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Caldas da Rainha
Segunda-feira, Junho 29, 2026
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Associação comercial assinala 120 anos com 12 tertúlias nas Caldas da Rainha

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© João Polónia/Notícias Em Direto

A Associação Comercial dos Concelhos das Caldas da Rainha e Óbidos (ACCCRO) comemora 120 anos, que serão assinalados ao longo de 2023 com um ciclo de 12 tertúlias para debater com a sociedade civil as preocupações do setor.

A ACCCRO pretende “através da informalidade das tertúlias debater com os representantes da sociedade civil assuntos que são, no final, uma preocupação de todos”, indica associação, num comunicado divulgado hoje sobre as comemorações dos 120 anos de ação nos concelhos das Caldas da Rainha e de Óbidos, ambos no distrito de Leiria.

As doze tertúlias realizar-se-ão no dia 12 de cada mês, exceto no mês de janeiro que será no dia 27, “em 12 locais diferentes e com 12 tertulianos convidados cada”, visando “aproximar as pessoas, pô-las a descrever as suas experiências, a partilharem pontos de vistas, a reconstruírem novas opiniões e um projeto comum para o futuro da ACCCRO e dos seus associados”, lê-se na nota.

“Acolhimento de imigrantes através dos seus negócios” será o tema do primeiro encontro, este mês, numa conversa para refletir sobre “a complexidade e a necessidade da integração dos imigrantes com diferentes hábitos culturais, sociais, de consumo, origens e religiosos”, olhando para os seus negócios e as condições de trabalho, é indicado.

Em fevereiro, a tertúlia abordará “O Futuro da Restauração. Concorrência ou Aliados?” e, em março, “O desafio dos negócios noturnos”.

Gastronomia, agricultura, indústria, artesanato e atividades do mar vão estar em destaque na tertúlia de abril, sob o tema “Turismo criativo”, enquanto em maio o foco será uma reflexão sobre o futuro do associativismo empresarial em Portugal e os caminhos a seguir.

A discussão sobre a continuidade das empresas familiares, que passam de geração em geração, será o tema a discutir em junho, na tertúlia “Famílias Empresárias – Gestão de Negócios de família e em família”, a que se seguirá em julho “Saúde no privado”, um repto para falar “não apenas dos grandes grupos económicos”, mas também “sobre as PME [Pequenas e Médias Empresas] da saúde, e de como estas se devem aliar para encontrar soluções competitivas e do interesse de todos”.

Em agosto, irá refletir-se sobre a “Importância dos municípios no desenvolvimento do comércio das cidades” e, em setembro, sobre o “Comércio de Cidade versus Plataformas ‘online’ – Lojas de Bairro”, questionando-se a convivência entre estas formas de comércio.

“Mobilidade Sustentável – urbanismo no desenvolvimento do comércio das cidades” será o tema para outubro, antecedendo, em novembro, a discussão sobre “Comércio de Rua versus Centros Comerciais versus Hipermercados”.

A fechar o ciclo, a proposta de dezembro irá sugerir uma reflexão sobre “Caldas da Rainha, cidade criativa ou cidade com criativos”, questionando se “uma cidade com um grande património histórico de artes e artistas, de vários setores, poderá hoje ser confundida com uma cidade com muitos criativos, mas sem um projeto de cidade que os envolva”.

As tertúlias são abertas a todos os interessados e irão realizar-se em locais que a associação irá divulgando ao longo do ano.

Inserido no Ciclo das Tertúlias comemorativas, terá ainda lugar em 12 de maio, Dia Mundial do Comércio, a Gala do 120.º Aniversário da ACCCRO, na qual serão distinguidos os associados mais antigos.

Depressão Fien responsável pelo agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias

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A depressão Fien chegou esta tarde a Portugal Continental e será responsável pelo agravamento das condições meteorológicas nos próximos dias, prevendo-se frio, chuva e agitação marítima, informou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

“O estado do tempo em Portugal continental será influenciado pela ação conjunta de um anticiclone localizado na região dos Açores e da depressão Fien, induzindo uma forte corrente de noroeste sobre o continente com o transporte de uma massa de ar polar marítimo”, descreve o IPMA, num comunicado publicado na sua página da Internet.

De acordo com o IPMA, prevê-se para hoje a ocorrência de períodos de chuva no continente, em particular nas regiões Norte e Centro, “passando a regime de aguaceiros na terça-feira”.

