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Terça-feira, Julho 14, 2026
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Treinador do Benfica reforça objetivo reduzir distância para Sporting

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Foto: Arlindo Homem

O treinador do Benfica, Bruno Lage, reforçou este sábado o objetivo de reduzir a distância para o Sporting na I Liga de futebol até final do ano e assumiu que não tem margem de erro para consegui-lo.

Em conferência de imprensa de antevisão da visita ao Arouca, no Seixal, o técnico esclareceu ainda que a roda que fez com os jogadores após a vitória no terreno do Mónaco “não foi uma mensagem para dentro nem para fora”, mas antes “um ato de liderança” e um reflexo da “grande alegria” que viveu naquele momento.

“Ficámos felizes pela vitória, mas não podemos estar satisfeitos, porque a nossa ambição tem de ser mais. Por isso tenho dito que o nosso objetivo em termos de campeonato, até ao final do ano, é chegar ao segundo lugar e reduzir distâncias para o primeiro”, insistiu o técnico dos ‘encarnados’.

Nesse sentido, aproveitou uma pergunta sobre a gestão que tem feito do plantel, e particularmente de Di María, para lembrar que, apesar dessa visão a médio prazo, a equipa tem de ter “simultaneamente os olhos na bola” e que isso “é o jogo de amanhã [domingo]”.

“Porque não temos margem de erro nas competições que enfrentamos. Por isso, a gestão tem de ser diária e o compromisso tem de ser o jogo de amanhã [domingo]”, atalhou.

Muito questionado sobre o bom momento de forma de Di María, o treinador recusou projetar o futuro do avançado no clube, mas insistiu que a gestão do grupo é feita de forma coletiva e recusou “tratamento especial” ao argentino.

“Estamos muito satisfeitos com ele. É um grande jogador, um grande homem e o exemplo disso é vê-lo nos últimos minutos [do jogo contra o Mónaco] sentado no banco e a sofrer tanto, como se fosse a final do Campeonato do Mundo. A gestão é olhar para cada um de forma individual. Ele não tem tratamento especial”, vincou Bruno Lage.

O Benfica visita o Arouca no domingo, em partida da 12.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol com início previsto para as 18:00, no Estádio Municipal de Arouca, e arbitragem de Luís Godinho (AF Évora).

A equipa orientada por Bruno Lage segue em terceiro lugar no campeonato, a um ponto do FC Porto e a oito do líder, o Sporting, mas tem um jogo em atraso, nomeadamente a visita ao Nacional, da oitava jornada.

Já o Arouca, agora orientado por Vasco Seabra, segue em antepenúltimo lugar, com oito pontos, apenas duas vitórias nos 11 jogos disputados, e não vence para o campeonato desde a sexta jornada.

Presidente da UMP diz que misericórdias não podem pagar mais aos trabalhadores

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

O presidente da União das Misericórdias Portuguesas (UMP), Manuel Lemos, disse este sábado que as instituições não podem pagar mais aos trabalhadores, sob o risco de porem em causa a continuidade dos postos de trabalho.

“Se as misericórdias pagassem o que não podiam, rapidamente entravam em incumprimento, e isso nós não faremos”, argumentou Manuel Lemos, após a assembleia geral da UMP, em Fátima (concelho de Ourém, distrito de Leiria), onde estiveram concentrados trabalhadores de vários pontos do país que entregaram uma resolução a reforçar as suas reivindicações.

Manuel Lemos vincou, em declarações à agência Lusa, que as instituições vivem “muito de comparticipações públicas” e fazem o equilíbrio entre o que recebem e o que podem pagar.

“É pouco, gostávamos de pagar mais, estamos todos a trabalhar para acertar os preços, a ver se conseguimos equilibrar. Quando conseguirmos, cá estaremos para negociar primeiro com as plataformas sindicais que têm que compreendido isto, e depois com os outros”, realçou o presidente da UMP.

O dirigente frisou que a UMP chegou a acordo com a UGT e a CGTP, e lamentou que o Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços de Portugal – CESP “não tenha aceitado” e “não tenha percebido” o ponto de vista das instituições.

“No fundo, em última análise, está em causa o próprio local de trabalho dos trabalhadores”, acrescentou, em resposta às reivindicações do CESP.

