do Seixal, o Grupo de Metais do Seixal, atualmente designado como GMS – Quinteto de Metais, tem desenvolvido não só uma atividade performativa, através da realização de concertos, como também tem desempenhado um papel de grande importância na formação de músicos em Portugal.

Além de ser convidado regularmente para ministrar masterclasses por todo o país, foi responsável pela organização de masterclasses com músicos de elevado reconhecimento internacional, tais como: Philipe Legris, Halter Wilgers, Gene Pokorny, Bruno Nouvion, Allen Vizutti, Michael Sachs, Matthias Höfs, Thomas Stevens, Joseph Alessi, Scott

Hartman, Henrique Crespo, David Taylor, Philip Myers, Wolfgang Gaag, entre outros.

O grupo foi sendo reconhecido pelo trabalho desenvolvido. Obteve o primeiro prémio na classe de música de câmara no concurso Prémio Jovens Músicos, recebeu da Câmara Municipal do Seixal a Medalha de Mérito Municipal pelo reconhecimento da sua atividade no âmbito e fomento do gosto pela música, e da Região de Turismo da Costa

Azul o Golfinho de Cristal.

Gravou um CD com obras do compositor português António Vitorino D’Almeida – In Memoriam e O Render dos Heróis (Suite Teatral nº5), que serviu de base à peça de teatro com o mesmo nome do escritor José Cardoso Pires.

Participou também na gravação do CD Fernando Pessoa por Sinde Filipe, com música de Laurent Filipe. Em 2021 gravou um novo CD intitulado GMS Música Portuguesa para Metais com obras originais e arranjos de compositores Portugueses.

Óbidos: Município prepara integração no Geoparque Oeste

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Município de Óbidos

A Associação Geoparque Oeste (AGEO), responsável pela candidatura do ‘aspiring’ Geoparque Oeste, e o município de Óbidos assinaram um protocolo de parceria para a preservação, conservação e valorização do património natural e cultural, informou hoje a Câmara de Óbidos.

O protocolo pretende também “destacar o património geológico, numa perspetiva de aprofundamento e divulgação do conhecimento científico, e, consequentemente, favorecer a educação, o turismo e o desenvolvimento sustentável das populações e territórios”, refere a autarquia numa nota à imprensa.

O acordo visa ainda uma futura integração deste município no território do ‘aspiring’ Geoparque Oeste, que integra os municípios de Cadaval, Caldas da Rainha, Bombarral, Lourinhã, Peniche e Torres Vedras, tendo como parceiros Alenquer e Óbidos.

O Geoparque Mundial da UNESCO encontra-se focado na dinamização da região Oeste, tendo por base a geologia como fator de desenvolvimento cultural, social e turístico, não esquecendo os seus pontos fortes para a comunidade local e visitantes, resultante da importância geológica e do potencial científico deste território.

Vereador desfilia-se do PS e concelhia assume memorando com Câmara das Caldas da Rainha

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© João Polónia/Notícias Em Direto

O presidente da concelhia do PS das Caldas da Rainha vai assumir a representação do partido nos órgãos autárquicos, na sequência da desfiliação partidária do único vereador socialista eleito para o executivo liderado pelo movimento independente “Vamos Mudar”.

Em comunicado divulgado hoje, a concelhia informou que, “em função da inesperada saída do vereador Luís Patacho do partido”, a liderança representativa do PS nos órgãos municipais será assumida pelo presidente da concelhia e primeiro eleito na Assembleia Municipal (AM), Pedro Seixas.

Pedro Seixas passa também a ser “o interlocutor responsável pelo acompanhamento e execução do memorando de entendimento” entre o PS e o VM, é ainda indicado.

No executivo saído das últimas eleições autárquicas, o VM conta com três eleitos, o PSD com três vereadores e o PS com um vereador, sendo que Luís Patacho se manterá nas funções, como independente.

Após as eleições, o VM e o PS assinaram, em outubro de 2021, um memorando de entendimento para o mandato autárquico 2021-2025, no qual acordaram “colaborar de forma ativa no sentido do bom funcionamento dos órgãos municipais, cooperando na prossecução dos seus objetivos e compromissos eleitorais”.

