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Quinta-feira, Julho 9, 2026
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Governo/Crise: Pedro Nuno rejeita apoiar outro nome do PSD para primeiro-ministro

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foto: Arlindo Homem

O líder do PS defendeu esta segunda-feira que nas últimas semanas aumentaram as razões para não aprovar uma moção de confiança, rejeitando sustentar um outro nome para primeiro-ministro caso o PSD o propusesse no cenário de queda do Governo.

Segundo informação adiantada à Lusa por fontes do PS, Pedro Nuno Santos defendeu estas ideias na reunião da Comissão Política Nacional socialista, que decorre esta noite de segunda-feira na sede do partido, em Lisboa, devido ao atual cenário de crise política.

Para o líder do PS, os desenvolvimentos das últimas semanas fizeram aumentaram as razões para o PS não aprovar uma moção de confiança.

O secretário-geral do PS referiu que o PSD “nem tem maioria” e por isso seria inaceitável, na sequência da queda do Governo, os socialistas apoiarem outro nome proposto pelo PSD para o primeiro-ministro.

Pedro Nuno Santos disse ainda que o PS vai “à luta para ganhar as eleições legislativas” e quer “pôr o pé na porta e governar”, considerando que a atuação dos socialistas ao longo desta legislatura – viabilização do programa do Governo, eleição do presidente do parlamento e viabilização do Orçamento do Estado – dá capital ao PS para exigir mesmo ao PSD no futuro, seja ele liderado por Luís Montenegro, Carlos Moedas ou Pedro Passos Coelho.

O líder socialista recordou ainda que precisamente há um ano, na noite eleitoral das legislativas, avisou o Governo que não apresentasse a moção de confiança porque teria um chumbo.

Segundo Pedro Nuno Santos, aprovar uma moção de confiança implica “um grau de compromisso” que os socialistas não querem com o atual Governo, algo que diz que Montenegro sabia, apontando ainda que o texto da moção é a “apologia das políticas” que o PS combate.

Sobre a comissão parlamentar de inquérito que o PS pediu potestativamente, o líder socialista considerou que há esclarecimentos que nunca serão dados fora deste contexto.

Governo/Crise: Montenegro será candidato mesmo que seja constituído arguido

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DR

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, assegurou que será candidato nas eleições legislativas mesmo que seja constituído arguido no âmbito de um eventual processo relacionado com a empresa da sua família.

“Avanço com certeza”, respondeu Luís Montenegro quando questionado se avançaria com uma candidatura se fosse constituído arguido no processo relacionado com a Spinumviva, a empresa da sua família, em entrevista à TVI/CNN.

Na véspera de o parlamento debater uma moção de confiança ao Governo, Montenegro voltou a manifestar a convicção de que não cometeu qualquer crime no processo relacionado com a Spinumviva.

“Não me demito porque não tenho razão para me demitir. No momento em que eu tiver consciência de que há uma razão para cessar funções, não é preciso ninguém apontar-me a porta”, afiançou o primeiro-ministro na entrevista à TVI/CNN conduzida pela jornalista Sandra Felgueiras.

Vitória vence Boavista e sobe ao sexto lugar da I Liga

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O Notícias Em Direto esteve presente no jogo através da objetiva objetiva da repórter fotográfico Cristina Mendes

O Vitória venceu este domingo por 2-1 na visita ao Boavista, na 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e subiu ao sexto lugar da tabela, por troca com o Casa Pia.

No estádio do Bessa, no Porto, o Boavista chegou ao intervalo a vencer, na sequência de uma grande penalidade convertida por Marco van Ginkel, nos descontos do primeiro tempo (45+2 minutos).

Um autogolo de Vukotic, no início da segunda parte (50), permitiu o empate dos visitantes, e um penálti marcado por Tiago Silva, aos 76, garantiu o triunfo dos minhotos.

O Vitória (Guimarães) subiu ao sexto lugar da tabela, com 38 pontos, por troca com o Casa Pia, agora sexto, com 36, depois hoje ter sido derrotado pelo Sporting por 3-1, enquanto o Boavista mantém a última posição da tabela, com 15 pontos, a dois do Farense, 17.º classificado.

Estratégia para a gestão da água terá investimento de 5 mil milhões de euros

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou no domingo que a estratégia para a gestão da água terá um investimento estimado de 5 mil milhões de euros até 2030, naquilo que considera “uma verdadeira transformação” para o país.

