20.2 C
Caldas da Rainha
Sábado, Julho 4, 2026
Início Site Página 859

Ucrânia: Pelo menos 13 mortos após ataque russo a Zaporijia

0
Foto: D.R.

Pelo menos 13 pessoas morreram, incluindo um bebé de oito meses, na sequência de um ataque russo a um edifício residencial na cidade ucraniana de Zaporijia, no sul da Ucrânia, segundo o Departamento de Situações de Emergência da região.

“Dos escombros do edifício, os especialistas dos Serviços de Emergência do Estado recuperaram 13 corpos, um deles um bebé de oito meses”, disse a instituição no sistema de mensagens Telegram e citada pela agência noticiosa Efe.

As autoridades dizem ainda ter resgatado com vida 11 residentes, três gatos e um cão do edifício residencial de cinco andares que foi destruído parcialmente por um míssil russo na madrugada de 02 de março.

Os serviços municipais removeram mais de 893 toneladas de destroços e os psicólogos dos serviços de emergência prestaram assistência a cerca de 100 pessoas, incluindo residentes do edifício e familiares das vítimas.

Sete pessoas foram hospitalizadas em resultado do ataque, estando duas em estado grave, segundo o governador de Zaporijia, também citado pela Efe.

PSD sem “pressa” para chegar ao Governo, mas quer “virar de página”

0

O presidente do PSD, Luís Montenegro, afirmou hoje que é o país que tem pressa em mudar de governo e não o seu partido, considerando que é preciso “virar a página” do empobrecimento em Portugal.

“Nós não temos pressa de ir para o Governo, apesar de o país ter pressa de mudar de Governo, nós respeitamos as regras da democracia, mas quero que saibam que nós estamos preparados para governar Portugal e vamos prepararmo-nos a cada dia que passa ainda mais para podermos responder precisamente aos problemas que são cada vez maiores, mais graves, que o PS nos vai deixar”, disse.

Luís Montenegro, que falava na aldeia de Vale de Cavalos, na freguesia rural de Alegrete, no concelho de Portalegre, no decorrer de um almoço convívio com militantes e simpatizantes do PSD integrado nas jornadas “Construir Alternativa”, defendeu ainda que o partido vai “virar a página” do empobrecimento em Portugal, mas, para que isso aconteça, “é preciso mudar” de Governo

“Nós, PSD, vamos virar a página do empobrecimento de Portugal, Portugal tem de virar a página do empobrecimento, mas para virar a página do empobrecimento é preciso mudar de Governo e nós estamos aqui para dar aos portugueses o Governo que os portugueses merecem”, disse.

Ao longo do seu discurso, o líder do PSD criticou as políticas de António Costa em diversas áreas, como na saúde, educação, habitação ou a agricultura, recordando que os governos do PS nos últimos anos terminaram de uma forma negativa para o país.

“São três séries de sete [governações do PS], a primeira foi com António Guterres e o país acabou num pântano, a segunda foi com José Sócrates e o país acabou na bancarrota, a terceira é com António Costa e o país está na cauda da Europa, está numa rota de empobrecimento”, disse.

“Eles podem dizer aquilo que eles quiserem, mas nunca poderão dizer que um Governo do PSD chamou o Fundo Monetário Internacional, nunca poderão dizer que um Governo do PSD deixou Portugal num pântano, nunca poderão dizer que um Governo do PSD deixou Portugal na bancarrota e nunca poderão dizer que um Governo do PSD deixou Portugal na cauda da Europa”, acrescentou.

Luís Montenegro disse ainda que “é preciso” que António Costa “acorde para o mundo” e que observe que as suas políticas estão a contribuir para um país “mais desequilibrado”.

“As políticas deste PS, ou muitas vezes a falta delas [políticas], estão a contribuir para um país mais desequilibrado, mais injusto e, por via disso, naturalmente mais pobre”, disse.

O líder do PSD recordou também que a sociedade portuguesa está a pagar impostos “como nunca pagou” e que tem em troca “serviços mínimos, investimento mínimo, investimento quase nulo”.

Nesse sentido, Luís Montenegro considera que isso acontece devido a decisões políticas que considera erradas, dando para isso o exemplo da TAP.

