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Domingo, Julho 12, 2026
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Fenprof apresenta queixa à PGR sobre negociações com o Ministério da Educação

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FENPROF

A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) fez uma queixa à Procuradoria-Geral da República na sequência das reuniões, há uma semana, em que o Governo assinou o protocolo negocial com outra federação antes de o apresentar a todos os sindicatos.

Num comunicado divulgado hoje, a Fenprof refere que, além da queixa apresentada na Procuradoria-Geral da República (PGR), requereu também um parecer à Provedoria da Justiça e escreveu ao Presidente da República, primeiro-ministro e grupos parlamentares para denunciar a situação.

Em causa estão as reuniões negociais realizadas no dia 27 de dezembro entre o Ministério da Educação, Ciência e Inovação (MECI) e os sindicatos que representam os professores para discutir o protocolo negocial sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente.

Quando recebeu a Fenprof, e ainda antes de se sentar à mesa com os restantes sindicatos, o ministério já tinha assinado o acordo com a Federação Nacional da Educação (FNE), a primeira a reunir com a tutela naquele dia.

“Assim, a Fenprof foi impedida de negociar o texto de protocolo, apenas lhe cabendo informar se o subscrevia ou não, o que a reunião com o MECI acabou por confirmar”, escreve a federação, relatando que “os representantes do Governo recusaram integrar qualquer das propostas apresentadas”.

Não foi a primeira vez que o ministério optou por receber os sindicatos separadamente em reuniões finais de um processo negocial. Quando estiveram a discutir a recuperação do tempo de serviço congelado durante a ‘Troika’, a FNE conheceu e assinou o acordo antes das restantes organizações sindicais.

A Lusa questionou o MECI se esta é uma prática que tenciona manter nas futuras negociações, sem resposta até ao momento.

“Em caso algum, as organizações poderão ser confrontadas com textos já fechados por terem sido subscritos, antes, com outras organizações”, defende a Fenprof, que questiona a legalidade dessa prática e propõe que as reuniões que tiverem em vista a celebração de acordos ocorram em mesa negocial única ou em mesas separadas, mas em simultâneo.

Na queixa enviada à PGR, a federação sindical manifesta-se também preocupada com a possibilidade de vir a ser excluída das negociações por não ter assinado o protocolo negocial, sendo que o ministro Fernando Alexandre já assegurou que a Fenprof será convocada para as reuniões, mesmo não antecipando qualquer acordo depois de terem recusado o protocolo negocial.

Além das questões relacionadas com o processo negocial, a Fenprof questiona também a legalidade de alguns aspetos previstos no protocolo negocial, como a ausência de um prazo para o fim das negociações e o “caráter reservado” do documento e das atas das reuniões.

As próximas reuniões negociais sobre a revisão do Estatuto da Carreira Docente ficaram agendadas para os dias 17 de janeiro e 21 de fevereiro.

O documento foi assinado pela Federação Nacional da Educação (FNE), Sindicado Nacional dos Professores Licenciados (SNPL), a Federação Portuguesa dos Profissionais da Educação, Ensino, Cultura e Investigação (FEPECI), Sindicato Independente de Professores e Educadores (SIPE), Sindicato dos Educadores e Professores Licenciados (Sepleu) e Pró-Ordem dos Professores.

Só a Fenprof recusou a proposta e os restantes cinco sindicatos ficaram de dar uma resposta em janeiro, antes da primeira reunião.

Rui Borges prefere manter Gyökeres no Sporting, mas mercado não preocupa

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foto: Arlindo Homem / Notícias Em Direto

O treinador do Sporting, Rui Borges, assumiu esta quinta-feira que preferia manter Gyökeres nos campeões nacioanais do que contratar reforços, mas vincou que não está preocupado com a reabertura do mercado de transferências de futebol.

“É normal que eu prefira claramente ficar com o Viktor [Gyökeres], porque é um jogador diferenciado, que está identificado com o clube, a equipa, os colegas. É claro que o Viktor é um jogador importante e qualquer treinador quereria contar com ele até ao fim” reconheceu o técnico, em conferência de imprensa, em Alcochete.

As possíveis saídas e entradas de jogadores durante este mês ocuparam uma boa parte da antevisão da visita ao Vitória de Guimarães, a contar para a 17.ª jornada da I Liga portuguesa, a última da primeira volta.

