18.6 C
Caldas da Rainha
Terça-feira, Julho 7, 2026
Início Site Página 836

Crise/Inflação: Redução do IVA de bens alimentares essenciais vem com atraso

0
© João Polónia / Notícias Em Direto

O presidente da Iniciativa Liberal (IL), Rui Rocha, disse hoje que a redução do IVA de bens alimentares essenciais vem com atraso, realçando que a medida foi proposta pelo partido em sede de Orçamento do Estado para 2023.

“Quando [a IL] apresentou a sua proposta de Orçamento para 2023, essa medida já estava incluída. Consideramos que não é uma medida que resolva os problemas, obviamente por si só, mas é mais uma ajuda que poderia ter sido dada já há mais tempo aos portugueses, no momento de grande aflição que todos conhecemos. E, portanto, esta medida em concreto vem com atraso”, afirmou Rui Rocha.

O líder da IL falava aos jornalistas em Fátima, à margem do 2.º Encontro Nacional de Núcleos Territoriais e o 3.º Encontro Nacional de Autarcas, referindo que o partido vai ver “agora como é que vai ser executada, porque o Governo de António Costa já habituou o país “a anúncios que depois dificilmente se concretizam”.

Para o também deputado, “o que acontece é que os portugueses estiveram a pagar mais do que era necessário relativamente a um conjunto de bens, nomeadamente bens essenciais”, sendo que “esse alívio poderia ter ajudado a encarar o fim do mês aos portugueses com um bocadinho mais de confiança”.

O Governo vai reduzir o IVA dos bens alimentares essenciais, anunciou na sexta-feira o ministro das Finanças, Fernando Medina, colocando a taxa em zero no cabaz de bens essenciais.

Foi igualmente anunciado que os funcionários públicos vão ter um novo aumento salarial de 1% este ano e uma subida no subsídio de alimentação.

Na ocasião, foi divulgado, também, que o executivo vai atribuir este ano um apoio de 140 milhões de euros à produção agrícola, para que os produtores consigam fazer face ao aumento dos custos de produção.

Nesse dia, numa primeira reação às medidas do Governo, o presidente da IL afirmou que representam um “orçamento retificativo”, acusando o executivo socialista de “dar com uma mão aquilo que tirou com duas ao longo dos últimos meses” e insistindo ser necessária uma “redução clara dos impostos”.

Sobre o apoio de 140 milhões de euros, Rui Rocha disse hoje que “os agricultores portugueses sabem bem aquilo que têm sido as promessas feitas e depois a incapacidade, nomeadamente o Ministério da Agricultura, de cumprir e de executar os programas que são apresentados”, notando que no Programa de Desenvolvimento Rural “há 1.300 milhões para executar, porque o Governo não consegue pôr o dinheiro na economia”.

Rui Rocha considerou ainda que se trata de “um conjunto de medidas avulsas”, lembrando que a IL “já por duas vezes, em orçamentos do Estado, apresentou propostas no sentido da redução do IRS, nomeadamente para os escalões mais baixos, e aquilo que acontece é que os portugueses estão a pagar sistematicamente, mês a mês, dia a dia, semana a semana, impostos elevadíssimos”.

“É daí que resulta este excesso de arrecadação fiscal que o Governo utiliza agora para isso”, realçou, notando que “não faz nenhum sentido que o Governo esteja a tirar dos bolsos de todos os portugueses para depois devolver quando entende, como entende e quando lhe apetece”, declarou, reconhecendo, contudo, que “deve haver apoios diretos àqueles que, de facto, não têm rendimentos e àqueles que mais precisam”.

Segundo Rui Rocha, “esta visão assistencialista não é a visão que a Iniciativa Liberal defende”.

Autoridades lançam campanha de sensibilização “Ao volante, o telemóvel pode esperar”

0
© João Polónia/Notícias Em Direto

As autoridades vão desenvolver entre segunda e quinta-feira a campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar”, com o objetivo de alertar os condutores para as consequências negativas do uso indevido do telemóvel durante a condução, revelou hoje a GNR.

