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Domingo, Julho 12, 2026
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Médio Oriente: Famílias de reféns acolhem com “alegria e alívio” acordo de cessar-fogo em Gaza

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As famílias dos reféns do movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza acolheram esta quarta-feira com “enorme alegria e alívio” o acordo de cessar-fogo no enclave, que prevê a libertação daqueles que ainda lá se encontram em cativeiro.

“É um importante passo em frente que nos aproxima do regresso de todos os reféns: os vivos, para reabilitação e os mortos, para um enterro adequado. Mas acompanha-nos uma profunda ansiedade e preocupação pela possibilidade de o acordo não ser cumprido na totalidade, deixando alguns reféns para trás”, afirmou o Fórum das Famílias de Reféns num comunicado.

Os familiares referem-se à aplicação faseada do acordo, que prevê, numa primeira fase, a libertação de 33 reféns, com prioridade para crianças, mulheres e idosos.

Braga supera Lusitano e encontra Benfica nos ‘quartos’ da Taça de Portugal

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O Notícias Em Direto esteve presente no jogo através da objetiva do repórter fotográfico Tiago Miguel de Araújo Vieira

O Sporting de Braga qualificou-se esta quarta-feira para os quartos de final da Taça de Portugal em futebol, marcando encontro com o Benfica, na Luz, ao vencer em casa o Lusitano de Évora, do Campeonato de Portugal, por 2-1.

No último jogo dos ‘oitavos’, André Horta, aos 22 minutos, e Ricardo Horta, aos 44, marcaram os tentos dos ‘arsenalistas’, vencedores da prova em 1965/66, 2015/16 e 2020/21, enquanto Afonso Silva faturou para os forasteiros, aos 84.

Entre 04 a 06 de fevereiro, o Sporting de Braga vai visitar o Benfica, com o vencedor a encontrar nas meias-finais, a duas mãos, o Elvas ou o Tirsense, outras duas equipas do quarto escalão do futebol português.

Liga Revelação : Santa Clara vence Rio Ave na Maia em jogo com 9 golos

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O Notícias Em Direto esteve presente no jogo através da objetiva do repórter fotográfico Tiago Miguel de Araújo Vieira

Jogou-se esta terça-feira no Estádio Prof. Dr. José Vieira de Carvalho a Jornada 2 de Apuramento para a Taça Revelação.

Os açorianos inauguraram o marcador por parte de Vital Maia aos 5 minutos, mas foram para o intervalo a perder por 3-2. Destaque para o bis de Valentim Sousa, jogador vilacondense, nesses primeiros 45 minutos.

No segundo tempo o Santa Clara com golos aos 52’ (Vital Maia também bisou) e 61’ dá novamente a cambalhota no marcador mas volta a sofrer o empate ao minuto 65.

A faltar 3 minutos para os 90’ chega o momento decisivo da partida. Penalty para a formação de São Miguel, concretizado com sucesso por Martim Oliveira e fazendo o resultado final de 4-5.

Com este triunfo, o Santa Clara coloca-se no 6º posto da classificação e recebe o Farense na próxima jornada.

Já o Rio Ave está em 8º e último lugar da tabela e na próxima jornada vai-se deslocar a Portimão.

texto e foto por Tiago Miguel de Araújo Vieira / Notícias Em Direto

Câmara de Lisboa defende criação de corredor ‘bus’ na autoestrada A5

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

A Câmara de Lisboa defendeu que a criação de um corredor ‘bus’ na autoestrada A5, que liga a capital com Cascais, é um projeto de “grande importância” na Área Metropolitana, inclusive para reforçar a utilização dos transportes públicos.

“Parece-nos que é um projeto importante e, tanto quanto sabemos, o Governo também o tem sinalizado como um projeto prioritário em termos de mobilidade na Área Metropolitana de Lisboa”, afirmou o vice-presidente da Câmara de Lisboa, Filipe Anacoreta Correia (CDS-PP), referindo-se à criação de um corredor ‘bus’ na A5.

O autarca do CDS-PP falava na reunião da Assembleia Municipal de Lisboa, no momento de perguntas à câmara, após ter sido questionado pelo deputado da Iniciativa Liberal (IL) Rodrigo Mello Gonçalves sobre qual a posição do executivo camarário da capital quanto à criação de um corredor ‘bus’ na A5.

