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Sábado, Julho 11, 2026
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Energias renováveis pesam mais de 95% da eletricidade produzida pela EDP em 2024

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A EDP aumentou a produção de eletricidade em 2% em 2024, face ao ano anterior, com as energias renováveis a representarem mais de 95% do total da energia, informou a empresa.

“A estratégia de investimento em energias renováveis, complementadas com tecnologias flexíveis como a bombagem hídrica, baterias e centrais a gás, assim como a forte redução da produção a carvão permitiu aumentar o peso de renováveis na produção de eletricidade da EDP a um forte ritmo face a 74% em 2022 e 87% em 2023, com um contributo decisivo para a transição energética”, explica a elétrica em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Já na atividade de comercialização, no mercado ibérico, o volume de eletricidade comercializado diminuiu 9% em termos homólogos “refletindo principalmente a diminuição dos volumes vendidos a clientes empresarias. No gás, os volumes vendidos diminuíram 10% em relação ao período homólogo”, de acordo com os dados operacionais relativos a 2024.

FC Porto perde com Olympiacos e falha acesso direto aos ‘oitavos’ da Liga Europa

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foto: Sérgio Carvalho / Notícias Em Direto

O FC Porto perdeu hoje por 1-0 na receção ao Olympiacos, na sétima jornada da fase de liga da Liga Europa de futebol, e ficou sem hipóteses de lutar pelo apuramento direto para os oitavos de final.

No primeiro jogo após a saída do treinador Vítor Bruno, os ‘dragões’, que foram liderados pelo coordenador da formação, José Tavares, foram derrotados com um golo do marroquino El Kaabi (79 minutos), mantendo-se com oito pontos e provisoriamente no 21.º lugar, estando a inalcançáveis cinco pontos do oitavo colocado, o último de qualificação direta para os ‘oitavos’.

Ainda assim, os ‘azuis e brancos’, que somaram o quarto desaire seguido em todas as competições, continuam em zona de play-off, sendo que, na oitava e derradeira jornada, na próxima quinta-feira, dia 30 de janeiro, visitam o Maccabi Telavive.

EUA: Tiroteio em escola de Nashville resulta em dois mortos incluindo o atirador

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Uma aluna foi ontem morta a tiro e outro aluno ficou ferido num tiroteio no refeitório de uma escola secundária de Nashville em que o atirador também morreu, revelou fonte policial.

O atirador de 17 anos, que também era aluno da Antioch High School, matou-se mais tarde, adiantou o porta-voz da Polícia Metropolitana de Nashville, Don Aaron, durante uma conferência de imprensa.

O aluno que ficou ferido no tiroteio sofreu um corte, acrescentou Aaron.

Um porta-voz do Centro Médico da Universidade de Vanderbilt referiu à estação de TV News 2 que outro estudante foi levado para a Vanderbilt Pediatrics para tratamento de um ferimento num olho ocorrido após o tiroteio.

Aaron disse que havia dois polícias escolares no edifício quando o tiroteio aconteceu. Não estavam nas imediações do refeitório onde ocorreu o tiroteio e, quando lá chegaram, o tiroteio tinha terminado e o atirador tinha usado uma arma para disparar sobre si próprio.

A escola tem cerca de 2.000 alunos e está localizada num bairro de Nashville, a cerca de 16 quilómetros a sudeste do centro da cidade que é capital do Estado do Tennessee, no sul dos Estados Unidos.

As autoridades escolares pediram que os pais não fossem à escola buscar os filhos, mas que se dirigissem a um hospital próximo, para onde os alunos foram transportados de autocarro pela polícia.

A porta-voz do FBI, Elizabeth Clement-Webb, referiu num e-mail que a polícia de Nashville não tinha pedido a ajuda da agência federal na investigação do tiroteio até ao início da tarde de hoje (hora local).

Os tiroteios nas escolas estão no topo das preocupações em Nashville. Em março de 2023, um atirador matou três crianças de 9 anos e três adultos numa escola primária cristã privada da cidade, a The Covenant School.

Deputado do Chega Miguel Arruda constituído arguido por furto de malas no aeroporto

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O deputado Miguel Arruda, do Chega, foi constituído arguido, por suspeita do furto de malas no aeroporto, disse à Lusa fonte policial.

