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Caldas da Rainha
Domingo, Junho 28, 2026
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Marinha Grande reforça apelo à doação de bens após depressões que afetaram o concelho

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A Câmara Municipal da Marinha Grande reforçou o apelo à população e às empresas para doarem bens essenciais, na sequência das depressões que afetaram recentemente o concelho, causando danos, cortes de energia e dificuldades em vários bairros.

Segundo o município, a medida surge como resposta às necessidades imediatas de famílias e pessoas afetadas pelas condições adversas do tempo, sobretudo em áreas onde os estragos resultaram em perdas de bens materiais e precariedade no acesso a serviços básicos.

O apelo da autarquia inclui a recolha de alimentos não perecíveis, roupas, produtos de higiene e outros materiais úteis para apoiar quem foi diretamente impactado pelas intempéries. A Câmara da Marinha Grande reforça que estas doações são essenciais para aliviar o esforço das equipas de resposta e melhorar as condições de vida das pessoas mais vulneráveis enquanto se restabelece a normalidade.

As autoridades locais lembram que, em situações de calamidade ou emergência, a solidariedade da comunidade é um fator determinante para fazer face às adversidades, apelando a que os bens sejam entregues nos pontos oficialmente definidos e que novas ofertas sejam coordenadas com os serviços municipais.

13.º Oeste Lusitano cancelado após tempestades: Caldas da Rainha perde grande evento equestre

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O 13.º Oeste Lusitano, previsto para os dias 1, 2 e 3 de maio de 2026 no Parque D. Carlos I, em Caldas da Rainha, foi oficialmente cancelado na sequência dos danos provocados pelas recentes tempestades, anunciou a Associação de Criadores do Puro Sangue Lusitano do Oeste (ACPSLO).

Segundo o comunicado divulgado pela organização, o Município considerou não estarem reunidas as condições de segurança para acolher o evento, após os estragos registados no parque. Apesar de terem sido analisadas alternativas, incluindo a mudança de local ou o adiamento para agosto, não foi possível encontrar uma solução viável.

O Oeste Lusitano afirmava-se como um dos principais eventos equestres da região, projetando Caldas da Rainha a nível nacional, dinamizando a economia local e consolidando o Parque D. Carlos I como palco da tradição equestre. A organização não esconde a frustração, mas garante que o projeto “não termina aqui” e promete regressar.

Nas redes sociais, muitos seguidores manifestaram tristeza pela decisão, sublinhando a importância do evento para a identidade cultural e para o comércio local da cidade.

Dois sismos de magnitude 4,1 sentidos no Oeste: seguidores descrevem tremores, ruídos e pânico

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Dois sismos de magnitude 4,1 na escala de Richter foram registados na região de Lisboa com epicentro em Alenquer na tarde desta quinta-feira, deixando várias pessoas surpreendidas e com relatos de fortes tremores e ruídos, segundo relatos recebidos pelos seguidores do Notícias em Direto nas redes sociais.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) confirmou os dois abalos com poucos minutos de diferença, ambos sentidos em grande parte da zona Oeste e arredores. Seguidores partilharam relatos em tempo real, descrevendo sensações de “não era só tremer, era barulho também”, “camas a mexer”, e até “pratos a tilintar na cozinha”.

Nas redes, muitos utilizadores demonstraram preocupação, especialmente famílias que se encontravam em edifícios mais antigos. Um seguidor de Torres Vedras contou que “pareceu que a casa vibrou forte e ouvi um estrondo”, enquanto outra seguidora de Mafra afirmou que “acordei assustada com o estrondo e tremores, não sabia o que se passava”.

O IPMA indicou que não há previsões de réplicas de maior magnitude, mas aconselha a população a manter a calma e seguir as normas de segurança sísmica. As autoridades locais mantêm-se em alerta e recomendam que sejam verificadas zonas de risco em edifícios mais velhos para reduzir perigos em situações futuras.

Desafio do paracetamol nas redes sociais coloca adolescentes em perigo, alertam especialistas

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Um novo desafio viral nas redes sociais, que envolve o consumo perigoso de paracetamol, está a preocupar médicos e autoridades de saúde em Portugal e no mundo, devido ao risco elevado de intoxicação e danos graves no organismo, particularmente entre adolescentes.

O “desafio do paracetamol”, como tem sido apelidado online, incentiva jovens a ingerir doses desta substância fora das recomendações médicas, muitas vezes associadas a exibição de vídeos ou competições por visualizações. O paracetamol é um analgésico de uso comum, mas em doses superiores às recomendadas pode provocar lesões hepáticas, falência de órgãos e até morte, sublinham especialistas.