No que respeita a saídas, o técnico lembrou que “o clube não precisa de dar garantias” porque “tem cláusulas nos atletas” que, se forem acionadas, “o próprio clube não pode fazer nada se a vontade do atleta for sair”.

“Por isso, eu não me foco nisso, não estou preocupado. Mas não estou mesmo. Não digo isto da boca para fora. Isso não me preocupa. Preocupa-me o jogo de amanhã [sexta-feira], porque será um jogo difícil”, assegurou.

Quanto a entradas, disse estar mais empenhado em “acelerar processos e comportamentos” com os jogadores que tem.

“Eu não posso desviar [o foco] do trabalho, porque se perdemos pontos e ando aqui num vai e vem, não queremos isso. Queremos ser consistentes com aquilo que temos. Depois, se o mercado nos der alguma coisa, ótimo. Se não nos der, ótimo na mesma. Vamos com os que temos e seremos muito competentes com os que temos”, reforçou.

No entanto, questionado sobre se podia prometer aos adeptos do Vitória de Guimarães que não irá contratar jogadores ao seu antigo clube, Rui Borges respondeu que não promete “mais nada” a não ser “trabalho”.

“Há muitos bons jogadores lá e não é só para o Sporting, é para qualquer outra equipa. Por isso, se nalgum momento eu achar ou tiver de indicar algum [jogador do Vitória de Guimarães], vou indicar, sem problema”, reconheceu.

Rui Borges abordou as possíveis saídas e entradas de jogadores na reabertura do mercado de transferências, em janeiro, durante a conferência de imprensa de antevisão da visita ao seu antigo clube.

O Sporting joga com o Vitória de Guimarães na sexta-feira, em partida da 17.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol com início previsto para as 20:15, no Estádio D. Afonso Henriques, em Guimarães, e arbitragem de João Gonçalves (AF Porto).

PJ já concluiu investigação à morte de Odair Moniz

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foto: João Polónia / Notícias Em Direto

A Polícia Judiciária (PJ) já concluiu a investigação à morte de Odair Moniz e o relatório foi enviado para o Ministério Público em dezembro, avançou à Lusa fonte da Direção Nacional da PJ.

A investigação durou cerca de dois meses e em causa está a morte de Odair Moniz, 43 anos, em 21 de outubro de 2024 na Cova da Moura, Amadora, na sequência de disparos feitos por um agente da PSP durante uma perseguição policial.

O agente foi constituído arguido pelo crime de homicídio simples e, segundo avançou à Lusa o seu advogado Ricardo Serrano Vieira, ainda não regressou ao trabalho e não existe ainda data para retomar funções.

Além do processo no Ministério Público, a PSP também abriu um inquérito interno ao caso e a Inspeção-Geral da Administração Interna (IGAI) tem a decorrer um inquérito disciplinar para apurar as circunstâncias em que foram feitos os disparos. O agente da PSP será ouvido na IGAI no próximo dia 10 de janeiro, depois de já ter sido ouvido pelo Ministério Público no início de dezembro, tendo optado pelo silêncio.

De acordo com informação oficial da Direção Nacional da PSP, Odair Moniz ter-se-á colocado em fuga quando foi abordado pelos agentes, durante a madrugada do dia 21 de outubro, e “terá resistido à detenção e tentado agredi-los com recurso a arma branca”.

Consulta pública do novo regime de cibersegurança recebe 149 contributos

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DR

A consulta pública do novo regime de cibersegurança, que transpõe a diretiva NIS2 e terminou em 31 de dezembro, recebeu 149 contributos, disse à Lusa fonte oficial do gabinete do ministro da Presidência.

“A consulta pública do novo regime jurídico da cibersegurança encerrou a 31 de dezembro com 149 contributos de dezenas de cidadãos, associações, empresas e outras entidades, o que reflete o elevado interesse em participar por parte de vários setores da sociedade portuguesa”, afirmou a mesma fonte.