Fontes da direção do Chega disseram à Lusa que o presidente do partido, André Ventura, vai reunir-se com Miguel Arruda na quinta-feira, quando regressar a Portugal, depois de ter estado nos últimos dias nos Estados Unidos da América.

A assessoria do partido disse à Lusa que André Ventura “regressa de Washington esta noite e só depois é que vai reunir-se com o deputado”.

O deputado eleito pelo círculo dos Açores não esteve presente na Assembleia da República durante a reunião plenária desta tarde.

Questionado pelos jornalistas no parlamento se mantém a confiança política em Miguel Arruda, o líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, não quis prestar declarações.

“Falaremos em breve sobre isso”, disse apenas.

Na terça-feira, a PSP realizou buscas nas casas do deputado do Chega Miguel Arruda em Lisboa e em São Miguel, nos Açores. Já hoje, fonte policial disse à Lusa que o deputado foi constituído arguido.

No dia, fonte policial avançou à Lusa que em causa estão suspeitas de crimes de furto qualificado e contra a propriedade, tendo Miguel Arruda furtado malas dos tapetes de bagagens das chegadas dos aeroportos de Lisboa e de Ponta Delgada quando viajava de e para os Açores no início e no final da semana de trabalhos parlamentares.

A PSP indicou ainda que o deputado do Chega não foi detido, sendo necessário o levantamento da imunidade parlamentar.

No mesmo dia, o presidente do Chega disse que iria exigir explicações ao deputado do seu partido alvo de buscas por suspeita de crimes de furto qualificado e contra a propriedade, e indicou que tiraria consequências se necessário.

“É exigível que sejam dadas explicações e que sejam retiradas consequências se essas explicações não foram satisfatórias. Não vai haver um milímetro de cedência e vamos exigir as mesmas regras que exigimos para os outros, independentemente de ser ou não um deputado do Chega”, sublinhou André Ventura nos Estados Unidos da América, onde participou em Washington nas cerimónias de tomada de posse de Donald Trump.

De acordo com o estatuto dos deputados, “nenhum deputado pode ser detido ou preso sem autorização da Assembleia, salvo por crime doloso a que corresponda pena de prisão cujo limite máximo seja superior a 3 anos e em flagrante delito”.

“Os deputados não podem ser ouvidos como declarantes nem como arguidos sem autorização da Assembleia, sendo obrigatória a decisão de autorização, no segundo caso, quando houver fortes indícios de prática de crime doloso a que corresponda pena de prisão cujo limite máximo seja superior a 3 anos”, acrescenta.

O crime de furto qualificado “é punido com pena de prisão até cinco anos ou com pena de multa até 600 dias”, estabelece o Código Penal, pelo que o parlamento é obrigado a autorizar o levantamento da imunidade, quando o pedido for enviado pela Justiça.

Miguel Arruda, 40 anos, foi eleito deputado pelo círculo dos Açores nas últimas eleições legislativas, nas quais foi cabeça de lista.

Ucrânia: Trump ameaça Rússia com mais sanções se não houver acordo de paz

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Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, garantiu que, se Moscovo não chegar de imediato a acordo com a Ucrânia, o seu Governo irá impor elevadas tarifas e sanções a tudo o que for importado da Rússia.

“Este é o tempo de tentar um acordo”, escreveu Trump na plataforma Social Truth, assegurando que essa será sempre uma solução de último recurso.

“Não estou a tentar prejudicar a Rússia. Adoro o povo russo e sempre tive uma relação muito boa com o Presidente Putin”, explicou o Presidente norte-americano, aproveitando para pressionar a posição do líder russo, Vladimir Putin, sobre o conflito na Ucrânia.

“Se não chegarmos a um acordo em breve, não terei outra escolha senão impor elevados níveis de impostos, tarifas e sanções a qualquer produto que a Rússia venda aos Estados Unidos, bem como a outros países participantes”, ameaçou Trump.

Apesar de Trump não ter especificado que países podem ser sancionados, a China, o Irão e a Coreia do Norte — que já estão sujeitos a restrições comerciais por parte dos EUA — são os que mais têm apoiado a Rússia, com remessas de equipamento militar ou apoio diplomático em organizações internacionais.