Pediatras e profissionais de saúde têm alertado para a circulação deste tipo de conteúdos nas plataformas digitais, reforçando que a automedicação e a utilização indevida de medicamentos são comportamentos de alto risco. Organizações de proteção da juventude apelam a que pais e educadores monitorem o uso das redes sociais pelos menores e conversem abertamente sobre os perigos destas tendências virais.

Braga espera enchente de visitantes e retorno de 16 milhões na Semana Santa

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Semana Santa de Braga (arquivo)

O município de Braga prepara-se para receber um grande aumento de visitantes durante a Semana Santa, antevendo um impacto económico de cerca de 16 milhões de euros, impulsionado pelo turismo religioso, cultural e de lazer.

Segundo dados divulgados pela câmara municipal, a expectativa é que milhares de turistas nacionais e estrangeiros visitem a cidade este ano, atraídos pelas celebrações religiosas tradicionais, exposições, eventos culturais e pela oferta gastronómica local. A Semana Santa é um dos períodos de maior afluência no calendário turístico bracarense, o que tem reflexos diretos no sector hoteleiro e no comércio local.

Autoridades de turismo e responsáveis municipais sublinham que Braga tem vindo a reforçar a promoção fora de época alta, valorizando o património religioso e histórico como fator diferenciador. A estimativa de um retorno superior a 16 milhões de euros reflecte não só despesas em alojamento e restauração, mas também em compras, serviços e atividades complementares, o que representa um impulso significativo para a economia local.

Ex-funcionário de infantário condenado a 18 anos de prisão por abusar de crianças

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Um ex-funcionário de um infantário foi esta semana condenado a 18 anos de prisão por vários crimes de abuso sexual de crianças menores, numa decisão judicial proferida por um tribunal do país que reforça a proteção dos direitos das vítimas e a punição de crimes contra menores.

O indivíduo de 45 anos, que trabalhava na creche, em Londres, foi considerado culpado de abusar de várias crianças sob a sua responsabilidade, num período em que os crimes foram cometidos no contexto das atividades do estabelecimento. O tribunal teve em conta a gravidade dos factos, a vulnerabilidade das vítimas e o impacto físico e psicológico que os crimes provocaram nas crianças e nas suas famílias.

Na sentença, a juíza destacou a necessidade de enviar uma mensagem clara sobre a tolerância zero face a abusos contra menores e a importância de proteger ambientes que acolhem crianças. As famílias das vítimas acompanharam de perto o caso e receberam o apoio de serviços sociais e psicológicos desde o início do processo.

A investigação e o julgamento contaram com a colaboração das autoridades policiais, dos serviços de proteção de menores e com a produção de provas recolhidas em inquérito, que foram determinantes para a condenação. O condenado foi ainda sujeito a outras medidas de coação e vai cumprir a pena em regime fechado.

Novos Tempos: Educar antes de proibir

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Sérgio Carvalho (Professor e Jornalista)

A recente aprovação, no Parlamento português, da proibição de acesso às redes sociais a menores de 16 anos reabre um debate que não pode ser reduzido a slogans fáceis, nem a respostas meramente legislativas. Trata-se de uma questão cultural, educativa e moral que interpela famílias, escola, sociedade e também a própria Igreja. À luz da Doutrina Social da Igreja e do método preventivo de educar de Dom Bosco, é necessário perguntar: será suficiente proibir? Ou será mais urgente educar?

A Doutrina Social da Igreja recorda-nos que a pessoa humana é o centro de toda a vida social e que o bem comum exige a proteção dos mais frágeis, entre os quais se encontram as crianças e os adolescentes. Neste sentido, é compreensível a preocupação com os riscos associados às redes sociais: dependência, exposição precoce, cultura da comparação, perda de interioridade, banalização da violência ou da sexualidade. Proteger os menores é um dever moral da sociedade. Mas a mesma Doutrina sublinha também o princípio da subsidiariedade: aquilo que pode e deve ser feito pelas famílias não deve ser substituído pelo Estado.

E é aqui que a questão se torna mais exigente. Ao transferir para a lei aquilo que é, antes de mais, uma tarefa educativa, corre-se o risco de desresponsabilizar os pais e de iludir a complexidade do problema. Os pais são, por natureza e por vocação, os primeiros educadores dos filhos. Cabe-lhes introduzi-los no uso responsável da liberdade, incluindo no mundo digital. Nenhuma proibição geral pode substituir a presença, o diálogo, o exemplo e a autoridade serena que educa para o bem. Ou não fossem eles quem oferece os aparelhos que permitem o acesso às redes sociais.

