Depois do sucesso da edição anterior, com cinco rotas dramatizadas ao longo dos meses de janeiro e fevereiro, sempre esgotadas, o Município de Leiria vai reeditar a Rota d’ O Crime do Padre Amaro.
Esta nova edição conta com cinco sessões, marcadas para o último domingo de cada mês, que decorrem entre março e julho de 2023. Estas novas sessões acontecem nos dias 26 de março, 30 de abril, 21 de maio, 18 de junho e 30 de julho, no horário das 11h00 às 12h30.
Esta Rota, dramatizada por oito atores do grupo de Teatro O Gato – Palavras de Sobra – Associação de Artes, com direção de Fernando José Rodrigues, consiste em seis pontos-chave, nos quais ‘Eça de Queirós’ leva os participantes a testemunhar o romance entre Amélia (interpretada por Sónia Francisco) e o padre Amaro (Rodrigo Sá Pessoa), convidando-os a fazer leituras de trechos da obra de Eça e a contemplar as pinturas de Sílvia Patrício, exibidas no centro histórico de Leiria.
No final do percurso, os participantes podem apreciar uma refeição queirosiana disponível nos oito restaurantes aderentes da cidade, ou de 27 de fevereiro a 3 de março, no restaurante da Escola Profissional de Leiria, no âmbito da Feira Gastronómica Queirosiana.
Os serviços de urgência de Abrantes, Tomar e Torres Novas, do Centro Hospitalar do Médio Tejo (CHMT), estão a disponibilizar vagas de atendimento nos centros de saúde aos doentes menos graves para aliviar pressão no serviço, foi hoje anunciado.
Em comunicado, o conselho de administração do centro hospitalar refere que o “protocolo de referenciação de doentes”, estabelecido entre o CHMT e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT), tem como objetivo “atenuar os constrangimentos assistenciais dos Serviços de Urgência” das três unidades, “causados pelo peso excessivo dos atendimentos não urgentes”.
Assim, os serviços de urgência das unidades hospitalares de Abrantes, Tomar e Torres Novas (todos no distrito de Santarém) “passaram a ter disponíveis, diariamente, entre uma e duas dezenas de vagas de atendimento no Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) do Médio Tejo”, para “encaminhamento de doentes que foram classificados com as prioridades médicas de “pouco urgente”, “não urgente”– as chamadas pulseiras ‘verdes’, ‘azuis’ e ‘brancas’.
Atualmente, e “desde o último trimestre de 2022”, estes doentes representam “mais de metade dos atendimentos das urgências” do CHMT, é referido na nota.
O conselho de administração indica ainda que as urgências do CHMT vão “passar a propor aos doentes a quem foi atribuída uma prioridade de atendimento “não urgente” ou “pouco urgente” a marcação de uma consulta no centro de saúde, ou unidade de saúde familiar, para o próprio dia ou, no máximo, para o dia seguinte”.
A sugestão de atendimento alternativo à urgência hospitalar, onde as pulseiras “verdes” e “azuis” podem ter “tempos de espera elevados e riscos para a saúde”, é realizada pelo enfermeiro responsável, imediatamente concluída a avaliação e triagem do doente.
A marcação de consulta é de adesão voluntária pelo utente, sendo que o doente tem de voluntariamente concordar, por escrito, com o encaminhamento para o centro de saúde ou unidade de saúde familiar da sua área de residência.
Após anuência do utente, o secretariado da Urgência do CHMT faz diretamente a marcação de consulta através do sistema informático dedicado, no âmbito das vagas disponibilizadas diariamente pelo protocolo de referenciação.
A marcação e horário são, depois, comunicados ao utente, sendo restituídos os montantes e taxas moderadoras pagas.
Na nota, o conselho de administração salienta que “os cuidados de saúde primários são […] a resposta de saúde mais adequada” para as chamadas pulseiras ‘verdes’ e ‘azuis’, “aliviando a pressão sobre os profissionais do serviço de urgência”, que “podem dedicar-se de forma mais eficiente aos doentes que não podem prescindir de cuidados de saúde inadiáveis”.
O processo dos incêndios de Pedrógão Grande, em junho de 2017, no qual os 11 arguidos foram absolvidos pelo Tribunal Judicial de Leiria, sobe hoje ao Tribunal da Relação de Coimbra, disse à Lusa fonte judicial.
Em 13 de setembro de 2022, o tribunal da 1.ª instância absolveu todos os arguidos num processo em que estavam em causa crimes de homicídio por negligência e ofensa à integridade física por negligência, alguns dos quais graves. No processo, o Ministério Público (MP) contabilizou 63 mortos e 44 feridos quiseram procedimento criminal.
