24.1 C
Caldas da Rainha
Quinta-feira, Julho 16, 2026
Início Site Página 243

Óbito/Marco Paulo: Centenas de pessoas na última homenagem ao cantor em Lisboa

0
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Centenas de pessoas despediram-se ontem de Marco Paulo, que morreu na quinta-feira, a entoar êxitos do cantor no funeral, entre a Basílica da Estrela e o cemitério dos Prazeres, em Lisboa.

A urna com o corpo do cantor esteve na Capela da Nossa Senhora do Carmo, na basílica, tendo sido levada para a nave central da igreja, onde às 14:30 foi celebrada missa, aberta ao público.

Após a celebração eucarística, o funeral seguiu pouco depois das 16:00 para o Cemitério dos Prazeres.

Ao longo do percurso, centenas de pessoas cantaram algumas das canções mais conhecidas de Marco Paulo e bateram palmas à passagem do carro funerário.

Marco Paulo, 79 anos, morreu na madrugada da passada quinta-feira, na sua residência no concelho de Sintra, nos arredores de Lisboa. Protagonizou uma carreira de mais de 50 anos, marcada por êxitos como “Ninguém, Ninguém”, “Eu Tenho Dois Amores” ou “Maravilhoso Coração”, entre outros.

Natural de Mourão, no distrito de Évora, João Simão da Silva adotou como nome artístico Marco Paulo.

Na sexta-feira, o parlamento aprovou, por unanimidade, um voto de pesar apresentado pelo presidente da Assembleia da República pela morte do cantor.

No voto assinado por José Pedro Aguiar-Branco, refere-se que Marco Paulo “viveu uma carreira artística longa e frutuosa, com mais de cinco décadas e 70 álbuns lançados”, salientando-se ainda que se tornou “um dos nomes cimeiros do cançonetismo português”.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou o cantor com a comenda da Ordem do Infante D. Henrique, em maio de 2022.

Cerimónias fúnebres de Odair Moniz decorrem no domingo

0
PSP LISBOA

O Comando Metropolitano de Lisboa da PSP disse no sábado que as cerimónias fúnebres de Odair Moniz, baleado por um agente da polícia, terão lugar no domingo, na Buraca (Amadora), e que a PSP vai estar presente de “forma discreta”.

O comandante metropolitano, superintendente Luís Elias, adiantou, em conferência de imprensa, que o velório de Odair Moniz começou este sábado na zona da Buraca, concelho da Amadora, e que as cerimónias fúnebres têm lugar no domingo.

“Reiteramos os sentidos pêsames pela morte deste cidadão e, obviamente, que estaremos de forma presencial, mas discreta, durante este período”, avançou o Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP).

Luís Elias manifestou a disponibilidade da PSP para “apoiar no que for preciso”, como desvios de trânsito que sejam necessários, e que estarão atentos a hipotéticos distúrbios, algo que não esperam que aconteçam.

Odair Moniz, cidadão cabo-verdiano de 43 anos e morador no Bairro do Zambujal, na Amadora, foi baleado por um agente da PSP na madrugada de segunda-feira, no Bairro da Cova da Moura, no mesmo concelho, e morreu pouco depois, no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa.

Segundo a PSP, o homem pôs-se “em fuga” de carro depois de ver uma viatura policial e despistou-se na Cova da Moura, onde, ao ser abordado pelos agentes, “terá resistido à detenção e tentado agredi-los com recurso a arma branca”.

A associação SOS Racismo e o movimento Vida Justa contestaram a versão policial e exigiram uma investigação “séria e isenta” para apurar responsabilidades, considerando que está em causa “uma cultura de impunidade” nas polícias.

A Inspeção-Geral da Administração Interna e a PSP abriram inquéritos e o agente que baleou o homem foi constituído arguido.

Desde a noite de segunda-feira registaram-se desacatos no Zambujal e, desde terça-feira, noutros bairros da Área Metropolitana de Lisboa, onde foram queimados autocarros, automóveis e caixotes do lixo.