A União, sublinhou, percebe e respeita a luta sindical, mas as instituições “só pagam o que podem”.

“Tentaremos sempre pagar aos trabalhadores. É o que podemos, mas pagaremos. Não faz sentido nenhum aceitar valores altíssimas e depois não lhes pagar”, reforçou.

O grupo de trabalhadores juntou-se em frente ao Centro João Paulo II, em Fátima, para reivindicar o pagamento das diuturnidades em função do tempo integral de serviço e da antiguidade, um “aumento justo do salário” e a celebração de um Contrato Coletivo de Trabalho (CCT) entre o CESP e a UMP, com todos os direitos já conquistados, “tanto no Acordo de Empresa da UMP, como na Portaria de Extensão do CCT das instituições particulares de solidariedade social.

Na assembleia geral da UMP foram aprovados o plano de atividades e o orçamento para 2025.

Médio Oriente: Ataque israelita mata três funcionários de ONG de ajuda alimentar

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foto ilustrativa: DR

Um ataque israelita a um jipe matou este sábado cinco pessoas, três das quais funcionárias da organização não-governamental (ONG) de ajuda alimentar World Central Kitchen (WCK), que já confirmou o ocorrido.

De acordo com a agência norte-americana Associated Press, o ataque aéreo foi relatado por um responsável de Saúde em Gaza, Muneer Alboursh, e um trabalhador humanitário adiantou que três dos mortos trabalhavam na ONG de ajuda alimentar.

A organização já confirmou entretanto o ataque, mas sem indicar o número de vítimas mortais entre os seus trabalhadores: “Estamos destroçados por partilhar que um veículo que transportava colegas da World Central Kitchen foi atingido por um ataque aéreo israelita em Gaza. Neste momento estamos a trabalhar com informação incompleta e estamos urgentemente à procura de mais detalhes”, declarou, num comunicado publicado nas redes sociais.

Já a agência Efe, citando fontes locais envolvidas num comboio humanitário, afirma que entre os três funcionários mortos estava o responsável pelas cozinhas comunitárias da WCK no leste de Khan Yunis, um motorista e o responsável pela avaliação e monitorização.

A agência espanhola refere, com base numa testemunha no local, que o ataque ocorreu quando estava a ser efetuado um comboio de ajuda humanitária, atacado por assaltantes que tentaram apoderar-se da carga, um momento em que um camião foi alvo de um drone israelita.

Várias pessoas ter-se-ão aproximado procurando ajudar quando foi lançado um novo míssil, desta vez atingindo o jipe em que seguiam as cinco vítimas.

Por seu lado, o exército israelita confirmou apenas que um dos ocupantes trabalhava na WCK, descrevendo-o como “terrorista”, já que, segundo Israel, “participou no massacre de 07 de outubro no ‘kibbutz’ Nir Oz”, perto da Faixa de Gaza.

“O terrorista trabalhava para a organização WCK”, pelo que Israel pediu à comunidade internacional e à administração da ONG uma investigação sobre a sua contratação.

Na mesma publicação divulgada hoje pela WCK nas suas redes sociais, a ONG declara que não tinha “qualquer conhecimento de que qualquer indivíduo naquele veículo tivesse alegadas ligações ao ataque de 07 de outubro [de 2023]”, perpetrado pelo movimento islamita palestiniano Hamas.

Num comunicado anterior, o exército israelita tinha denunciado que o veículo não usava distintivos e que o seu movimento “não estava coordenado para o transporte de ajuda”.

“A World Central Kitchen vai fazer uma pausa nas suas operações em Gaza. Os nossos corações estão com os nossos colegas e as suas famílias neste momento inimaginável”, declarou a organização liderada pelo chefe espanhol-americano José Andrés.

Em abril, um ataque a um comboio humanitário da WCK matou sete trabalhadores – três britânicos, um polaco, um australiano, um canadiano-americano e um palestiniano -, tendo as autoridades israelitas admitido que o ataque foi um erro.

O ataque gerou um coro de reações internacionais e a suspensão de ajuda a Gaza durante um curto período de tempo por parte de várias ONG, incluindo a WCK.

