20.7 C
Caldas da Rainha
Segunda-feira, Junho 29, 2026
Início Site Página 908

Alcobaça: Homem detido por violência doméstica

0
foto: João Polónia / Notícias Em Direto

Um homem de 54 anos foi detido, no concelho de Alcobaça, por violência doméstica sobre a companheira, informou hoje a GNR.

Em comunicado, a GNR refere que o homem foi detido na quarta-feira, no âmbito de uma investigação em que os militares apuraram que “o agressor infligiu, de forma reiterada, violência física e psicológica sobre a vítima, sua companheira de 47 anos”.

A GNR apurou ainda que o homem se encontrava a cumprir injunções, impostas no âmbito do crime de violência doméstica, em suspensão provisória, “tendo violado de forma reiterada essas medidas, continuando com as agressões físicas, verbais e psicológicas, causado medo e inquietação na vítima”.

O arguido, com antecedentes criminais por ilícitos da mesma natureza, foi detido e presente ao Tribunal Judicial da Leiria onde lhe foi aplicada a medida de coação de afastamento da residência e da vítima e proibição de contactos por qualquer meio.

Seis arguidos no caso que motivou buscas na Câmara de Lisboa

0
© Câmara Municipal de Lisboa

Três sociedades e os respetivos representantes legais foram hoje constituídos arguidos no processo que motivou a realização de buscas na Câmara Municipal de Lisboa no início da semana, disse à Lusa a Procuradoria-Geral da República (PGR).

“Na sequência das buscas, foi, hoje, validada pelo Ministério Público a constituição de seis arguidos, três sociedades e os respetivos representantes legais”, indicou a PGR, sem acrescentar mais nenhuma informação.

Na quarta-feira, a TVI/CNN Portugal noticiou que a Polícia Judiciária realizou buscas na Câmara de Lisboa por “suspeitas de corrupção, participação económica em negócio e falsificação”, numa nomeação para “prestação de serviços que foi assinada em 2015” pelo então presidente da autarquia, Fernando Medina (PS), que é agora ministro das Finanças.

À Lusa, a Câmara de Lisboa confirmou as buscas no departamento de Urbanismo, mas remeteu mais esclarecimentos para as autoridades judiciais.

O Público recordou, na edição de quinta-feira, estar em causa, conforme o jornal noticiou em 2018, a contratação, entre 2015 e 2016, dos serviços de consultadoria do ‘histórico’ do PS Joaquim Morão, ex-autarca em Idanha-a-Nova e Castelo Branco, para apoio técnico na gestão de projetos e obras municipais.

Também na quinta-feira, a PGR indicou à Lusa que o caso que levou à realização de buscas no departamento de Urbanismo da Câmara de Lisboa não tinha até então arguidos constituídos e estava sujeito a segredo de justiça.

Segundo a TVI/CNN Portugal, em causa estarão “a viciação das regras para a contratação de um histórico do PS de Castelo Branco com vista à gestão das obras públicas na capital”.

“O Ministério Público acredita que o objetivo do esquema visou a angariação de dinheiro em obras públicas, com subornos de empreiteiros, para o financiamento ilícito do PS, através dos chamados sacos azuis”, referiu a TVI.

Ainda de acordo com a estação de televisão, as buscas envolveram, além da autarquia, empresas de dois empresários de Castelo Branco, suspeitos de participarem no esquema de angariação de fundos.

“Os alvos, por suspeitas de corrupção, são Joaquim Morão, histórico socialista e ex-autarca de Castelo Branco e de Idanha-a-Nova, e o seu amigo António Realinho, empresário da mesma zona do país, que até já cumpriu pena de prisão por burla”, indicou.

Teatro “Kamarád” vai ser representado no palco do Teatro-Cine de Torres Vedras

0
© Município de Torres Vedras

A companhia Mochos no Telhado leva ao palco do Teatro-Cine de Torres Vedras no próximo dia 27 de janeiro, pelas 21h30, o teatro KAMARÁD.