A PSP indicou 123 ocorrências, a detenção de 21 cidadãos e a identificação de 19 entre segunda e sexta-feira.

GNR deteve 14 pessoas por violência doméstica na última semana

0
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Catorze pessoas foram detidas em flagrante delito pelo crime de violência doméstica na última semana, segundo dados divulgados pela Guarda Nacional Republicana (GNR).

As detenções ocorreram na sequência de um conjunto de operações realizadas pelos militares da GNR em todo o país, entre os dias 18 e 24 de outubro, que visaram a prevenção e o combate à criminalidade e à sinistralidade rodoviária, bem como a fiscalização de diversas matérias de âmbito contraordenacional.

No total foram detidas 516 pessoas em flagrante delito, a maioria (230) por condução sob o efeito do álcool e por condução sem habilitação legal (104).

Houve ainda 19 pessoas detidas por tráfico de droga, 14 por posse ilegal de armas e arma proibida e 12 por furto e roubo.

Segundo os dados divulgados em comunicado, foram ainda apreendidas 5.356,92 doses de liamba, 118,8 doses de cocaína, 188,7 doses de heroína, 170,2 doses de MDMA, 52 comprimidos de MDMA, 96 armas de fogo e 6.544,37 euros.

Nas operações de fiscalização rodoviária, os militares detetaram 7.276 infrações detetadas, das quais se destacam 775 por excessos de velocidade, 907 por falta de inspeção periódica obrigatória, 334 relacionadas com anomalias nos sistemas de iluminação e sinalização e 316 por falta de seguro de responsabilidade civil.

Houve ainda 274 infrações por uso indevido do telemóvel a conduzir, 259 por condução com taxa de álcool no sangue superior ao permitido por lei, 237 por falta ou incorreta utilização do cinto de segurança e/ou cadeirinha e 223 relacionadas com tacógrafos.

Jovens representaram 54% dos novos crédito à habitação concedidos em agosto

0
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Os jovens até aos 35 anos representaram 54% dos novos empréstimos à habitação concedidos em agosto, sendo este o primeiro mês desde janeiro em que a maioria destes créditos se concentrou naquela faixa etária.

De acordo com dados do Banco de Portugal (BdP), em resposta a questões colocadas pela Lusa, as pessoas até aos 35 anos representaram em média 41% dos novos contratos de crédito para a compra de habitação própria e permanente realizados ao longo do primeiro semestre.

Em julho, recuaram para os 30%, tendo aumentado para os já referidos 54% em agosto, mês em que as pessoas até aos 35 anos passaram a beneficiar de isenção total ou parcial (em função do valor de aquisição da casa) de IMT e de Imposto do Selo na compra da primeira habitação.

Os dados do BdP não indicam o montante médio dos empréstimos concedidos por segmento etário, mas a evolução registada vai ao encontro dos sinais que foram sendo dados pelos agentes do mercado imobiliário, nomeadamente de que após tentativas para adiar a formalização da compra da casa de forma a beneficiarem do IMT Jovem e da isenção do Imposto do Selo, há mais pessoas até aos 35 anos a adquirir imóveis.

O ‘peso’ dos mais novos na compra de habitação própria e permanente continuou a sentir-se em setembro, mês em que representaram exatamente metade dos novos empréstimos concedidos para este fim.

Estes dados, refira-se, dizem respeito a novos contratos de crédito à habitação própria e permanente ‘puros’, ou seja, excluem renegociações, consolidações de crédito e transferências de crédito de um banco para outro.

Dados facultados à Lusa pelo Ministério da Juventude e Modernização no início deste mês indicavam que no primeiro mês e meio (entre 01 de agosto e 18 de setembro) do IMT Jovem beneficiaram da medida 3.098 pessoas, tendo sido transacionadas 2.141 casas.