O Presidente dos EUA também apelou diretamente a Putin, dizendo que o fim da guerra beneficiaria a Rússia, dado o estado atual da sua economia.

Apesar da ameaça de tarifas contra a Rússia, o comércio entre os dois países já tinha sido severamente limitado desde o início da guerra na Ucrânia, em fevereiro de 2022.

Na sequência da invasão russa da Ucrânia, os Estados Unidos impuseram inúmeras sanções contra a Rússia, incluindo restrições ao setor petrolífero e aos principais bancos russos, com o objetivo de isolar Moscovo do sistema financeiro internacional baseado no dólar.

De acordo com os mais recentes dados disponibilizados pelas autoridades norte-americanas, o comércio de bens e serviços entre os Estados Unidos e a Rússia em 2022 atingiu um total estimado de 20 mil milhões de dólares (cerca de 19 mil milhões de euros).

Durante a campanha eleitoral, Trump prometeu acabar com a guerra na Ucrânia em 24 horas, embora nunca tenha detalhado como o faria.

Contudo, Keith Kellogg, o enviado especial de Trump para a Ucrânia e a Rússia, reduziu recentemente as expectativas, numa entrevista à cadeia televisiva Fox News, falando num período de 100 dias para negociar a paz.

Brasil ouve propostas para regulamentar redes sociais após mudanças na Meta

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O Governo brasileiro realizou uma audiência pública para discutir propostas de regulamentação das redes sociais, após as mudanças “preocupantes” introduzidas pelo grupo Meta em termos de moderação e verificação de conteúdo.

O evento, organizado pela Advocacia-Geral da União (AGU) , contou com a presença de cerca de 200 participantes presenciais e online, entre especialistas, académicos, representantes do governo e da sociedade civil.

As plataformas digitais foram convidadas, mas “preferiram não participar”, segundo o ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, na abertura da audiência.

O objetivo é reunir propostas para proteger os direitos fundamentais nas redes sociais e construir mecanismos para responsabilizar as grandes plataformas pela integridade das informações que circulam nelas.

“A omissão não é uma opção para este governo. Estamos preocupados em proteger a sociedade brasileira”, afirmou, citado pela Agência Brasil.

A audiência pública, cujas conclusões serão enviadas ao Congresso e ao Supremo Tribunal Federal, é uma primeira reação do Governo às mudanças anunciadas neste mês pelo presidente executivo da Meta, Mark Zuckerberg.

A Meta vai encerrar o seu programa de verificação independente de dados nos Estados Unidos e flexibilizou sua política contra condutas de ódio para “garantir mais espaço para a liberdade de expressão”.

LC: Benfica perde com Barcelona no último lance do jogo

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O Notícias Em Direto esteve presente no jogo através da objetiva do repórter fotográfico Tiago Miguel de Araújo Vieira

Um golo de Raphinha no último lance do encontro ditou esta terça-feira a derrota do Benfica por 5-4 na receção ao Barcelona, em jogo da sétima jornada da fase de Liga da Liga dos Campeões de futebol.

Os ‘encarnados’ estiveram na frente do marcador até aos 86 minutos, tendo chegado a dispor de dois golos de vantagem em duas ocasiões, aos 3-1 e 4-2, mas acabaram por ceder nos instantes finais, num encontro que teve uma ‘chuva’ de golos, que se juntou ao temporal que caiu, principalmente durante a segunda parte.

O grego Pavlidis foi uma das figuras do encontro, ao anotar um ‘hat trick’, aos dois, 22 e 30 minutos, o último de grande penalidade, tendo o outro golo benfiquista sido apontado por Ronald Araujo na própria baliza, aos 68, enquanto, pelo lado catalão, o polaco Robert Lewandowski ‘bisou’, aos 13 e 78, ambos de grande penalidade, o brasileiro Raphinha também fez dois golos, aos 64 e 90+6, e Eric Garcia foi o autor do outro tento.

Com esta derrota, o Benfica vê ficar em risco a possibilidade de assegurar a presença no play-off de acesso aos oitavos de final, sendo agora 18.º, com 10 pontos, tendo ainda uma difícil deslocação a Turim na última jornada para defrontar a Juventus, enquanto o Barcelona, segundo, com 18, está diretamente apurado para os ‘oitavos’.

