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Sábado, Julho 4, 2026
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PSP de Leiria trava grupo suspeito de furtos em lojas de roupa de gama alta

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Quatro suspeitas de furtos em lojas de roupa, perfumarias e outros bens de “gama alta” foram identificadas pela PSP de Leiria, após uma investigação de cerca de cinco meses.

Segundo explicou à agência Lusa o comissário André Antunes, a “investigação desenvolveu-se no âmbito de um inquérito-crime com cerca de cinco meses, que tinha vários apensos e que ontem [quinta-feira] levou à identificação das suspeitas e apreensão de diverso material”, através de uma operação policial na zona de Loures/Odivelas e Figueira da Foz.

As mulheres, com idades entre os 20 e 46 anos, são suspeitas de furtar em lojas de roupa, cosmética, perfumaria, malas, tudo de “gama alta”.

Atuavam em grupo, adiantou André Antunes, “utilizando manobras de distração e sacos forrados a alumínio”.

“Algum do material apreendido ainda se encontrava com etiquetas e alarmes, e estima-se que o valor dos furtos ascenda a cinco mil euros”, acrescentou o comissário da PSP de Leiria.

Na quinta-feira, a Esquadra de Investigação Criminal de Leiria desencadeou uma operação policial que visou o cumprimento de cinco buscas domiciliárias e seis não domiciliárias.

Na sequência da operação foram constituídas arguidas quatro mulheres, tendo sido recuperado e apreendido diverso material proveniente dos furtos efetuados, na sua maioria de bens de marcas conceituadas nos respetivos segmentos, tais como peças de vestuário, malas, calçado, perfumes, entre outros, referiu o Comando Distrital da PSP de Leiria, numa nota de imprensa.

As visadas encontram-se indiciadas pela prática deste tipo de crime em vários pontos do país.

André Antunes esclareceu ainda que as suspeitas são de Lisboa e da Figueira da Foz, mas terão realizado vários assaltos na zona de Leiria, o que levou a que fosse a PSP desta região a desenvolver e a assumir a investigação mesmo, depois, de furtos de outros pontos do país.

A operação contou com o apoio do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP, do Comando Distrital de Coimbra da PSP, bem como de meios da GNR na valência de ordem pública.

Hospital de Santarém pede desvio de doentes urgentes com traumatismos até às 20:30

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O Hospital Distrital de Santarém pediu o encaminhamento de doentes urgentes com traumatismos para outros hospitais até às 20:30 de hoje devido a constrangimentos no serviço de urgências de Ortopedia, afirmou fonte da unidade hospitalar.

A mesma fonte destacou à Lusa que, “apesar dos esforços desenvolvidos, o serviço de urgências de Ortopedia apresenta limitações”, pelo que foi pedido ao Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) “o encaminhamento de situações urgentes e emergentes” desta especialidade para outros hospitais da rede do Serviço Nacional de Saúde (SNS).

O pedido de encaminhamento de ambulâncias para outros hospitais refere-se a doentes mono e politraumatizados e com fraturas expostas e decorre desde as 08:30 de hoje até às 20:30.

Nova chamada às 13:15 para prova de surf em Supertubos

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DR

A prova portuguesa do circuito principal da Liga Mundial de Surf (WSL), em Peniche, continua ‘on hold’, à espera da melhoria das condições das ondas na praia de Supertubos, com nova chamada marcada para as 13:15.

A organização do MEO Rip Curl Pro Portugal atualizou às 11:45 a informação sobre o arranque do campeonato, avançando já que a competição feminina não vai hoje para a água.

Depois de dois dias sem ação, por causa do vento forte e desfavorável, caso a decisão relativa ao quadro masculino seja positiva, a competição na terceira etapa do circuito da elite mundial começa às 13:32, informou a WSL.

O período de espera da terceira etapa do circuito mundial, em Peniche, começou na quarta-feira (08 de março) e decorre até 16 de março, com a presença dos portugueses Frederico Morais, Teresa Bonvalot e Yolanda Hopkins.

‘Kikas’ vai disputar a quinta bateria da primeira ronda frente ao australiano Jack Robinson, atual líder do circuito depois das duas provas realizadas no Havai (Pipeline e Sunset Beach), e ao havaiano Barron Mamiya.

