No âmbito das Comemorações do 860º aniversário da elevação de Alcanede a Vila, o Municipio de Santarém aprovou, na Reunião do Executivo, um apoio financeiro no valor de 15 mil euros para a organização do Evento pela Junta de Freguesia.
De referir que, a celebração tem início a 25 de fevereiro, para “celebrar dignamente o passado e o presente da história da Freguesia, lembrando aqueles que contribuíram para o desenvolvimento e bem-estar da sua população. Estas comemorações incluem diversas atividades culturais, recreativas e desportivas, que vão decorrer ao longo de 2023, envolvendo as diversas associações e entidades da Freguesia”.
Desta forma, Alcanede pretende enaltecer a Freguesia que foi fundada em 1163 por D. Afonso Henriques e que foi sede de concelho entre 1163 e 1855.
Um homem de 55 anos foi detido, no concelho de Óbidos, por violência doméstica sobre a mãe, informou hoje a GNR.
No âmbito de uma investigação por violência doméstica, os militares da guarda “apuraram que o agressor infligiu, de forma reiterada, violência física, psicológica e ameaças sobre a vítima, sua mãe, de 78 anos”, refere um comunicado da GNR.
O alegado agressor foi detido na quarta-feira, por militares do Núcleo de Investigação e Apoio a Vítimas Específicas (NIAVE), em cumprimento de um mandado de detenção.
O detido foi presente no Tribunal Judicial da Leiria, onde lhe foi aplicada a medida de coação de prisão preventiva.
A ação policial contou com o reforço do Posto Territorial de Óbidos.
Sete pessoas ficaram hoje em prisão preventiva, depois de detidas pela Polícia Judiciária, numa operação conjunta com a PSP, suspeitos de “dezenas de crimes” com cartões bancários e meios de pagamento, avaliados em mais de 250 mil euros.
Em comunicado relativo à operação ‘FinalPay’, a Polícia Judiciária (PJ) adianta que, através da Unidade Nacional de Combate ao Cibercrime e à Criminalidade Tecnológica, em conjunto com “a PSP, Esquadra de Investigação Criminal de Sintra, e em articulação com os Departamentos de Investigação e Ação Penal de Lisboa e Sintra, desencadeou, no dia de hoje, uma operação policial, que culminou na detenção de sete indivíduos”.
Os detidos, que entretanto ficaram em prisão preventiva depois de terem sido apresentados a primeiro interrogatório judicial, são “presumíveis autores de dezenas de crimes de abuso de cartão de garantia ou de cartão, dispositivo ou dados de pagamento, falsidade informática e branqueamento, sendo que três deles são também suspeitos de vários crimes de roubo com violência”, explicou a PJ.
“O valor do dano, até agora apurado, é já superior a 250.000 euros, prevendo-se que aumente com a continuação da investigação”, adiantou a PJ no comunicado, que precisa que a operação envolveu “várias buscas domiciliárias” e resultou na apreensão de “vários objetos relacionados com a prática criminosa e/ou adquiridos de forma ilícita”.
Segundo a PJ, a investigação envolveu a “identificação e centralização de várias queixas-crime que se encontravam dispersas por várias comarcas do país”.
O comunicado acrescenta que a investigação resultou na “identificação de todos os elementos e de toda a atividade do grupo criminoso, quer na componente do uso abusivo de meios de pagamento eletrónicos, quer na parte da prática de vários crimes de roubo”.
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto
Um homem morreu e outro ficou em estado grave após inalarem gases quando limpavam uma fossa de uma exploração pecuária em Outeiro da Cabeça, no concelho de Torres Vedras, disse hoje o comandante dos bombeiros.
“Os dois funcionários estavam a limpar a fossa de uma pecuária e, devido aos gases, sentiram-se mal e ficaram inconscientes”, afirmou o comandante dos bombeiros voluntários de Torres Vedras, Hugo Jorge, à agência Lusa.
Um dos homens morreu e outro foi transportado em estado grave com prognóstico “muito reservado” para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, disse.
Um terceiro funcionário tentou auxiliar os outros dois, ambos entre os 40 e os 50 anos, e ficou com ferimentos ligeiros, mas recebeu apenas assistência no local, já que se recusou a ser transportado para o hospital, acrescentou o comandante dos bombeiros.
O acidente ocorreu cerca das 16:00 em Outeiro da Cabeça, no distrito de Lisboa, e mobilizou 18 operacionais e oito veículos, incluindo ambulâncias dos bombeiros de Torres Vedras e as Viaturas Médicas de Emergência e Reanimação de Caldas da Rainha e Loures.
O secretário de Estado do Vaticano, cardeal Pietro Parolin, vai presidir às cerimónias da Peregrinação Internacional Aniversária de 12 e 13 de maio ao Santuário de Fátima, informou hoje esta instituição.