Numa nota, a GNR afirmou que a campanha terá ações de sensibilização e também ações de fiscalização da Guarda e da PSP “com especial incidência em vias e acessos com elevado fluxo rodoviário”, com o objetivo de “contribuir para a diminuição do risco de ocorrência de acidentes e para a adoção de comportamentos mais seguros por parte dos condutores” relativamente ao uso do telemóvel durante a condução.

Na segunda-feira está programada uma ação de sensibilização e fiscalização no IC 2, junto à Boa Vista, em Leiria, a partir das 09:00, e na terça-feira uma outra na Avenida General Humberto Delgado, em Bragança, a partir das 14:00.

Na quarta-feira, às 08:00, as autoridades estarão na Avenida João Franco, junto à Ponte da Régua, no Peso da Régua, e na sexta-feira, a partir das 08:30, na Avenida Monsenhor Mendes do Carmo, na Guarda.

A campanha “Ao volante, o telemóvel pode esperar” envolve a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP e está inserida no Plano Nacional de Fiscalização de 2023.

Estas entidades alertam que o uso do telemóvel ao volante é um risco para a segurança, já que os condutores que o utilizam durante a condução “são mais lentos a reconhecer e a reagir a perigos”, estão mais sujeitos a lapsos de atenção e erros de avaliação por estarem a realizar duas tarefas mentais (conduzir e usar o telemóvel) ao mesmo tempo, além de o uso de aparelhos eletrónicos durante a condução dificultar a interpretação da sinalização e desrespeito das regras de cedência de passagem, designadamente em relação aos peões.

Na nota, a GNR alertou ainda que “a utilização do telemóvel durante a condução aumenta em quatro vezes a probabilidade de ter um acidente, causando um aumento no tempo de reação a situações imprevistas”, e exemplifica que, “a 50 km/h, olhar para o telemóvel durante três segundos é o mesmo que conduzir uma distância de 42 metros com os olhos vendados, o equivalente a uma fila de 10 carros”.

Marcelo elogia energia de Costa e explica por que falou em cansaço do Governo

0

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, elogiou no sábado a energia do primeiro-ministro, António Costa, e justificou por que falou em cansaço do Governo, considerando que partilha algum desse “desgaste inevitável”.

O chefe de Estado falava com António Costa ao seu lado, numa conferência de imprensa conjunta quando estavam prestes a terminar os trabalhos da 28.ª Cimeira Ibero-Americana, em Santo Domingo, na República Dominicana, em que participaram juntos.

Questionado se vê António Costa cansado, a propósito da sua análise de que a atual governação do PS começou já com uma “maioria cansada”, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu: “O senhor primeiro-ministro tem uma energia que está à prova, como veem. Portanto, pessoalmente não dá nenhum sinal de estar cansado”.

“O que eu disse, eu estava a enumerar as razões pelas quais foi um ano muito complicado”, explicou, referindo que “preocupações de política externa” no seu entender adiaram “respostas a temas de política interna”.

Segundo o Presidente da República, “é evidente que a liderança e peças fundamentais do Governo tinham suportado situações, que aliás hoje aqui foram referidas como patológicas, como foi a pandemia e como foi o período que antecedeu a guerra e, quer num caso quer noutro, com crises económica e financeira e repercussões sociais que foram evidentes”.

Isto “embora o Governo fosse substancialmente diferente – o senhor primeiro-ministro depois disse que tinha havido mudanças no Governo, e um Governo vai vivendo, e depois há mudanças subsequentes à posse do Governo para se ajustar à realidade”, observou.

Além disso, apontou, no plano interno, “o fim do processo de défice excessivo” e “o saneamento e consolidação do sistema bancário”.

Em resultado destes fatores, o terceiro Governo chefiado por António Costa, que assumiu funções há um ano, não se compara a “uma maioria fresca no sentido de acabada de eleger”, sem “ter enfrentado antes não sei quantos problemas com o custo, o cansaço no sentido do desgaste inevitável que isso tem”, sustentou.

“Mas que tem no Governo e tem no Presidente. O Presidente também, à sua maneira, não sendo executivo não se desgasta da mesma maneira”, acrescentou.

Marcelo Rebelo de Sousa concluiu a explicação sobre as suas palavras em entrevista à RTP há cerca de duas semanas declarando: “Eu limitei-me a fazer essa análise das circunstâncias”.