O acordo previa, entre outros entendimentos, que o PS votasse de forma a viabilizar os orçamentos da câmara e dos Serviços Municipalizados, bem como as respetivas prestações de contas.

A Lusa questionou o presidente da concelhia sobre a forma como vai ser executado o memorando, mas ainda não foi possível obter mais esclarecimentos.

Contactado pela agência Lusa, Luís Patacho esclareceu que a desfiliação do partido resultou de “uma demorada reflexão que levou a uma saída por razões pessoais”, situação que recusa “polemizar”.

O vereador afirmou ainda que se manterá nas funções, como independente, “sem esquecer ter sido eleito nas listas do PS”, admitindo continuar a cumprir o memorando de entendimento.

No comunicado, o PS das Caldas da Rainha adiantou ainda que irá solicitar uma reunião ao VM, com o objetivo de realizar um balanço sobre a execução do memorando até à data.

O vereador Luís Patacho foi o candidato socialista à presidência da Câmara das Caldas da Rainha (então liderada pelo PSD) em 2017, ano em que o partido elegeu dois vereadores.

Em 2021 voltou a encabeçar a lista do PS, que elegeu apenas um vereador para o executivo.

O advogado que agora abandonou o partido foi também presidente da concelhia do PS das Caldas da Rainha nos anos de 2013 e 2014.

Ministro da Saúde diz que modelo das urgências “vai estar pronto nos próximos dias”

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Município de Santiago do Cacém

O ministro da Saúde, Manuel Pizarro, disse hoje que o modelo de reorganização das urgências “vai estar pronto nos próximos dias”, reconhecendo dificuldades nas urgências pediátricas de Loures (Lisboa) e do Barreiro Montijo (Setúbal).

“O modelo vai estar pronto nos próximos dias, esse diálogo está em curso e portanto não há nenhuma razão para que tenhamos nenhuma notícia alarmista sobre esta matéria, não que não esteja preocupado com o problema, o que desejaria é que não houvesse constrangimentos, mas porque a solução de funcionamento em concreto está a ser trabalhada”, afirmou.

No entanto, o ministro, que falava aos jornalistas, em Santiago do Cacém (Setúbal), no final da iniciativa Saúde Aberta, promovida pelo Ministério da Saúde no litoral alentejano, não adiantou qual o “modelo que vai ser seguido em definitivo”, assegurando apenas que o mesmo “garantirá qualidade e segurança no atendimento e previsibilidade às pessoas”.

“Há dificuldades na península de Setúbal, designadamente com o que tem a ver com o Hospital do Barreiro e também com o Hospital de Setúbal, onde houve já vários constrangimentos de serviço e, no caso do Hospital Beatriz Ângelo, em Loures, há também dificuldades e isso está a ser trabalhado”, refutou.

Perante a insistência dos jornalistas sobre a notícia avançada hoje pela RTP sobre o encerramento da urgência pediátrica do Hospital de Loures “já em março durante a noite e aos fins de semana devido à falta de pediatras”, o governante disse que “vão continuar em funcionamento” até ser anunciado o modelo de reorganização.

“Vão continuar em funcionamento até anunciarmos qual é o modelo de organização que vamos seguir. Até lá estão em funcionamento”, reiterou.

Durante a visita ao Hospital do Litoral Alentejano, em Santiago do Cacém (Setúbal), o governante foi ainda confrontado com um protesto das Comissões de Utentes dos Serviços Públicos do Litoral Alentejano a denunciar o elevado número de utentes sem médico de família, o encerramento de extensões de saúde e a falta de médicos especialistas na região.

Dirigindo-se aos utentes e perante a desconfiança dos dirigentes em relação ao núncio feito, de manhã, da requalificação dos cinco centros de saúde e das “cerca de 30 extensões de saúde” do litoral alentejano, Manuel Pizarro garantiu que regressará à região para “prestar contas”.

Em jeito de balanço, o governante anunciou a instalação de uma Escola de Enfermagem neste território para “promover a formação de mais profissionais”.