Também para terça-feira, prevê-se a queda de neve acima dos 800/1.100 metros de altitude no Norte e Centro do país e a intensificação do vento, com rajadas que em algumas regiões poderão atingir os 120 quilómetros por hora.

A temperatura também irá “descer significativamente entre terça e quinta-feira, com valores de temperatura mínima abaixo dos 5 graus Celsius, sendo entre -5 C a 0º no interior Norte e Centro e entre 5 C e 8ºC no litoral da região Sul.

Também hoje o IPMA indicou que os distritos do Porto, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Braga vão passar de aviso laranja para vermelho a partir de terça-feira à noite devido à agitação marítima

Estes sete distritos, que estão sob aviso laranja, vão passar a aviso vermelho, o mais grave de uma escala de três, a partir das 21:00 de terça-feira e até às 06:00 de quarta-feira devido à previsão de agitação marítima forte, com ondas de noroeste com 6,5 a 7,5 metros de altura significativa, podendo atingir a altura máxima de 12 a 14 metros.

Os distritos de Faro, Setúbal e Beja estão sob aviso amarelo por causa da agitação marítima forte até às 18:00 de terça-feira passando depois a aviso laranja até às 00:00 de quinta-feira.

Sob aviso laranja estão ainda os distritos de Castelo Branco e da Guarda devido à previsão de vento de oeste com rajadas até aos 120 quilómetros por hora nas terras altas entre as 21:00 de hoje e as 06:00 de terça-feira.

O IPMA emitiu também aviso amarelo para os distritos de Bragança, Viseu, Porto, Faro, Vila Real, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga entre as 21:00 de hoje e as 03:00 de terça-feira por causa do vento forte, prevendo-se rajadas até 100 quilómetros por hora nas terras altas.

Os distritos de Braga, Coimbra, Aveiro, Castelo Branco, Viana do Castelo, Vila Real, Guarda, Porto, Viseu e Bragança estão igualmente sob aviso amarelo por causa da queda de neve acima de 800/1.000 metros, descendo a quota para os 500/700 metros entre as 06:00 de terça-feira e as 03:00 de quarta-feira.

O IPMA emitiu ainda aviso amarelo para os distritos de Viseu, Porto, Vila Real, Viana do Castelo, Aveiro e Braga devido à previsão de chuva por vezes forte, em especial nas regiões montanhosas entre as 00:00 e as 03:00 de terça-feira.

Devido à forte agitação marítima as barras marítimas de Aveiro, Caminha, Douro, Esposende, Vila Praia de Âncora, Póvoa de Varzim e Vila do Conde estão fechadas a toda a navegação.

Por causa do estado do tempo, a Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) pediu no sábado à população para que adote medidas preventivas para se defender da “descida significativa da temperatura”, acompanhada de precipitação no Minho e Douro Litoral e neve nas terras altas, a partir de hoje.

Violação dos direitos humanos “não é política do Estado angolano”

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A secretária de Estado da Justiça para os Direitos Humanos e Cidadania afirmou hoje que Angola acompanha as denúncias relativas à violação dos direitos humanos, sublinhando que são “procedimentos individuais”, e não uma política do Estado angolano.

Em declarações à Lusa, à margem de uma cerimónia de assinatura de contratos de direitos humanos da delegação da União Europeia (UE), Ana Celeste Januário comentou o relatório da organização Human Rights Watch (HRW), divulgado na semana passada, expressando as preocupações do governo sobre o tema.

Notando que a HRW não tem presença em Angola, a secretária de Estado disse que “estes relatórios trazem sempre algumas imprecisões”, embora admita que “há preocupações” sobre o assunto e acrescentou que a Estratégia Nacional de Direitos Humanos contempla “ações muito especificas relativamente a estas matérias”.

Ataques à liberdade de imprensa, violência policial e detenções arbitrárias em Angola são algumas das denúncias no relatório da HRW sobre os direitos humanos em 2022, que coincidiu com ano eleitoral no país africano.

Sobre a atuação policial, Ana Celeste Januário sublinhou que existe um protocolo com a Polícia Nacional, para a formação de agentes, sendo seguidos todos os casos em que “há má atuação”.

“Não é política de Estado em matéria de direitos humanos que se violem os direitos humanos, que se viole a dignidade de qualquer cidadão, na maior parte das vezes são procedimentos individuais e quebras de protocolo”, frisou.

