O primeiro-ministro afirmou esta quinta-feira que tem conhecimento do pedido feito por Marques Mendes ao Presidente da República para resolver a crise política e assegurou que o Governo está a fazer tudo para responder ao parlamento e evitar eleições antecipadas.
“Tive conhecimento muito fugaz de que havia uma proposta no sentido de esgotar todos os instrumentos e diligências para poder evitar que o país tenha uma necessidade de auscultação do povo português”, disse Luís Montenegro, em conferência de imprensa, em Bruxelas.
O primeiro-ministro disse que da parte do Governo está a ser feito “aquilo que lhe compete, a dar as respostas que são necessárias e a interagir com as demais forças políticas” para esclarecê-las e “dar uma última oportunidade” para evitar adensar a crise política e desencadear legislativas antecipadas.
O candidato presidencial Luís Marques Mendes pediu hoje ao Presidente da República para fazer uma “última tentativa” junto do primeiro-ministro e do PS para evitar eleições, considerando-as indesejáveis face ao atual cenário internacional e à execução do PRR.
Em declarações à agência Lusa, o antigo presidente do PSD afirmou que o “país está incrédulo com a ideia de ter eleições antecipadas”, não as deseja, nem compreende a sua utilidade, salientando que ele próprio partilha dessa apreensão.
O Notícias Em Direto esteve presente no jogo através da objetiva da repórter fotográfico Daniela Duarte
O Benfica perdeu esta quarta-feira em casa com os espanhóis do FC Barcelona, por 1-0, na primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol, e está mais longe de conseguir um lugar nos ‘quartos’.
No Estádio da Luz, os ‘encarnados’ jogaram com mais um elemento desde os 22 minutos, por expulsão do jovem defesa Pau Cubarsí, mas foram os catalães que marcaram o único golo da partida aos 61, por intermédio do brasileiro Raphinha.
O jogo da segunda mão dos ‘oitavos’ está agendado para terça-feira, em Barcelona, com início marcado para as 17:45 (horas de Lisboa), com o vencedor da eliminatória a defrontar nos quartos de final a equipa que triunfar no duelo entre os franceses do Lille e os alemães do Borussia Dortmund.
foto ilustrativa: Arlindo Homem / Notícias Em Direto
Dois dos cinco adeptos do Benfica detidos quarta-feira pela PSP por agressões a polícias durante um jogo de futebol entre o Benfica e o Casa Pia ficaram hoje em prisão preventiva, disse à Lusa fonte policial.
Segundo a mesma fonte, os restantes três detidos, depois de ouvidos também em primeiro interrogatório judicial, ficaram proibidos de entrarem em estádios de futebol e de se aproximarem de qualquer recinto desportivo durante os 30 dias anteriores à data da realização de qualquer espetáculo desportivo e no dia da realização do mesmo.
Ficaram igualmente obrigados a apresentações em esquadras da PSP da zona de residência nos dias e à hora das competições desportivas, nacionais e internacionais, que envolvam o Sport Lisboa e Benfica.
Fonte da Polícia de Segurança Pública (PSP) disse na quarta-feira à Lusa que os detidos pertencem ao grupo “No Name Boys” e que, das seis buscas domiciliárias realizadas, quatro foram em Lisboa, uma em Setúbal e outra no Marco de Canavezes (distrito do Porto), tendo sido apreendidas armas ilegais e dezenas de munições, algumas de calibre militar ou de guerra.
A PSP referiu ainda que as detenções têm a ver com alegadas ofensas à integridade física qualificadas de vários agentes da PSP, durante a segunda jornada do campeonato nacional de futebol, que se realizou a 17 de agosto de 2024, entre as equipas do Sport Lisboa e Benfica e o Casa Pia Atlético Clube.
Segundo a PSP, esta investigação durou cerca de seis meses e correu pela 11.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa.
Nas buscas da operação denominada “Sem Nome”, os elementos da PSP apreenderam um carregador de metralhadora G3 com 8 munições, munições de vários calibres, nomeadamente de calibre de guerra, uma besta, dois bastões extensíveis, uma matraca, sete facas designadas por “borboletas” e três catanas, duas facas de mato, uma soqueira, um bastão de madeira e quatro navalhas.