“Temos de atrair os profissionais para uma zona como esta, que está fora dos grandes centros, numa fase precoce da sua formação. Isto é temos de ter uma Escola de Enfermagem no litoral alentejano, não há nenhuma boa razão para que ela não exista e essa será uma forma de atrair enfermeiros para esta zona”, afirmou.

No seu entender, para “superar as dificuldades” de fixação de “recursos humanos” nesta região, o SNS “tem de ter capacidade de formar especialistas em medicina geral e familiar e nas especialidades hospitalares”.

Para tal, defendeu, o Estado Central, a Unidade Local de Saúde e as autarquias devem promover “um programa de apoio à habitação”.

“Sendo [esta] uma região de baixa densidade populacional, o custo da habitação é igual ao custo dos grandes centros habitacionais porque há uma grande pressão do turismo”, concluiu.

fotos: Município de Santiago do Cacém

Município de Santiago do Cacém

Almeirim: Projeto convida empresários a empregarem jovens nas férias escolares

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Visit Portugal

O Contrato Local de Desenvolvimento Social (CLDS) de Almeirim lançou o desafio às empresas locais para contratarem jovens, com mais de 16 anos, durante as férias escolares da Páscoa e do Verão.

“Procuram-se empresas amigas dos jovens” é o nome do programa lançado pela rede social do concelho, no âmbito da ação “Desafios e Oportunidades”, no qual é pedido aos empresários que precisam de mão-de-obra que “ponderem contratar jovens em período de férias escolares”.

Em comunicado, o presidente da Câmara de Almeirim, Pedro Ribeiro, salienta a importância de recuperar algo que se fazia no seu “tempo de adolescente”, dando a oportunidade aos jovens de trabalharem nas férias, seja na agricultura, nas obras, na indústria ou em empresas, conferindo-lhes “responsabilidade” e a “perceção de que, para se conseguir algo, é preciso esforço”.

Tribunal decreta serviços mínimos para greves de professores de 02 e 03 de março

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FENPROF

O Tribunal Arbitral decretou serviços mínimos para as greves de professores convocadas pela plataforma de nove organizações sindicais para os dias 02 e 03 de março, segundo o acórdão publicado hoje.

A greve acontece em dois dias distintos, primeiro nas escolas do norte e centro, na quinta-feira, e depois nas escolas do sul do país.

Já tinham sido decretados serviços mínimos para esses dias, mas a decisão anterior, referente ao período entre 27 de fevereiro e 10 de março, dizia apenas respeito à greve por tempo indeterminado do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop).

De acordo com o acórdão publicado hoje, o colégio arbitral fixou, por decisão da maioria, o mesmo conjunto de serviços mínimos para a paralisação convocada pela plataforma sindical, que inclui as federações nacionais dos Professores (Fenprof) e da Educação (FNE).

As escolas terão, então, de assegurar três horas de aulas no pré-escolar e 1.º ciclo, bem como três tempos letivos diários por turma no 2.º e 3.º ciclos e ensino secundário, de forma a garantir, semanalmente, a cobertura das diferentes disciplinas.

Além das aulas, devem estar também garantidos os apoios aos alunos que beneficiam de medidas adicionais no âmbito da educação inclusiva, apoios terapêuticos, apoios aos alunos em situações vulneráveis, o acolhimento dos alunos nas unidades integradas nos Centros de Apoio à Aprendizagem e a continuidade das medidas direcionadas para o bem-estar socioemocional.

No dia 17 de fevereiro, o secretário-geral da Fenprof já tinha contestado o pedido do Ministério da Educação para que fossem decretados serviços mínimos para a greve por regiões.

Na ocasião, Mário Nogueira disse que as organizações sindicais iriam pedir a demissão do ministro da Educação, caso avancem serviços mínimos para as greves nas regiões e o tribunal as considere, posteriormente, ilegais.

Foi o que aconteceu em 2018, quando a federação recorreu à justiça também para travar serviços mínimos, e a decisão dos tribunais dando razão ao sindicato chegou depois das greves e de convocados os serviços mínimos.