A maioria das vítimas mortais foi encontrada na Estrada Nacional 236-1, que liga Castanheira de Pera a Figueiró dos Vinhos. A subconcessão rodoviária do Pinhal Interior, que integrava esta via, estava adjudicada à Ascendi Pinhal Interior, à qual cabia proceder à gestão de combustível.
O MP recorreu da absolvição de sete arguidos, incluindo do comandante dos Bombeiros Voluntários de Pedrógão Grande, Augusto Arnaut, e dos ex-presidente e vice-presidente da Câmara, Valdemar Alves e José Graça, respetivamente. Interpôs ainda recurso da absolvição da então responsável pelo Gabinete Florestal deste município, Margarida Gonçalves, e dos três funcionários da Ascendi (José Revés, Ugo Berardinelli e Rogério Mota).
Também os pais do bombeiro que morreu devido aos incêndios interpuseram recurso contra o ex-presidente da Câmara de Castanheira de Pera Fernando Lopes.
Já duas pessoas que perderam no total cinco familiares nestes fogos recorreram da absolvição do comandante dos bombeiros e dos três funcionários da Ascendi.
Não houve qualquer recurso da absolvição dos funcionários da antiga EDP Distribuição (atual E-REDES) José Geria e Casimiro Pedro e do presidente da Câmara de Figueiró dos Vinhos, Jorge Abreu.
Os autos sobem à Relação com estes recursos e respetivas respostas formuladas pelos arguidos. Sobem também os recursos em que o MP manteve interesse, um dos quais sobre a distribuição do processo.
O MP questionou a classificação como megaprocesso dos autos e defendeu nova distribuição.
Em 18 de janeiro de 2021, suscitou ao tribunal a “nulidade e irregularidade da distribuição”, considerando que “pode ter sido colocado em causa o princípio do juiz natural”.
Em resposta, a juíza titular do processo e que presidiu ao tribunal coletivo, Maria Clara Santos, assegurou que a distribuição dos autos foi feita “de forma totalmente eletrónica e aleatória, através da aplicação informática em uso nos tribunais judiciais”, pelo que “inexistem quaisquer nulidades ou irregularidades processuais”.
Num esclarecimento colocado na ocasião na sua página na internet, a Procuradoria da República da Comarca de Leiria explicou que pretendia, com este recurso, evitar a repetição do julgamento.
No dia 24 de maio seguinte, dia em que começou o julgamento, a presidente do tribunal coletivo admitiu este recurso do MP, determinando que subia à Relação de Coimbra após o julgamento, isto é, “nos próprios autos, conjuntamente com o recurso da decisão que vier a pôr termo à causa, com efeito meramente devolutivo”.
O MP pedia para este recurso ser admitido com efeito suspensivo, o que determinaria que o julgamento não se iniciasse naquela data.
No despacho que determinou a subida dos autos à Relação de Coimbra, datado de dia 20, a juíza reiterou que a distribuição “foi realizada de forma totalmente eletrónica, aleatória, inviolável e fidedigna, através de aplicação informática em uso nos tribunais, implementada e controlada em exclusivo pelo IGFEJ [Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça]”.
A Academia de Música de Óbidos apresenta, no dia 5 de Março, o espetáculo “O Reino da Sinfonia”, com início às 12 horas, no Auditório Municipal Casa da Música de Óbidos.
Trata-se de um concerto com a participação do Coro Iniciação Musical da Academia de Música de Óbidos e da Orquestra Clássica do Conservatório de Artes Performativas de Almada.
Entrada livre, sujeita à lotação do espaço.
Este é um evento que conta com o apoio do Município de Óbidos.
Informações: Academia de Música de Óbidos Telm: 960 151 065
A greve dos trabalhadores da CP levou à supressão, até às 14:00, de 509 comboios de um total de 687 programados, de acordo com dados divulgados pela transportadora.
Assim, no período em análise, a operadora suprimiu 74,1% dos serviços previstos, tendo efetuado apenas 178 comboios, ou seja, cumprindo os serviços mínimos.
No serviço de longo curso, a CP suprimiu 29 comboios de 39 programados, sendo que no serviço regional não se realizaram 135 comboios de 183 programados.
Nos urbanos de Lisboa foram suprimidas 242 composições de 326 previstas e no Porto não se realizaram 103 comboios de 139 programados.
Os trabalhadores da CP dão hoje início a mais greves, com a transportadora a alertar para “fortes perturbações” até 02 de março, num protesto pelo impasse nas negociações salariais que também envolve a Infraestruturas de Portugal (IP).
