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Domingo, Junho 28, 2026
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Programa Óbidos + Ativo celebra a sua 3ª Gala este domingo

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O programa Óbidos + Ativo irá dinamizar a sua terceira Gala, amanhã, dia 8 de Janeiro de 2023, pelas 18h00, no anfiteatro da Cerca do Castelo, em Óbidos. Uma Gala que contará com a presença de Pedro Pablo Pichardo, o último campeão olímpico nacional até ao momento, na modalidade de triplo salto. Iniciativa no âmbito das comemorações do Feriado Municipal de Óbidos 2023.

Esta Gala mantém o formato da duas edições anteriores, procurando reconhecer o mérito desportivo, mas também proporcionar a todos os clubes/associações um espaço de reconhecimento interno.

A grande novidade desta edição é a introdução da categoria “Reconhecimento – Desporto Escolar” passando a existir, no total, 7 categorias de prémios: Agradecimento; “Reconhecimento – Desporto Escolar”; Reconhecimento Clubes/Associações; Mérito Desportivo; Parcerias, Dedicação e Homenagem.

De acordo com a vereadora Margarida Reis, com o pelouro do Desporto, o objetivo da comemoração passa, essencialmente, por “homenagear todo um trabalho, que é desenvolvido pelos nossos clubes e associações e naturalmente, pessoas que se destacaram, em 2022, na área do desporto”.

Margarida Reis refere que “é importante que a população conheça o trabalho das várias coletividades e clubes, para estar a par das ofertas que o concelho disponibiliza na área desportiva. Não esquecendo os parceiros que colaboram nas diferentes iniciativas”.

Um programa que mudou a forma de pensar, sentir e agir em relação à prática de atividade física, com a preocupação em melhorar o bem-estar físico e mental do indivíduo, fortalecendo ambientes intergeracionais.

A autarca afirma ainda que “esta gala pretende estimular e incentivar a comunidade a praticar exercício físico indo ao encontro das metas que o próprio programa Óbidos + Ativo tem traçado”.

Neste primeiro ano em que a Assembleia Geral das Nações Unidas declara a década do Envelhecimento Saudável, Óbidos continua a assumir-se com um papel importante na qualidade de vida dos idosos, suas famílias e comunidade.

“Este foi também um ano [2022] que tivemos oportunidade de publicar um livro em conjunto com 166 municípios, partilhando as nossas práticas, reconhecendo as vantagens que podemos alcançar no nosso território. Óbidos está de Parabéns!”, conclui Margarida Reis.

GNR de Leiria recupera mais de 140 mil euros roubados na passagem de ano

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© Guarda Nacional Republicana (GNR)

A GNR de Leiria recuperou 140.360 euros no concelho de Alcobaça que tinham sido roubados durante um assalto a uma residência na noite da passagem de ano na Benedita, informou hoje a força de segurança.

Segundo a nota enviada às redações, a GNR, através do Núcleo de Investigação Criminal (NIC) das Caldas da Rainha, encetou diligências para localizar e identificar os alegados suspeitos do crime, tendo realizado duas buscas – uma numa habitação e outra a um veículo – que levaram na quarta-feira à recuperação do dinheiro e à apreensão de três telemóveis.

Foram constituídos dois arguidos: um homem e uma mulher de 20 e 26 anos, respetivamente, por furto em residência, estando o caso agora nas mãos do Tribunal Judicial de Alcobaça.

Exército abre “processo urgente de averiguações” sobre alegadas práticas violentas a recruta

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© Exército Português

O Exército abriu um “novo processo urgente de averiguações” sobre as alegadas práticas violentas exercidas sobre uma recruta em Abrantes, que será acompanhado pela ministra da Defesa Nacional, anunciou o Governo.

“Na sequência das alegações hoje trazidas a público pela comunicação social foi desencadeado um novo processo urgente de averiguações, que a ministra da Defesa Nacional acompanhará, e de cujas conclusões serão retiradas todas as consequências”, lê-se num comunicado do Ministério da Defesa Nacional.