No acórdão, o colégio arbitral justifica a decisão fazendo referência ao atual contexto de contestação, marcado por greves no setor da educação que se prolongam desde dezembro, e sublinhando que, apesar de não estar em causa a realização de exames, previstos na lei do trabalho como necessidades sociais impreteríveis, o caráter duradouro das paralisações prejudica o trabalho necessário para a preparação dessas avaliações.

E quanto à greve da plataforma sindical, argumenta que “não pode ser vista apenas como uma greve de um só dia que apenas causará os habituais e legítimos transtornos que qualquer greve sempre ocasiona”. Por outro lado, acrescenta, é “mais uma greve num somatório de greves que, no seu conjunto, ameaçam já pôr em causa o direito à educação”.

Duas empresas querem investir 156,4ME em central solar em Ferreira do Alentejo

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MCVC Energy

Duas empresas pretendem investir 156,4 milhões de euros na construção de uma central solar fotovoltaica no concelho de Ferreira do Alentejo (Beja), cujo processo de Avaliação de Impacto Ambiental está em consulta pública até 10 de abril.

O processo de Avaliação de Impacte Ambiental (AIA) do projeto da Central Solar Fotovoltaica de Ferreira do Alentejo está em consulta pública desde hoje e até 10 de abril, na Agência Portuguesa do Ambiente (APA), anunciou este organismo.

De acordo com o resumo não técnico do Estudo de Impacte Ambiental (EIA), disponível no portal Participa e consultado hoje pela agência Lusa, este investimento é fruto de dois projetos, um da empresa IncognitWorld Unipessoal e outro da Qsun Portugal 4 Unipessoal, cuja capacidade foi obtida no leilão de energia solar de 2020.

A futura central será instalada numa área com 750 hectares, situada nas uniões de freguesias de Ferreira do Alentejo e Canhestros e de Alfundão e Peroguarda e ‘atravessada’ pelo Itinerário Principal (IP) 8.

Segundo o documento, a infraestrutura terá uma potência nominal máxima de 187 MVA e quase 234 quilowatts de potência de pico (kWp) instalados, permitindo que sejam produzidos “em média” 451 gigawatts hora por ano (GWh/ano).

Para a Linha de Muito Alta Tensão (LMAT) que vai ligar a central solar à subestação de Ferreira do Alentejo foram “estudados dois corredores alternativos”, um a sul e outro a norte, é referido no documento.

No resumo não técnico, é ainda mencionado que o projeto “tem como objetivo a produção de energia elétrica a partir de uma fonte renovável e não poluente, o sol, contribuindo para a diversificação das fontes energéticas do país”.

A nova central permitirá também “o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Estado Português no que diz respeito à produção de energia a partir de fontes renováveis e à redução da emissão de gases com efeito de estufa”, pode ler-se.

As empresas promotoras do projeto estimam que a nova central seja construída em 18 meses, envolvendo “um máximo de 450 trabalhadores”, e “tenha uma vida útil de 30 anos”.

Segundo adiantou a APA, no comunicado enviado hoje à Lusa, no processo de consulta pública “serão consideradas todas as opiniões e sugestões apresentadas por escrito, desde que relacionadas especificamente com o projeto em análise”.

A APA acrescentou que “o licenciamento (ou a autorização) do projeto só poderá ser concedido após Declaração de Impacte Ambiental Favorável ou Condicionalmente Favorável, emitida pela Autoridade de Avaliação de Impacte Ambiental ou pelo secretário de Estado do Ambiente, ou decorrido o prazo para a sua emissão”.

Leiria: Estão abertas as candidaturas para fornecedor oficial de bebidas dos grandes eventos do Município

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O Município de Leiria abriu um procedimento para a atribuição da exclusividade de venda de bebidas no âmbito dos grandes eventos que serão organizados pela autarquia em 2023.

Feira de Leiria, Festival da Sardinha, Leiria Kids, Leiria Sobre Rodas, Leiria Natal e a passagem de ano são as iniciativas que a abranger por esta candidatura, pela sua incontornável notoriedade para a cidade, para a região e para as marcas.