Já em agosto, um trabalhador palestiniano da ONG foi morto por estilhaços de um ataque israelita, de acordo com a organização.

Colisão entre ambulância e ligeiro faz quatro feridos perto do Hospital de Santa Maria em Lisboa

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Uma colisão entre uma ambulância e uma viatura ligeira perto do Hospital de Santa Maria, em Lisboa, causou no sábado à noite quatro feridos ligeiros, que foram transportados para esta unidade de saúde, indicaram os bombeiros sapadores.

O acidente, cujo alerta foi recebido pouco depois das 22:30, ocorreu no cruzamento da Avenida dos Combatentes com a Avenida Professor Egas Moniz, tendo causado ferimentos ligeiros no condutor da viatura e nos dois tripulantes da ambulância e num doente.

Segundo o Regimento de Sapadores Bombeiros de Lisboa, que esteve no local com 14 elementos e quatro veículos, os feridos foram transportados para o Hospital de Santa Maria.

Banco alimentar inicia hoje nova campanha de recolha nos supermercados

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Os Bancos Alimentares Contra a Fome promovem hoje mais uma campanha de recolha de alimentos, que termina no domingo e envolve mais de 2.000 hipermercados e supermercados e 40.000 voluntários.

O lema da campanha é “Para mais de 380 mil portugueses, o melhor presente é a sua ajuda”, numa referência à quantidade de pessoas apoiadas com alimentos no ano passado através de 2.400 instituições de solidariedade social.

Voluntários disponibilizam nas lojas envolvidas sacos do Banco Alimentar a quem quiser ajudar quem mais precisa, pedindo as associações que sejam dados “bens alimentares não perecíveis”, como leite, conservas, azeite, açúcar, farinha e massas.

Além da recolha de alimentos, decorre também a campanha Ajuda Vale em supermercados e no site www.alimentestaideia.pt, que permite apoiar a causa a partir de casa ou mesmo estando fora do país.

“É importante não nos esquecermos de que há, infelizmente, pessoas que precisam de ajuda para comer, principalmente numa altura como o Natal, em que a mesa da consoada faz parte de uma ideia de felicidade que gostamos de ver concretizada”, disse a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, citada num comunicado sobre a campanha.

Em 2023, foram recolhidas 25.759 toneladas de comida, um número elevado, mas ainda assim insuficiente para ajudar todos os que precisam.

Os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal “distribuíram 24.262 toneladas de alimentos (com o valor estimado de 39,4 milhões de euros), num movimento médio de 97 toneladas por dia útil”, sob a forma de cabazes ou refeições feitas, segundo dados das associações.

SNS Grávida atendeu 63 mil chamadas e encaminhou 46 mil utentes para urgência

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DR

Cerca de 46 mil grávidas foram encaminhadas para serviços de urgência pela Linha SNS Grávida desde que entrou em funcionamento, há seis meses, segundo um balanço oficial, que indica que, neste período, o serviço atendeu 63 mil chamadas.

De acordo com os dados enviados à agência Lusa, 11.000 grávidas foram encaminhadas para cuidados de saúde primários, 5.000 foram aconselhadas a ficar em autocuidados e cerca de 1.000 foram referenciadas para o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

A Linha SNS Grávida — acessível através do mesmo número do SNS 24 (808 24 24 24) — entrou em funcionamento no dia 01 de junho deste ano e é uma medida do Plano de Emergência e de Transformação da Saúde, que tem como objetivo identificar o nível de cuidados adequado, perante a gravidade clínica da utente.

Num balanço pedido pela Lusa sobre os seis meses de funcionamento do serviço, os Serviços Partilhados do Ministério da Saúde (SPMS) afirmam que “a Linha SNS Grávida é um exemplo claro de como o Serviço Nacional de Saúde (SNS) tem inovado para oferecer serviços mais eficientes e centrados nas necessidades das pessoas”.

“Este serviço disponibiliza às grávidas uma triagem clínica inicial por enfermeiros, assegurando que cada caso é encaminhado para o nível de cuidados mais adequado”, sublinha.

Segundo os SPMS, este processo permite também uma utilização mais racional dos recursos de saúde, reservando as consultas nos cuidados de saúde primários e nos serviços de urgência para situações de maior gravidade.