“As decisões em política têm consequências, quando lá atrás o PS, por exemplo, renacionalizou a companhia aérea de Portugal, a TAP, fez com que, uns anos depois, tivéssemos de injetar 3.200 milhões de euros na companhia e esse dinheiro quantos investimentos teriam sido feitos com esse dinheiro nos territórios de baixa densidade”, questionou.

Ao longo do seu discurso de cerca de 30 minutos, o presidente do PSD defendeu políticas que consigam ir ao encontro do desenvolvimento do interior do país, para que possa existir uma maior coesão territorial.

Manifestações em Lisboa e no Porto juntam 80 mil docentes – Fenprof

0
FENPROF

O secretário-geral da Fenprof estimou hoje estarem cerca de 80 mil professores nas manifestações de Lisboa e do Porto, um número que mostra que os docentes não estão cansados e “a luta vai continuar”.

“Para quem achava que os professores estavam cansados e fartos de lutar, bem podem meter a viola no saco. Estão 40 mil professores aqui e outros 40 mil lá no Porto, o que quer dizer que temos a maior manifestação nas ruas”, anunciou Mário Nogueira em frente à Assembleia da República, o destino da manifestação em Lisboa que começou às 15:30 no Rossio.

Mário Nogueira criticou ainda o pedido de serviços mínimos para os dois dias de greve regional que decorreram na quinta e sexta-feira, considerando a decisão “intolerável” e garantindo que “a luta não vai parar”.

“A luta vai continuar enquanto os professores não forem respeitados”, afirmou, apelando aos docentes para que estejam presentes junto ao ministério no próximo dia 9 de março, quando se realiza a reunião suplementar para negociar um novo regime de recrutamento e colocação de professores.

Portugal vence Espanha e apura-se para final do Europe Championship de râguebi

0

A seleção portuguesa de râguebi venceu hoje a Espanha por 27-10, no Estádio do Restelo, em Lisboa, e apurou-se para a final do Europe Championship no primeiro ano em que a competição se decide em eliminatórias.

Os ‘lobos’ perdiam por 10-7 ao intervalo, com um ensaio de Rodrigo Marta (30 minutos), transformado por Samuel Marques (31), mas deu a volta ao marcador na segunda parte com duas penalidades de Marques (53, 57) e toques de meta de Duarte Diniz (69) e Samuel Marques (72), ambos transformados pelo médio de formação português.

Portugal, que se apurou para as meias-finais no primeiro lugar do Grupo B, após vencer Bélgica (54-17), Polónia (65-3) e Roménia (38-20), vai defrontar no encontro decisivo o vencedor do Geórgia – Roménia, se se disputa no domingo, em Tbilissi.

A seleção portuguesa vai, desta forma, tentar conquistar o principal título europeu da modalidade (com exceção do torneio das Seis Nações) pela segunda vez no seu historial, depois de ter arrecado do troféu em 2004.

A final disputa-se no Estádio Nuevo Vivero, em Badajoz, em 18 de março às 19:00.

fotos: Federação Portuguesa de Rugby

Lar do Comércio rejeita acusações de maus-tratos e diz que utentes são bem tratados

0
DR

O Lar do Comércio, em Matosinhos, assegurou hoje que são “falsas e execráveis ultrajes” as acusações de maus-tratos que levaram o Ministério Público a abrir um inquérito, dizendo tomar todas as medidas para assegurar que “os utentes são bem tratados”.

“Ninguém abandonou ou abandona a Instituição por falta de condições! Muito menos por falta de cuidados médicos e enfermagem suficientes e competentes! Não é verdade que exista a degradação da alimentação e muito menos da higiene e limpeza!”, declara a direção da Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) numa nota enviada hoje à Lusa.

Um grupo de sócios do Lar do Comércio, em Matosinhos, revelou, na sexta-feira, que os idosos lá instalados continuam a ser alvo de maus-tratos, tendo denunciado o caso à Segurança Social e Ministério Público (MP) que confirmou a abertura de inquérito.

Na denúncia que deu entrada dia 24 de fevereiro no MP de Matosinhos, os signatários e sócios daquela instituição alegam que esta “falta de condições” levou mesmo vários utentes a abandonar o lar, indicando que há “residentes que estão a ser sujeitos a maus-tratos traduzidos no fornecimento de comida em pouca e menor quantidade, em tratamentos médicos e medicamentosos e higiene pessoal deficientes.

Salientando desconhecer o processo de inquérito aberto pelo MP após estas denúncias, a direção do Lar do Comércio considera que estas “falsidades” visam “denegrir” a instituição onde os, utentes, garantem são bem tratados.