Ao abrigo desta medida, as pessoas até aos 35 anos têm isenção do IMT e do Imposto do Selo na compra da primeira habitação própria e permanente, sendo aquela isenção total para imóveis até 316.772 euros (4.º escalão do imposto) e parcial entre este valor e os 633.453 euros (parcela em que se aplica a taxa de 8% correspondente a este escalão). Estes intervalos vão ser atualizados em 2025, segundo a proposta do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025).

A Lusa questionou o Ministério das Finanças sobre o valor médio de isenção naqueles dois impostos de que beneficiaram até agora as pessoas abrangidas pela medida e sobre o número atualizado de beneficiários, mas até ao momento não obteve resposta.

Relógios atrasam uma hora na próxima madrugada

0
© João Polónia / Notícias Em Direto

Portugal continental e as regiões autónomas da Madeira e dos Açores vão atrasar os relógios uma hora esta madrugada, para dar início ao horário de inverno.

Na madrugada de domingo (27 de outubro), em Portugal continental e na Região Autónoma da Madeira, quando forem 02:00 os relógios devem ser atrasados 60 minutos, passando para a 01:00.

Na Região Autónoma dos Açores, a mudança será feita à 01:00 da madrugada de domingo, passando para as 00:00.

A hora legal voltará depois a mudar a 30 de março 2025, para o regime de verão.

O atual regime de mudança da hora é regulado por uma diretiva (lei comunitária) de 2000, que prevê que todos os anos os relógios sejam, respetivamente, adiantados e atrasados uma hora no último domingo de março e no último domingo de outubro, marcando o início e o fim da hora de verão.

Mortágua acusa extrema-direita de fazer dos polícias “carne para canhão” para “proveito eleitoral”

0
foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

A coordenadora do BE acusou hoje a extrema-direita de querer fazer dos polícias “carne para canhão” e “montar-lhes uma armadilha para seu proveito eleitoral”, num discurso no qual afirmou que o partido “não vai descansar” enquanto não houver justiça.

“Sabemos o que quer a extrema-direita: quer fazer dos polícias carne para canhão, quer montar-lhes uma armadilha para seu proveito eleitoral”, acusou Mariana Mortágua.

A líder bloquista falava na abertura da 5.ª Conferência Nacional do partido, que arrancou hoje, no Porto, numa parte da sua intervenção dedicada à morte de Odair Moniz, no dia em que se realizam duas manifestações em Lisboa: uma para reclamar justiça pela morte do homem baleado por um agente da PSP e um protesto do Chega “em defesa da polícia”.

“Os políticos da extrema-direita incitam a polícia a disparar para matar, querem transformar agentes em criminosos enquanto se sentam confortavelmente no parlamento e nos estúdios de televisão a criar a sua farsa. Não serão ouvidos, essa ameaça mortal não é a segurança em democracia”, defendeu.

A coordenadora bloquista afirmou que “Odair Moniz foi morto e não mereceu ainda o respeito da verdade”: “era um carro roubado, mentira; tinha uma faca na mão, mentira”.

“Passou um traço contínuo, foi morto, aconteceu o que nunca podia ter acontecido. Não descansamos enquanto não houver justiça”, sublinhou.

Mariana Mortágua justificou a posição do partido face aos recentes acontecimentos na Grande Lisboa, afirmando que “o antirracismo está inscrito no código genético” do BE.

“Querem saber porque reagimos sem hesitações às provocações da direita? Querem saber porque é que não encontrarão aqui o cálculo político de quem se acobarda nos momentos definidores da nossa democracia? Porque essa é a nossa identidade. O antirracismo está inscrito no nosso código genético. Ninguém pode ser tratado como mercadoria porque somos todos a mesma gente, somos todos a nossa gente, e todos queremos liberdade”, assinalou, num dos momentos mais aplaudidos da sua intervenção.

Mariana Mortágua considerou ainda que “ninguém em Portugal deve viver com medo” e que “o povo merece ser unido pelo respeito e viver em paz”.

Numa intervenção marcadamente ideológica, na qual começou por abordar vários conflitos militares mundiais e criticar o que definiu como a política do “capitalismo-guerra”, Mariana Mortágua afirmou que “o capitalismo que oprime é económico, é social e é cultural, e a luta pelo socialismo é liberdade e enfrenta-o em todas as suas dimensões”.