“Ao evitar deslocações desnecessárias e ao oferecer aconselhamento imediato, a Linha SNS Grávida contribui diretamente para a redução do número de atendimentos desnecessários em unidades de saúde, otimizando a gestão de recursos humanos e materiais do SNS”, realçam.

No caso das grávidas referenciadas para autocuidados, são realizadas chamadas de seguimento, no tempo e no número considerados clinicamente adequados para a situação da utente.

“Desde a implementação da Linha SNS Grávida, muitos casos foram resolvidos através de orientação clínica telefónica, permitindo que as grávidas permanecessem em autocuidados ou procurassem o acompanhamento adequado nos cuidados de saúde primários, sem necessidade de recorrer diretamente a serviços de urgência”, acrescentam os SPMS.

Quando foi anunciada a sua criação, o Ministério da Saúde referiu o novo canal de atendimento direto de grávidas pretende dar “resposta à procura de urgências de ginecologia/obstetrícia, enquanto área em que se sentem maiores dificuldades no Serviço Nacional de Saúde”.

ULS podem abrir centros para casos não urgentes e disponibilizar consultas aos fins de semana

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© Centro Hospitalar do Oeste (CHO)

As Unidades Locais de Saúde vão poder abrir, durante o inverno, centros para atender doentes não urgentes no próprio dia e deverão ser disponibilizadas consultas abertas em todos os concelhos aos fins de semana e feriados.

Estas medidas constam de um despacho ontem publicado em Diário da República para organizar a resposta dos cuidados de saúde primários e hospitalares no inverno, altura de maior pressão sobre os serviços de urgência, sobretudo, devido ao aumento das infeções respiratórias.

“Este despacho põe, pela primeira vez, em papel uma organização dos cuidados de saúde, tendo em vista preparar uma altura do ano em que se prevê, não só aumento do número de episódios nos serviços de urgência, mas também, associadamente, uma maior taxa de internamentos”, adiantou à Lusa a secretária de Estado da Saúde, Ana Povo.

O documento prevê um serviço de atendimento de consulta em regime aberto, sempre que possível, em todos os concelhos aos feriados e fins de semana, no período entre as 08:00 e as 20:00.

Está também prevista a abertura de centros de atendimento clínico, no modelo que a Unidade Local de Saúde (ULS) “entender mais conveniente” (próprio/social/autárquico/privado), de forma a responder às situações agudas não urgentes no próprio dia, refere o despacho que entra em vigor no sábado.

As ULS deverão ainda disponibilizar o Hospital de Dia para os utentes em descompensação de doenças específicas, como insuficiência cardíaca, doença pulmonar obstrutiva crónica, asma e cirrose.

Segundo o documento, as equipas pré-hospitalares devem ser libertadas aquando da triagem, exceto em situações específicas como entrega de um doente crítico na sala de emergência, e as ULS devem adquirir macas para doentes em serviço de urgência externa, mas também para os que possam estar a aguardar internamento em enfermaria.

Já o encerramento de uma de urgência externa durante o inverno só deve ocorrer com autorização prévia da Direção Executiva do Serviço Nacional de Saúde (DE-SNS), “não sendo suficiente a mera informação ao Instituto Nacional de Emergência Médica”.

Caso venha a ser obtida autorização da DE-SNS para encerramento, a “mesma deve de imediato ser comunicada ao INEM e à linha SNS24”, determina ainda o despacho.

Quanto à situação de pessoas que continuam internadas depois de terem alta clínica, por falta de uma resposta social, o que dificulta novos internamentos por falta de camas, o despacho indica que as ULS devem prever a possibilidade de expandir interna ou externamente a respetiva capacidade.

“Todas as camas existentes na unidade hospitalar devem estar operacionais, existindo um plano de ativação das mesmas com base na procura”, indica o documento, que determina que deve estar prevista a abertura de locais de contingência para doentes a aguardar vaga em enfermaria, impedindo a sua concentração nos serviços de urgência e com falta de condições.

Além disso, os doentes com alta clínica, mas que permaneçam na ULS por falta de reposta social, devem de imediato ser comunicados ao Instituto da Segurança Social, tendo “esta instituição o dever de garantir enquadramento em instituição adequada com a maior brevidade”.