No quadro feminino, Teresa Bonvalot está no primeiro ‘heat’ perante a australiana Tyle Wright, bicampeã mundial em 2016 e 2017, e a havaiana Bettylou Sakura Johnson, enquanto Yolanda Hopkins encara a australiana Stephanie Gilmore, atual campeã do mundo e detentora de oito títulos, em 2007, 2008, 2009, 2010, 2012, 2014, 2018 e 2022, e a norte-americana Caitlin Simmers.

Médica inicia funções em Peniche após esperar sete meses por autorização

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foto ilustrativa: João Polónia/ Notícias Em Direto

Uma médica de clínica geral entrou esta semana em funções na extensão de saúde da Atouguia da Baleia, no concelho de Peniche, onde faltam médicos de família, após sete meses à espera da autorização, confirmou o presidente da junta.

António Salvador disse hoje à agência Lusa que a médica “entrou em funções na terça-feira” após ter sido estabelecido um acordo entre a Santa Casa da Misericórdia de Peniche e as entidades ligadas à saúde.

O autarca voltou a “lamentar a imensidão de tempo” que demorou a contratação, assim como o “passar” de responsabilidades entre Agrupamento de Centros de Saúde Oeste Norte, Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT) e Ministério da Saúde.

Na última reunião pública da Câmara Municipal de Peniche, o vice-presidente, Afonso Clara, lamentou o “manancial de problemas e dificuldades na forma como as coisas correram”.

Segundo o município, o protocolo com a Misericórdia de Peniche “é uma oportunidade” para minimizar o problema da falta de médicos.

O presidente da Junta de Freguesia de Atouguia da Baleia, que em dezembro denunciou a situação por ter “pessoas desesperadas sem médico”, recordou que a contratação era aguardada desde agosto.

António Salvador classificou de “vergonhoso” o que se passou, tendo em conta a falta de médicos na região e no país, e disse que já estava encontrada uma IPSS disponível para celebrar o acordo.

Confrontado pela Lusa, o diretor do ACES Oeste Norte, João Gomes, esclareceu que remeteu todo o processo para a ARSLVT que, até hoje, não prestou esclarecimentos à Lusa.

Ainda de acordo com o presidente da junta, a extensão de saúde deveria ter quatro médicos de família para os cerca de sete mil utentes, mas não tem nem um colocado.

Em alternativa, à data de dezembro, tinham sido contratadas 26 horas por semana a um médico prestador de serviços, disse o diretor do ACES Oeste Norte.

O responsável referiu ainda que, em todo o ACES Oeste Norte, dos 183 mil utentes inscritos, 39.413 estavam sem médico de família e, destes, 12 mil eram do concelho de Peniche, admitindo que “a prestação de cuidados primários de saúde está comprometida”.

Mau tempo: Apoios do Governo devem ser pagos este mês em Lisboa e Vale do Tejo

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Município de Loures

O pagamento dos apoios do Governo decorrentes das cheias de dezembro está previsto para março em Lisboa e Vale do Tejo, disse hoje a presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR), comparticipando 50 a 60% de prejuízos.

À saída da sessão de abertura do 45.º congresso da Associação Internacional para o Desenvolvimento Urbano, que começou hoje em Lisboa, a presidente da CCDR-LVT, Teresa Almeida, adiantou à agência Lusa que o pagamento dos apoios está “iminente”.

“Estamos na fase final da possibilidade de existirem essas candidaturas [aos apoios] por parte dos privados”, sublinha, no que diz respeito ao setor do comércio e dos serviços, lembrando também “uma linha de resposta que vai ser apoiada” pela CCDR-LVT para os municípios, destinada a “infraestruturas e equipamentos municipais”.

Questionada sobre quando vão ser feitos os pagamentos para a região de Lisboa e Vale do Tejo, Teresa Almeida apontou que deverá ser ainda este mês.

“Eu penso que é ainda durante o mês de março”, afirmou, sublinhando, no entanto, que ainda há “retoques” a fazer.

A comparticipação dos prejuízos apresentados vai variar entre os 50 e os 60%, disse ainda.

“Tivemos que fazer um primeiro relatório e entregámos ao Governo no final de dezembro”, recorda a responsável da CCDR-LVT, pelo que o executivo nacional fez depois “a sua ponderação relativamente ao pacote financeiro que iria ser disponibilizado para dar resposta às ocorrências verificadas”.