A PSP apreendeu também uma arma de pressão de ar de calibre 6mm, uma pistola de gás de calibre 4.5, três cargas de gás Co2, duas carabinas de ar comprimido de calibre 4.5 com os respetivos estojos, uma arma de arremesso artesanal composta por uma meia longa do S.L.B com duas bolas de bilhar no interior, quatro engenhos pirotécnicos e diverso material alusivo ao Sport Lisboa e Benfica.
O Presidente da República prometeu na quarta-feira agir “o mais rápido possível” se a moção de confiança que o Governo irá apresentar ao parlamento for rejeitada.
“Se for rejeitada, eu imediatamente convocarei os partidos, se possível para o dia seguinte, e o Conselho de Esrado para dois dias depois”, disse Marcelo Rebelo de Sousa, em Viseu, prometendo depois “um calendário de intervenção o mais rápido possível”, deixando entender como hipótese a realização de legislativas antecipadas em maio.
Marcelo disse, contudo, pretender ouvir primeiro os partidos, designadamente os que suportam o Governo (PSD e CDS-PP), para confirmar que pretendem apresentar-se a eleições, se forem convocadas, com as mesmas lideranças.
Depois de lembrar que na sexta-feira o Conselho de Ministros vai definir os termos da moção de confiança, o chefe de Estado admitiu que o debate no parlamento possa ocorrer no parlamento na quarta-feira.
O Presidente da República nunca se referiu diretamente à dissolução do parlamento e consequente convocação de eleições legislativas antecipadas, mas depois de prometer agir com rapidez face aom chumbo provável da moção de confiança, apontou o mês de maio como possível para a realização de novo sufrágio.
Marcelo assegurou que, no caso de o Governo perder a confiança do parlamento, irá agir no sentido de “tentar minimizar os custos em termos de efeitos e maximizar aquilo que é a celeridade e rapidez no enfrentar da situação”.
Apesar da crise intermacional que o mundo está a enfrentar, sobretudo após a posse da nova administração dos Estados Unidos, o chefe de Estado lembrou que o Orçamento do Estado está aprovado e que o calendário não colide com o calendário da elaboração das contas para 2026.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, fez esta quarta-feira um “último aviso” ao Hamas para libertar os reféns que mantém em Gaza, ameaçando o movimento islamita palestiniano que caso contrário deixará Israel “terminar o trabalho” no enclave.
As ameaças de Trump foram feitas poucas horas depois de a Casa Branca confirmar que os Estados Unidos mantiveram contactos diretos com o Hamas, que Washington cataloga como organização terrorista, indicando que as autoridades israelitas foram consultadas sobre estas conversações relacionadas com a próxima fase do cessar-fogo na Faixa de Gaza.
Numa mensagem nas redes sociais Truth, Trump ordenou ao Hamas para que devolva “imediatamente” os reféns e os corpos que está a reter, frisando que este era o “aviso final”.
“Vou enviar a Israel tudo o que eles precisam para terminar o trabalho, nenhum membro do Hamas estará a salvo se não fizerem o que eu digo”, ameaçou.
”Quanto aos líderes (do Hamas), agora é o momento de deixarem Gaza, enquanto ainda podem”, adiantou.
Estendeu as ameaças ao próprio “povo de Gaza”: “Se esconderem reféns, estão mortos”.
“Tomem uma decisão inteligente. Libertem os reféns agora, ou haverá um inferno para pagar mais tarde”, publicou Trump.
O diálogo direto de Washington com o Hamas, revelado pelo ‘site’ Axios, foi confirmado pela porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, que justificou esta abordagem com o Hamas com a tentativa de por fim à guerra na Faixa de Gaza.
Leavitt informou que o enviado especial norte-americano para assuntos dos reféns, Adam Boehler, “está envolvido nestas negociações” e que, nessa medida, “tem autoridade para falar com qualquer pessoa”, indicando ainda que a parte israelita foi consultada.
De acordo com o Axios, citando duas fontes com conhecimento direto das negociações, as reuniões entre Boehler e representantes do Hamas tiveram lugar em Doha nas últimas semanas.
O Hamas já confirmou estes contactos e Israel também corroborou as consultas de Washington a este respeito.
As negociações centraram-se na libertação de reféns norte-americanos em posse do Hamas, embora também tenha sido discutido um acordo mais amplo para libertar todos aqueles que ainda estão detidos na Faixa de Gaza e um entendimento para pôr fim à guerra, de acordo com as fontes citadas pelo Axios.