De acordo com o gabinete do ministro da Presidência, “assim que for concluída a análise dos contributos submetidos através da consulta pública, o Governo irá submeter à Assembleia da República a proposta de Lei de autorização legislativa, no início do ano, para que Portugal possa ser um dos primeiros Estados-membros da União Europeia a concretizar a transposição da diretiva sobre a Segurança das Redes e da Informação 2 (NIS2), destinada a garantir um elevado nível comum de cibersegurança em toda a UE”.

Em 10 de dezembro eram 20 os contributos recebidos, tendo a consulta pública sido prorrogada até ao final do ano passado.

O novo regime jurídico de cibersegurança, que transpõe a diretiva NIS2 [Network and Information Security], alarga o conjunto de entidades abrangidas, priorizando, por um lado, a generalização da prevenção dos riscos de cibersegurança, mas graduando a exigência regulatória em função da dimensão da entidade e da importância da sua atividade, bem como privilegiando a proporcionalidade das medidas aplicáveis.

De acordo com o artigo 18.º, “o membro do Governo responsável pela área da cibersegurança pode determinar a aplicação de restrições provisórias à utilização, a cessação de utilização ou exclusão de equipamentos, componentes ou serviços de tecnologias de informação e comunicação, utilizados em redes e sistemas de informação públicos ou privados, considerados de elevado risco para a segurança do ciberespaço de interesse nacional, mediante proposta da Comissão de Avaliação de Segurança do Ciberespaço”.

A avaliação de segurança “deve ter em conta os riscos técnicos dos equipamentos, componentes ou serviços, o seu contexto de utilização e a exposição dos seus fabricantes ou fornecedores à influência indevida de países terceiros, incluindo informação relevante emitida pelas entidades competentes nacionais e da União Europeia ou constante das avaliações nacionais ou europeias de risco para a segurança das redes e sistemas de informação, bem como outros riscos securitários relevantes”, lê-se no documento.

Entre outras medidas, o regime diferencia o tratamento a dar às entidades essenciais e às importantes em função dos riscos e prevê coimas até 10 milhões de euros em caso de contraordenações muito graves para as primeiras.

Novos Tempos: A amnésia coletiva

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Sérgio Carvalho (Professor e Jornalista)

A cultura do efémero, que entre nós faz escola, tem múltiplos seguidores. Nesta visão cultural, tudo parece descartável e, aquilo, que envolva esforço físico ou intelectual deve ser evitado ou esquecido.

Somos, na verdade, um povo estranho. Quando cantam o hino nacional nas competições desportivas, enchem os pulmões e gritam «Heróis do mar, nobre povo. Nação valente, imortal. Levantai hoje de novo o esplendor de Portugal! Entre as brumas da memória, ó Pátria, sente-se a voz dos teus egrégios avós que há-de guiar-te à vitória!».

Mas depois, esquece-se daqueles «egrégios avós», daqueles antepassados que os enchem, supostamente, de orgulho e que deveriam ser para nós um exemplo.

Digo isto, a propósito, do quase esquecimento dos 500 anos do nascimento de Luís de Camões (1524) e do falecimento de Vasco da Gama (24 de dezembro de 1524). Por coincidência, ambos estão sepultados com honras de Panteão Nacional, no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa.

Camões foi o poeta maior da língua portuguesa e o autor da nossa epopeia «Os Lusíadas» e Vasco da Gama foi quem liderou a descoberta do Caminho Marítimo para a Índia. Ambos percorreram «mares nunca dantes navegados…em perigos e guerras esforçados».

Se um deu à língua portuguesa a sua obra mestra, o outro abriu o mundo à globalização e ao encontro de culturas.

Portugal deveria ter dado destaque e maior respeito àqueles que nos fizeram ser o povo que somos, uma nação de gente aberta ao mundo e que, entre virtudes e defeitos, foram dilatando a Fé e a cultura portuguesa.

A este respeito, refiro, ainda, a passagem do 25.º aniversário da transferência de soberania de Macau para a China (1999-2024), outra data que foi olvidada e simplesmente referida em notas de rodapé. Foi nesta cidade de Macau que Camões escreveu «Os Lusíadas». Naquele lugar, do Santo Nome de Deus, na foz do rio das Pérolas, em que a Ásia e a Europa se uniram e fundiram.