“A direção assumiu e assume, todos os dias, as medidas adequadas para garantir que os utentes são bem tratados, acarinhados e recebem tudo aquilo a que nesta fase da sua vida têm o devido e justo direito”, asseguram, defendendo que as acusações que estão a ser imputadas à instituição carecem de provas.

Em resposta à Lusa, a direção do Lar do Comércio rejeita também que não tinham sido tomadas todas “as medidas adequadas e necessárias” ao controlo do “alegado surto de legionela no sistema de abastecimento de água da instituição.

Contrariando os relatos dos funcionários da instituição que falaram à Lusa, a instituição esclarece que “não foram assumidas medidas em apenas alguns chuveiros”, como alegavam os funcionários ouvidos pela Lusa, mas em todo o sistema, o que representou “um investimento considerável, mas eficaz”.

Acrescentam ainda que a situação foi “adequadamente conhecida e apreciada pela Inspeção da tutela, tendo a mesma sobre isso já se pronunciado”.

Na sexta-feira, refugiando-se no anonimato, os funcionários e utentes que decidiram falar à Lusa, descrevem um cenário em tudo idêntico ao que as autoridades de saúde encontraram em 2020, ano em que morreram, segundo números oficiais, 24 utentes de covid-19 e em que até o Exército teve de intervir.

Num relato em tudo idêntico ao que foi apresentado por um grupo de sócios da instituição ao Ministério Público, os residentes vitalícios, que continuam a pagar mensalmente pelos seus espaços cerca de 350 euros, dizem ter sido “obrigados a sair para viver”.

Também os funcionários que decidiram falar à Lusa, traçam um cenário dramático, com mais de cem, mais de metade dos quais acamados ou sem autonomia, “deixados à sua sorte”.

“Os idosos estão a morrer aos bocados por falta de cuidados”, contou um funcionário à Lusa.

A direção do lar não reconhece, contudo, estas acusações, que consideram “abstratas”, acusando os autores da denúncia ao MP de estarem envolvidos em processos judiciais criminais complexos.

“Muitos destes alegados associados, que hoje se escondem no anonimato e na sombra, estavam a trabalhar na instituição e a viver à indevida custa dos rendimentos dos utentes que hoje dizem defender”, acusam.

Acrescentam ainda que o Lar do Comércio hoje abre as portas à tutela, “que teve oportunidade de verificar, consultar, analisar e esquadrinhar todo o espaço, utentes, funcionários e fornecedores e proferir o relatório que entendeu adequado e onde, mais uma vez, se esclareceram todas as alegadas denúncias anónimas e sombrias que se levantaram sobre esta instituição”.

Em resposta à Lusa, a instituição diz ainda não entender o querem dizer aqueles que os acusam de ter a intenção de transformar o local num lar de “gente rica”, sublinhando que a atual direção foi a única que assumiu um processo de licenciamento do espaço perante o órgão de tutela que vinha reclamando a ilegalidade de espaço.

Reiteram ainda que a Direção continuará a trabalhar no bem-estar dos utentes”, estando disponível para esclarecer qualquer queixa perante aqueles que não se refugiem no anonimato.

Santarém: Festival do Azeite de Pernes de portas abertas até domingo

0
Município de Santarém

O II Festival do Azeite de Pernes foi inaugurado hoje, dia 3 de março, ao fim da tarde, por Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara de Santarém e por Raúl Violante, Presidente da Junta de Freguesia de Pernes. Esta edição do Festival conta com 50 stands de vários ramos de atividade, de Pernes ou de terras vizinhas: desde produtores de azeite, a produtores de hortofrutícolas, fábricas de torneados e de artigos em madeira, de doçaria tradicional, tais como os famosos Pastéis de Santo António, um Hostel dedicado à memória de Pernes, ou uma fábrica de Enchidos e Charcutaria Tradicional do Ribatejo.

Esta iniciativa, organizada pela Junta de Freguesia de Pernes e pelo Movimento Associativo da Freguesia, que se realiza, pela primeira vez, no Pavilhão Multiusos, contou com a apresentação do Projeto do Grupo Entogreen, a implementar na Zona de Desenvolvimento Económico de Pernes, num investimento da maior relevância para o futuro da freguesia de Pernes e que vai permitir criar, logo à partida, 40 postos de trabalho. O Projeto, “dedicado completamente à economia circular” foi apresentado por Daniel Murta, Presidente da Comissão Executiva da EntoGreen.