Neste espetáculo é proporcionada uma viagem pelas páginas de uma revista criada por crianças e jovens prisioneiros no campo de concentração de Theresienstadt, durante a Segunda Guerra Mundial, e que contou com 22 edições.

KAMARÁD demonstra que em dias sombrios do referido conflito bélico também a arte foi pão que distraía a fome e alimentava a capacidade de imaginar um outro presente e um futuro diferente, no contexto de um campo de concentração profundamente marcado pela sua intensa vida cultural, da qual professores, músicos, atores e diversos artistas faziam trincheiras para resistir. Em KAMARÁD debruçamo-nos sobre a resistência como ato performativo, como ato de criação e de afirmação da vida em oposição à morte.

“De que forma a arte sobrevive e prolifera na ameaça de um fim iminente?” e “Qual o papel da arte e da educação nos tempos mais sombrios?” são algumas das questões que o espetáculo KAMARÁD coloca.

O preço dos bilhetes para se assistir ao mesmo no Teatro-Cine de Torres Vedras é de cinco euros.

Santarém: Largo das Fontaínhas está em requalificação

0
© Município de Santarém

O Município de Santarém anunciou hoje que estão a decorrer as obras de requalificação do Largo das Fontaínhas, no cruzamento entre a Rua de Alegria e Rua 25 de Abril, orçadas em 30 mil euros.

Em comunicado enviado ao Notícias Em Direto, a câmara municipal explica que esta ação em conjunto com a União de Freguesias da Cidade, insere-se no âmbito da Lei-quadro da transferência de competências para as autarquias locais e para as entidades intermunicipais (Lei n.º 50/2018 de 16 de agosto).

“Este investimento reforça a aposta na melhoria na qualidade de vida da população, através da criação de um espaço de lazer para todos os utilizadores, mais acessível e mais seguro”, afirma a autarquia no documento.

Doação de 11 televisores ao Serviço de Medicina da Unidade de Torres Vedras do Centro Hospitalar do Oeste

0
© Centro Hospitalar do Oeste

Na passada terça-feira, 17 de janeiro, ocorreu a entrega formal de 11 televisores, na Unidade de Torres Vedras do Centro Hospitalar do Oeste, por parte de um grupo de cidadãos beneméritos no âmbito do projeto «Recuperar com bem-estar». Esta sessão contou a presença da presidente do Conselho de Administração do CHOeste, Dra. Elsa Baião, e de vários profissionais do Serviço de Medicina B da Unidade de Torres Vedras.

O projeto «Recuperar com bem-estar» surgiu da vontade espontânea e solidária de uma família, que a si juntou alguns amigos, e duas empresas do concelho de Torres Vedras, com o objetivo comum de contribuir para a melhoria da humanização de cuidados prestados na Unidade Hospitalar de Torres Vedras.

O Serviço de Medicina Interna dispõe, na Unidade de Torres Vedras, de 63 camas de internamento, das quais 32 camas na Unidade A, 27 camas na Unidade B e 4 camas na Unidade de Cuidados Especiais (UCE). Os 11 equipamentos doados serão distribuídos pelas enfermarias da Medicina B, e pela UCE. Recorda-se que neste serviço estão habitualmente doentes com um grau de dependência muito elevado, que os leva a passar grande parte do dia no quarto, e a presença de um televisor fará toda a diferença no seu bem-estar.

Para o grupo de cidadãos beneméritos, a aquisição e doação destes televisores tem como principal objetivo minimizar o impacto do internamento hospitalar no doente, e equipar o CHOeste – Unidade de Torres Vedras, com instrumentos capazes de melhorar as condições de conforto, proporcionar companhia ao doente e atenuar a ausência do convívio familiar.

O Conselho de Administração do Centro Hospitalar do Oeste manifesta o seu profundo agradecimento aos cidadãos beneméritos pela doação destes equipamentos, que vêm melhorar as condições de conforto aos Utentes deste Serviço. São gestos como este que nos incentivam a continuar o nosso trabalho em prol da população da região Oeste.