A CP alertou na sexta-feira para “fortes perturbações” na circulação dos comboios entre as 00:00 de hoje e as 23:59 de 02 de março, devido a greve, havendo serviços mínimos decretados para dois daqueles dias.
O projeto Super@Solidão da Associação de Solidariedade Social de Marrazes (AMITEI), em Leiria, contribuiu para diminuir e prevenir o sentimento de solidão em 50 idosos que estão no domicílio.
O projeto previa o acompanhamento de 50 idosos da União de Freguesias de Marrazes e Barosa, em Leiria, mas o apoio chegou a 78 pessoas, sendo que algumas desistiram “por diferentes razões”.
Com o objetivo de minimizar o sentimento de solidão em 25%, o projeto “superou as expectativas”, assumiu o coordenador Miguel Mesquita, durante a apresentação do balanço do Super@Solidão.
“Conseguimos diminuir o sentimento de solidão em 50% e o índice das pessoas que iriam possivelmente sofrer de solidão também baixou. Este projeto é também de prevenção para que o sentimento de solidão apareça mais tarde ou nem apareça. Foi um sucesso e creio que é um exemplo piloto que pode ser [re]aplicado”, afirmou à agência Lusa o também técnico superior de animação sociocultural da AMITEI.
Segundo os dados apresentados hoje, que se referem a 50 beneficiários, o apoio foi prestado a pessoas com idades entre os 54 e os 96 anos, maioritariamente do sexo feminino. Destas, 68% apresentavam sintomas de solidão.
“Apesar de ser inicialmente direcionado a pessoas com mais de 65 anos, foram sinalizados beneficiários a partir dos 54 anos, que também necessitavam da nossa intervenção, sendo que a maioria das idades se situa entre os 82 e os 86 anos”, informou Miguel Mesquita.
Durante um ano, uma equipa multidisciplinar acompanhou os idosos, dando-lhes ferramentas para aprenderem a lidar com a sua medicação (evitando a polimedicação), controlo da tensão arterial e da diabetes, prevenção de quedas e exercício físico.
“Adaptámos as nossas atividades a cada pessoa de forma individual, para melhorar a qualidade de vida dos mesmos, não só a parte da solidão, mas em vários aspetos da sua vida”, adiantou a gerontóloga, Sofia Pedrosa.
O projeto contemplou ainda uma linha telefónica de atendimento, que funcionou das 09:00 às 00:00. “Todas as semanas falávamos pelo telefone. Havia sempre um desabafo ou algo que queriam contar. Servíamos também um pouco de apoio emocional”, acrescentou Sofia Pedrosa.
Foi também dada alguma literacia digital, que serviu para aproximar os idosos às novas tecnologias ao mesmo tempo que contribuiu para uma estimulação cognitiva e houve encaminhamentos para consultas de psicologia.
Candidatado ao programa Parcerias Para o Impacto do Portugal Inovação Social, Miguel Mesquita considera que o desafio futuro é “manter os idosos nos seus domicílios, mas com maior qualidade de vida, sem serem institucionalizados”.
“Se forem institucionalizados, deve haver este processo de informação e conhecimento que um lar não é só para morrer, não é uma instituição onde não se faz nada. E um centro de dia, todo ele é vida. Estes estereótipos têm de ser desmistificados”, sublinhou.
Alguns dos beneficiários lamentaram o fim do projeto. “Sentia que estava no fundo do poço. Depois de me começarem a visitar, cada semana sentia-me melhor. Foi um milagre aparecerem estas meninas, foram uns anjinhos”, disse uma das idosas, referindo-se à equipa.
“Por vezes não temos a quem recorrer para desabafar. Aceitou ouvir as minhas mágoas. Foi pena já ter acabado”, acrescentou outra beneficiária.
“Foi uma experiência maravilhosa, estava cheia de problemas e nem a queria deixar entrar” e “estava um bocado sozinha, pois a minha filha sai de manhã e só chega à noite, assim como a minha neta, e quando apareceu esta menina fiquei muito contente. Precisava de desabafar, estava sempre deserta que aparecesse. Fiquei muito triste quando o projeto terminou”, foram outros relatos.
Segundo Alexandra Neves, representante do Centro no Portugal Inovação Social anunciou que os projetos que só tiveram um ano de execução devido ao fim do Portugal 2020 terão a possibilidade de se voltar a candidatar, pelo que este poderá continuar.