Tiago Miguel de Araújo Vieira / Notícias Em Direto

Novos Tempos: O GPS de Deus

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Sérgio Carvalho (Professor e Jornalista)

Participei há uns dias numa celebração de entrega da Bíblia a alunos do 4.º ano de escolaridade. Celebravam a sua Festa da Palavra. Durante a homilia, o celebrante questionou a assembleia sobre o que era a Bíblia e de como poderíamos explicar, nos nossos dias, o que era esse livro. Uma das crianças tomou a palavra e disse: a Bíblia é «uma espécie de GPS que nos guia até Deus». A palavra e a sabedoria dos mais novos deram uma boa definição. A Bíblia tem o mapa, dá a localização e oferece as orientações para encontrar o caminho da felicidade até Deus através do amor a todos os seres humanos.

Escrevo sobre este assunto porque o Papa Francisco, desde há seis anos, instituiu a celebração do Domingo da Palavra de Deus, perto ou durante a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos que se assinala sempre de 18 a 25 de janeiro. Este ano o tema é «Espero na Tua Palavra (Salmo 119, 74).

A Bíblia é uma das obras matrizes da nossa cultura. Muitos de nós, mesmo não crentes ou praticantes, citamo-la sem saber, em expressões e provérbios. A Bíblia, para quem a lê e conhece, é uma fonte de inspiração inesgotável. Escritores, músicos, poetas, argumentistas, e artistas de tantas áreas e de várias eras foram e continuam a ir até aos textos bíblicos para beber lá inspiração para as suas obras.

Quando leciono aos meus alunos o capítulo «Arte Cristã», no ensino secundário, todos os anos vejo a mesma reação de como é possível a Bíblia estar tão presente na nossa cultura e nós nem nos apercebemos. A conclusão pode ser simples – não nos apercebemos porque nunca lemos ou desconhecemos os textos bíblicos.

Quando lhes revelo que obras literárias ou cinematográficas que eles conhecem têm inspiração bíblica, como as trilogias e sagas do Senhor dos Anéis e Hobbit, as Crónicas de Nárnia, Guerra das Estrelas. Super-heróis como a Mulher Maravilha e Super-Homem, ou poetas como Sophia de Mello Breyner, Miguel Torga e Saramago, entre tantos outros, foram buscar à Bíblia a inspiração para aquilo que escreveram, mesmo até, por vezes, contra a fé estabelecida.

Não nos podemos esquecer de que a Bíblia foi o primeiro livro a ser impresso, no século XV; é o livro mais traduzido em todo o mundo – mais de 650 línguas atingindo quase 6 mil milhões de pessoas; é o livro mais vendido e o único que tem uma passagem sua na superfície lunar levada pela missão Apollo 11 em 1969.

Ler a Bíblia é mergulhar na história da Humanidade, conhecendo mais de 40 autores de todas as condições sociais e que, ao longo de 1600 anos, nos transmitiram a sabedoria do berço da civilização humana ocidental, a partir do Crescente Fértil e do Mediterrâneo.

Em Portugal, a Bíblia continua a ser obra de interesse, veja-se o exemplo do Professor Frederico Lourenço que traduziu recentemente para português toda a Bíblia, a partir da Bíblia em grego dos LXX e a Conferência Episcopal Portuguesa que há vários meses, publica, no primeiro dia de cada mês, a proposta de tradução de um livro da Bíblia para português contemporâneo. Serão 73 meses de publicação, tantos quantos o cânone católico de livros bíblicos.

Há que mergulhar nas páginas da Bíblia, conhecendo a sua História e histórias, aprender a entendê-la e interpretá-la segundo a exegese e as regras gramaticais e lexicais. Saber que ela possuiu vários géneros literários: narrativas, poemas, canções, ficção, e por aí adiante. Se, como dizia, um ex-presidiário, dessem e lessem as Bíblias na infância e juventude, e não apenas quando já estão na prisão, o mundo poderia ser um pouco melhor.

Sérgio Carvalho

Lista A elegeu quatro representantes dos jornalistas para Comissão da Carteira

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foto ilustrativa: Notícias Em Direto

A Lista A elegeu hoje quatro representantes dos jornalistas na Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ), com 143 votos, tendo-se ainda registado 22 votos brancos.