Quanto à liberdade de imprensa e acesso à informação, a secretária de Estado garantiu também que são seguidos os casos denunciados.

“O trabalho que temos estado a fazer é centrado na prevenção, para que não ocorra nenhuma violação (de direitos humanos) em nenhuma área, mas, infelizmente isso nem sempre é possível na maior parte dos países do mundo e a própria HRW faz esta referência”, salientou a responsável.

Ana Celeste Januário explicou que o primeiro passo é sempre verificar a veracidade da informação, fazendo-se depois o acompanhamento.

“Há casos que, às vezes, parecem de violação ou má atuação, mas depois verifica-se que não há nenhuma intervenção do Estado, nem por ação ou inação”, prosseguiu, salientando que quando os casos são confirmados deve haver responsabilização.

Por isso, em 2022 começou também a ser desenvolvido um sistema de denúncia para que haja também uma resposta e “que o cidadão não sinta que há impunidade e sinta efetivamente a mão do Estado”.

A governante referiu ainda que, no campo dos direitos humanos, o Governo tem promovido fóruns de diálogo com a sociedade civil, e mecanismo de diálogo bilaterais com as instituições, bem como a publicação de relatórios.

Presidente da Rádio Televisão Cabo-verdiana demite-se após acusação de violência de género

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© DR

O presidente da Rádio Televisão Cabo-verdiana (RTC), Policarpo de Carvalho, pediu hoje a demissão do cargo após ser acusado pela prática do crime de Violência Baseada no Género (VBG).

Em conferência de imprensa, Carvalho disse que se demitiu do cargo para aguardar a decisão final da justiça sobre o caso, noticiado hoje pela imprensa cabo-verdiana, dando conta que a ofendida é a esposa.

“Estou a deixar o cargo de cabeça levantada e da outra parte do processo houve claramente um golpe, muito bem montado, contra a minha pessoa”, criticou o ex-dirigente, que estava no cargo desde junho de 2020.

No domingo, sem mencionar nomes, o Ministério Público anunciou a detenção, fora de flagrante delito, de dois indivíduos indiciados da prática do Crime de Violência Baseada no Género Agravado.

Um dos indivíduos, de 60 anos, – a outra é uma mulher de 49 anos – é economista de formação e é indiciado da prática de três crimes de violência baseada no género agravado.

Ao ser submetido ao primeiro interrogatório, o homem ficou como medida de coação de proibição de permanência na casa de morada de família, proibição de contacto e aproximação da vítima e apresentação periódicas às autoridades.

Na conferência de imprensa, Policarpo de Carvalho disse que sai da RTC orgulhoso do trabalho desenvolvido, explicando que não agrediu a esposa, como foi escrito na imprensa cabo-verdiana.

A mulher também desmentiu a alegada agressão, supostamente numa viagem de férias recente entre ambos ao estrangeiro, dizendo que poderão estar em causa agressões psicológicas, denunciadas por familiares próximos.

“É triste que neste país, quando há famílias com capacidade real, as pessoas tentam aniquilar”, lamentou o ex-presidente da RTC, maior empresa de comunicação social publica do país, criada em 1997, após fusão da rádio e da televisão nacionais.

Instado a pronunciar-se sobre o caso na manhã de hoje, o primeiro-ministro cabo-verdiano, Ulisses Correia e Silva, disse que situações como estar indiciado da prática de crime de VBG não casa com o de presidente da RTC, relegando a decisão ao conselho de independente da empresa.

O presidente do conselho independente, Daniel Medina, disse que os membros vão reunir-se e que na quarta-feira vão indicar um dos dois administradores para passar a assumir o cargo de presidente.

Óbidos: Tertúlia retrospetiva assinala 35 anos da Biblioteca Municipal

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© Município de Óbidos

A Biblioteca Municipal de Óbidos assinalou no passado sábado, dia 14 de Janeiro, os 35 anos de atividade.

Para celebrar a efeméride foi feita uma retrospetiva das últimas décadas em modo tertúlia na Casa José Saramago. A apresentação esteve a cargo dos técnicos do Município, João Tormenta e Pedro Luís.

As funções desempenhadas pela Biblioteca, os trabalhos realizados para promover a leitura e divulgar livros e a promoção do desenvolvimento comunitário ao longo dos 35 anos foram alguns dos tópicos abordados.

Foi feita, ainda, uma reflexão conjunta sobre o futuro das Bibliotecas no concelho de Óbidos, “tendo em conta a mudança dos paradigmas sobre o livro e a crescente importância do digital”.