O primeiro-ministro, António Costa, comentou então: “Em suma, saímos muito reconfortados”.

A seguir, o Presidente da República foi ainda instado a esclarecer se considera ou não que a maioria do PS está cansada, e respondeu realçando a intensidade de quem exerce funções governativas.

Como exemplo, contou que no jantar oficial da cimeira, na sexta-feira, esteve com António Costa “a passar em revista o que entretanto havia da política portuguesa interna no intervalo das últimas 48 horas ou 72 horas”.

Marcelo Rebelo de Sousa deu ainda nota de “duas características” que distinguem o relacionamento entre os dois: “Uma é que não há papéis nas audiências e nas reuniões de trabalho com o senhor primeiro-ministro”.

“Não há nem convocatória, nem ata, nem registo magnético, nem eletrónico. A segunda questão é a de que a reunião é uma vez por semana. Mas pensam que os factos esperam pela quinta-feira? Não esperam”, disse.

O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa participou, em Santo Domingo, na XXVIII Cimeira Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo, onde proferiu uma intervenção perante o Plenário.

Juntos por um Território mais Sustentável em debate no Concelho de Santarém

0

O Município de Santarém marcou presença no evento “Juntos por um Território mais Sustentável” que decorreu no dia 24 de março, na Vivid Farms, em Casével.

João Leite, Vice-Presidente da Câmara Municipal de Santarém (CMS), na presença de Nuno Russo, Vereador da CMS com o pelouro do Apoio ao Desenvolvimento Agrícola do Concelho, e Fernando Freire, Presidente da Câmara Municipal de Vila Nova da Barquinha, começou por dar os parabéns aos organizadores da iniciativa e donos da Vivid Farms “pela concretização deste importante investimento na área da agricultura, pela visão de sustentabilidade do ecossistema.” E referiu “o que estamos aqui a discutir hoje é a possibilidade de termos um ecossistema mais equilibrado que se traduz também numa maior qualidade na alimentação e, consequentemente, numa maior qualidade de vida e de saúde. Sem nos esquecermos que a agricultura permite-nos também um melhor ordenamento do território”. O Vice-Presidente terminou referindo que este projeto pioneiro é essencial para as futuras gerações.

Este encontro organizado pela Vivid Foods, com o apoio dos Municípios de Santarém e de Vila Nova da Barquinha, reuniu no mesmo espaço especialistas mundiais em alterações climáticas e gado e teve como objetivo sensibilizar e elaborar estratégias de criação de gado em terrenos subutilizados e baldios, procurando reverter as alterações climáticas e que vão resultar na produção de carne nutricionalmente mais rica e mais sustentável, com menor impacto ambiental e maior bem-estar animal, mantendo os terrenos protegidos dos incêndios e obtendo um saldo de carbono favorável ao planeta.

Tendo como base a ideia de que o gado não é inimigo na agricultura regenerativa, mas uma chave para a mudança para a mudança do paradigma das alterações climáticas, foram desenvolvidos os seguintes temas: o gado na regeneração do planeta e na fixação de carbono; criar em associação com a natureza; o gado como ferramenta para melhoria dos solos; o gado na limpeza de baldios e gestão de terrenos públicos; e bem-estar animal e repertório comportamental natural das espécies.

A Vivid Foods é uma empresa do sector alimentar que tem vindo a procurar, no âmbito da sua responsabilidade social e corporativa, substituir gradualmente os produtos convencionais que processa e comercializa, por produtos com menor impacto ambiental e com melhor impacto na saúde de quem os ingere. A Vivid Foods investiu recentemente numa quinta Biológica / Regenerativa – Vivid Farms, em Casével, no Concelho de Santarém, onde desenvolve modelos escaláveis para a produção de vegetais e animais num contexto carbono negativo.

Coimbra recebe Taça da Europa de Juniores de Judo este fim de semana no Pavilhão Mário Mexia

0

Este fim de semana, dias 25 e 26 de março, Coimbra recebe a Taça da Europa de Juniores de Judo no Pavilhão Multidesportos Mário Mexia. O evento reúne alguns dos melhores jovens judocas do mundo e são esperados cerca de 400 atletas de 22 países, ao longo dos dois dias de competição.