“É um despacho onde estão reunidas uma série de medidas indicativas para as ULS para se prepararem e se organizarem numa melhor resposta”, salientou Ana Povo, ao realçar que, apesar das várias medidas adotadas para reduzir a pressão nas urgências, o “objetivo é não prejudicar a atividade programada” dos hospitais.

A secretária de Estado referiu ainda que o Ministério da Saúde não está “completamente tranquilo” em relação ao período de inverno, alegando que Portugal dispõe de uma população envelhecida e com elevada carga de doença.

“Desde há meses, o Ministério da Saúde, os organismos por si tutelados e as ULS estamos todos a fazer um esforço e um trabalho conjunto para passarmos um inverno melhor do que no ano passado”, disse Ana Povo.

Homem condenado a internamento entre 3 e 8 anos por atear fogo em Castelo de Paiva

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Um homem de 63 anos foi na sexta-feira condenado no Tribunal da Feira a uma medida de segurança de internamento, entre três e oito anos, por ter ateado um incêndio florestal em Castelo de Paiva, no distrito de Aveiro.

Durante a leitura do acórdão, o juiz presidente disse que o Tribunal deu como provada a maioria dos factos constantes a acusação.

O coletivo de juízes considerou o arguido inimputável, condenando-o a uma medida de segurança de internamento, que pode ir de três a oito anos.

Esta pena ficou suspensa com a condição de o arguido se submeter a avaliação especializada e não falhar os tratamentos e consultas.

O arguido estava acusado de um crime de incêndio florestal e outro de detenção de arma proibida, por ter na sua posse uma faca com mais de 10 centímetros.

Os factos ocorreram a 11 de maio de 2023, no lugar do Fojo, União de Freguesias de Raiva, Pedorido e Paraíso, em Castelo de Paiva.

O suspeito foi detido, fora de flagrante delito, em julho do mesmo ano pela Polícia Judiciária (PJ).

Na altura da detenção, a PJ explicou que o incêndio terá sido provocado com recurso a chama direta, não sendo conhecida qualquer motivação para o ato criminoso.

“O local é um terreno florestal composto por eucaliptos e vegetação espontânea, não tendo o incêndio atingido maiores proporções devido à rápida intervenção dos Bombeiros”, referiu a Judiciária.

Portugal complica Europeu feminino com empate caseiro com República Checa

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O Notícias Em Direto este presente no jogo através da objetiva do fotógrafo Tiago Miguel de Araújo Vieira

A seleção portuguesa feminina de futebol complicou hoje o apuramento para a fase final do Europeu de 2025, ao empatar a um golo na receção à República Checa, na primeira mão do derradeiro play-off de apuramento.

No Estádio do Dragão, no Porto, perante a maior assistência de sempre num jogo feminino em solo luso, com 40.189 espetadores, Katerina Svitkova adiantou as checas, aos 33 minutos, e Kika Nazareth restabeleceu a igualdade, aos 47.

O encontro da segunda mão está marcado para terça-feira, em Teplice, onde a formação comandada por Francisco Neto vai tentar replicar as presenças nas fases finais de 2017 e 2022.

Ucrânia: Zelensky aceitaria terminar guerra em troca de adesão à NATO mesmo sem devolução imediata russa de territórios

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foto ilustrativa: Arlindo Homem

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, afirmou que está preparado para terminar a guerra na Ucrânia em troca da adesão à NATO, mesmo que a Rússia não devolva imediatamente os territórios apreendidos.

Em entrevista à estação televisiva britânica Sky News, o Presidente ucraniano explicou que a adesão à NATO (Organização do Tratado do Atlântico-Norte, bloco de defesa ocidental) teria de ser oferecida às partes não-ocupadas do país para pôr fim à “fase quente da guerra”, desde que o próprio convite da NATO reconhecesse as fronteiras internacionalmente reconhecidas da Ucrânia.

Zelensky sugeriu que seria possível alcançar um acordo de cessar-fogo se o território ucraniano que Kiev controla fosse colocado “sob a alçada da NATO”, o que lhe permitiria negociar a devolução do restante território posteriormente, “de forma diplomática”.

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