Anacoreta Correia disse que esse projeto pressupõe a negociação por parte do Governo, liderado pelo PSD/CDS-PP, junto da empresa concessionária da A5, a Brisa.

“Mas é, efetivamente, um projeto de grande importância e que nos parece que seria muito importante para ter alternativas para as pessoas entrarem na cidade e, dessa forma, também contribuírem para uma melhoria da mobilidade da cidade”, expôs, destacando o investimento do executivo camarário no transporte público, em particular na empresa municipal Carris.

A deputada municipal do PEV Cláudia Madeira questionou sobre quando é que o serviço especial para pessoas com mobilidade reduzida passa a estar integrado no passe de transporte público Navegante, ao que Anacoreta Correia esclareceu que “estar disponível a partir de 20 de janeiro”.

Cláudia Madeira procurou ainda saber informação sobre a expansão da rede do Metropolitano de Lisboa, em particular a transformação da linha circular numa linha em laço, ao que Anacoreta Correia adiantou que o Governo encomendou estudos para “perceber a viabilidade de uma linha em laço e, eventualmente, a sua conciliação/compatibilização com a linha circular”, aguardando-se uma decisão sobre essa matéria.

Em resposta à deputada do BE Joana Teixeira, o vice-presidente da câmara realçou a gratuitidade dos transportes públicos para os mais novos e os mais velhos, indicando que essa medida já beneficiou 90 mil pessoas, dos quais “cerca de metade” são novos utilizadores, e destacou o investimento na Carris, com 220 milhões até 2027, inclusive para crescimento e melhoria da frota.

Isabel Mendes Lopes, do partido Livre, perguntou sobre a rede de faixas ‘bus’, o sistema de informação da Carris, as medidas para a redução da sinistralidade rodoviária e sobre quando é que a câmara vai executar a proposta aprovada para redução generalizada da velocidade máxima de circulação rodoviária na cidade.

Apelando ao “equilíbrio e bom senso”, atendendo a todos os tipos de mobilidade, Anacoreta Correia considerou que o discurso do Livre “é agressivo, radical e muito extremista”, porque “ignora a realidade” e defende a redução da velocidade para 30 quilómetros por hora “de uma forma cega”.

A questão da higiene urbana, inclusive a greve dos trabalhadores entre o Natal e o Ano Novo, foi também colocada por vários deputados, com a câmara afirmar que existe um reforço do investimento nesta área.

Igreja Católica saúda chumbo das alterações à Interrupção Voluntária da Gravidez

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A Igreja Católica saudou hoje a reprovação de todas as iniciativas parlamentares que propunham alterações à lei da Interrupção Voluntária da Gravidez (IVG) e elogiou o ativismo dos católicos neste tema.

Em comunicado hoje divulgado, o Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) “manifestou agrado pela recente reprovação pela Assembleia da República dos projetos legislativos sobre o aborto”.

No documento, a Igreja Católica portuguesa reafirmou a sua oposição ao aborto e recordou a recente mensagem do Papa Francisco, por ocasião do Dia Mundial da Paz, em que fez uma “apelo a um firme compromisso de promover o respeito pela dignidade da vida humana, desde a conceção até à morte natural”.

A CEP “reconheceu ainda o papel das associações católicas que, de forma competente nas respetivas áreas de ação, se manifestaram contra os projetos de legislação entretanto reprovados”.

No comunicado, a CEP destacou também o encontro sinodal das dioceses portuguesas realizado no dia 11 de janeiro em Fátima e anunciou um segundo encontro deste tipo no início do próximo ano.

Na sexta-feira, o parlamento debateu várias propostas de alteração à lei da IVG, num debate agendado pelo PS que pretendia, entre outras alterações o alargamento do prazo, mas todos os partidos, à exceção do PSD e da IL, apresentaram as suas próprias propostas.

No final do debate, a votação ditou, conforme já estava preanunciado, o chumbo de todos os projetos de lei e projetos de resolução que estavam em cima da mesa.

Os projetos de lei dos partidos à esquerda previam a alteração do prazo legal para a IVG, que atualmente é de 10 semanas e os partidos de esquerda pretendiam alargar para as 12 semanas (PS e PCP) ou para as 14 semanas (BE e Livre), o fim do período de reflexão ou a densificação da lei sobre a objeção de consciência.

Em sentido contrário estavam as propostas do Chega, que propunha a possibilidade de as grávidas fazerem um exame para ver e ouvir o batimento cardíaco do feto, e do CDS-PP, que queria que os médicos objetores de consciência pudessem estar presentes nas consultas que antecedem a IVG.