A estratégia “Água que Une”, que conta com quase 300 medidas a implementar, foi apresentada ontem no Convento São Francisco, em Coimbra, contando com vários elementos do Governo, autarcas, e membros do grupo de trabalho que desenvolveram o plano.

Durante o discurso de apresentação do programa, Luís Montenegro afirmou que a estratégia prevê um investimento de 5 mil milhões de euros até 2030 e que propõe uma “transformação estratégica” do país, para que possa ter capacidade de “lutar contra os efeitos negativos das alterações climáticas”, mas simultaneamente permita aproveitar os seus recursos, seja na capacidade produtiva da agricultura, da indústria e do turismo.

“Nós temos alguns instrumentos de financiamento disponíveis que queremos aproveitar e temos de ir à procura de outros para assegurar a parte que não está assegurada. E queremos depois que se comece já hoje a preparar o financiamento para a década seguinte, 2030 a 2040, para que a estratégia tenha sequência, que sabemos que não vamos ser nós que a vamos executar. Nós tencionamos ficar aqui mais uns anos, mas daqui a uma década haverão de estar aqui outros”, disse.

O primeiro-ministro espera agora que a estratégia apresentada possa ser objeto de diálogo com a sociedade e com as outras forças políticas, destacando o objetivo do documento que não aponta apenas para um aumento da capacidade instalada, mas também para uma melhor utilização da água – seja pela diminuição das perdas ou da reutilização de água.

Luís Montenegro vincou ainda que a água está disponível no país de modo desigual, considerando que a “Água que Une”, assegura coesão territorial e que há um espírito de solidariedade “subjacente a esta estratégia”.

Em junho de 2024, o Governo criou um grupo de trabalho, liderado pelo presidente do grupo Águas de Portugal, para delinear a estratégia do país para a gestão, armazenamento e distribuição eficiente da água.

Sporting vence Casa Pia por 3-1 e isola-se à condição na liderança da I Liga

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foto: Arlindo Homem / Notícias Em Direto

O Sporting voltou este domingo a isolar-se, à condição, na liderança da I Liga portuguesa de futebol, ao vencer na visita ao Casa Pia por 3-1, em jogo da 25.ª jornada.

Gonçalo Inácio, aos 12 minutos, e Viktor Gyökeres (35 e 77, este de grande penalidade), que somou o segundo ‘bis’ consecutivo e chegou aos 27 golos no campeonato, assinaram os tentos dos ‘leões’, sendo que, pelo meio, o Casa Pia beneficiou de um autogolo de Ricardo Esgaio (45).

Após o triunfo em Rio Maior, os campeões nacionais somam 59 pontos, mais três do que o segundo classificado, o Benfica, que no sábado venceu o Nacional (3-0), mas que tem menos um jogo, relativo à 24.ª jornada, que vai disputar em 28 de março.

Proteção Civil registou 744 ocorrências entre 6.ª feira e domingo devido à depressão Jana

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

A Proteção Civil registou 744 ocorrências em Portugal Continental, entre as 07:00 de sexta-feira e as 20:00 deste domingo, período em que esteve em vigor um alerta especial devido à passagem da depressão Jana por Portugal.

De acordo com o comandante Alberto Fernandes, da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), em declarações à Lusa, as ocorrências mais relevantes registadas estão relacionadas com a queda de árvores e de estruturas, bem como a limpeza de vias.

As 744 ocorrências registadas envolveram 2.095 operacionais e 1.067 meios terrestres.

Entre as 00:00 e as 20:00 de ontem, dia em que se verificou um desagravamento das condições meteorológicas adversas, a ANEPC registou 95 ocorrências.

O Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA) prevê um novo agravamento do estado do tempo para segunda-feira, tendo colocado a grande maioria dos distritos de Portugal Continental sob aviso amarelo, devido à precipitação, vento, queda de neve e agitação marítima.

Apenas os distritos de Viana do Castelo, Porto e Bragança não estão sob aviso amarelo, de acordo com informação disponível no site oficial do IPMA.

O aviso amarelo, o menos grave numa escala de três, é emitido pelo IPMA sempre que existe uma situação de risco para determinadas atividades dependentes da situação meteorológica.

Cerca de 9% do efetivo da PSP são mulheres e ocupam categorias mais baixas

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

Dos mais de 20 mil agentes da PSP, cerca de 9% são mulheres e a maioria está colocada nas categorias inferiores de agente e agente principal, anunciou esta polícia.