Pietro Parolin já presidira a uma peregrinação em Fátima em outubro de 2016, meses antes da presença naquele santuário do Papa Francisco, para as comemorações do 100.º aniversário das aparições, em maio de 2017, quando canonizou os videntes Francisco e Jacinta Marto.
Esta presença em maio de Parolin em Fátima acontecerá também poucos meses antes de nova vinda do Papa a Portugal, para a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), agendada para agosto.
Pietro Parolin é cardeal desde 12 de janeiro de 2014, tendo recebido a ordenação episcopal das mãos do Papa Bento XVI, em 12 de setembro de 2009, tendo sido nomeado em 31 de agosto de 2013, pelo Papa Francisco, secretário de Estado do Vaticano.
Também já é conhecido o presidente das cerimónias de outra grande peregrinação ao Santuário de Fátima, no mês de agosto, poucos dias depois de encerrada a JMJ. Trata-se de Filomeno do Nascimento Dias, arcebispo de Luanda.
Filomeno Dias foi ordenado padre em 30 de outubro de 1983, tendo sido nomeado pelo Papa Francisco como arcebispo de Luanda em 08 de dezembro de 2014.
O novo ano pastoral do Santuário de Fátima, que se iniciou em 26 de novembro de 2022, tem como tema “Maria Levantou-se e partiu apressadamente” e tem a sua ação focada na preparação da JMJ, com uma programação dirigida aos jovens que por ali passarão nos próximos meses.
Autarcas, partidos e movimentos cívicos das Caldas da Rainha e Óbidos querem ver discutida na Assembleia da República (AR) uma petição com 13.570 assinaturas entregue hoje, visando alargar os critérios de decisão da localização do novo hospital do Oeste.
A petição intitulada “Centro Hospitalar do Oeste nas Caldas da Rainha” foi esta manhã entregue pelo primeiro subscritor, Paulo Espírito-Santo, ao vice presidente da AR, Adão Silva (PSD), depois de ter “ultrapassado em grande número” as expectativas de adesão ao documento, que reuniu 13.570 assinaturas.
O objetivo é que a petição, que defende que a localização do novo hospital do Oeste seja na confluência dos concelhos das Caldas da Rainha e de Óbidos, seja apreciada em plenário antes do anúncio da decisão do Governo, prometida pelo ministro da Saúde, Manuel Pizarro, para o final de março.
A decisão está a ser equacionada por um grupo de trabalho criado pelo Governo, cujo trabalho tem por base um estudo encomendado pela Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), que apontou o concelho do Bombarral como a melhor localização para a construção do futuro hospital.
As conclusões são contestadas pelos municípios das Caldas da Rainha e Óbidos (ambos no distrito de Leiria) e de Rio Maior (distrito de Santarém) que defendem uma localização mais a norte da região Oeste.
“Não é só uma questão política”, disse Paulo Espírito-Santo à agência Lusa, após a reunião com Adão Silva, de onde saiu com a convicção de que o vice-presidente da AR reconheceu que os argumentos apresentados hoje “são sistémicos, muito claros e fortes”.
“Não estamos a falar de uma questão de bairrismo, mas sim uma questão de importância vital”, vincou Paulo Espírito-Santo.
A petição, que continua a receber assinaturas, foi entregue por uma comitiva que integrava os presidentes das Câmara das Caldas da Rainha e de Óbidos, respetivamente, Vitor Marques (independente) e Filipe Daniel (PSD), que manifestaram a expectativa de que o documento possa ser discutido antes de 31 de março.
Os autarcas pretendem que, em plenário, “mais do que a questão do tempo e da distância que estavam considerados no estudo solicitado OesteCim, sejam colocadas todas as variáveis” e que “com a força de toda a população se consigam ver todos os pontos em cima da mesa” para que “a decisão seja mais consciente”, disse Filipe Daniel.
A construção de um hospital “desta envergadura é para muito mais do que apenas as pessoas do Oeste”,acrescentou o presidente de Óbidos, alertando que a escolha da localização pode determinar a resposta em cuidados de saúde a outros concelhos, como o de Rio Maior.
Bem como, acrescentou, “aos turistas e aos trabalhadores sazonais”, nomeadamente no setor agrícola, que entre maio e outubro ascendem a milhares concentrados nestes concelhos “e que poderão, eventualmente, necessitar destes cuidados”.
Preocupações reiteradas pelo presidente da câmara das Caldas da Rainha que, depois da entrega da petição, tem previstas novas ações para “mostrar as razões” pelas quais tem defendido a construção do hospital nestes dois concelhos.