Não podemos permanecer em silêncio. Não podemos cantar a letra d’A Portuguesa apenas por cantar, e somente em eventos desportivos. Temos de fazer jus às suas palavras. Portugal teve e tem grande importância a nível cultural e espiritual no mundo. A Fé cristã que espalhou será mesmo o Quinto Império, o reino da espiritualidade, duma fé inculturada e em diálogo com todos, ideia criada pelo grande Padre António Vieira.

Desde que as caravelas regressaram em 1999, com o fim do Império Português, parece que temos vergonha da nossa História. Como em tudo na vida há páginas boas e más, mas não foram feitos apenas erros, houve muito de bom que deixa saudade, nas comunidades de luso-descendentes que ficaram espalhadas pelo mundo. Uns ainda falam a língua de Camões, poucos ou nenhuns têm a cidadania portuguesa, mas o que permaneceu na maioria, em todos os territórios por onde nos aventuramos foi a Fé cristã.

Sejamos dignos dos nossos maiores e não ingratos ou esquecidos…

Sérgio Carvalho

Mercado automóvel em Portugal aumentou 5,6% em 2024 para 249.269 veículos

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O mercado automóvel aumentou 5,6% em Portugal no ano passado, em termos homólogos, atingindo 249.269 veículos, segundo dados divulgados pela ACAP – Associação Automóvel de Portugal.

“De janeiro a dezembro de 2024, foram colocados em circulação 249.269 novos veículos, o que representou um aumento de 5,6% relativamente ao mesmo período do ano anterior”, lê-se num comunicado.

Já no mês de dezembro, foram matriculados em Portugal 24.242 veículos automóveis, ou seja, mais 16,4% do que no mesmo mês de 2023, de acordo com a associação.

Segundo a ACAP, no que diz respeito aos ligeiros de passageiros, de janeiro a dezembro, as matrículas totalizaram 209.715 unidades, uma subida de 5,1% relativamente ao período homólogo.

Em dezembro, “foram matriculados em Portugal 20.182 automóveis ligeiros de passageiros novos, ou seja, mais 21,3% do que no mesmo mês do ano de 2023”, indicou.

A associação precisou ainda que, em 2024, 57,3% dos veículos ligeiros de passageiros matriculados novos “eram movidos a outros tipos de energia, nomeadamente elétricos e híbridos”, sendo que 19,9% dos veículos ligeiros de passageiros novos eram elétricos.

Em relação a dezembro, o peso dos elétricos foi de a 25,5% do mercado, indicou.

Por sua vez, o mercado de ligeiros de mercadorias registou, no último mês de 2024, “uma evolução positiva de 8,2%, face ao mês homólogo do ano anterior, situando-se em 3.577 unidades matriculadas”.

Já em termos acumulados, este mercado atingiu 32.304 unidades, um aumento de 13,3% face ao ano de 2023, segundo os dados da ACAP.

De acordo com a associação, no mercado de veículos pesados, que abrange os de passageiros e de mercadorias, “em dezembro de 2024 verificou-se uma queda de 45,9% em relação ao mês homólogo de 2023, tendo sido comercializados 483 veículos desta categoria”.

Já no ano de 2024, “as matrículas desta categoria totalizaram 7.250 unidades, o que representou um decréscimo do mercado de 8,3% relativamente a 2023”, concluiu a ACAP.

Homem que morreu no Tesla em Las Vegas foi baleado na cabeça antes da explosão

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O homem que estava na viatura Tesla que se incendiou em frente ao hotel do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, em Las Vegas, foi baleado na cabeça antes da explosão, revelaram hoje as autoridades policiais.

O xerife do condado de Clark, Kevin McMahill, explicou em conferência de imprensa que foi encontrada uma arma aos pés do homem identificado como Matthew Livelsberger. As autoridades acreditam que o disparo foi autoinfligido.

As motivações do suspeito da explosão continuam a ser desconhecidas nesta altura, frisou Spencer Evans, agente do FBI, durante uma conferência de imprensa.

“Não temos informações que nos permitam dizer com certeza ou sugerir que isto foi motivado por uma ideologia particular”, sublinhou ainda.

Livelsberger serviu nos Boinas Verdes [Green Berets, em inglês], forças especiais altamente treinadas que trabalham para combater o terrorismo no estrangeiro e treinar parceiros de outros países, detalhou o Exército norte-americano em comunicado.