No dia 15 de fevereiro, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, disse no parlamento que os prejuízos decorrentes do mau tempo que afetou o país em dezembro e em janeiro aumentaram para 342 milhões de euros.

O anterior balanço dos prejuízos era de 293 milhões de euros e o volume dos apoios a conceder ascendia a cerca de 185 milhões de euros, sendo que o processamento dos apoios está a cargo das CCDR.

A ministra da Coesão referiu que os avisos para apoios a equipamentos e infraestruturas municipais e aos empresários seriam lançados até ao final do mês de fevereiro, não informando, na altura, se a verba seria reforçada.

Vários distritos do continente foram afetados por chuvas fortes entre o final de 2022 e o início deste ano, com grandes inundações, estragos em estradas, comércio e habitações, e dezenas de desalojados.

Em Algés, no concelho de Oeiras (distrito de Lisboa), foi registada uma morte.

O último balanço apresentado pela CCDR-LVT dava conta de prejuízos na ordem dos 185 milhões de euros, registados por vários municípios: Amadora, Almada, Cascais, Lisboa, Loures, Mafra, Odivelas, Oeiras, Seixal, Sintra e Vila Franca de Xira.

Segundo Teresa Almeida, Mafra não chegou a apresentar prejuízos e o município de Cascais prescindiu posteriormente de pedir os apoios para os estragos relatados, pelo que, sem Cascais, o valor será de 167 milhões de euros.

Governo e professores sem acordo

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O líder do Sindicato de Todos os Profissionais de Educação (Stop), André Pestana, disse hoje após uma reunião com o Governo não ter havido acordo e acrescentou que para já a luta dos professores vai continuar.

“Não há acordo porque o Governo no que cedeu foi pouco quanto às questões gravíssimas que estavam em cima da mesa”, disse aos jornalistas após uma reunião com o ministro da Educação, em Lisboa.

À saída, o dirigente sindical explicou que o Governo não cedeu em matérias como a criação de Conselhos de Quadros de Zona Pedagógica, de os professores efetivos a um agrupamento escolar puderem ficar em várias escolas a dar aulas, ou de os contratados que vinculem para o ano terem de concorrer a todo o país, o que é “altamente injusto”.

André Pestana lembrou que há um pré-aviso de greve até ao final do mês e que no dia 18 o Stop vai reunir-se em Coimbra para decidir como continuar a luta.

Para dia 20 estão marcadas novas reuniões com o ministro, como novos temas de discussão, como o descongelamento da carreira para alguns docentes ou regularização da situação de técnicos especializados.

“Este processo está encerrado, ninguém subscreveu este acordo”, concluiu o responsável, acrescentando que lhe pareceu que da parte do Governo não há vontade de contar o tempo integral do tempo de serviço dos professores.

E admitiu que a falta de um acordo pode aumentar “o desgaste e desmotivação” dos professores.

As negociações sobre um novo regime de recrutamento e colocação de professores começaram no final de setembro e algumas das propostas levaram a uma forte contestação por parte dos professores, que iniciaram no final de dezembro um período de protestos e greves, que ainda se mantêm.

Doze organizações sindicais que representam os professores pediram uma negociação suplementar, que decorreu hoje.

O ministro da Educação, João Costa, deverá dar uma conferência de imprensa ainda hoje.

ASAE instaura 51 processos-crime por especulação no setor dos bens alimentares

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© João Polónia / Notícias Em Direto

A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) instaurou 51 processos-crime por especulação em fiscalizações a 960 operadores e detetou margens de lucro superiores a 50% na cebola.

Estas conclusões fazem parte da última análise desta autoridade à subida dos preços de bens alimentares, que foi hoje apresentada, em conferência de imprensa, no Ministério da Economia e do Mar, em Lisboa.

“Foram inspecionados 960 operadores económicos […] e instauramos 51 processos-crime por especulação”, avançou o inspetor-geral da ASAE, Pedro Portugal Gaspar.

A ASAE moveu ainda 91 processos contraordenacionais, no âmbito destas ações que decorrem desde o segundo semestre de 2022.

Nazaré: Reabilitação da rede de distribuição de água arranca na segunda-feira

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A empreitada de reabilitação das redes de distribuição de água e de drenagem de águas residuais domésticas na Rua Sub-Vila, na Nazaré, inicia-se na segunda-feira, informou hoje a câmara municipal.