A confirmação surge depois de o grupo palestiniano ter rejeitado no sábado a proposta dos Estados Unidos, um dos três países mediadores nas negociações, de prolongar a primeira fase do acordo até ao final do Ramadão em troca da libertação dos restantes reféns.
Israel confirmou igualmente que ter recebido informações do diálogo de Washington com o Hamas.
Israel prometeu destruir o Hamas e lançou uma ofensiva devastadora na Faixa de Gaza, após o ataque de violência e escala sem precedentes realizado em 07 de outubro de 2023 por combatentes do grupo islamita palestiniano, que se introduziram no sul do território israelita, onde fizeram mais de 1.200 mortos e 250 reféns.
A operação de retaliação israelita no enclave palestiniano provocou por sua vez acima de 48 mil mortos, na maioria civis, segundo as autoridades locais controladas pelo Hamas, e mergulhou o território numa grave crise humanitária.
Após 15 meses de guerra que destruiu grande parte da Faixa de Gaza, Israel e Hamas chegaram a um acordo de cessar-fogo, com a mediação de Qatar, Egito e Estados Unidos, cuja primeira fase entrou em vigor em 19 de janeiro e terminou no sábado.
Durante a primeira fase, o Hamas entregou 33 reféns e Israel libertou cerca de 1.800 palestinianos das suas cadeias.
Israel também permitiu o reforço da ajuda humanitária na Faixa de Gaza antes de a bloquear no domingo, alegando que estava a beneficiar o Hamas.
As autoridades israelitas exigem a “desmilitarização total” da Faixa de Gaza, a saída do Hamas do território e a recuperação dos últimos reféns antes de passar à segunda fase.
O Hamas recusa-se a aceitar a próxima etapa, que deveria conduzir a um cessar-fogo permanente, e insiste em permanecer na Faixa de Gaza, onde assumiu o poder em 2007. Uma terceira fase deverá ser dedicada à reconstrução do enclave.
A maioria dos cristãos, a maior religião mundial, iniciou a sua preparação para a Páscoa, com a celebração de Quarta-feira de Cinzas. Ao longo de 40 dias, vão viver a Quaresma, um tempo de oração, penitência e conversão, para celebrar a maior festa da sua fé – a Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.
É certo que, desde o Concílio Vaticano II, muitas das práticas e tradições quaresmais parecem ter caído em desuso, não porque tenham sido suprimidas, mas porque o relativismo de uns e a interrupção da transmissão da Tradição foi interrompida para as novas gerações.
Se uns querem fazer uma religião à sua medida, apenas praticando o que gostam e lhes convém, outros, por sua vez, não ensinam, nem transmitem às novas gerações as práticas tradicionais, nem o espírito da Tradição.
Como recordo, com saudade, sem saudosismos, as tradições deste período…
Se noutros tempos, o início da Quaresma era um dia de preceito respeitado por quase todos, com procissões penitenciais, como vemos em registos fotográficos, por exemplo de Aurélio Paz dos Reis, nos inícios do século XX, no Porto. Verificava-se a afluência massiva às igrejas para receber a imposição das cinzas (feitas com os ramos benzidos no Domingo de Ramos do ano transato), recordando a finitude do ser humano, ouvindo as palavras «lembra-te, homem, que és pó e ao pó hás de voltar». Após as celebrações, os fiéis saíam com a fronte marcada com a cruz e assim permaneciam durante o dia.
Noutros tempos, os arranha-céus de Nova Iorque faziam um jogo de luzes, criando a cruz, na iluminação dos edifícios; as cadeias de comida rápida, como a MacDonald’s, criava um hamburger de peixe, o macfish, para não perder clientes, às sextas-feiras, devido à abstinência da carne.
Uma cor introspetiva, como o roxo dos paramentos dos sacerdotes, lembrava a penitência e o luto da Paixão de Cristo e a velatio (cobertura das imagens sagradas com panos roxos, para os fiéis se focarem somente na cruz); as flores e ornamentos eram retirados dos altares; dava-se a supressão dos cânticos com a palavra «aleluia», que só ecoariam, novamente, no Sábado Santo, na Vigília Pascal.