O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, tendo uma área de influência constituída pelas populações dos concelhos de Caldas da Rainha, Óbidos, Peniche, Bombarral, Torres Vedras, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 298.390 habitantes.

Centenas de papagaios-do-mar dão à costa em Peniche

0
© Mestres do Oceano

Centenas de papagaios-do-mar estão a dar à costa mortos ou doentes na zona de Peniche, confirmou o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), apontando como causa a dificuldade de se alimentarem devido ao mau tempo.

O comandante da Capitania de Peniche, Artur Simas Silva, disse à agência Lusa que “algumas centenas” papagaios-do-mar têm aparecido “mortos e outros maltratados” em praias do concelho de Peniche, no distrito de Leiria, tendo contactado o ICNF.

Questionado pela agência Lusa, o ICNF confirmou que, desde há uma semana, têm dado à costa “algumas centenas” de papagaios-do-mar, entre os concelhos da Lourinhã (distrito de Lisboa) e Peniche.

“Os papagaios do mar que têm arrojado estão bastante magros, pelo que se suspeita que os fortes temporais dos últimos dias poderão ter impedido as aves de se alimentarem normalmente”, adiantou o ICNF.

Ainda segundo o instituto, os vigilantes do ICNF têm percorrido as praias da região Oeste para recolher “todas as aves que ainda se encontram vivas e debilitadas” e efetuar o levantamento dos papagaios-do-mar mortos.

De acordo com o “Atlas das Aves Marinhas de Portugal” ‘online’, o papagaio-do-mar é uma espécie exclusiva do Atlântico Norte e pode aparecer acidentalmente nos Açores e Madeira e atravessar, enquanto migrante, a costa portuguesa nos meses de inverno.

Segundo é referido naquele ‘site’, a espécie está em “declínio moderado” pela redução da natalidade, devido às alterações climáticas, capturas acidentais em redes de pesca ou contaminação por hidrocarbonetos.

Obras valorizam zona envolvente do castelo de Leiria

0
© Município de Leiria

O presidente da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, efetuou esta sexta-feira uma visita ao Largo da Sé e Largo de S. Pedro, cujas intervenções de requalificação ficaram recentemente concluídas, e ainda aos trabalhos em curso na encosta verde do castelo, um conjunto de investimentos integrados na estratégia de preservação e valorização do castelo, o mais importante monumento do nosso concelho.

Com este ciclo de visitas, Gonçalo Lopes pretende avaliar o desenrolar dos trabalhos, junto das equipas que se encontram no terreno.

“Estamos a dar continuidade a um conjunto de investimentos de enorme importância para a valorização do Castelo e da sua envolvente”, destacou o presidente da Câmara Municipal de Leiria, realçando as grandes melhorias da acessibilidade ao castelo resultantes dos trabalhos no Largo de S. Pedro e da construção dos acessos mecânicos.

A visita teve início no Largo da Sé onde foi efetuada uma empreitada de 157 mil euros, com o objetivo de requalificar o espaço e melhorar as condições de mobilidade.

O Largo de S. Pedro, segundo ponto do percurso, recebeu um investimento de 790 mil euros, financiado por fundos comunitários, numa empreitada que teve como objetivos facilitar o acesso ao Largo e ao Castelo e criar melhores condições para a permanência no espaço.

A uniformização dos pavimentos, com valorização das zonas mais nobres, a instalação de mobiliário urbano e de nova iluminação, bem como a redefinição do acesso ao edifício onde se encontra a Polícia de Segurança Pública e a colocação de mais arborização foram os trabalhos contemplados.

A visita terminou no Parque Verde da encosta do Castelo, num investimento de 1,265 milhões de euros, uma obra em curso que contempla requalificação paisagística, incluindo o espaço verde, a Fonte do Pocinho e as edificações municipais adjacentes ao antigo Horto Municipal.

Campeonatos Nacionais Escolares de Iniciados em Peniche

0
© Município de Peniche

Peniche, numa organização conjunta com os Municípios de Óbidos e Caldas da Rainha, prepara-se para receber os Campeonatos Nacionais Escolares, a Direção Geral da Educação e a Direção Geral dos Estabelecimentos Escolares.