Este ano com o enquadramento do Ano Europeu das Competências, proclamado a 12 de Outubro de 2022 pela Comissão Europeia, “pretendemos reforçar a importância das bibliotecas públicas enquanto serviços de proximidade, inclusão, inovação e participação cidadã”, conta a vereadora com o pelouro da Cultura, Margarida Reis.

Competências de literacia;
Competências multilingues;
Competências matemáticas e no domínio das ciências, da tecnologia e da engenharia;
Competências digitais;
Competências pessoais, sociais, e capacidade de «aprender a aprender»;
Competências de cidadania;
Competências de empreendedorismo;
Competências de sensibilidade expressão culturais.

“Assim, as efemérides que destacamos pretendem ser um incentivo ao desenvolvimento de projetos e atividades que reflitam o envolvimento da biblioteca pública nestas temáticas, evidenciando o importante papel destes equipamentos nos territórios”, diz Margarida Reis.

Marinha Grande lança Fundo de Coesão Social para ajudar famílias

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© Município da Marinha Grande

A Câmara da Marinha Grande, no distrito de Leiria, lançou o Fundo de Coesão Social para ajudar famílias em situação de vulnerabilidade socioeconómica, cujo regulamento foi hoje publicado em Diário da República.

À agência Lusa, o presidente do município, Aurélio Ferreira (independente), explicou que “o objetivo fundamental é ajudar as famílias”.

“Prevemos que 2023 possa ser um ano muito difícil e o nosso município não tinha um meio para poder ajudar de imediato quando as famílias chegavam a nós”, declarou Aurélio Ferreira.

O regulamento do Fundo de Coesão Social entra em vigor na terça-feira.

“Já temos uma lista de famílias que nos bateram à porta”, declarou, referindo que havia uma verba proposta para este fim no Orçamento para 2023, que foi chumbado.

De acordo com Aurélio Ferreira, “a verba vai ser atualizada à medida das necessidades, é esse o princípio”, notando que, como se desconhece a evolução do ano, a fixação de um valor “poderia ser limitado ou em excesso”.

“Assim, vamos fazendo à medida que, efetivamente, as necessidades nos forem batendo à porta”, afirmou, reiterando: “É esse o princípio, não ter aqui um valor mínimo, nem máximo, que é para não estarmos limitados em cada momento a dizer ‘olha, agora não temos mais valor e temos famílias a bater à porta’”.

Sem precisar o número de famílias que acorreram à autarquia com pedidos de ajuda, o presidente da Câmara esclareceu que até ao momento têm sido encaminhadas para outros locais, mas, a partir de agora, o município vai ter “capacidade para analisar situação a situação e, depois, atuar em conformidade com as necessidades das pessoas”.

Sobre o eventual agravamento da situação económica do país, Aurélio Ferreira observou que a guerra na Ucrânia continua, assim como as questões dos preços da energia, considerando que o Fundo de Coesão Social permite à Câmara estar preparada para atuar, agora ou no futuro.

Uma nota de imprensa da Câmara da Marinha Grande divulgada em dezembro de 2022 adiantou que a aprovação do regulamento “vai permitir a atribuição de apoio económico a pessoas ou famílias em situação de carência económica, risco social ou emergência social de caráter eventual, residentes no concelho”.

“O regulamento estabelece os critérios de acesso e atribuição de prestações pecuniárias de caráter eventual e excecional, através do Fundo de Coesão Social, que visam colmatar carências económicas, pontuais e devidamente comprovadas, para aquisição de bens e serviços, que se destinam a satisfazer necessidades básicas da pessoa que requer o apoio ou do seu agregado familiar”, anunciou então a autarquia.

A ajuda económica vai contemplar alimentação, alojamento e eletricidade, água e resíduos, gás e internet, desde que esta última seja comprovadamente utilizada para fins escolares e profissionais.

Medicamentos e meios complementares de diagnóstico, mobiliário e equipamentos domésticos básicos, produtos de higiene pessoal e doméstica, renda de casa ou prestação de crédito à habitação e transportes públicos são outras das necessidades básicas contempladas.

Federação de Ciclismo quer “aumentar direitos dos ciclistas na via pública”

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A Federação Portuguesa de Ciclismo quer “aumentar os direitos dos ciclistas na via pública” e, nesse sentido, apresentou quatro propostas de alteração ao Código da Estrada e ao Regulamento de Sinalização de Trânsito.