Os dados foram avançados a propósito do Dia Internacional da Mulher, que se assinala este sábado, e da campanha “Sem Consentimento”, lançada pela Direção Nacional da PSP.

De acordo com os números divulgados, existem, neste momento, 1.869 mulheres na PSP, num universo de 20.900 polícias. A maioria está colocada nas carreiras inferiores – 1.002 exercem funções como agente principal e 488 como agente – e apenas sete estão na categoria de superintendente.

Olhando para os números, das mais de 1.800 mulheres que trabalham na PSP, 684 estão distribuídas pelas áreas da investigação criminal, segurança aeroportuária, trânsito, programas especiais de policiamento de proximidade e ainda na Unidade Especial de Polícia.

Durante a cerimónia que aconteceu no edifício da sede da Direção Nacional da PSP (Lisboa), Virginia Cruz, diretora nacional adjunta da Unidade Orgânica de Logística e Finanças, referiu que a contratação de mulheres ao longo dos últimos anos para esta polícia representa uma “superação de estereótipos”.

“Estando a polícia associada à faculdade do uso coercivo do Estado, a existência de mulheres afasta este atributo”, considerou durante a sua intervenção.

Também a propósito do Dia Internacional da Mulher, o diretor nacional da PSP, Luís Carrilho, disse que “a presença feminina nas forças policiais tem sido um caminho de superação e conquista”.

“Para a PSP, este não é apenas um dia de reconhecimento, mas também um compromisso contínuo com a igualdade de oportunidades”, acrescentou.

Na cerimónia, a PSP lançou uma campanha chamada “Sem Consentimento” para alertar para as consequências da adoção de comportamentos de risco como a partilha não consentida de conteúdos íntimos, assédio e adulteração de bebidas.

“É tempo de quebrar o preconceito e de desresponsabilizar as vítimas, que são livres de fazerem o que bem entenderem na sua vida privada, responsabilizando os autores deste tipo de atos”, referiu a PSP.

Montenegro diz que “não fez nem mais nem menos do que faz qualquer português”

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foto: Arlindo Homem

O líder do PSD e primeiro-ministro Luís Montenegro, considerou este sábado que “não fez nem mais nem menos do que faz qualquer português” e rejeitou ilegalidades ou ilicitudes, ironizando ao dizer que “que teve a responsabilidade de ter trabalhado”.

“Acho que o primeiro-ministro não fez nem mais nem menos do que faz qualquer português”, disse hoje Luís Montenegro ao concluir um raciocínio em que referiu não he parecer que fique mal “ter trabalhado”, “dizer em que é que trabalhou” e que “tenha decidido que uma parte do trabalho que lançou possa ser legado a membros da sua família”.

Luís Montenegro falava num almoço do PSD referente ao Dia da Mulher numa quinta na Maia (distrito do Porto) não tendo respondido a questões dos jornalistas quer à entrada quer à saída do evento.

“Se é verdade que o primeiro-ministro tem responsabilidades que mais nenhum português tem, também quero que saibam que este primeiro-ministro se sente exatamente igual a qualquer outro português. Assumindo essas responsabilidades, mas sendo igual aos outros”, apontou.

Luís Montenegro voltou a reiterar que não cometeu qualquer ilegalidade ou ilicitude.

“Imputam ao primeiro-ministro alguma ilegalidade? Parece que não. Imputam ao primeiro-ministro algum comportamento ilícito? Também não. Parece que o primeiro-ministro tem a responsabilidade de ter trabalhado”, ironizou.

O líder do PSD afirmou-se ainda “pronto para ir terra a terra, português a português, responder” por tudo aquilo que tenha de responder.

“Eu estou pronto para explicar que jamais estive no Governo que não em exclusividade. Chega a ser absurdo argumentar em sentido contrário. Absurdo. Alguém imagina que o primeiro-ministro possa ter estado no Governo e a fazer outra coisa ao mesmo tempo?”, referiu.

Luís Montenegro afirma ainda que é “sem fundamento” que o acusam de ser “avençado de quem quer que seja”, afirmando que cessou funções na empresa Spinumviva “não sendo obrigado a fazê-lo, antes de ser presidente do PSD, em 2022”.

O chefe do Governo interrogou-se como é possível acusá-lo “de forma categórica e do ponto de vista político” e sair “impune”.

“Eu respondo por tudo o que fiz, respondo pelo trabalho que fiz e pelo trabalho que estou a fazer”, asseverou.