Nas diferentes votações dos sete projetos de lei e três projetos de resolução (sem força de lei) houve uma divisão na bancada da Iniciativa Liberal, com os oito deputados a escolher entre a abstenção, o voto contra ou a favor nos vários diplomas. Também no PS houve oito deputados a optar pelo voto a favor e não pela abstenção como resto da bancada, por exemplo, no projeto de lei do BE.

Médio Oriente: Ataque israelita faz seis mortos na Cisjordânia

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A Autoridade Palestiniana anunciou a morte de seis pessoas num bombardeamento israelita que atingiu na terça-feira à noite o campo de refugiados de Jenin, no norte da Cisjordânia ocupada, com o Exército israelita a indicar um ataque aéreo nesta zona.

“Cinco mártires e vários feridos após um bombardeamento da ocupação [israelita] no campo de Jenin”, destacou o Ministério da Saúde da Autoridade Palestiniana, num breve comunicado.

Já as forças israelitas frisaram, em comunicado divulgado hoje à noite, que “uma aeronave da Força Aérea realizou recentemente um ataque na região de Jenin”, sem adiantar mais pormenores.

Um bastião de grupos armados palestinianos envolvidos na luta armada contra Israel, Jenin é regularmente alvo de operações militares israelitas que têm como alvo membros ou líderes destes grupos.

O ataque aéreo israelita ao campo de Jenin ocorre no momento em que o Qatar garantiu hoje que um acordo de cessar-fogo em Gaza poderia ser alcançado “muito em breve”, com negociações a serem realizadas sob a sua mediação “nas fases finais”, após 15 meses de guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza, que fez dezenas de milhares de mortos.

A violência na Cisjordânia, território ocupado por Israel desde 1967, explodiu desde o início desta guerra, que foi desencadeada em 07 de outubro de 2023 por um ataque sem precedentes do movimento islamista ao sul de Israel, que provocou cerca de 1.200 mortos e outras 250 foram levadas como reféns, das quais apenas uma parte estarão vivos.

Desde então, pelo menos 831 palestinianos foram mortos na Cisjordânia pelo Exército israelita ou por colonos, segundo o Ministério da Saúde palestiniano.

Ao mesmo tempo, pelo menos 28 israelitas, incluindo soldados, morreram em ataques palestinianos ou em operações militares, segundo as autoridades israelitas.

A ofensiva em grande escala de Israel na Faixa de Gaza provocou por seu lado acima de 46 mil mortos, na maioria civis, segundo as autoridades locais controladas pelo Hamas, e deixou o enclave destruído e mergulhado numa grave crise humanitária.

Ex-responsável da Santa Casa de Lisboa critica governo de António Costa por redução de imposto nos jogos online

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foto: Arlindo Homem

O ex-vice-provedor da Santa Casa de Lisboa Fernando Sousa Afonso responsabilizou esta terça-feira o governo do primeiro-ministro António Costa de ter lesado o país ao reduzir a tributação sobre o jogo online, com consequências para os jogos sociais.

Fernando Paes Sousa Afonso esteve ontem a ser ouvido na comissão parlamentar de inquérito à gestão estratégica e financeira e à tutela política da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML), na qual referiu ter sido sempre contra o jogo online, apesar de, tal como confrontado pelo deputado do Partido Socialista Fernando José, ter sido durante o seu mandato à frente do Departamento de Jogos que o governo de Pedro Passos Coelho avançou com a regulamentação do jogo online.

O ex-vice-presidente lembrou que fez parte de uma comissão interministerial para o jogo online, em 2012, na qual defendeu que o que “melhor salvaguardaria os interesses do Estado e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa era que se mantivesse o chamado regime restritivo”, ou seja, com a instituição a ter o exclusivo da exploração do jogo online.

“Eu fui contra a possibilidade da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa requerer uma licença para a operação online por recear que, com essa decisão, Portugal pudesse correr o risco de ter uma decisão negativa, desta vez do Tribunal de Justiça da União Europeia, para justificar a manutenção do monopólio dos jogos sociais do Estado”, explicou.

Salientou, por outro lado, que a SCML “só fica com uma pequena parcela dos resultados da exploração dos jogos sociais do Estado” e que “essa parcela vai diminuindo, ou vai aumentando, ou vai variando, em função de decisões que são tomadas aqui na Assembleia da República”.