Fonte oficial do ministério confirmou à Lusa que o processo foi aberto pelo Exército.

Na nota é adiantado que a ministra Helena Carreiras recebeu “com grande preocupação” as notícias sobre “alegadas práticas violentas em atividades de formação de Praças do Exército no Regimento de Apoio Militar de Emergência”, avançadas hoje pelo Diário de Notícias (DN).

Estas práticas, lê-se no texto, terão sido “aparentemente muito mais graves do que as que constavam do processo de averiguações e processos disciplinares já em curso pelo Exército naquela unidade militar”.

“A ministra da Defesa Nacional repudia veementemente comportamentos atentatórios da dignidade das pessoas, que são totalmente inaceitáveis e incompatíveis com os valores e princípios fundamentais que norteiam as Forças Armadas e o trabalho quotidiano dos militares que nelas servem”, é salientado.

O DN noticiou hoje que uma recruta do Regimento de Apoio Militar de Emergência (RAME), localizado em Abrantes, terá sido alvo de práticas violentas, no âmbito de “uma praxe que na gíria denominam de ‘Formação Orientada de Desenvolvimento de Atitudes’”.

A recruta em causa relatou ao jornal um “intenso esforço físico exigido pelo RAME, que a terá levado à exaustão e à ansiedade, acabando por ir parar ao hospital com uma crise de taquicardia”, escreve o DN, entre outros episódios.

O BE já entregou no parlamento uma pergunta dirigida à ministra da Defesa sobre a situação.

Seca terminou em praticamente todo o território

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foto: João Polónia / Notícias Em Direto

A seca terminou “em praticamente todo o território” de Portugal continental, estando apenas alguns locais da região interior Sul em seca fraca, revela o boletim climático de dezembro do Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) hoje divulgado.

Segundo o boletim, houve uma “diminuição significativa da situação de seca meteorológica, terminando em praticamente todo o território” continental, onde apenas 6,5% estava em 31 de dezembro em seca, mas fraca, correspondendo a “alguns locais da região interior Sul”.

O relatório climático do IPMA, que tem uma periodicidade mensal e abrange apenas Portugal continental, refere que dezembro passado foi “muito chuvoso e extremamente quente”, tendo sido o mês de dezembro mais quente dos últimos 92 anos.

De acordo com o IPMA, o valor médio da temperatura máxima do ar foi 15,87ºC e o da mínima 9,58ºC, ambos acima do normal.

Em dezembro choveu 250,4 milímetros, o equivalente a 174% do valor normal, sendo o segundo valor mais alto para o mês desde 2000 (em que caíram no continente 311,5 milímetros).

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera registou um “aumento muito significativo da percentagem de água no solo”.

Porém, a capacidade de retenção de água é menor “nalguns locais do Baixo Alentejo e Algarve e pontualmente no Alto Alentejo”.

Celebração do 276º Aniversário da Freguesia do Vau

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© Município de Óbidos

A Freguesia do Vau, no concelho de Óbidos, vai assinalar o seu 276.º Aniversário, na próxima quinta-feira, dia 12 de janeiro.

A efeméride será assinalada com uma missa, pelas 18h00, na Igreja da Nossa Senhora da Piedade.

No entanto, as celebrações continuam no dia 14 de Janeiro. Haverá porco no espeto a partir das 18 horas e animação com Fernando Ribeiro (a ter lugar no salão da Associação Recreativa Desportiva e Cultural Vauense)

“A fundação da freguesia situar-se-á entre os anos de 1747-1748, mais concretamente em 12 de Janeiro de 1747, facto que se comprova com o alvará que se encontra na posse da Junta de Freguesia do Vau. Tinha então a freguesia 57 fogos, pelo que não ultrapassaria as 230 pessoas”. [fonte: freguesiavau.com]

Informações:
Junta de Freguesia do Vau
T.: 262 968 670
Email: geral@freguesiavau.com / freg.vau.obd@sapo.pt

Guterres critica países do norte por causa de refugiados e alterações climáticas

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O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, deixou na quinta-feira em Lisboa duras críticas aos países europeus em matéria de acolhimento de refugiados e aos maiores países poluentes no combate às alterações climáticas e apelou à não resignação.