A Taça da Europa de Juniores de Judo, que decorre este fim de semana no Pavilhão Mário Mexia, integra a IJF World Junior Tour, que vai acolher erca de 400 atletas de 22 países, ao longo dos dois dias de competição.

Esta prova vai permitir ainda pontuar para o Ranking Mundial de Juniores, representando uma grande oportunidade para os jovens judocas portugueses alcançarem resultados para participar no Campeonato da Europa (7 a 9 setembro na Holanda) e do mundo (8-13 de outubro em Coimbra) do escalão.

Portugal vai estar representado por cerca 60 Judocas. Na sexta sexta-feira, dia 24 de março, realiza-se o sorteio da competição, momento que vai ter transmissão online e pode ser assistido através da página da União Europeia de Judo. Os primeiros combates estão têm início no sábado de manhã e decorrem até domingo.

Ladrão de livros montou esquema para ter manuscritos de escritores famosos

0
© João Polónia / Notícias Em Direto

Um italiano fez-se passar, durante anos, por editor e agente para ter acesso a mais de mil manuscritos de escritores, alguns de renome, embora nunca tenha vendido nem divulgado as obras e acabou por evitar a prisão.

Algumas respostas à estranheza do caso surgiram no julgamento de Filippo Bernardini, 30 anos, que terminou quinta-feira no tribunal federal de Manhattan, nos EUA, onde o suspeito se declarou culpado de fraude informática, considerou-se ter o tempo cumprido e evitou uma acusação que podia ir até aos 20 anos de prisão.

Bernardini fez-se passar por centenas de pessoas no seu esquema, que durou de agosto de 2016 até janeiro de 2022, altura em que foi detido, conseguindo obter manuscritos de autores como Margaret Atwood e Ethan Hawke.

Numa carta enviada à juíza Colleen McMahon, Bernardini pediu desculpa pelas suas ações “vergonhosas, estúpidas e erradas” e descreveu um profundo amor pelos livros desde a infância.

O autor do esquema explicou ter feito um estágio em Londres numa agência literária, não ter conseguido ficar a tempo inteiro no setor e contou ter visto manuscritos serem partilhados entre escritores e agentes.

Bernardini falsificou um endereço de email de alguém que conhecia e imitou o tom dos seus antigos colegas para pedir um manuscrito que ainda não tinha sido publicado. O sucesso dessa fraude transformou a sua busca por livros obtidos desta forma numa “obsessão, num comportamento compulsivo”.

“Sempre que um autor me enviava o manuscrito, sentia-me como se ainda fizesse parte da indústria. Na altura, não pensava no mal que estava a causar”, acrescentou. “Nunca o quis fazer e nunca divulguei estes manuscritos. Queria mantê-los perto do meu peito e ser um dos poucos a estimá-los antes de qualquer outra pessoa, antes de acabarem nas livrarias”, justificou.

Para tentar evitar a prisão, os advogados de Bernardini entregaram à juíza cartas de familiares, amigos e uma de uma vítima, o escritor Jesse Ball, que pediu indulgência, considerando a indústria como algo “cada vez mais corporativo” e argumentou que “devemos estar gratos quando algo humano entra em cena: quando a indústria editorial por uma vez se torna algo sobre o qual vale a pena escrever”.

Ao ponderar os argumentos da acusação e da defesa, a juíza afastou a ideia de que o crime não tinha vítimas, mas considerou que uma sentença de prisão não iria ajudar as vítimas.

Bernardini, cidadão italiano, pediu para ser deportado para o Reino Unido, onde reside com o companheiro.

Na sequência da sua confissão de culpa, Bernardini concordou pagar cerca de 82 mil euros como compensação, que a documentação do tribunal mostra que irão para a editora Penguin Random House.

“A ironia cruel é que cada vez que abro um livro,” escreveu Bernardini sobre a sua paixão, “isso faz-me lembrar os meus erros e aquilo a que eles me levaram”.

Câmara de Santarém apoia programação do Cineclube e Festival Internacional de Cinema

0

O Cineclube de Santarém vai receber financiamento do município para assegurar a programação de cinema do Teatro Sá da Bandeira, no âmbito de um protocolo recentemente assinado que prevê ainda apoio à realização do Festival Internacional de Cinema.