“Cada vez que a Assembleia da República reduz o percentual destinado à Santa Casa da Misericórdia em favor de outros ministérios, naturalmente põe em causa a sustentabilidade da Santa Casa da Misericórdia”, defendeu Fernando Sousa Afonso.

Reafirmou que a Santa Casa sempre defendeu que “a abertura do mercado do jogo online prejudicaria as receitas dos jogos sociais do Estado” e que o governo de Pedro Passos Coelho foi sensível a isso “de duas maneiras”.

Explicou que, por um lado, o então Executivo atribuiu à SCML a possibilidade de explorar as apostas hípicas e, por outro, aplicou ao jogo online uma taxa de impostos tão elevada que “ela se traduziria numa restrição ativa do jogo online”.

De acordo com o ex-vice-provedor, “essa tributação foi reduzida para quase metade em 2020”, já durante o governo socialista de António Costa, uma decisão que classificou como “altamente lesiva do interesse nacional”, quer pelos impactos nos jogos sociais, quer nos próprios jogos online.

Para Fernando Sousa Afonso, essa decisão, que foi aprovada pela Assembleia da República, teve implicações ao nível da facilitação e do “alargamento da base de apostadores, dos volumes jogados e dos problemas criados”.

“Neste momento, nós temos mais de 4,5 milhões de jogadores registados nos diferentes operadores. Mais de 270 mil cidadãos portugueses autoexcluídos por dificuldades financeiras graves decorrentes da prática do jogo online”, criticou.

“E temos um aumento significativo dos resultados dos operadores [de jogo online], em detrimento dos resultados que a Santa Casa da Misericórdia podia e deveria ter obtido em favor dos operadores”, acrescentou.

Referiu também que para “correr atrás do prejuízo” que isso causou à SCML, a instituição teve de tomar medidas para “minimizar o impacto dessa decisão”, nomeadamente com o lançamento do jogo ‘Placard’, um jogo de apostas desportivas, projeto que acompanhou até sair da Santa Casa, em 2016.

Na mesma altura disse que estavam a ser feitos estudos prévios sobre as apostas hípicas e que esse investimento deveria ter sido continuado pelo vice-provedor Edmundo Martinho, mas que tal não veio a acontecer.

A Meta planeia despedir 5% do seu pessoal considerado “pouco eficiente”

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A Meta planeia despedir cerca de 3.600 empregados considerados pouco eficientes, antes de contratar funcionários para ocupar os seus lugares a partir deste ano, de acordo com um memorando interno enviado na terça-feira aos seus empregados

A empresa-mãe do Facebook, Instagram e WhatsApp confirmou à AFP que o patrão Mark Zuckerberg decidiu despedir 5% do pessoal. A Meta empregava cerca de 72.400 pessoas em setembro.

“Decidi elevar a fasquia da gestão do desempenho e livrar-me mais rapidamente dos funcionários com fraco desempenho”, afirma o CEO na nota.

A Meta já tinha despedido vários milhares de trabalhadores em 2023, decretado o “ano da eficiência” na sequência da pandemia.

O despedimento de uma parte dos trabalhadores com base no desempenho é uma prática comum nas grandes empresas americanas.

Uma decisão semelhante foi anunciada na Microsoft na semana passada, segundo o Business Insider, afetando menos de 1% dos empregados do grupo.

A decisão da Meta, no entanto, faz parte de uma série de anúncios com o objetivo de transformar o gigante das redes sociais na era de Donald Trump e Elon Musk.

Na semana passada, Mark Zuckerberg pôs fim ao seu programa de verificação de factos nos Estados Unidos, destinado a combater a desinformação nas suas plataformas e visto como “censura” contra os conservadores pela direita americana.

Em vez de organizações independentes, os utilizadores poderão acrescentar contexto a certas publicações, como acontece na rede social X de Elon Musk.

O líder também pôs fim aos programas destinados a promover a diversidade dos funcionários e as regras de moderação de conteúdos no Facebook e no Instagram foram flexibilizadas.

A partir de agora serão permitidos mais insultos e apelos à exclusão de mulheres e pessoas LGBTQIA+ das instituições.

Ambas as decisões estão também alinhadas com as visões políticas do presidente-eleito Donald Trum e do seu aliado Elon Musk.