Peniche vai acolher as modalidades náuticas, concretamente Vela, Canoagem e Surf e, ainda, o campeonato de Basquetebol.

Os Campeonatos Nacionais de Desporto Escolar contam com cerca de doze modalidades pelo que se esperam na região Oeste, aproximadamente, dois mil participantes, entre atletas, árbitros, juízes e voluntários e professores de todo o país.

Associação Caminhos de Fátima quer concluir este ano Caminho do Centenário

0
© Associação Caminhos de Fátima

A Associação Caminhos de Fátima (ACF) anunciou como prioridade para 2023 a conclusão do projeto do Caminho do Centenário, que inicia em Gaia e termina no Santuário de Fátima, numa extensão de cerca de 212 quilómetros.

“Para este mandato que agora se inicia, a direção sinalizou como prioridades a conclusão, já em 2023, do projeto que cria, intervém, sinaliza e promove o trajeto principal das peregrinações a Fátima, o Caminho do Centenário (Gaia-Fátima), com o objetivo de o tornar cada vez mais seguro para peregrinos e caminhantes, sobretudo na época das principais peregrinações, bem como o desenvolvimento e lançamento de todos os meios, produtos e suportes de comunicação e divulgação dos percursos e do projeto”, informou a ACF, numa nota de imprensa.

Segundo a mesma nota, enviada à agência Lusa na sequência da eleição, em dezembro de 2022, dos órgãos sociais, cujo mandato termina em 2025, a associação vai, paralelamente, “continuar a colaborar na gestão e promoção da Rota Carmelita, um percurso originalmente criado e desenvolvido pela Agência para o Desenvolvimento dos Castelos e Muralhas Medievais do Mondego que liga Coimbra a Fátima num itinerário mais seguro e atrativo em termos naturais e culturais, e que atravessa os concelhos de Coimbra, Condeixa-a-Nova, Penela, Ansião, Alvaiázere e Ourém”, numa extensão de 111 quilómetros.

O presidente da ACF, Pedro Pimpão, explicou hoje que, no caso do Caminho do Centenário, se está na “fase final das intervenções físicas”, que são “da responsabilidade de cada um dos municípios que integram” a associação (13, desde Gaia até Fátima, no concelho de Ourém).

“Estamos a terminar essas intervenções em cada um dos territórios para passarmos à fase seguinte que já estamos a preparar também, da comunicação, da promoção e da divulgação dos Caminhos de Fátima”, referiu Pedro Pimpão à Lusa.

O também presidente da Câmara de Pombal (Leiria) declarou que “um dos propósitos iniciais que esteve subjacente à criação deste Caminho do Centenário era o de promover a segurança dos peregrinos, desviando-os nomeadamente do IC [itinerário complementar] 2 e criando caminhos alternativos para garantir a segurança dos peregrinos, mas também para valorizar o território” e as especificidades de cada um dos concelhos que atravessa.

O autarca reconheceu que existe uma tradição, sobretudo nas grandes peregrinações de 13 de maio e 13 de outubro ao Santuário de Fátima, “de os peregrinos irem pelas estradas principais”, por “conhecerem o percurso e ser o mais rápido possível para chegarem”.

“Mas aquilo que nós queremos é que paulatinamente – e nós já sentimos isso – as pessoas comecem a utilizar vias alternativas”, disse, considerando que, “em alguns casos, podem ter distâncias maiores, mas aquilo que os peregrinos ganham de oportunidades de conhecimento do território, além da questão de segurança, pode fazer com que nas próximas décadas haja essa transformação do peregrino de Fátima no sentido de começar a percorrer estes caminhos alternativos”.

O autarca adiantou que esses caminhos “vão estar associados a outro tipo de iniciativas”, porque o objetivo é o de que em cada um dos concelhos “possam ser criadas outras dinâmicas, albergues e outros serviços de apoio aos peregrinos”.