A presidente da direção do Cineclube, Rita Correia, disse à agência Lusa que o documento vem reconhecer o trabalho de programação de cinema da cidade feito pela associação, de forma ininterrupta, nos últimos 16 anos, à exceção do período da pandemia da covid-19.

Segundo o vereador da Câmara de Santarém com o pelouro da Cultura, Nuno Domingos, o protocolo vem formalizar o apoio do município para que seja o Cineclube a fazer diretamente a programação de cinema do Teatro Sá da Bandeira (TSB).

O documento prevê ainda apoio para que seja retomado o Festival Internacional de Cinema de Santarém (FICS), sobre temáticas agrícolas e ambientais, numa organização do Cineclube com o apoio do município, disse, adiantando que os valores envolvidos serão deliberados na próxima reunião do executivo municipal.

Nuno Domingos salientou que o FICS “foi o primeiro festival internacional do país”, com a sua primeira edição a realizar-se em 1971 (antes do da Figueira da Foz e do de Troia), tendo, “numa primeira vida”, durante 10 anos, tido como principal impulsionador o cinéfilo escalabitano Fernando Duarte e, “numa segunda vida”, entre 1985 e 1989, a Câmara Municipal.

Nesta “terceira vida”, num formato que alia a iniciativa da sociedade civil à do município, vão manter-se as “temáticas de ligação ao mundo rural e ao ambiente”, numa homenagem aos seus criadores e também de posicionamento da cidade “nesta forma de expressão artística e cultural”, disse.

Rita Correia afirmou que a 16.ª edição do FICS, que vai decorrer de 24 a 28 de maio no TSB e na Casa do Brasil, terá apenas cinco dias e não uma semana como era vontade do Cineclube, naquele que será “um ano zero” da “nova vida” do festival.

Com a submissão de filmes a acontecer até ao próximo dia 31, o Cineclube recebeu, até hoje, 128 submissões de 28 países, estando já em processo “de pré-seleção para escolher o que de melhor” pode ser apresentado ao público, disse.

A programação vai contar com diferentes secções, competitivas (internacional e portuguesa) e não competitivas, como o evento “Foco”, com uma relação direta com a história do cinema, sobre um autor ou temática, onde serão exibidos filmes antigos, e a ação “Panorama”, com apresentação da produção contemporânea nacional e internacional.

Rita Correia apontou como “um dos pontos altos do festival” o “Cinema à Mesa”, na noite de sábado 27 de maio, no Refeitório do Seminário (Catedral de Santarém), com a exibição de um filme, seguido de uma refeição relacionada com a fita e preparada por um ‘chef’.

O certame conta ainda com um serviço educativo, designado “Sementes e Rebentos”, que visa a formação de públicos, em torno da temática agrícola e ambiental, em “sessões pensadas para crianças e jovens”, envolvendo as escolas do concelho.

Uma exposição de homenagem ao antigo Festival Internacional de Cinema de Santarém dará a conhecer ao público, principalmente de fora e aos jovens, a história do FICS.

Trabalhadores do SNS insatisfeitos com gestão e falta de recursos

0
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Os trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde sentem-se apoiados pelas suas equipas e chefias diretas, mas estão insatisfeitos com a gestão das unidades de saúde e com os recursos para desempenhar bem as respetivas funções, revela um estudo.

O 1º Barómetro da Cultura Organizacional associada à Prestação de Cuidados é apresentado hoje na 12ª Conferência de Valor da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH), em Guimarães.

Segundo os resultados de um inquérito distribuído aos profissionais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), “é notório que os trabalhadores se sentem integrados e apoiados, quer pelas suas chefias diretas, como pelas suas equipas de uma forma global”.

Foram 75% os trabalhadores que responderam que sabem o que é esperado que façam no seu trabalho e 70% sentem-se tratados com respeito pelos colegas, revelou a APAH, sublinhando que estes foram os temas com melhor desempenho do barómetro, “o que indica claramente uma identificação dos respondentes com as equipas em que se integram”.