As celebrações penitenciais, pregações, sermões e o cumprimento do preceito da confissão anual; as vias-sacras nas igrejas e nas ruas, faziam com que tudo fosse num crescendo até atingir o auge, na celebração da Semana Santa e da Páscoa. Muito do que enunciei, é mantido por alguns, outros ab-rogam-se em fazer coisas a seu belo prazer, adaptando-as a modas e sensibilidades.
O catolicismo tem como fontes e pilares da Fé: as Sagradas Escrituras, a Sagrada Tradição Apostólica e o Sagrado Magistério. Esta tríplice base assegura o fundamento bíblico da Quaresma, as formas como os Apóstolos e os seus sucessores entendiam e praticavam a fé e os documentos publicados pela Igreja, através daqueles que têm o múnus de ensinar.
Porque é que se deixaram morrer e acabar tantas das tradições? Porque é que a Quaresma não é notícia e o início do Ramadão (mês de jejum sagrado dos islâmicos), é sempre noticiado com pompa e circunstância? Haverá jejuns de primeira e segunda categoria?
Temos de deixar esta visão laica e jacobina da sociedade, em que a Fé cristã é um assunto do foro privado e remetido às igrejas.
Em grandes cidades europeias, veem-se iluminações de «Feliz Ramadão», mas não de «Santa Quaresma e Feliz Páscoa». Se os cristãos em geral, e os católicos em particular, trouxessem novamente as suas práticas e tradições para a vida pública e social, sem revivalismos ou folclore, o ritmo do tempo, teria outro gosto e tudo teria mais sentido.
Como sempre, o comércio brinca e ganha com a situação. Basta acorrer aos supermercados e acabado o Carnaval, já está tudo cheio de coelhos de chocolate e amêndoas de Páscoa. E o mais caricato é ver as pessoas sem reação. Bastava funcionar a lei económica da oferta e procura, e tudo mudaria.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, esteve reunido com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ontem, no Palácio de Belém, indicou a Presidência da República, na véspera do debate da moção de censura do PCP.
“O Presidente da República reuniu com o primeiro-ministro, ao fim da tarde desta terça-feira, no Palácio de Belém”, lê-se numa nota divulgada na página oficial da Presidência da República.
A reunião entre Marcelo e Luís Montenegro realizou-se na véspera do debate, no parlamento, da moção de censura do PCP e depois de, segundo o Observador, o Presidente da República não ter atendido o telefone ao primeiro-ministro no sábado à noite.
De acordo com o Observador, Luís Montenegro só telefonou a Marcelo Rebelo de Sousa depois de ter feito a declaração ao país na qual admitiu avançar com uma moção de confiança, tendo o Presidente da República optado por não atender o telefonema por estar “com outros afazeres”.
A Assembleia da República discute e vota esta quarta-feira, a partir das 15:00, uma moção de censura ao Governo, destinada ao chumbo, tendo em conta que o secretário-geral do PS, Pedro Nuno Santos, já anunciou que não pretende viabilizá-la.
A moção, com o título “Travar a degradação nacional, por uma política alternativa de progresso e de desenvolvimento”, foi anunciada pelo PCP após o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ter feito uma declaração ao país no sábado à noite na qual admitiu avançar com uma moção de confiança ao Governo se os partidos da oposição não esclarecessem se consideram que o executivo “dispõe de condições para continuar a executar” o seu programa.
Montenegro fez esta declaração após ter sido noticiado pelo semanário Expresso que a empresa Spinumviva – até sábado detida pela sua mulher, com quem é casado em comunhão de adquiridos, e filhos -, recebe uma avença mensal de 4.500 euros do grupo Solverde, que representou como advogado antes de ser presidente do PSD.
O Papa Francisco mantém-se estável e não teve mais “episódios de insuficiência respiratória”, mas terá que dormir com máscara de ventilação durante a noite, informou esta terça-feira o Vaticano.
O Papa “não teve nenhum episódio de insuficiência respiratória ou broncoespasmo” e não tem febre, refere o Vaticano, acrescentando que “esta noite, como previsto, será retomada a ventilação mecânica não invasiva até amanhã [quarta-feira] de manhã”.
O Vaticano adianta ainda que o prognóstico mantém-se “reservado”.
Francisco, de 88 anos, está internado no hospital Gemelli, em Roma, desde 14 de fevereiro, por bronquite com infeção polimicrobiana, à qual se somou pneumonia bilateral.