“A nossa vontade é ajudar, intervir e criar autonomia na nossa comunidade, trabalhando também com as crianças e jovens, com adultos, para que voltemos a restabelecer esta rede de apoio tão importante que hoje em dia cada vez mais se perde. Essa é a nossa missão e é esse o trabalho que tentamos fazer diariamente”, não assumindo se haverá uma nova candidatura.
O Super@Solidão teve ainda o apoio de parceiros sociais, várias empresas do concelho de Leiria que se associaram ao projeto.
A Câmara Municipal (CM) de Coimbra vai investir cerca de 45 milhões de euros (ME) na construção de 268 fogos de habitação social num terreno em Taveiro, de acordo com a revisão da Estratégia Local de Habitação, aprovada na Assembleia Municipal no dia 23 de fevereiro. O terreno, conhecido como Quinta das Bicas, situado na zona de Santa Eufémia, em Taveiro, tem “a capacidade potencial de construção de 268 fogos”, estando previsto um investimento global de 45 milhões de euros, refere o documento de Revisão da Estratégia Local de Habitação.
A propriedade é do banco Montepio, estando o negócio da compra do terreno perto de estar ultimado, esclarece à agência Lusa a vereadora com a pasta da habitação social, Ana Cortez Vaz. A construção dos prédios em Taveiro (principal alteração na revisão da estratégia) deverá estar concluída no primeiro trimestre de 2026, refere o documento. O presidente da CM de Coimbra, José Manuel Silva, voltou a notar um “curto prazo” para aproveitar as verbas do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), realçando que teve o cuidado de pedir sugestões a todos os presidentes de junta de freguesia.
Durante a Assembleia Municipal, foi ainda aprovada a taxa turística de um euro. Apesar de o PS ter criticado a taxa por ser inoportuna, nem toda a bancada votou contra, tendo-se registado um total de 25 votos a favor, nove contra e 11 abstenções.
No período antes da ordem do dia, o presidente da CM de Coimbra abordou novamente o combate ao estacionamento irregular por parte do município, referindo que a taxa de incumprimento dos pagamentos nos parquímetros situa-se entre os 80% e os 100%. “Terminou o grave laxismo do passado, que conduziu a este incrível nível de abuso”, asseverou.
A cerimónia de apresentação dos resultados e entrega de prémios do projeto Business + 2.0, cofinanciado pelo Alentejo 2020, Portugal 2020 e Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER), decorreu no dia 24 de fevereiro, na Startup de Santarém.
Na ocasião, João Teixeira Leite, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Santarém, felicitou a NERSANT – Associação Empresarial da Região de Santarém pela dinâmica de iniciativa e incentivo ao empreendedorismo e os premiados pela criação de empresas, reforçando que “para o Município é uma prioridade desenvolver sempre políticas públicas que promovam a fixação de novos investimentos privados, pois é através da criação de empresas e, consequentemente, do emprego que estas criam que conseguimos fixar pessoas no nosso Concelho. A nossa região continua a criar empresas, fomos o Concelho da Comunidade Intermunicipal que mais empresas criou em 2022 e não tenhamos dúvidas que este é o principal motor de desenvolvimento de um território.”
Este projeto, dinamizado pela NERSANT, NERPOR – Associação Empresarial da Região de Portalegre, NERE – Associação Empresarial de Évora e NERBE/AEBAL – Associação Empresarial do Baixo Alentejo e Litoral, visa a criação e dinamização de processos colaborativos de apoio ao empreendedorismo e o desenvolvimento de iniciativas para detetar, estimular e potenciar a geração de ideias inovadoras, a capacitação de iniciativas empresariais e a criação de novas empresas.
Neste sentido, foram entregues os prémios aos participantes nos concursos de Ideias de Negócio (1ª e 2ª edição), concurso de Aceleração Vitamina e entrega de certificados aos empreendedores de empresas criadas em 2021 e 2022.
Bob Odenkirk as Saul Goodman - Better Call Saul _ Season 6, Episode 13 - Photo Credit: Greg Lewis/AMC/Sony Pictures Television
O filme “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo” recebeu o prémio mais cobiçado na 34.ª edição dos Prémios da Associação de Produtores, na antecâmara dos Óscares que serão entregues em 12 de março.
O prémio Darryl F. Zanuck para Melhor Produção de Longa-Metragem coloca o título protagonizado por Michelle Yeoh na linha da frente para ganhar o Óscar de Melhor Filme, num ano com fortes competidores.
Os Prémios da Associação de Produtores (PGA Awards, na sigla inglesa), entregues esta madrugada no Beverly Hilton, em Beverly Hills, são considerados um “termómetro” com sensibilidade apurada para os Óscares, dado o formato similar de votação dos membros e o histórico de alinhamento entre vencedores.