No entanto, apenas 34% dos que responderam ao inquérito consideram que têm tempo e os recursos necessários para desempenhar bem a sua função, tendo sido a dimensão sobre os recursos a que, agregadamente, apresenta a avaliação mais negativa por parte dos trabalhadores.

Também baixos são os resultados sobre a gestão das respetivas unidades de saúde e a forma como as instituições valorizam o seu trabalho, com 56% dos inquiridos a fazer “uma avaliação negativa sobre a forma como os diferentes gestores das diversas instituições de saúde percecionam a atividade das organizações”.

Apenas 20% dos trabalhadores consideram que conseguem influenciar a forma como as coisas são feitas nas suas instituições e apenas 18% sentem que o seu ponto de vista é ouvido.

Quatro em cada cinco trabalhadores (80%) têm uma opinião desfavorável ou neutra sobre a forma como a sua instituição “celebra os sucessos dos trabalhadores”.

O barómetro recolheu ainda mais de cinco mil sugestões de melhoria, a maior parte a pedir mais formação, desenvolvimento profissional e de competências, mas também a realçar a necessidade de melhorias ao nível da gestão.

Segundo a APAH, os resultados deste barómetro “poderão servir de base à implementação de uma nova estratégia de gestão de recursos humanos do Serviço Nacional de Saúde, no sentido de promover uma melhoria da cultura organizacional”, já que esta é importante para a qualidade e segurança dos cuidados prestados.

Além da associação, desenvolveram o método de avaliação deste barómetro a Direção executiva do SNS, a Ordem dos Psicólogos Portugueses e a consultora de serviços profissionais EY, com apoio técnico dos Serviços Partilhados do Ministério da Saúde.

Segundo a organização, o questionário de 30 perguntas, baseado num barómetro semelhante desenvolvido pelo Kings College – London para aplicação no SNS de Inglaterra, foi enviado por correio eletrónico a todos os trabalhadores do Serviço Nacional de Saúde, entre os dias 03 e 17 de março, tendo sido recolhidas 9.394 respostas, distribuídas pelos cuidados de saúde primários e hospitais portugueses, bem como por todos os grupos profissionais.

Euro2024: Último treino de Portugal na Cidade do Futebol com todos disponíveis

0

Portugal realizou hoje o último treino na Cidade do Futebol, em Oeiras, antes do duelo de domingo com o Luxemburgo, de apuramento para o Euro2024 de futebol, numa sessão em que todos os jogadores estiveram no relvado.

Nos primeiro 15 minutos do treino, que arrancou às 10:15, o selecionador Roberto Martínez contou com todos os 25 jogadores que integram a convocatória e que estarão assim disponíveis para a partida da segunda jornada do Grupo J.

Após o almoço, às 14:15, a comitiva lusa viaja para o Luxemburgo e, às 18:00 (19:00 locais), Roberto Martínez e um jogador ainda a designar irão fazer a antevisão do duelo com os ‘leões vermelhos’, em conferência de imprensa no Stade de Luxembourg.

No arranque do Grupo J, em Alvalade, Portugal goleou o Liechtenstein, por 4-0, com um ‘bis’ do capitão Cristiano Ronaldo, enquanto o Luxemburgo obteve um surpreendente empate na Eslováquia (0-0).

O encontro está agendado para as 19:45 (20:45 locais) de domingo, no Stade de Luxembourg, recinto moderno inaugurado em julho de 2021, e terá arbitragem do romeno Radu Petrescu.

Relógios avançam para a hora de verão na próxima madrugada

0
© João Polónia / Notícias Em Direto

Os ponteiros do relógio vão ser adiantados uma hora na próxima madrugada, para a hora legal de verão.

Em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, os relógios deverão ser adiantados uma hora quando for 01:00, passando a ser 02:00.

Na Região Autónoma dos Açores, a alteração será feita às 00:00, mudando para a 01:00.

A hora legal voltará a mudar em 29 de outubro, para o regime de inverno.

O atual regime de mudança da hora é regulado por uma diretiva (lei comunitária) de 2000, que prevê que todos os anos os relógios sejam adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro, marcando o início e o fim da hora de verão, recorda o Jornal Oficial da União Europeia.

O solstício do verão acontece a 21 de junho, às 14:58.

Optimized by Optimole