Ricardo Gonçalves referiu que “são muitos os desafios que temos para lançar” e “estamos a antecipar futuro com a diferenciação que o nossos Concelho está a conseguir: o projeto de construção do novo aeroporto pode transformar esta região. Por outro lado, a instalação desta empresa inovadora é um orgulho para todos nós”.

Até domingo, o Festival do Azeite oferece uma verdadeira montra da gastronomia local, com serviço de almoços, jantares e petiscos, folclore, bailes, música tradicional, after hours party com djs, e showcooking.

Óbidos realiza Fase Municipal do Concurso Nacional de Leitura

0
Dia 8 de Março | Município de Óbidos

No próximo dia 8 de Março, quarta-feira, pelas 09h30, decorrerá a Fase Municipal do Concurso Nacional de Leitura (CNL), na Casa José Saramago – Biblioteca Municipal de Óbidos.

Esta iniciativa conta com a participação de 14 alunos do 1.º CEB, 3.º CEB e Ensino Secundário do Agrupamento de Escolas Josefa de Óbidos e desta fase serão apurados 2 alunos de cada ciclo de ensino para a Fase Intermunicipal do CNL.

Os livros selecionados para esta fase são:
1.º CEB – A Verdadeira História de Alice, de Rita Taborda Duarte;
3.º CEB – O País das Laranjas, de Rosário Alçada Araújo;
Ensino Secundário – Ensaio sobre a Cegueira, de José Saramago.

Haverá, ainda, um momento cultural promovido pelo Projeto Coro Infantil, com a presença dos alunos da Escola Básica dos Arcos que participam nesta atividade.

Manifestação assinala hoje no Porto o Dia Internacional da Mulher

0

O Movimento Democrático de Mulheres (MDM) convocou para hoje uma manifestação no Porto, com início na Praça da Batalha, para assinalar o Dia Internacional da Mulher, que se celebra na quarta-feira.

Trata-se do sétimo ano consecutivo que a MDM organiza a Manifestação Nacional de Mulheres, que se repete no próximo dia 11 na Praça dos Restauradores, em Lisboa, indicou o movimento num comunicado.

Considerando que “as mulheres têm mil razões para lutar”, o MDM lembra que “todos os avanços alcançados na condição social e na consagração dos direitos” destas “se devem à persistente luta organizada” das mesmas e apela a todas para que façam das comemorações do Dia Internacional da Mulher “uma jornada de luta por direitos, pelo direito a uma vida vivida em liberdade, igualdade, pelo progresso e pela paz”.

Depois de analisar “a situação das mulheres em cada região” de Portugal, a Direção Nacional do MDM considera ser “essencial travar a perda de direitos” das mesmas e “necessário combater o agravamento das [suas] condições de vida e de trabalho (…) obstáculos à igualdade na vida”.

“Não aceitamos mais desculpas para o desemprego, a precariedade e os baixos salários a que nos sujeitam”, bem como “para as dificuldades no acesso à saúde, para o desinvestimento e consequente desmantelamento do serviço nacional de saúde” e para “as múltiplas formas de violência contra as mulheres patente na violência doméstica e no namoro, na mutilação genital e do casamento forçado, do assédio moral e sexual, da violação sexual e ciberviolência, da exploração sexual, prostituição e tráfico de mulheres”, refere o comunicado.

A manifestação no Porto, com início previsto para as 14:30, deve percorrer a Rua de Santa Catarina, a Rua de Fernandes Tomás e a Rua da Trindade, acabando com um momento de intervenções junto à estação de metro da Trindade.

Professores regressam hoje às ruas com manifestações em Lisboa e no Porto

0
FENPROF

Os professores realizam hoje mais uma manifestação em Lisboa e no Porto contra as propostas governamentais para um novo regime de recrutamento e colocação, mas também para exigir que sejam calendarizadas negociações sobre reivindicações antigas.

Depois de dois dias de greves regionais nas escolas, a plataforma de nove organizações sindicais dos professores apela hoje aos professores para que saiam à rua para mostrar o descontentamento da classe.

A última manifestação convocada pela plataforma decorreu há pouco menos de um mês, a 11 de fevereiro, e muitos dos motivos do protesto mantêm-se inalterados, mas entretanto surgiram novas razões para sair à rua.