Pimpão revelou-se confiante de que, “a médio prazo, vai haver aqui uma transformação positiva e, naturalmente, que as pessoas vão começar a utilizar cada vez mais estes caminhos que já estão sinalizados”.

O presidente da ACF, que se diz um apaixonado pelos Caminhos de Santiago, antecipou um aumento dos peregrinos que se desloquem a pé a Fátima este ano, devido à Jornada Mundial da Juventude, em Lisboa, e a previsível deslocação do papa ao santuário mariano.

“Já o ano passado, neste período pós pandemia, nós verificámos um aumento exponencial do número de peregrinos que vão até Fátima (…). E não tenho dúvidas de que vai haver um acréscimo significativo de peregrinos, até porque nós vamos ter milhares de jovens que vão estar distribuídos pelas várias dioceses na semana antes” da JMJ.

PCP critica Governo por “disfarçar com promessas” atrasos das obras na Linha do Oeste

0
© Infraestruturas de Portugal (IP)

O PCP criticou o Governo por “disfarçar com novas promessas os atrasos na concretização” das obras de modernização na Linha ferroviária do Oeste, alertando para o possível encerramento da via para “acelerar” a intervenção.

“Sistematicamente o Governo tenta disfarçar com novas promessas os atrasos na concretização do antes prometido”, lê-se numa pergunta entregue na Assembleia da República e subscrita pelo deputado Bruno Dias, a que a Lusa teve hoje acesso, referindo-se às “novas e brilhantes promessas para o futuro da Linha do Oeste” propostas no Plano Ferroviário Nacional.

Os comunistas acusam ainda o executivo liderado por António Costa de ir “amealhando os investimentos não realizados para o combate ao défice”.

No requerimento entregue no parlamento é dito que existem notícias de que “o Governo se prepara para encerrar a linha para acelerar as obras”.

O PCP questionou até que ponto “os atrasos de concretização do projeto de modernização da Linha do Oeste não colocam em causa os fundos comunitários que o financiavam”, perguntando se o limite para o uso dos fundos comunitários é dezembro deste ano.

Os comunistas perguntaram também “que medidas está o Governo a adotar para garantir a concretização deste projeto”.

Em esclarecimentos à agência Lusa em 06 de janeiro, a empresa Infraestruturas de Portugal informou que as obras de modernização da Linha do Oeste foram retomadas em novembro entre as estações de Meleças (Sintra) e Torres Vedras, no distrito de Lisboa.

As obras estiveram paradas mais de meio ano “por manifestas dificuldades técnicas e financeiras do consórcio a quem foi adjudicada inicialmente a empreitada”, explicou a empresa.

Por esse motivo, foi realizada uma “cessão contratual entre o consórcio inicial e um novo consórcio”, uma “solução complexa em termos jurídicos” e que originou “processos em tribunal”, admitiu a IP, que pretende concluir a obra até ao final deste ano.

“A salvaguarda do interesse público conduziu a uma morosidade superior ao esperado neste processo”, adiantou a empresa, segundo a qual a obra foi reiniciada em novembro, depois da “aprovação formal da cessão contratual”.

Já a empreitada entre Torres Vedras e Caldas da Rainha “está em curso desde julho”, acrescentou a empresa.

Relativamente ao prolongamento das obras de modernização da Linha do Oeste até ao Louriçal, a IP adiantou que prevê lançar concurso público “durante o primeiro trimestre de 2023”, faltando a aprovação da portaria de extensão de encargos.

Em dezembro, a Comissão de Defesa da Linha do Oeste realizou uma concentração em frente ao então Ministério das Infraestruturas e da Habitação, em Lisboa, para exigir ao Governo a conclusão das obras de modernização da via até ao final de 2023.

O projeto de modernização da Linha do Oeste (Sintra/Figueira da Foz) está dividido em duas empreitadas, sendo a primeira a de eletrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças (Sintra) e Torres Vedras, num investimento de 61,7 milhões de euros.

A segunda consiste na modernização e eletrificação do troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, orçada em 40 milhões de euros.

Optimized by Optimole