O procedimento inclui a venda exclusiva de cerveja, águas e sumos da entidade vencedora por parte dos concessionários e/ou operadores que participarem naqueles eventos e está limitada aos espaços de gestão direta do Município.

Para além das bebidas, a entidade melhor classificada deverá facultar igualmente um conjunto de equipamentos e materiais, identificados no programa da candidatura, disponível no site do Município.

O valor base é de 40 mil euros e o prazo para apresentação de candidaturas termina na próxima sexta-feira, dia 3.

“Missão País 2023” passou pelo Cadaval

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Cerca de seis dezenas de jovens missionários desenvolveram atividades junto das IPSS e Agrupamento de Escolas | Município do Cadaval

Entre os dias 18 e 26 de fevereiro, um grupo de 59 jovens esteve em missão no Concelho do Cadaval, quase todos eles provenientes da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa.

Os referidos jovens, que desenvolveram a sua atividade missionária junto das IPSS´s e do Agrupamento de Escolas do Cadaval, integram a “Missão País 2023”, um projeto católico de universitários que tem como meta levar Jesus às Universidades e evangelizar Portugal através do testemunho da Fé, do serviço e da caridade.

A estadia dos jovens contou com o apoio da Câmara Municipal, Junta de Freguesia do Cadaval e Pero Moniz, Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários do Cadaval, Clube Atlético do Cadaval e Paróquia do Cadaval.

Saiba mais sobre a “Missão País” em: www.missaopais.pt

Torres Vedras: Companhia de Ballet de Niterói apresenta espectáculo no Teatro-Cine

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A Companhia de Ballet da Cidade de Niterói apresenta no próximo dia 3 de março, pelas 21h30, no Teatro-Cine de Torres Vedras, o espetáculo de dança Pedra Doce – Poética de Cora Coralina.

Trata-se de um espetáculo que aborda a simplicidade da poesia e vida de Cora Coralina, sendo que o diretor artístico do mesmo – Fran Mello – concebeu-o na procura de fazer refletir a escrita de Cora, os seus ímpetos e as suas necessidades em escrever, nos corpos dos bailarinos. Toda a coreografia de Pedra Doce foi criada pelos próprios bailarinos. Influenciados pelos poemas de Cora.

De referir que o nome do espetáculo remete para o facto de, durante um período da sua vida, Cora Coralina ter subsistido confecionando pedra doce, que é um doce que resulta de um processo de glaceamento de frutas com açúcar, que, após dias a secar ao sol, se tornam pedras deliciosas. Cora Coralina autointitulava-se inclusivamente de doceira, pelo que, durante o espetáculo, na plateia, o público será contagiado pelo aroma do doce de coco feito em cena.

Refira-se ainda que a dramaturgia de Pedra Doce foi conduzida pela coreógrafa Ana Vitória Freire, que teve o intuito de replicar a vida simples de Cora, mas levando sempre em linha de conta, simultaneamente, o seu potencial de mulher à frente do seu tempo.

O preço dos bilhetes para se assistir no Teatro-Cine de Torres Vedras ao espetáculo Pedra Doce – Poética de Cora Coralina é de 5€.

Ficha Técnica

Direção artística e conceção: Fran Mello

Dramaturgia: Ana Vitória Freire

Criação coreográfica: O elenco

Ensaiadora: Fabiana Nunes

Assistente de ensaio: Fabrícia Ribeiro

Iluminação: Paulo César Medeiros

Figurinos: Fran Mello

Cenografia: Jorge Roriz

Assistente de cenografia: Wescley Menezes Lima

Fotografia: Luiz Kerche e Nadia Mathias

Interpretação: Alex Sena, Bruna Lopes, Carol Martins, Diego Cruz, Gilson Paixão, Jayme Tribuzy, Jeanete Guenka, João Corrêa, Lara Benevides, Luiz Menezes, Mariana Mesquita, Mirna Nijs e Robson Schmoeller

Produção: Prefeitura de Niterói e Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

Coprodução: Neltur e Associação de Amigos e Colaboradores da Companhia de Ballet da Cidade de Niterói

Espetáculo integrado no âmbito do RHI – Revolution, Hope, Imagination

Promotor: Art Institute

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