«Alexandrina passa a ser uma luminária da tenda do santuário, é a lâmpada sempre acesa», afirmou este sábado o arcebispo de Braga, D. José Cordeiro, durante a trasladação dos restos mortais da beata Alexandrina Maria da Costa para o novo Santuário Eucarístico de Balasar, na Póvoa de Varzim.
Na homilia da missa celebrada na Igreja Paroquial, o responsável destacou o amor da beata à Eucaristia e a sua «paixão missionária», sublinhando que o novo templo poderá «irradiar mais uma luz na vida da Igreja».
O santuário será dedicado este domingo, numa celebração presidida pelo núncio apostólico em Portugal, D. Andrés Carrascosa Coso. Promovido pela Fundação Alexandrina de Balasar, o complexo foi concebido para acolher o crescente número de peregrinos e tem capacidade para cerca de 1.800 pessoas.
Nascida em Balasar, em 1904, Alexandrina Maria da Costa morreu em 1955 e foi beatificada por João Paulo II em 2004. Os seus restos mortais passam agora para o terceiro local de inumação, depois do cemitério e da Igreja Matriz da localidade.
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