Este militar serviu no Exército desde 2006, subindo na hierarquia com uma longa carreira em missões no estrangeiro, destacando-se duas vezes no Afeganistão e servindo na Ucrânia, Tajiquistão, Geórgia e Congo, ainda segundo a mesma fonte.

Foi condecorado com duas Estrelas de Bronze, incluindo uma com bravura, por coragem sob fogo, um distintivo de infantaria de combate e uma Medalha de Louvor do Exército com bravura. Livelsberger estava de licença aprovada quando morreu, de acordo com o a força militar.

O FBI (polícia federal) tinha referido hoje, numa publicação na rede social X, que estava a “realizar diligências policiais” numa casa em Colorado Springs, relacionadas com a explosão de quarta-feira, mas não forneceu outros detalhes.

O veículo estava carregado com botijas de gás e de combustível para campismo e morteiros pirotécnicos de alto calibre, segundo a polícia de Las Vegas.

O incidente ocorreu horas depois de Shamsud-Din Bahar Jabbar, de 42 anos, ter atropelado uma multidão no famoso bairro francês de Nova Orleães, no início do dia de Ano Novo, matando pelo menos 15 pessoas antes de ser morto a tiro pela polícia. Este incidente está a ser investigado como um ataque terrorista.

O FBI realçou hoje que acredita que Jabbar agiu sozinho, invertendo a sua posição do dia anterior de que provavelmente trabalhou com outras pessoas.

Tanto Livelsberger como Jabbar passaram algum tempo na base anteriormente conhecida como Fort Bragg, uma enorme base do Exército na Carolina do Norte que alberga várias unidades de operações especiais do Exército.

No entanto, um dos funcionários que falou com a agência Associated Press (AP) disse que não há sobreposição nas suas atribuições na base, agora chamada Fort Liberty.

Chris Raia, vice-diretor assistente do FBI, garantiu hoje que as autoridades não encontraram “nenhuma ligação definitiva” entre o ataque em Nova Orleães e a explosão do camião em Las Vegas.

Sete pessoas nas proximidades sofreram ferimentos ligeiros quando o camião Tesla explodiu.

O Cybertruck foi alugado no Colorado através da plataforma Turo (um sistema de aluguer entre privados semelhante à plataforma de alojamento local Airbnb), tal como a carrinha utilizada no atropelamento de Nova Orleães, ocorrido na noite de Ano Novo, confirmou a empresa em comunicado.

As autoridades sabem quem alugou o camião com a aplicação Turo no Colorado, frisou Kevin McMahill, o xerife eleito do condado de Clark, que inclui Las Vegas, na quarta-feira, sem divulgar a identidade da pessoa, no entanto.

Ano de 2024 foi o mais quente de que há registo na China

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O ano de 2024 foi o mais quente de que há registo na China, declararam hoje as autoridades, num contexto de crescente ocorrência de fenómenos meteorológicos extremos em todo o mundo, devido às alterações climáticas.

“Em 2024, a temperatura média nacional foi de 10,92 graus Celsius, 1,03 graus mais quente do que no ano anterior. Este foi o ano mais quente desde 1961, quando começaram os registos abrangentes de observação”, afirmou a Administração Meteorológica da China em comunicado.

“Os quatro anos mais quentes de que há registo são os últimos quatro anos. Os 10 anos mais quentes desde 1961 ocorreram todos no século XXI”, acrescentou.

As alterações climáticas provocaram condições meteorológicas extremas e um calor recorde em 2024, alertou na segunda-feira a Organização Meteorológica Mundial (OMM) da ONU.

Na China, várias dezenas de pessoas morreram em inundações no ano passado.

Em 2024, inundações mortais assolaram também Espanha e o Quénia. Várias tempestades atingiram os Estados Unidos e as Filipinas. A América do Sul também foi afetada por secas graves e incêndios florestais.

Os fenómenos meteorológicos extremos custaram milhares de vidas no ano passado.

Em termos económicos, as catástrofes naturais causaram perdas de 310 mil milhões de dólares (299 mil milhões de euros) em todo o mundo, de acordo com uma estimativa do grupo segurador Swiss Re.