Sindicatos e Ministério da Educação estão desde setembro a negociar para tentar chegar a acordo quanto a novo modelo de recrutamento e colocação de professores. Na semana passada realizou-se a última reunião que terminou sem acordo, tendo os sindicatos já anunciado que irão pedir reuniões suplementares.

A nova proposta apresentada esta semana pelo Governo não convenceu os sindicatos que dizem manter algumas das “linhas vermelhas” que os docentes já tinham apontado, como é o caso da criação de Conselhos de Quadro de Zona Pedagógica (QZP).

Estes órgãos são compostos pelos diretores das escolas e têm a responsabilidade de distribuir o serviço, podendo atribuir a um professor turmas de dois agrupamentos.

O facto de os docentes vinculados em QZP terem de concorrer ao agrupamento do quadro a que pertencem e a outros três QZP adjacentes ou contíguos é outro dos motivos de discórdia.

Além do diploma, os professores exigem que a tutela defina um calendário para começar a discutir matérias como a recuperação do tempo de serviço congelado ou o fim das vagas e quotas de acesso ao 5.º e 7.º escalões.

Na quinta-feira, os docentes dos distritos de Coimbra para norte estiveram em greve e, na sexta-feira, foi a vez dos professores dos distritos de Leiria para sul.

As escolas tiveram de assegurar serviços mínimos, decretados pelo Tribunal Arbitral, que considerou que esta paralisação não podia ser vista de forma isolada, mas sim como “mais uma greve num somatório de greves que, no seu conjunto, ameaçam já pôr em causa o direito à educação”.

Para os sindicatos, o pedido de serviços mínimos veio aumentar as razões para protestar que hoje acontecem a partir das 15:30 em Lisboa e no Porto.

Os dois protestos arrancam do Rossio, em Lisboa, e da Praça do Marquês, no Porto, e têm como destinos a Assembleia da República, para quem está em Lisboa, e os Aliados, para quem está no Porto.

Os professores estão em greve desde dezembro, na altura com uma greve por tempo indeterminado convocada pelo Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (Stop), que se mantém, em protesto contra a proposta do Governo para os concursos e colocação de professores.

Entretanto, a plataforma sindical, que não inclui o Stop, convocou uma greve que se realizou por distritos durante 18 dias, culminando com uma manifestação no dia 11 de fevereiro, que juntou em Lisboa mais de 100 mil pessoas, de acordo com as estimativas da Fenprof.

António Guterres denuncia taxas de juro predatórias dos países ricos aos pobres

0

O secretário-geral da ONU denunciou hoje “as taxas de juro predatórias” aplicadas pelos países ricos aos Estados pobres e a explosão dos preços da energia, durante a abertura da cimeira dos países menos desenvolvidos, que decorre em Doha.

Antonio Guterres apelou aos países ricos para fornecerem cerca de 500 mil milhões de dólares (cerca de 470 milhões de euros) por ano para ajudar os países mais pobres do mundo, “presos em círculos viciosos que tornam o desenvolvimento difícil, se não impossível”.

O desenvolvimento económico é difícil quando os países carecem de recursos, estão sobrecarregados com a dívida e ainda lutam com a injustiça histórica de uma resposta desigual à covid-19″, disse.

Os países mais pobres têm denunciado repetidamente a distribuição injusta de vacinas, que estão concentradas na Europa e na América do Norte.

“Combater uma catástrofe climática que nada fez para causar é impossível quando o custo do capital explode” e a ajuda financeira é “apenas uma gota no balde”, acrescentou Guterres.

Líderes e representantes de 33 países africanos, 12 países da Ásia-Pacífico e Haiti estão reunidos, cinco décadas depois de a Organização das Nações Unidas (ONU) ter criado a categoria dos países menos desenvolvidos (PMD) para fornecer apoio internacional especial aos seus membros mais vulneráveis e desfavorecidos.

Um plano de ação para estes países foi adotado na Assembleia Geral da ONU no ano passado.

No entanto, não se espera que sejam feitas grandes promessas financeiras na Cimeira de Doha, capital do Catar, que foi adiada duas vezes devido à pandemia de covid-19.

O Afeganistão e a Birmânia não estão presentes, uma vez que os seus governos não são reconhecidos pelos membros da ONU.

Optimized by Optimole