A obra insere-se na melhoria da qualidade dos serviços de abastecimento de água e saneamento, e destina-se a substituir a conduta de distribuição de água, “aumentando a sua capacidade, substituir os ramais de ligação e renovar a rede de combate a incêndios”, refere uma nota da autarquia do distrito de Leiria.

A intervenção decorrerá até à primeira quinzena de abril, ficando o trânsito automóvel condicionado ou interrompido.

Segundo a câmara, poderão ainda ocorrer interrupções no serviço de abastecimento de água, “que deverão acontecer durante a noite e que serão comunicadas com 48 horas de antecedência”, na página da internet dos Serviços Municipalizados da Nazaré (www.sm-nazare.pt) e na página do Facebook município.

Lisboa: Detido homem que se fazia passar por polícia

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Um homem de 55 anos, que se fazia passar por polícia, foi detido na freguesia de Arroios, em Lisboa, por ser suspeito dos crimes de ameaça e posse de arma, divulgou hoje a PSP.

Em comunicado, o Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (Cometlis) explica que o homem foi detido no decorrer de uma ação de patrulhamento, depois de ter ameaçado várias pessoas com uma arma de fogo.

A nota indica ainda que o detido, que foi notificado para comparecer na Instância Local de Pequena Criminalidade de Lisboa, tinha na sua posse uma arma de alarme e cinco munições deflagradas.

Segurança Social aplica contraordenação aos proprietários de lar encerrado na Lourinhã

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A Segurança Social vai aplicar uma contraordenação aos proprietários do lar Delicado Raminho, na Lourinhã, que mandou encerrar, e poderá vir a retirar a licença de funcionamento, esclareceu hoje à agência Lusa aquele instituto.

Questionado pela Lusa, o Instituto de Segurança Social respondeu que “vai ser instaurado processo de contraordenação contra os proprietários” e, “de acordo com a legislação vigente e as irregularidades detetadas, pode também ser aplicada a sanção acessória de cassação do alvará”.

Aquele organismo explicou que, no final de 2022, realizou uma visita de acompanhamento, na qual detetou “infrações passíveis de regularização”.

Passados vários meses e após a inspeção urgente solicitada pela ministra da Solidariedade e da Segurança Social, “face aos indícios recolhidos, a Segurança Social decretou o encerramento e fez participação ao Ministério Público”.

O Ministério Público instaurou um inquérito ao lar por suspeitas de maus-tratos.

A Segurança Social adiantou que os 61 utentes atuais do lar estão a ser transferidos para outras instituições, estando as soluções mais adequadas a serem encontradas em articulação com as respetivas famílias.

A inspeção ao lar foi concluída, “tendo confirmado várias das situações denunciadas” de maus-tratos.

O lar de idosos recebeu em 2022 uma visita conjunta de acompanhamento realizada por entidades das áreas da segurança social e saúde, que resultou em várias recomendações, indicou a ministra Ana Mendes Godinho na terça-feira.

Na comissão parlamentar de Trabalho, Segurança Social e Inclusão, a ministra frisou, no entanto, que a situação agora detetada neste lar do distrito de Lisboa “não tem nada a ver com a situação verificada na visita realizada no ano passado”.

“A situação que foi identificada no lar da Lourinhã teve prontamente intervenção por parte da Segurança Social. Após a reportagem, dei instruções e orientações para a realização de uma fiscalização urgente”, precisou, classificando a situação como “completamente inaceitável”.

Uma reportagem da SIC denunciou no domingo várias situações de maus-tratos neste equipamento.

De acordo com uma ex-funcionária, em causa estão o uso das mesmas luvas para o manuseamento de vários utentes, a existência de feridas por tratar, alimentação pobre e feita com restos de dias anteriores e falta de água quente para banhos aos utentes.

Entre os testemunhos recolhidos, o familiar de uma utente relatou também limitações nas visitas (necessidade de marcação prévia consoante a disponibilidade do lar) e o emagrecimento drástico da idosa.

Segundo a informação divulgada, o Delicado Raminho é um lar privado, tem licença de funcionamento e pode receber até 78 utentes, tendo neste momento cerca de 60. Cada um paga, em média, 1.500 euros por mês.

A Lusa tentou, sem sucesso, falar com os responsáveis pelo equipamento.

A estação televisiva referiu que o proprietário da unidade também detém o lar Península, no Montijo (distrito de Setúbal), recentemente alvo de várias denúncias de más condições.

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