Em comunicado, a organização defende a alteração do artigo 38.º do Código da Estrada, “de forma a permitir a possibilidade de um veículo automóvel cruzar um traço contínuo quando existirem condições de segurança para ultrapassar um ciclista que circule à sua frente em marcha mais lenta”.

A Federação explica que o facto de isso ser proibido atualmente gera “condições potenciais de pressão e conflito entre condutores de veículos automóveis e ciclistas”.

Outra medida passa pela equiparação do sinal D7a – Pista Obrigatória para Velocípedes – ao sinal D6 – Via Reservada a Veículos de Transporte Público, com a Federação a alertar para os “riscos” de “obrigar um ciclista experiente em treino ou um grupo de ciclistas nas mesmas circunstâncias a pedalar nas ciclovias”.

Outra das propostas – que surgiram no âmbito da Estratégia Nacional para a Mobilidade Ativa Ciclável – é a substituição da expressão “utilizador vulnerável”, aplicada a peões e ciclistas, por “utilizador prioritário”, considerando que a primeira “inverte o ónus da responsabilidade pela segurança rodoviária, colocando-o sobre a vítima”.

A Federação Portuguesa de Ciclismo defende ainda “o alargamento do âmbito e cobertura dos patrulheiros de trânsito”, o que permitiria “reduzir os custos com organização de eventos recreativos e desportivo, garantindo a articulação com as forças de segurança, mas também agilizar processos de promoção da mobilidade ativa”.

Neve encerra estradas no maciço central da serra da Estrela

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© Turismo Centro Portugal

As estradas do maciço central da serra da Estrela estão encerradas ao trânsito desde as 22:45 de domingo devido à queda de neve, disse hoje à agência Lusa fonte da Proteção Civil.

Segundo o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil das Beiras e Serra da Estrela, a neve que caiu no domingo levou ao corte dos troços rodoviários números 11, 12 e 13, que fazem a ligação Piornos – Torre e Torre – Lagoa Comprida.

A mesma fonte referiu à Lusa que não há previsão para a reabertura dos troços do maciço central da serra da Estrela que estão encerrados à circulação automóvel.

Doze distritos de Portugal Continental estão hoje sob aviso laranja devido ao vento e agitação marítima, indicou o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

Os distritos de Porto, Faro, Setúbal, Viana do Castelo, Lisboa, Leiria, Beja, Aveiro, Coimbra e Braga vão estar, até quarta-feira, sob aviso laranja, o segundo mais grave de uma escala de quatro, devido à agitação marítima. Os distritos de Guarda e Castelo Branco estão sob aviso laranja devido ao vento.

Além destes 12 distritos, outros três, Bragança, Viseu e Vila Real, vão estar sob aviso meteorológico amarelo entre hoje e as 06:00 de quarta-feira.

O aviso amarelo do IPMA significa que a situação é de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica, enquanto no laranja o risco é moderado e elevado, devendo a população seguir as recomendações da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC).

Leiria vai ter sistema de informação em tempo real para a mobilidade

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© Município de Leiria

A Câmara de Leiria vai implementar um sistema de informação em tempo real para a área da mobilidade, incluindo estacionamento e transportes públicos, num investimento de 740.598,88 euros financiado pelo Programa Operacional 2020, disse hoje o presidente do município.

“Muitas das cidades têm hoje necessidades muito grandes em termos de mobilidade. A informação é um mecanismo para evitar, muitas vezes, sobrecargas de acesso à cidade”, afirmou Gonçalo Lopes.

Para o autarca, “quanto mais informação existir sobre os lugares que estão disponíveis para estacionar” ou o tempo que falta para o autocarro chegar a determinada paragem e “todas estas informações associadas a uma rede de bicicletas partilhadas e outras soluções de mobilidade, fazem com que se consiga ter uma cidade mais inteligente na área da mobilidade, seja transporte público, seja individual”.

“Foi com esse objetivo que se fez esta candidatura, direcionada especialmente para a mobilidade, com o objetivo de tornar não só as paragens de autocarro, mas também todo o sistema de estacionamento e de circulação, mais inteligente em termos de informação”, referiu, esclarecendo que os painéis a instalar terão outra informação associada, como a sensibilização ambiental ou eventos culturais, para tornar “este investimento mais polivalente e útil à comunidade de Leiria”.