“É uma luta inteira, é uma forma de estar na vida. Foi isso que nos ergueu quando Odair Moniz foi assassinado”, afirmou.

Chega quer mostrar que “há outro país” em contraponto aos “esquerdalhados contra a polícia”

0
foto ilustrativa: Arlindo Homem

O presidente do Chega, André Ventura, afirmou hoje que a manifestação convocada pelo seu partido em defesa das forças de segurança tem como objetivo mostrar que “há outro país” como contraponto aos “esquerdalhados contra a polícia”.

“Precisamos é de mais polícia, precisamos é de polícias com mais meios, precisamos é de mais autoridade da polícia”, defendeu André Ventura, em declarações aos jornalistas, na Praça do Município, em Lisboa.

Interrogado se considera que é necessário dar outra formação às forças de segurança, o presidente do Chega respondeu: “Os nossos polícias têm a formação adequada. É preciso é uma coisa, é preciso é o país não passar só a mensagem de que somos todos uns esquerdalhados contra a polícia.”

Pelas 15:00, estavam concentradas na Praça do Município cerca de duas centenas de pessoas, com bandeiras do Chega, também algumas do partido ADN, e de Portugal, e cartazes onde se lia “Respeitem as nossas polícias” e “Polícias sim. Bandidos não!”.

Depois das declarações de André Ventura, feitas pelas 15:30, o desfile convocado pelo Chega em defesa da polícia e do Estado de direito partiu em direção à Assembleia da República. Na frente da manifestação gritava-se “Ventura, Ventura” e “viva a polícia”.

O Chega convocou esta manifestação para o mesmo dia em que já estava anunciada outra para reclamar justiça pela morte de Odair Moniz, o homem que morreu baleado pela PSP na segunda-feira na Cova da Moura, na Amadora.

Estava previsto que ambas terminassem na Assembleia da República, mas o movimento Vida Justa mudou o percurso da sua manifestação, com início marcado para as 15:00, no Marquês de Pombal, passando o local de destino para a Praça dos Restauradores, para não coincidir a contramanifestação do Chega.

Sindicato defende salvaguarda de trabalhadores dos autocarros após ataques em Lisboa

0
foto: João Polónia / Notícias Em Direto

A Federação dos Sindicatos dos Transportes e Comunicações (Fectrans) defendeu hoje a necessidade de conciliar o direito dos utentes ao transporte com a salvaguarda dos trabalhadores dos transportes rodoviários, na sequência de ataques a autocarros na zona de Lisboa.

A Fectrans/STRUP participou, na sexta-feira, numa reunião com a Área Metropolitana de Lisboa (AML) e um representante da PSP para abordar a “defesa dos trabalhadores no quadro dos acontecimentos anómalos” dos últimos dias, com ataques a autocarros, que inclusive provocaram ferimentos graves num motorista.

Numa nota enviada à Lusa, Anabela Carvalheira, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores de Transportes Rodoviários e Urbanos de Portugal (STRUP), que faz parte da Fectrans, indicou que o sindicato defendeu ser necessário “conciliar o direito ao transporte dos utentes com a salvaguarda e defesa dos trabalhadores e é neste quadro que se têm que encontrar as soluções, que se possam enquadrar na resolução dos problemas existentes”.

“Da parte da AML e da PSP foram dadas informações sobre as medidas mais visíveis e as mais discretas para irem ao encontro das preocupações que colocámos e defenderam que a solução não passa por medidas avulsas das administrações de empresas de supressão de serviços, porque em vez de uma solução pode contribuir para acentuar os problemas”, afirmou.

O sindicato defendeu ainda a necessidade de medidas para os diversos modos de transportes que operam na região de Lisboa.

“Por último, transmitimos aos trabalhadores para que, no desempenho das suas funções, acautelem a sua integridade física e [que] perante uma situação anómala devem tomar as medidas da sua defesa e dos utentes, e relatar a quem de direitos as ocorrências”, sublinhou.