Na próxima segunda-feira, os autarcas vão reunir com o CEO do Serviço Nacional de Saúde, Fernando Araújo, e, no dia 08 de março, serão recebidos pela Comissão de Saúde da Assembleia da República, informou Vitor Marques.
O novo hospital sucederá ao Centro Hospitalar do Oeste, que integra os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, tendo uma área de influência constituída pelas populações destes três concelhos e ainda das de Óbidos, Bombarral, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 298.390 habitantes.
Na sequência das recentes tomadas de posição públicas sobre a localização do futuro Hospital do Oeste, vem o Executivo da Câmara Municipal de Torres Vedras, de forma unânime, lamentar a atitude das autarquias de Caldas da Rainha e de Óbidos relativamente à localização do futuro Hospital.
Ao fazer tábua rasa de todo o caminho percorrido em conjunto pelas autarquias do Oeste, ao contratar um novo estudo de forma unilateral e ao pressionar o Ministério da Saúde para retardar a decisão, as autarquias de Caldas da Rainha e de Óbidos põem em causa a coesão do Oeste e dificultam a rápida decisão sobre o futuro da resposta de saúde da região.
Torres Vedras teria certamente capacidade, por maioria de razão, para apresentar argumentos separatistas e isolacionistas similares aos que as autarquias de Caldas da Rainha e de Óbidos têm apresentado. Mas, em vez disso, tem tido e continuará a ter uma posição responsável e conciliadora, em prol dos torrienses e de todos os oestinos, salvaguardando os interesses e necessidades da população desta região no domínio da saúde.
Acreditamos que, depois do caminho já percorrido, não é hora de voltar atrás. É sim tempo de confiar que, tal como previsto, o Grupo de Trabalho constituído pelo Ministro da Saúde (Despacho n.º 556/2023, de 11 de janeiro) apresentará uma proposta integrada até ao dia 31 de março de 2023, na qual se incluirá a localização, perfil funcional, modelos de financiamento e cronograma de construção do novo Hospital.
Reiteramos que importa agora defender um novo Hospital que servirá Torres Vedras e o Oeste e não um Hospital para um dos concelhos da região. Exortamos por isso todos os oestinos e os autarcas que os representam a defenderem, a uma só voz, este desígnio.
Laura Rodrigues | Partido Socialista Sérgio Galvão | Unidos por Torres Vedras Ana Umbelino | Partido Socialista Duarte Pacheco | Partido Social Democrata Francisco Martins | Partido Socialista Diogo Guia | Unidos por Torres Vedras Nelson Aniceto | Partido Socialista Secundino Oliveira | Partido Social Democrata Dulcineia Ramos | Partido Socialista
Uma petição com mais de 10 mil assinaturas, exigindo a construção do novo hospital do Oeste nas Caldas da Rainha, vai ser hoje entregue na Assembleia da República pelos autarcas e representantes partidários deste concelho e do de Óbidos.
Intitulada “Centro Hospitalar do Oeste nas Caldas da Rainha”, a petição defende que “tem de ser construído um novo Hospital do Oeste nas Caldas da Rainha”, concelho que tem “na sua génese os cuidados de saúde”, já que a cidade foi fundada com a edificação do Hospital Termal, em 1485, pela Rainha D. Leonor.
O documento surge numa altura em que se aguarda a decisão do Governo sobre a localização do novo hospital do Oeste, cujo anúncio o ministro da Saúde, Manuel Pizarro, remeteu para o final de março.
A decisão está a ser equacionada por um grupo de trabalho criado pelo Governo, cujo trabalho tem por base um estudo encomendado pela Comunidade Intermunicipal do Oeste (OesteCim), que apontou o concelho do Bombarral como a melhor localização para a construção do novo hospital.
As conclusões do estudo estão a ser contestadas pelas autarquias das Caldas da Rainha e de Óbidos, que defendem que o hospital venha a ser construído na confluência destes dois concelhos.
A pretensão conta também com o apoio do município de Rio Maior, alegando o presidente da Câmara, Filipe Santana Dias (PSD) que, apesar de este concelho pertencer ao distrito de Santarém, parte da sua população recorre ao hospital das Caldas da Rainha.
Na petição, com mais de 10 mil assinaturas, os subscritores alegam que o Centro Hospitalar do Oeste se encontra “numa situação de rotura, não dando resposta às necessidades da região”.
“Não existe resposta hospitalar adequada, nem infraestruturas condignas e recursos humanos suficientes”, com tempos de resposta ao atendimento “muito para além do aceitável, colocando em causa o pronto auxílio a quem dele necessita”, pode ler-se no documento.