Dom Bosco, grande pedagogo e mestre da juventude, não optou pela repressão como método. O seu sistema preventivo assenta em três pilares: a razão, a religião e a amabilidade. Em vez de controlar à distância, ele procurava estar próximo; em vez de punir, antecipava; em vez de desconfiar, acreditava na capacidade de crescimento dos jovens. Aplicado ao mundo digital, este método convida-nos a estar com os jovens nas redes, a conhecer as suas linguagens, a propor conteúdos de qualidade, a estabelecer regras claras, mas sobretudo a formar a consciência para que saibam escolher o bem mesmo quando ninguém está a ver.

Proibir pode ser necessário em determinadas circunstâncias, mas nunca será suficiente. Uma lei que afasta os menores das redes até aos 16 anos não os prepara automaticamente para um uso responsável a partir dessa idade. Se não houver educação prévia, a entrada tardia pode até ser mais desordenada e vulnerável.

Mais do que uma sociedade que proíbe, precisamos de uma comunidade que educa. Pais presentes, escolas atentas, comunidades cristãs que acompanham e propõem, e um Estado que apoia sem substituir. Educar para o digital é hoje parte integrante da missão de educar para a vida.

A verdadeira proteção dos jovens não se faz apenas com barreiras legais, mas com corações formados, consciências esclarecidas e relações de confiança. Educar antes de proibir não é permissividade; é responsabilidade. E essa começa, sempre, em casa.

Olho Marinhense Bruno Miguel Carvalho é o 2º Comandante da GNR de Beja

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foto: Município de Óbidos

O Tenente-Coronel de Cavalaria Bruno Miguel Carvalho, natural de Olho Marinho (Óbidos), tomou posse como 2.º Comandante do Comando Territorial de Beja, o maior em área de responsabilidade da Guarda Nacional Republicana.

Com 42 anos e uma carreira de mais de 27 anos de serviço, ingressou na Academia Militar em 2001, integrando os quadros permanentes da GNR desde 2006. É licenciado em Ciências Militares, Mestre em Direito e Segurança, e doutorando na mesma área científica.

Ao longo do seu percurso, desempenhou funções de comando em diversas unidades, incluindo Operações Especiais, Trânsito e Intervenção, participou em duas missões internacionais da ONU em Timor-Leste e exerceu ainda funções como Comandante da Polícia Municipal de Albufeira.

É auditor em Segurança Interna e especialista de reconhecida experiência e competência profissional nas áreas de Estudos de Segurança Interna e dos Fenómenos Criminais, Estudos das Crises e dos Conflitos Armados e Operações Militares.

Detentor de 12 louvores – um dos quais concedido pelo Presidente da República – e várias condecorações nacionais e internacionais, assume agora este novo desafio por despacho do Comandante-Geral da GNR.

Sem comboios e poucas alternativas: Linha do Oeste continua a gerar constrangimentos a passageiros

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João Polónia / Notícias Em Direto (foto)

A falta de circulação regular de comboios na Linha do Oeste continua a afetar milhares de passageiros, que se veem obrigados a recorrer a soluções alternativas de transporte, muitas vezes insuficientes ou mais dispendiosas, agravando as dificuldades diárias de quem depende desta ligação ferroviária.

A suspensão de serviços e a redução de horários têm gerado críticas por parte de utentes e autarcas da região, que alertam para os impactos negativos no quotidiano de quem se desloca para o trabalho, estudos ou outras necessidades. A reabilitação e manutenção da linha têm enfrentado atrasos, e as opções de substituição por autocarros nem sempre cobrem horários nem zonas críticas, segundo relatos recolhidos pela Rádio Renascença.

Responsáveis locais têm exigido respostas claras por parte das entidades competentes em matéria de transportes, defendendo que a Linha do Oeste é vital para a mobilidade regional e para a coesão territorial. O debate sobre soluções de curto e longo prazo prossegue, com apelos para investimentos sustentados que garantam não apenas o restabelecimento do serviço ferroviário, mas também a sua modernização.

Homem detido em Lisboa após empurrar e tentar agredir agentes da PSP

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Um homem foi detido em Lisboa depois de empurrar e tentar agredir vários agentes da Polícia de Segurança Pública (PSP) durante uma intervenção policial, confirmou esta semana a força de segurança.

O incidente ocorreu no centro da cidade, quando os agentes tentavam intercetar o suspeito por motivos que ainda estão a ser apurados. Segundo a PSP, o homem reagiu de forma violenta à abordagem, chegando a empurrar os polícias e a tentar agredi-los fisicamente, o que levou à sua detenção imediata.

O detido foi conduzido até às instalações policiais para identificação e será presente a tribunal para aplicação das respetivas medidas de coação. A PSP salientou que a operação decorreu de forma a garantir a segurança dos agentes e de testemunhas no local, e que agressões físicas a polícias serão tratadas com o rigor previsto na lei.

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