“Penso que grande parte da nossa sociedade se tornou (…) castrada, de certa forma, ou emasculada”, disse Mark Zuckerberg a Joe Rogan, apresentador de um popular podcast conservador, numa entrevista alargada transmitida na sexta-feira.

Tal como muitos dos seus vizinhos e concorrentes no Silicon Valley, Zuckerberg tem feito repetidos avanços em direção a Donald Trump.

Jantou com ele em novembro, doou um milhão de dólares para a sua cerimónia de tomada de posse, a 20 de janeiro, e nomeou vários dos seus aliados para cargos importantes.

Do lado inverso, o empresário Dana White, presidente da liga desportiva de artes marciais UFC e apoiante de Donald Trump, faz agora parte do conselho da Meta.

A nomeação foi anunciada por Zuckerberg no Facebook, onde acrescentou que Charlie Songhurst, um investidor em tecnologia que tem aconselhado a Meta sobre inteligência artificial, e John Elkann, CEO da Exor, uma holding que possui várias marcas automóveis e outras empresas, também farão parte do conselho de diretores.

Daniel Sousa deixa Vitória de Guimarães após três semanas de trabalho

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foto: Cristina Mendes / Notícias Em Direto

O treinador Daniel Sousa deixou o Vitória de Guimarães após três semanas no comando dos minhotos, confirmou esta terça-feira o sexto classificado da I Liga portuguesa de futebol, em nota publicada no site oficial.

“A Vitória Sport Clube, Futebol SAD e o treinador Daniel Sousa chegaram a acordo para a cessação do contrato de trabalho que mantinham. Saem também do clube os adjuntos Francisco Matos, Ricardo Jorge Ribeiro, Gonçalo Barbosa, João César Pereira e Maximiliano Pereira”, refere a nota.

Sucessor de Rui Borges, treinador que começou a época nos vitorianos, o barcelense de 40 anos assinou um contrato válido até junho de 2026 e foi apresentado em 26 de dezembro de 2024.

Ao ‘leme’ dos vimaranenses, contabilizou dois empates para o campeonato, com Farense (2-2) e Sporting (4-4), e uma derrota com o Elvas (2-1), do Campeonato de Portugal, em jogo dos oitavos de final da Taça de Portugal, realizado no domingo.

Ainda na presente época, Daniel Sousa deixou em agosto de 2024 o Sporting de Braga, vizinho e rival do Vitória, após ter cumprido a pré-temporada e orientado a equipa ‘arsenalista’ em quatro jogos oficiais, tendo somado duas vitórias e dois empates.

Membro das equipas técnicas do agora presidente do FC Porto, André Villas-Boas, entre 2009/10 e 2020/21, na Académica, FC Porto, Chelsea, Tottenham, Zenit, Xangai e Marselha, Daniel Sousa estreou-se como treinador principal em 2022/23, ao serviço do Gil Vicente, tendo conduzido os ‘galos’ ao 13.º lugar da I Liga.

Na época 2023/24, o técnico assumiu o comando do Arouca após a 11.ª jornada e guiou os ‘lobos’ da serra da Freita do 18.º e último posto ao sétimo lugar, com 40 pontos somados em 23 jornadas.

Portugal enviou mais dois pequenos satélites para o espaço

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Portugal enviou hoje, às 19:09, mais dois pequenos satélites para o espaço, um da Universidade do Minho (UMinho) e outro da empresa LusoSpace, que seguiram a bordo de um foguetão Falcon 9, da companhia norte-americana SpaceX.

A descolagem do foguetão, às 19:09 de Lisboa, ocorreu da base espacial de Vandenberg, na Califórnia, nos Estados Unidos, com 11 minutos de atraso sobre a hora prevista e pôde ser acompanhada em direto a partir do Campus de Guimarães da UMinho.

O PoSAT-2, da LusoSpace, e o Prometheus-1, da UMinho, são o quarto e o quinto satélites portugueses a serem enviados para o espaço, depois dos nanossatélites ISTSat-1 e Aeros MH-1, em 2024, e do microssatélite PoSAT-1, em 1993.

O Prometheus-1 tem fins pedagógicos e é o segundo nanossatélite a ser construído por uma instituição universitária portuguesa, depois do ISTSat-1, pelo Instituto Superior Técnico (IST), em Lisboa.

O PoSAT-2 é o primeiro de uma constelação de 12 microssatélites para monitorização do tráfego marítimo e foi totalmente construído nas instalações da LusoSpace, em Lisboa.

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