Um quadro que consideram agravar-se na zona norte do Oeste, nomeadamente no concelho das Caldas da Rainha, “porque os habitantes desta região estão mais distantes de outros hospitais recentemente edificados, como é o caso dos novos hospitais públicos construídos nos concelhos a sul da região Oeste”, como Vila Franca de Xira e Loures. Bem como pelo facto de “a oferta privada de cuidados de saúde hospitalar também ser notoriamente mais forte a sul do que a norte” da região.
Considerando “urgente” a construção de um novo hospital, os subscritores defendem que este seja localizado nas Caldas da Rainha e lembram a “necessidade de garantir o investimento adequado à melhoria das condições de funcionamento do atual hospital” até que o novo seja uma realidade.
O documento vai ser entregue por uma comitiva liderada pelos presidentes das câmaras das Caldas da Rainha e de Óbidos, Vítor Marques (independente) e Filipe Daniel (PSD), respetivamente, e que integra representantes locais de partidos políticos, membros da sociedade civil e representantes da Comissão Cívica de Utentes do Centro Hospitalar do Oeste.
O Centro Hospitalar do Oeste integra os hospitais de Caldas da Rainha, Peniche e Torres Vedras, tendo uma área de influência constituída pelas populações destes três concelhos e ainda dos de Óbidos, Bombarral, Cadaval e Lourinhã e de parte dos concelhos de Alcobaça (freguesias de Alfeizerão, Benedita e São Martinho do Porto) e de Mafra (com exceção das freguesias de Malveira, Milharado, Santo Estêvão das Galés e Venda do Pinheiro), abrangendo 298.390 habitantes.
Os Estados Unidos assinalaram hoje o primeiro aniversário da invasão da Ucrânia com o anúncio de um pacote de ajuda militar a Kiev de dois mil milhões de dólares (1,8 mil milhões de euros, ao câmbio atual).
O novo pacote inclui o envio de munições e de uma variedade de pequenos ‘drones’ (aeronaves não tripuladas) de alta tecnologia para as forças ucranianas utilizarem em combate, segundo o Pentágono (defesa dos Estados Unidos), citado pela agência norte-americana AP.
Com este novo pacote, os compromissos dos Estados Unidos em assistência de segurança à Ucrânia para enfrentar as tropas russas ascendem a mais de 32 mil milhões de dólares (30,2 mil milhões de euros).
O anúncio desta nova ajuda de longo prazo foi feito poucos dias depois de o Presidente norte-americano, Joe Biden, ter feito uma visita surpresa a Kiev, onde assumiu um compromisso contínuo dos Estados Unidos para com a Ucrânia.
“Os americanos estão convosco, e o mundo está convosco”, disse Biden ao seu homólogo ucraniano, Volodymyr Zelensky, durante a visita.
O Pentágono precisou, num comunicado, que a ajuda inclui armas para combater os sistemas não tripulados da Rússia e vários tipos de ‘drones’, incluindo o Switchblade 600, um aparelho “suicida” melhorado, bem como equipamento de deteção de guerra eletrónica.
As verbas destinam-se também à compra de munições adicionais para os Sistemas de Foguetes de Artilharia de Alta Mobilidade (conhecidos pelo acrónimo em inglês Himars), munições de artilharia e munições para sistemas de foguetes guiados por laser.
O Pentágono não forneceu pormenores sobre a quantidade de qualquer tipo de munições que será comprada, numa “atitude invulgar”, segundo a AP.
A Rússia invadiu a Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022, desencadeando uma guerra de larga escala que mergulhou a Europa naquela que é considerada a crise de segurança mais grave desde a Segunda Guerra Mundial (1939-1945).
A Fundação José Saramago realiza, no sábado, uma visita à Reserva Natural do Paul do Boquilobo, convidando a percorrer os trilhos e observar a fauna e flora, num lugar que “transporta à infância” do escritor.
Citando a referência feita por Saramago ao Paul do Boquilobo em “As Pequenas Memórias” – “[…] um lago, um pântano, uma alverca que o criador das paisagens se tinha esquecido de levar para o paraíso” -, a fundação recorda que esta foi a primeira área natural em Portugal a receber a classificação de Reserva da Biosfera.
A Reserva Natural do Paul do Boquilobo, situada nos concelhos de Torres Novas e da Golegã (Santarém), possui “uma grande diversidade de fauna e flora características de zonas húmidas, com identificação de 288 espécies de animais e 317 de plantas, com destaque para as aves, que por terem na área da reserva seus locais de invernada, nidificação ou acasalamento foram o principal motivo para a criação desta área protegida”, refere o texto Reservas da Biosfera, citado na nota.
De inscrição obrigatória, o passeio, gratuito, tem uma duração prevista de três horas, estando o encontro marcado para as 09:30 no Centro de Interpretação da Reserva Natural do Paul do Boquilobo.