Desde 2009, apenas em três ocasiões o filme que foi premiado pela PGA não coincidiu com a escolha dos membros da Academia.
O produtor de “Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo”, Jonathan Wang, agradeceu aos dois realizadores Daniel Scheinert e Daniel Kwan quando aceitou a estatueta, chamando-lhes a sua mão direita e esquerda.
“Não consigo fazer isto sem vocês”, disse, creditando-os pelo ambiente de alegria e criatividade nas filmagens.
“Tudo em Todo o Lado ao Mesmo Tempo” já tinha ganho na noite anterior a estatueta de Melhor Filme na 6.ª edição dos Hollywood Film Awards, da Hollywood Critics Association, e em janeiro recebeu a mesma distinção nos prémios da Associação de Críticos (Critics’ Choice Awards).
A noite também foi de consagração para Guillermo Del Toro e a sua versão de “Pinóquio”, que venceu na categoria de filme de animação.
O veterano mexicano reafirmou a sua convicção de que a animação é um género para todas as audiências, não só para crianças, e disse que este foi “um ano fantástico para a animação”.
O prémio mantém a toada vencedora do filme de animação da Netflix, que tem ganho praticamente sempre que é nomeado nesta temporada, desde os prémios da Associação de Críticos aos Globos de Ouro e aos BAFTA.
Também o documentário sobre o opositor de Vladimir Putin na Rússia, “Navalny”, ascendeu ao topo com o prémio para os produtores Odessa Rae, Melanie Miller, Diane Becker e Shane Boris. O documentário, da CNN/Warner Bros, está nomeado e é um dos grandes favoritos para os Óscares.
Na ficção para televisão, os produtores de “The White Lotus” (HBO) foram os vencedores na categoria de melhor drama, batendo “Ozark”, “Severance”, “Andor” e “Better Call Saul”.
“The Dropout: A História de Uma Fraude” (Hulu) levou a estatueta para melhor minissérie, enquanto a melhor comédia foi “The Bear” (FX).
Já “Weird: A História de Al Yankovic” (Roku) ganhou melhor filme para televisão ou streaming.
Na categoria de não ficção venceu “Stanley Tucci: Searching for Italy” (CNN), enquanto “Last Week Tonight with John Oliver” (HBO) voltou a ser considerada a melhor na categoria de variedades e “Lizzo’s Watch Out for the Big Grrrls” (Amazon Prime) venceu melhor série de jogos e competição.
A cerimónia, que decorreu numa noite de chuva e frio relativamente atípicos em Los Angeles, teve uma audiência ilustre que incluiu Cate Blanchett, Michelle Williams, Amanda Seyfried, Austin Butler, Sandra Oh, Mindy Kaling, Michelle Yeoh e Guillermo Del Toro.
O evento incluiu ainda um prémio “Milestone” para Michael De Luca e Pamela Abdy, da Warner Bros., parceiros de longa data com uma extensa carreira na produção.
A Associação de Produtores entregou também o Prémio Stanley Kramer aos produtores de “Till”, o Prémio de carreira em televisão Norman Lear a Mindy Kaling, e o Prémio David O. Selznick a Tom Cruise.
Os Prémios PGA distinguem o trabalho feito por produtores de cinema e televisão no último ano.
Segue-se a cerimónia do Sindicato dos Atores (SAG Awards), que decorre este domingo, 26 de fevereiro, numa temporada de prémios que culmina com os Óscares a 12 de março.
O Município de Pombal congratula-se com a aprovação do Projeto de Lei que permite ao Instituto Politécnico de Leiria (IP Leiria) vir a poder conferir o grau de doutor e adotar a designação em língua inglesa de “Polytechnic University”, no âmbito da sua estratégia de internacionalização.
As alterações da Lei de Bases do Sistema Educativo e do Regime Jurídico das Instituições de Ensino Superior foram aprovadas esta sexta-feira, 24 de fevereiro, pela Assembleia da República.
O presidente da Câmara Municipal de Pombal, que foi sempre um defensor convicto desta possibilidade, considera que a decisão traduz-se num reconhecimento ao extraordinário trabalho desenvolvido pelo Instituto Politécnico de Leiria, pelo que, na pessoa do seu presidente Carlos Rabadão, felicita a Instituição, por este importante momento da sua vida.
Pedro Pimpão relembra que Pombal tem orgulho em ser um parceiro privilegiado de promoção e valorização do Politécnico de Leiria, acreditando que o futuro do território está intrinsecamente relacionado com o seu sucesso, que se assume, cada vez mais, como a força motriz da região.