Numa informação enviada à Lusa, a autarquia adiantou que pretende criar “uma plataforma de gestão integrada, focada na mobilidade, sendo um elemento agregador de dados e informação para uma melhor gestão de toda a operação”.

“Pretende-se facilitar o acesso à rede de transportes, bem como incrementar o uso quotidiano dos modos suaves de mobilidade, nomeadamente a pé e de bicicleta, simultaneamente otimizando a utilização do transporte público e racionalizando o uso do transporte individual”, precisou a Câmara.

A operação visa “a implementação de um sistema de informação aos utilizadores em tempo real, ou seja, uma solução tecnológica com interface” na Internet que “garante ao Município de Leiria uma gestão transversal e centralizada da informação dos vários subsistemas instalados em meio urbano”, explicou.

“A plataforma deve disponibilizar um ecrã de acesso público, que contém informação relevante para o cidadão, onde este pode encontrar informação sobre a rede de transportes, serviços disponibilizados, horários, partidas e outra informação relevante”, acrescentou a autarquia.

Por outro lado, o sistema inclui a “instalação de um sistema de informação em tempo real associado ao estacionamento”, que informa sobre a disponibilidade de lugares livres nos vários locais que se pretende monitorizar.

Estão previstos equipamentos para monitorizar as bolsas de estacionamento, neste caso, nos parques explorados por operadores privados (subterrâneos da Fonte Luminosa e de Santo Agostinho, e do Maringá e do Edifício 2000), assim como nos parques explorados pela Câmara (Fonte Quente, Centro Cultural de Sant’Ana e Edifício “O Paço”).

A monitorização estende-se às bolsas de lugares ao ar livre, sem controlo de entradas (zona desportiva, Mercado Municipal, Jardim da Almuinha e Olhalvas).

Prevê-se, igualmente, a instalação de painéis de informação “nas entradas da cidade com indicação de capacidades disponíveis em parques de estacionamento”.

O investimento integra, ainda, a instalação de painéis de informação em tempo real sobre a rede de transportes públicos da cidade, ‘mupis’ interativos e a criação de uma aplicação para telemóvel, além de um portal público, com o “principal objetivo centralizar todas as informações relativas à mobilidade em Leiria”.

O presidente da Câmara de Leiria disse que se segue um período de contratação que “vai estar dependente daquilo que é o fornecimento de material tecnológico oriundo, sobretudo, da Ásia e, por isso, há uma dificuldade em estabelecer um calendário de entrega”.

Gonçalo Lopes admitiu, contudo, que “a contratação será realizada ainda este ano e, portanto, a instalação poderá ser feita só no próximo ano, em 2024″.

Vila das Rainhas, a ginja d’Óbidos é “Prémio 5 Estrelas”

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Vila das Rainhas, a ginja d’Óbidos, da empresa Frutóbidos, voltou a ser a marca de eleição dos portugueses, na edição 2023 do Prémio Cinco Estrelas, na categoria “Licor de Ginja”.

O Prémio Cinco Estrelas é uma iniciativa nacional que anualmente mede o grau de satisfação que os produtos, serviços e as marcas conferem aos seus utilizadores, tendo como critérios de avaliação as cinco principais variáveis que influenciam a decisão de compra dos consumidores: Satisfação pela experimentação, relação Preço – qualidade, Intenção de compra ou recomendação, Confiança na marca e Inovação. Esta distinção acontece pelo 5º ano consecutivo.

Mariana Brás, CEO da empresa Frutóbidos, destaca o caráter pioneiro da empresa na produção da Ginja d’Óbidos e a manutenção da mesma qualidade desde o primeiro lote. “O nosso respeito pela produção de um fruto diferenciado e de grande qualidade, a fidelidade à receita original e o empenho na arte de bem fazer o licor, são os fatores que levam a que o consumidor eleja consecutivamente a marca como 5 Estrelas. Agradecemos a preferência e continuaremos a trabalhar para oferecer aos nossos consumidores os melhores produtos”, realça ainda a responsável.

Vila das Rainhas é um licor natural, sem corantes ou aromatizantes, feito apenas com 4 ingredientes: ginja, açúcar, água e álcool. Chega até si com uma cor rubi, sabor e aroma intensos a ginja, corpo volumoso e aveludado. Pode ser consumido simples à temperatura ambiente ou fresco, ou, explorando a sua versatilidade em cocktails ou como ingrediente na culinária. Consumido como aperitivo ou como digestivo.

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