Discursando por ocasião da receção do Prémio Universidade de Lisboa, que lhe foi atribuído em 2020 mas apenas agora entregue, Guterres elogiou Portugal como um país “exemplar na sua política de acolhimento aos refugiados”.

“É verdade que a nossa localização periférica na Europa fez com que tivéssemos tido uma pressão de solicitantes de asilo menor do que outros países europeus. Mas é também é verdade que outros países ainda mais periféricos do que nós, até recentemente em crises de refugiados, não tiveram a mesma generosidade e a mesma abertura”, criticou

Esses países, nomeadamente no leste da Europa, considerou, redimiram-se na recente crise de refugiados decorrente da invasão russa da Ucrânia, mas o líder da ONU recordou que o mesmo não ocorreu num passado recente, “em que refugiados da Síria se movimentaram pelos Balcãs de forma caótica, vendo portas atrás de portas fechadas”.

Guterres saudou a abertura que foi ao longo dos últimos meses demonstrada em relação à crise na Ucrânia, mas, ao mesmo tempo, deixou um aviso: “Não pode deixar de nos fazer refletir por que é que a Europa recebe os refugiados ucranianos e tantos países europeus foram tão reticentes em receber refugiados sírios e africanos”.

Segundo o antigo primeiro-ministro português, esta situação “causou e causa em muitos que vivem no chamado ‘sul global’ uma certa frustração, mesmo uma certa zanga, que leva a que lhes ​​​​​​​seja difícil exprimir a solidariedade que os europeus esperam quando a Europa enfrenta uma crise devastadora, com a invasão russa da Ucrânia e todas as consequências que isso teve na nossa vida quotidiana, nos países europeus e de forma ainda mais dramática nos países do terceiro mundo”.

Noutra linha de críticas, António Guterres referiu, que além dos conflitos, há algo que não deixar de ser lembrado: “Estamos a perder a luta contra as alterações climáticas. A possibilidade de mantermos um crescimento da temperatura global limitado a 1,5 [graus celsius] está à beira de se perder e irreversivelmente. Continua a haver, sobretudo ao nível dos países grandes emissores, uma falta de consciência política indispensável para inverter esta situação”, lamentou.

Nessa linha, recordou também a necessidade de uma justiça climática, porque “a verdade é que os países que mais sofrem os impactos dramáticos das alterações climáticas não são os que mais contribuem para essas alterações e não são os países que têm mais recursos para responder às necessidades de reconstrução, reabilitação e apoio às populações”.

Por isso, aponta “um enorme egoísmo dos países do norte em recusar-se a aceitar todas as responsabilidades, inclusivamente aquelas que assumiram no Acordo Paris, de solidariedade com os países do sul”.

Falando perante o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, o antigo chefe de Estado Ramalho Eanes, vários membros do Governo, o reitor da Universidade de Lisboa, presidentes dos tribunais superiores, chefes militares e membros do corpo diplomático, Guterres descreveu que passou o Natal e o ano novo em família num país que está “entre os três mais seguros e pacíficos do mundo”, mas o mesmo não aconteceu a muitos funcionários da ONU, a quem dedicou o prémio.

“Não puderam passar o Natal e o ano novo com as suas famílias e não o fizeram num país seguro, porque tiveram de continuar a trabalhar em alguns dos lugares mais remotos e perigosos em defesa das mais nobres causas que unem a humanidade”.