Em comunicado, a CCPJ divulgou terem sido eleitos para o exercício efetivo do mandato para o próximo triénio os jornalistas Alexandra Correia (Visão), Paulo Agostinho (Lusa), Mariana Oliveira (Público) e Alexandra Inácio (JN).

A Lista A, a única que se apresentou a votos e que conta com o apoio do Sindicato dos Jornalistas, avançou com várias linhas programáticas sob o mote: “Credibilidade do jornalismo / Independência dos jornalistas”.

“A lista A quer ser representativa da classe e é composta por jornalistas ligados a diversos órgãos de comunicação social, com percursos profissionais que refletem a diversidade dos meios e de diferentes grupos empresariais de comunicação social”, lê-se na apresentação da lista, que integrou jornalistas que se estreiam na CCPJ.

A eleição dos representantes dos jornalistas decorreu através de voto eletrónico, entre o dia 20 e hoje, e presencialmente, ao longo desta quarta-feira.

As entidades empregadoras nomeiam mais quatro jornalistas para um plenário, que vai eleger o presidente do organismo.

Em outubro, três membros da CCPJ renunciaram aos cargos em divergência com a presidente do órgão, Licínia Girão, segundo exposições ao plenário da entidade a que a Lusa teve acesso.

Depois de Anabela Natário e Isabel Magalhães terem renunciado ao cargo em 24 de outubro, Miguel Alexandre Ganhão apresentou no final do mês de outubro do ano passado a renúncia após reunião do plenário da CCPJ.

Estes três membros foram eleitos pelos jornalistas para o plenário do órgão.

“Não podemos aceitar mais a má gestão da CCPJ nem fazer de conta que nada se passa neste organismo, onde tentámos sempre trilhar o caminho para o qual fomos eleitas pelos nossos pares” e “é precisamente em nome do respeito à instituição, de modo a prevenir o futuro, que nos propusemos explicar neste documento a nossa decisão”, afirmam Anabela Natário e Isabel Magalhães, numa exposição datada de 24 de outubro.

Por sua vez, Miguel Alexandre Ganhão considerou que “o mandato da CCPJ nos últimos tempos tem sido enorme equívoco”, explicando as razões da sua renúncia.

“Como não se antevê que até ao fim do mandato desta CCPJ seja mudada a orientação desta comissão, e estando eu de acordo com muitos dos reparos feitos pelas vogais Anabela Natário e Isabel Magalhães, não me resta outra alternativa que não seja a renúncia ao meu mandato com efeitos imediatos”, rematou.

Bombeiros sapadores em início de carreira com aumento de 379 euros até 2027

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📷 Notícias Em Direto (imagem ilustrativa)

O ministro Adjunto e da Coesão Territorial considerou “um bom acordo” para os bombeiros sapadores o documento hoje assinado com seis sindicatos, avançando que terão um aumento de 379 euros até 2027 no início de carreira.

“É claramente um bom acordo”, disse aos jornalistas Manuel Castro Almeida, depois de ter assinado o acordo sobre aumentos salariais e criação do suplemento de risco, designado por suplemento do bombeiro, com seis sindicatos que representam estes profissionais.

O ministro frisou que a carreira dos bombeiros sapadores não era revista há 22 anos, sustentando que estavam “a ser injustiçados ao longo de demasiado tempo”.

O acordo prevê uma revisão da tabela remuneratória, que se vai processar de forma faseada entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026, e a criação de um novo suplemento, designado por suplemento do bombeiro sapador, que será calculado sobre o vencimento base com um aumento faseado – 10% em 2025, 15% em 2026 e 20% em 2027, no caso dos praças.

O acordo foi assinado pelos sindicatos que apresentaram uma proposta conjunta – Sindicato Nacional dos Bombeiros Profissionais (SNBP), Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública (SINTAP), Sindicatos dos Trabalhadores do Município de Lisboa (STML), Sindicato Nacional dos Trabalhadores da Administração Local e Regional (STAL) e Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (FNSTFPS) – e pelo Sindicato Nacional da Proteção Civil (SNPC).

Fora do acordo ficaram o Sindicato Nacional dos Bombeiros Sapadores (SNBS), que diz ser o mais representativo, e o Sindicato Independente dos Trabalhadores da Floresta, Ambiente e Proteção Civil.

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