O STRUP manifestou também solidariedade para com o motorista que está hospitalizado na sequência de um ataque a um autocarro, e defendeu que as situações que envolvam trabalhadores vítimas deste tipo de incidentes devem ter a caracterização de acidente de trabalho.

Os distúrbios verificados esta semana na Área Metropolitana de Lisboa ocorreram depois da morte de Odair Moniz, cidadão cabo-verdiano de 43 anos e morador no Bairro do Zambujal, na Amadora, que foi baleado por um agente da PSP na madrugada de segunda-feira, no Bairro da Cova da Moura, no mesmo concelho, e morreu pouco depois, no Hospital São Francisco Xavier, em Lisboa.

Entre os distúrbios, foram causados danos em cinco autocarros e um motorista da Carris Metropolitana sofreu queimaduras graves. Segundo informação da empresa na quinta-feira, o homem estava fora de perigo de vida, apesar da gravidade dos ferimentos.

Médicos Sem Fronteiras denuncia morte de um trabalhador em ataque israelita

0
DR

A organização humanitária Médicos Sem Fronteiras (MSF) denunciou a morte de um dos seus trabalhadores nos bombardeamentos israelitas contra Khan Younis, que mataram 38 pessoas na noite de quinta-feira e sexta.

“Denunciamos o assassínio do nosso companheiro Hasan Suboh, ontem, 24 de outubro à noite, durante as operações militares de Israel em Khan Younis”, no sul da Faixa de Gaza, disse a MSF nas redes sociais, em mensagem com uma fotografia de Suboh com o colete da organização não governamental (ONG).

Com 41 anos, casado e com sete filhos, Suboh trabalhava com a MSF desde há sete anos.

A ONG denunciou que este foi o seu segundo trabalhador que é morto em duas semanas e o oitavo desde que começou a ofensiva militar israelita na Faixa de Gaza, em outubro do ano passado.

“Através da sua guerra, Israel continua a demonstrar um desprezo absoluto pelas vidas dos civis”, acusou a MSF.

Pelo menos 38 pessoas morreram durante a noite de quinta-feira e a manhã de hoje em vários bombardeamentos israelitas contra zonas residenciais em Khan Younis, segundo o Ministério da Saúde do enclave palestiniano.

O ataque mais mortífero, que causou pelo menos 28 mortos, ocorreu no bairro de Manara, n sul da localidade, avançou a agência noticiosa palestiniana, Wafa.

Um vídeo publicado nas redes sociais verificado pela estação televisiva Al Jazeera observa-se que várias das vítimas são crianças.

PJ detém suspeito de abusar sexualmente das filhas em Alcácer do Sal

0
foto ilustrativa: Notícias Em Direto

Um homem de 49 anos foi detido pela Polícia Judiciária (PJ) e ficou em prisão preventiva por suspeitas de ter abusado sexualmente das próprias filhas, no concelho de Alcácer do Sal, distrito de Setúbal, foi hoje anunciado.

Em comunicado, a PJ indicou que o detido é suspeito da autoria de “vários crimes de violação/abuso sexual de menores dependentes, dos quais foram vítimas as suas próprias filhas, de 20 e 16 anos, em contexto de coabitação”.

O progenitor, adiantou, tinha “comportamentos abusivos para as vítimas, através de chantagem, ameaça e manipulação, recorrendo para tal a mensagens escritas, de forma a consumar os ilícitos criminais”.

Segundo a PJ, os factos ocorreram entre o verão de 2023 e o deste ano.

A detenção foi feita por elementos do Departamento de Investigação Criminal de Setúbal da PJ, na sequência de denúncia efetuada à GNR, referiu.

O detido, com antecedentes criminais por condução sem habilitação legal e falsificação de documentos, foi presente a primeiro interrogatório judicial, tendo-lhe sido aplicada a medida de coação de prisão preventiva.

Optimized by Optimole