Segundo o líder da ONU, “por causa de um paradoxo”, hoje há operações de manutenção de paz “onde não há nenhuma paz para manter”. Foram concebidas para na sequência de acordos de paz, consolidar esses mesmos acordos e as transições para a democracia, “mas a verdade é que a maioria dos capacetes azuis enfrentam situações em que pululam grupos armados, grupos terroristas, alguns dos quais inclusivamente mais bem apetrechados e mais bem armados do que os soldados da paz”.

Foi essa a razão que o levou a defender nas Nações Unidas a encarar este problema como uma prioridade, nomeadamente em África, com a criação de forças africanas robustas de imposição da paz e luta antiterrorista, sob o artigo sétimo da Carta das Nações Unidas e com financiamento garantido através das contribuições obrigatórias.

“Esta foi a mais séria batalha que perdi como secretário-geral das Nações Unidas”, admitiu, prosseguindo: Não consegui convencer o Conselho de Segurança a aceitar esta necessidade, e por isso continuamos a ter soldados da paz a defender civis onde a paz infelizmente não existe, arriscando as suas vidas, muitos deles perdendo as suas vidas. Digo com orgulho que aí os portugueses têm sido exemplares e um contributo absolutamente decisivo para as Nações Unidas e para aqueles que queremos proteger”.

Por fim Guterres, na aceitação do prémio, no valor de 25 mil euros, que vai doar ao Conselho Português para os refugiados, deixou um apelo à não resignação.

“Se alguma este prémio representa para mim é a necessidade de manter uma total não resignação a uma situação em que a guerra continua a ser um fenómeno marcante nas relações entre os povos, e nas relações no interior dos países, entre as comunidades, etnias e grupos religiosos. Não podemos aceitar que a guerra se transforme no normal na forma de relacionamento de seres humanos em tantas partes do mundo”.

Em suma, prometeu, “lutar pela paz, lutar pela fim ou redução das desigualdades, reafirmação dos direitos humanos e igualdade de género, e travar esta luta louca que temos vindo a ter com a natureza”.

Óbidos: Grupo da Catequese de Óbidos canta as Janeiras em Belém

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© Município de Óbidos

As catequeses das paróquias do concelho de Óbidos foram convidadas a ir cantar as Janeiras, no Dia de Reis, ao Palácio de Belém, com a presença do Presidente da República, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa.

Em comunicado, o Município de Óbidos explica que, na visita, as crianças foram acompanhadas pelo padres Ricardo Figueiredo e Marco Leotta, pela vereadora Ana Margarida Reis, pela professora Sylvie Simão e algumas catequistas das catequeses do concelho obidense.

“As crianças demonstraram muito empenho e felicidade pelo momento vivido”, manifesta o documento, sublinhando “o agradecimento e a participação de todos”, e o apoio do Município de Óbidos.

Santarém presta homenagem ao marquês de Sá da Bandeira

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© Município de Santarém

O Município de Santarém e a Academia Militar prestaram homenagem, no dia 06 de janeiro, ao General Bernardo de Sá Nogueira de Figueiredo, mais conhecido como Marquês de Sá da Bandeira, por ocasião do 147º aniversário da sua morte.

Em comunicado, a autarquia aponta que participaram nesta homenagem ao antigo aluno da Academia Real de Artilharia Fortificação e Desenho e fundador da Escola do Exército, ambas percursoras da Academia Militar, Ricardo Gonçalves, Presidente da Câmara Municipal de Santarém (CMS), Major-General João Carlos Cabral de Almeida Loureiro Magalhães, Comandante da Academia Militar, João Teixeira Leite, Vice-Presidente da CMS, Nuno Russo, Diogo Gomes, Nuno Domingos, Carmen Antunes e Sofia Martinho, vereadores da CMS, entres outras entidades e individualidades e à qual se associaram familiares do Marquês.

“Esta é uma forma de reconhecimento ao Marquês de Sá da Bandeira pelo homem de ideais, um combatente permanente pela liberdade e pela igualdade”, referiu o presidente Ricardo Gonçalves.