Vinte mortos desde o início da Operação Natal e Ano Novo da GNR

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foto: João Polónia / Notícias Em Direto

Vinte pessoas morreram em acidentes rodoviários desde o início da Operação “Natal e Ano Novo 2024/2025” da Guarda Nacional Republicana (GNR), em 18 de dezembro, disse à agência Lusa fonte da guarda.

“Na primeira fase da operação morreram 11 pessoas e na segunda nove”, disse à Lusa a major Lígia Santos.

A Operação “Natal e Ano Novo 2024/2025″ termina hoje, às 24:00.

Nos últimos seis dias, entre as 00:00 de sexta-feira, 27 de dezembro de 2024, e as 23:00 de quarta-feira, 01 de janeiro, foram registados 908 acidentes, dos quais resultaram nove vítimas mortais, 24 feridos graves e 301 feridos ligeiros, de acordo com dados provisórios.

As vítimas mortais desta segunda fase da operação resultaram de acidentes ocorridos nos distritos de Setúbal, Viseu, Leiria, Faro, Santarém e Braga, com um morto em cada um dos distritos, e em Lisboa, com três vítimas mortais.

Em comunicado, a Guarda Nacional Republicana (GNR) adianta que nos últimos seis dias os militares fiscalizaram 64.192 condutores, dos quais 700 conduziam com excesso de álcool e, destes, 338 foram detidos com uma taxa de álcool no sangue igual ou superior a 1,2 g/l.

Foram ainda detidas 124 pessoas por conduzirem sem carta de condução.

Das 12.786 contraordenações rodoviárias detetadas, a GNR destaca 2.408 por excesso de velocidade, 362 por excesso de álcool e 301 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha.

De acordo com os dados dos últimos seis dias foram contabilizadas 173 contraordenações por uso indevido do telemóvel, 1.027 por falta de inspeção periódica obrigatória e 390 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório.

Quase 400 pessoas foram detidas pela PSP durante o Ano Novo

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Quase 400 pessoas foram detidas nos últimos seis dias pela PSP, a maioria das quais nas estradas portuguesas, anunciou hoje aquela polícia, que registou um morto durante aquele período em resultado dos 711 acidentes rodoviários.

No âmbito da operação “Festas em Segurança 2024/2025” e na fase correspondente ao Ano Novo, que decorreu entre 27 de dezembro e 01 de janeiro, PSP fez 381 detenções, 197 das quais relacionadas com crimes rodoviários (127 por condução em elevado estado de embriaguez e 70 por falta de habilitação legal para conduzir).

Na operação, foram fiscalizadas 9.326 viaturas e sujeitas a controlo por radar quase 40 mil, tendo sido “detetadas 2.241 infrações à legislação rodoviária”.

Nestas contraordenações incluem-se 464 casos de condução em excesso de velocidade, 290 por falta de inspeção periódica obrigatória, 107 por condução sob o efeito do álcool, 69 por falta de seguro de responsabilidade civil obrigatório, 37 por uso indevido do telemóvel no exercício da condução e 18 uso incorreto do cinto ou sistema de retenção para crianças.

Na área da PSP, os centros urbanos, aquela força de segurança registou, nos últimos seis dias, 711 acidentes, que causaram 236 feridos (cinco com ferimentos graves) e uma vítima mortal, na sequência de um despiste em Setúbal no dia 01.

No mesmo período, “foram detidos 20 indivíduos por posse de arma proibida e 26 suspeitos por tráfico de estupefacientes, tendo sido apreendidas mais de 8.092 doses individuais” de droga, refere a PSP.

Segundo a PSP, foram efetuadas 19 detenções por furtos e roubos, tendo sido apreendidas 14 armas de fogo e 15 armas brancas, parte delas no seguimento das detenções efetuadas.

Na primeira fase da operação, durante os dias do Natal, a PSP efetuou 550 detenções, apreendeu 47.145 artigos de pirotecnia, 66.592 doses individuais de droga e elaborou 3.470 autos de contraordenação relativamente a infrações rodoviárias.

Nesse período, foram feitas 242 detenções por crimes rodoviários (155 por embriaguez e 87 por falta de carta).

No que respeita ao Natal, a PSP registou 1.374 acidentes, que causaram 465 feridos (23 dos quais graves) e quatro vítimas mortais.

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