A empresa Spinumviva – detida até à semana passada pelos filhos e mulher de Luís Montenegro, com quem é casado em comunhão de adquiridos, e agora apenas pelos filhos, recebe uma avença mensal de 4.500 euros do grupo Solverde, noticiou o Expresso na semana passada.

A empresa revelou depois que outros dos seus clientes foram o grupo Ferpinta, a Radio Popular ou o Colégio Luso-Internacional do Porto (CLIP).

Na sexta-feira à noite, o Observador noticiou que a Spinumviva recebeu 194 mil euros da empresa do pai do candidato do PSD à Câmara de Braga, João Rodrigues.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, já admitiu a realização de eleições antecipadas em maio, após o primeiro-ministro, Luís Montenegro, ter anunciado uma moção de confiança ao Governo que será discutida no parlamento na terça-feira e que tem chumbo anunciado pelos dois maiores partidos da oposição, PS e Chega, implicando a demissão do executivo.

O voto de confiança foi anunciado por Luís Montenegro na terça-feira, no arranque do debate da moção de censura do PCP (rejeitada com a abstenção do PS), e em que voltou a garantir que “não foi avençado” nem violou deveres de exclusividade com a empresa familiar Spinumviva.

Se a moção for rejeitada, o chefe de Estado já disse que convocará os partidos ao Palácio de Belém “se possível para o dia seguinte” e o Conselho de Estado “para dois dias depois” – os dois passos obrigatórios antes da dissolução do parlamento -, e admitiu eleições a 11 ou 18 de maio, que seriam as terceiras legislativas antecipadas em três anos.

Benfica vence Nacional e ‘cola-se’ provisoriamente ao Sporting na liderança

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Foto: Arlindo Homem

O Benfica venceu este sábado o Nacional por 3-0, no estádio da Luz, em Lisboa, em jogo da 25.ª jornada da I Liga portuguesa de futebol, e juntou-se, à condição, ao Sporting na liderança da prova.

O avançado suíço Amdouni abriu, aos cinco minutos, a contagem, ampliada aos 23 por Kökcü, e aos 90+2 por Pavlidis, ambos de grande penalidade, numa partida em que o Nacional falhou um penálti.

O Benfica, que na terça-feira visita o FC Barcelona na segunda mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões, para a qual parte com uma desvantagem de 1-0, passou a somar 56 pontos, os mesmos que o Sporting, que no domingo visita o Casa Pia.

A formação orientada por Bruno Lage fechará a ronda com menos um jogo disputado, devido ao adiamento para 28 de março da visita ao Gil Vicente, da 24.ª jornada.

Líder do PS acusa Montenegro de querer “arrastar para lama” PSD, Governo e o país

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foto: Arlindo Homem

O secretário-geral do PS acusou o primeiro-ministro de “estar na lama” para a qual arrastou PSD, Governo e agora querer levar também o país, voltando a sugerir que Montenegro “esteve avençado” durante quase um ano.

À entrada para a apresentação da candidatura à presidência da Câmara de Lisboa de Alexandra Leitão, Pedro Nuno Santos foi questionado sobre as palavras do presidente do PSD e primeiro-ministro, Luís Montenegro, que afirmou não parecer haver alternativa a eleições antecipadas, garantindo que é sua responsabilidade “evitar que Portugal seja um país envolto em lama”.

“Não deixa de ser caricato, porque quem criou a lama foi Luís Montenegro. Luís Montenegro está na lama, arrastou o PSD e o seu governo para a lama e agora quer atirar o país para a lama”, acusou.

Pedro Nuno Santos considerou que Montenegro “só se pode mesmo queixar de si próprio e não é dos portugueses, não é dos partidos políticos”.

“Tem que se deixar de vitimizar, assumir as responsabilidades, porque aquilo que nós precisamos é de um primeiro-ministro com coragem, com frontalidade, com transparência e não alguém que se esconda sempre atrás dos outros, que responsabiliza toda a gente e revela ainda não ter percebido que nós infelizmente estamos nesta situação por causa dele e de mais ninguém”, acusou.

Questionado se também não vê alternativa a eleições antecipadas, o líder do PS acusou Luís Montenegro de fugir “do apuramento da verdade, como o diabo foge da cruz”.

“E, portanto, tudo vale para evitar o inquérito, nomeadamente a Comissão Parlamentar de Inquérito e o esclarecimento. Já não basta dar respostas. É preciso conseguir convencer-nos a todos de que nós não tivemos, o que já é cada vez mais difícil, não tivemos um primeiro-ministro avençado durante quase um ano”, avisou.

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