A cerimónia teve início com a deposição de uma coroa de flores junto à estátua do Marquês, na Praça de Sá da Bandeira (Largo do Seminário), a que se seguiu uma alocução alusiva à sua personalidade, vida e obra.

A homenagem prosseguiu no Cemitério Municipal de Santarém, onde também foi depositava uma coroa de flores no túmulo do Marquês de Sá da Bandeira e proferida uma prece pelo Capelão da Academia Militar, Pe. Tenente Ricardo Cristiano Barbosa.

Obras da Linha do Oeste entre Sintra e Torres Vedras foram retomadas

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© Infraestruturas de Portugal (IP)

As obras de modernização da linha ferroviária do Oeste foram retomadas entre as estações de Meleças (Sintra) e Torres Vedras, no distrito de Lisboa, após uma paragem de mais de meio ano, adiantou à Lusa a Infraestruturas de Portugal.

Questionada pela agência Lusa, a Infraestruturas de Portugal (IP) informou que a empreitada entre Meleças e Torres Vedras foi retomada “no início de novembro de 2022”, dois anos depois de ter tido início.

As obras estiveram paradas mais de meio ano “por manifestas dificuldades técnicas e financeiras do consórcio a quem foi adjudicada inicialmente a empreitada”, explicou a empresa.

Por esse motivo, foi realizada uma “cessão contratual entre o consórcio inicial e um novo consórcio”, uma “solução complexa em termos jurídicos” e que originou “processos em tribunal”, admitiu a IP, que pretende concluir a obra até ao final deste ano.

“A salvaguarda do interesse público conduziu a uma morosidade superior ao esperado neste processo”, adiantou a empresa, segundo a qual a obra foi reiniciada em novembro, depois da “aprovação formal da cessão contratual”.

Já a empreitada entre Torres Vedras e Caldas da Rainha “está em curso desde julho”, acrescentou a empresa.

Relativamente ao prolongamento das obras de modernização da Linha do Oeste até ao Louriçal, a IP adiantou que prevê lançar concurso público “durante o primeiro trimestre de 2023”, faltando a aprovação da portaria de extensão de encargos.

Em dezembro, a Comissão de Defesa da Linha do Oeste realizou uma concentração frente ao Ministério das Infraestruturas e da Habitação, em Lisboa, para exigir ao Governo a conclusão das obras de modernização da via até ao final de 2023.

O projeto de modernização da Linha do Oeste (Sintra/Figueira da Foz) está dividido em duas empreitadas, sendo a primeira a de eletrificação e modernização do troço entre Mira Sintra-Meleças (Sintra) e Torres Vedras, num investimento de 61,7 milhões de euros.

A segunda consiste na modernização e eletrificação do troço entre Torres Vedras e Caldas da Rainha, orçada em 40 milhões de euros.

Nazaré: GNR apreende mais de 150 quilos de polvo-vulgar

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© Guarda Nacional Republicana (GNR)

Mais de 150 quilos de polvo-vulgar foram apreendidos no Porto de Pesca da Nazaré pela Unidade de Controlo Costeiro, através do Subdestacamento de Controlo Costeiro da Nazaré, informou a GNR.

Em comunicado, a GNR adianta que o pescado foi apreendido na quarta-feira, no âmbito de uma ação de fiscalização para controlo de descargas de pescado das embarcações da pesca.

Segundo a GNR, os militares da Guarda constataram o desembarque e transporte de pescado diretamente para um veículo, sem o sujeitar ao regime de primeira venda de pescado fresco, configurando uma contraordenação de fuga à lota, motivo que levou à sua apreensão.

“Foi identificado o mestre da embarcação, um homem de 30 anos e elaborado um auto de contraordenação, cuja coima pode ascender aos 1.500 euros”, lê-se na nota da GNR, que acrescenta que o polvo foi transportado para a lota da Nazaré a fim de ser sujeito ao regime de primeira venda em lota, pelo sistema de leilão obrigatório.

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