O Benfica acredita que pode “seguir em frente” na Liga dos Campeões de futebol, assumiu o treinador, Bruno Lage, considerando ainda que a primeira mão dos oitavos de final, com o FC Barcelona, não será decisiva.
“A questão do favoritismo não é interessante. O que interessa é que acreditamos que podemos seguir em frente”, atirou o técnico ‘encarnado’, no Seixal, em conferência de imprensa de antevisão do encontro dos oitavos de final.
Os dois clubes já se defrontaram esta época, igualmente no Estádio da Luz, em partida da fase de liga da ‘Champions’ que os espanhóis venceram por 5-4.
Questionado sobre se será imprescindível vencer na quarta-feira, para manter intactas as possibilidades de apuramento para os quartos de final, Lage considerou que a passagem vai ser discutida em ambos os encontros.
“Acredito que a eliminatória vai ser disputada e, por isso, o resultado desta quarta-feira é importante, mas não vai ser decisivo”, comentou.
Sem se alongar em algumas respostas, o treinador do clube da Luz confirmou que Di María e Florentino não estão disponíveis para defrontar os ‘blaugrana’, mas não revelou quem vai jogar nos seus lugares, particularmente no meio-campo.
“Contamos com outro jogador. Não vou dizer quem, mas o mais importante é a equipa funcionar como equipa, como coletivo”, frisou Bruno Lage.
Por outro lado, o técnico garantiu que se o jogo estiver empatado 4-4 no último minuto e tiver um canto a seu favor, à semelhança do que aconteceu na fase de liga, o Benfica vai “tentar ganhar”, mas não conseguiu perspetivar se a partida da primeira mão dos oitavos de final vai ter tantos golos (nove) como a anterior.
“Não consigo perspetivar quantos golos vão acontecer no jogo. O que eu consigo perspetivar é que vai ser um grande jogo de futebol, porque são duas equipas que gostam de atacar, que têm olhos no ataque”, resumiu.
De resto, a partida disputada em janeiro, no Estádio da Luz, faz parte do passado também para os jogadores, uma vez que Álvaro Carreras, questionado sobre as lições a retirar, colocou o foco no encontro de quarta-feira.
“Sabemos que vai ser um jogo bonito, mas difícil. Acima de tudo, estamos focados na vitória e nos três pontos para, na segunda mão, podermos apresentar-nos todos bem e preparados para vencer”, apontou o lataral-esquerdo espanhol, momentos antes da antevisão de Bruno Lage.
O Benfica recebe o FC Barcelona na quarta-feira, em partida da primeira mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões em futebol com início previsto para as 20:00, no Estádio da Luz, em Lisboa, e arbitragem do alemão Félix Zweyer.
A equipa orientada por Bruno Lage chegou aos oitavos de final após terminar a fase de liga em 16.º lugar, com 13 pontos, e deixar para trás o Mónaco, no ‘play-off’, com um triunfo fora (1-0) e um empate (3-3) na Luz.
Já o FC Barcelona, orientado por Hans-Dieter Flick, qualificou-se diretamente para os oitavos de final ao terminar a fase de liga em segundo lugar, com 19 pontos.
Nos respetivos campeonatos nacionais, o Benfica segue em segundo lugar na I Liga portuguesa, a três pontos do Sporting, mas com menos um jogo disputado, enquanto o FC Barcelona lidera a I Liga espanhola com mais um ponto do que o Atlético Madrid e mais três do que o Real Madrid.
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto
Uma colisão entre duas viaturas ligeiras ao quilómetro 294 – direção sul-norte – na Autoestrada 1 (A1) provocou um morto e dois feridos, informou à Lusa fonte da Proteção Civil.
Um dos feridos está hospitalizado e o segundo em fase de desencarceramento, indicou o Comando Sub-regional da Área Metropolitana do Porto.
O alerta foi dado às 04:27 da madrugada e para o local seguiram operacionais dos Bombeiros Voluntários dos Carvalhos, do Batalhão Sapadores Bombeiros de Gaia, além de duas viaturas do INEM, num total de 16 operacionais, auxiliados por 6 viaturas, disse a mesma fonte.
A circulação na A1 não foi interrompida, mas a via encontrou-se parcialmente condicionada, notou a mesma fonte.