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Segunda-feira, Julho 6, 2026
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Sporting e Benfica empatam e adiam decisão do título para a última jornada

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foto: Arlindo Homem / Notícias Em Direto

Sporting e Benfica adiaram para a última jornada a decisão do título de campeão português de futebol, ao empatarem hoje 1-1, no dérbi da 33.ª ronda da I Liga de futebol, no Estádio da Luz.

O extremo Trincão adiantou os ‘leões’ logo aos quatro minutos, mas o turco Kerem Akturkoglu empatou a partida, aos 63, mantendo os dois rivais em igualdade pontual, com 79, com apenas um jogo para disputar no campeonato.

O Sporting, que recebe o Vitória de Guimarães na derradeira ronda, segue na liderança, face à vantagem no confronto direto com o Benfica, que vai visitar o Sporting de Braga, sendo que aos ‘verdes e brancos’ basta fazerem o mesmo resultado que os ‘encarnados’ para se sagrarem bicampeões nacionais.

Greves na CP deverão ter menos impacto durante o fim de semana

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foto ilustrativa: João Polónia / Notícias Em Direto

As greves na CP continuam no fim de semana, mas o impacto deverá reduzir-se, prevendo-se sábado a paralisação dos maquinistas ao trabalho suplementar e, no domingo, os revisores e trabalhadores das bilheteiras juntam-se ao protesto.

Assim, de sábado a quarta-feira mantém-se a greve convocada pelo Sindicato dos Maquinistas (SMAQ), abrangendo apenas o trabalho suplementar, incluindo o trabalho em dia de descanso semanal, de acordo com informação no ‘site’ da estrutura sindical.

A partir de domingo começa uma nova paralisação, também até quarta-feira, do Sindicato Ferroviário da Revisão Comercial Itinerante (SFRCI), dos revisores e trabalhadores de bilheteiras.

Esta greve é parcial, decorrendo entre as 05:00 as 8:30 de segunda-feira e terça-feira, segundo explicou à Lusa o presidente SFRCI, Luís Bravo. No domingo e na quarta-feira a greve só afeta os comboios de longo curso “de forma residual”, acrescenta.

Além disso, para esta paralisação, o Tribunal Arbitral decretou 25% de serviços mínimos, com a lista dos comboios a estar disponível na página da CP.

De quarta-feira, 07 de maio e até esta sexta-feira, vários sindicatos, incluindo o SMAQ, estiveram em greve, sendo que nesse caso não houve serviços mínimos, o que resultou na paragem total da circulação.

O SMAQ exige o cumprimento do acordo alcançado em 24 de abril entre a administração da CP e os sindicatos, considerando que “o Governo não pode querer os méritos da negociação e depois fugir às suas responsabilidades na aplicação”.

A paralisação, que começou na quarta-feira e se prolonga até 14 de maio, foi convocada contra a imposição de aumentos salariais “que não repõem o poder de compra”, pela “negociação coletiva de aumentos salariais dignos” e pela “implementação do acordo de reestruturação das tabelas salariais, nos termos em que foi negociado e acordado”, disseram os sindicatos.

Eleições: ERC alerta para circulação de falsas sondagens nas redes sociais

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A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) alertou hoje para a circulação de falsas sondagens nas redes sociais, apontando que estas situações “têm alto potencial desinformativo” e estão a ser alvo de abertura de processos.

No contexto das eleições legislativas de 18 de maio, o regulador dos media “tem identificado a publicação de alegados estudos de opinião eleitorais, nas redes sociais, que não correspondem a sondagens realizadas por empresas credenciadas junto da ERC”, refere a entidade, numa nota publicada no seu ‘site’.

“Estas situações têm alto potencial desinformativo e estão a ser alvo de abertura de processos de averiguação pelo regulador”, adianta a ERC.

O regulador dos media recorda, uma vez mais, “que os elementos essenciais para os cidadãos avaliarem a legalidade e a fiabilidade estatística de sondagens são a verificação que foi produzida por uma empresa credenciada pela ERC e que a sua divulgação é precedida do depósito obrigatório junto” da entidade.

Outro dos elementos é que “surge publicada e divulgada por órgãos de comunicação social” e que “é acompanhada de um conjunto de elementos obrigatórios (vulgo ficha técnica de divulgação), que incluem, entre outros, a identificação da entidade responsável e do cliente, o universo alvo, a dimensão da amostra, o método de amostragem, a taxa de resposta, a repartição da amostra, as margens de erro”, acrescenta a ERC.

Legislativas: Número de inscritos em voto antecipado é o mais alto de sempre

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O número de inscritos para votar antecipadamente é o maior de sempre, com 333.347 eleitores a aderirem à modalidade, avançou hoje ministério da Administração Interna (MAI).

“Um total de 333.347 eleitores recenseados em território nacional inscreveram-se para exercer o seu direito de voto antecipado em mobilidade até às 23h59 do dia 8 de maio”, lê-se em comunicado.

O período de inscrições decorreu entre os dias 04 e 08 de maio, destinando-se exclusivamente a eleitores recenseados em território nacional.

O número de inscritos para o voto antecipado no âmbito das eleições legislativas de 18 de maio é o mais alto de sempre.

O voto em mobilidade realiza-se no domingo, 11 de maio, uma semana antes das eleições, em qualquer município do Continente ou das Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira.

Papa: Leão XIV celebra missa inaugural a 18 de maio

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foto: Vatican Media

A missa de inauguração do pontificado de Leão XIV realiza-se a 18 de maio, anunciou hoje o Vaticano, devendo a cerimónia contar com a presença de delegações e chefes de Estado de todo o mundo.

A missa servirá como uma tomada de posse formal do Papa Leão XIV, a que se seguirá a primeira audiência geral com os fiéis a 21 de maio.

Três dias depois, a 24 de maio, o novo Papa deverá reunir-se com a Cúria e os responsáveis do Vaticano, acrescentou.

O Vaticano adiantou ainda que o Papa pediu a todos os chefes de gabinetes, que tecnicamente perderam as posições com a morte do Papa Francisco, que regressassem ao trabalho até novas ordens.

O novo chefe da igreja católica quer reservar tempo para “reflexão, oração e diálogo” antes de tomar qualquer decisão sobre qualquer confirmação definitiva, indicou a mesma fonte.

O cardeal norte-americano Francis Robert Prevost foi eleito na quinta-feira como Papa Leão XIV, durante o conclave para eleger o sucessor de Francisco, que morreu a 21 de abril, aos 88 anos.

Uma das primeiras coisas que o novo Papa terá de fazer é escolher um secretário de Estado do Vaticano, bem como mudar os chefes dos principais órgãos curiais.

Francisco anunciou também a mesma decisão de manter provisoriamente os líderes da Cúria poucos dias depois da eleição, em março de 2013.

GNR com 240 militares na peregrinação de 12 e 13 de maio a Fátima

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O dispositivo de segurança na peregrinação de 12 e 13 de maio ao Santuário de Fátima, onde o espaço aéreo na envolvente vai estar interditado, é de cerca de 240 militares, anunciou hoje a Guarda Nacional Republicana.

Numa conferência de imprensa no Santuário de Fátima, sobre a operação “Peregrinação Segura 2025”, o tenente-coronel Carlos Canatário, porta-voz da GNR, explicou que em cada um dos dias vão estar cerca de 200 militares desta força de segurança a que se somam 40 da iniciativa “G4 POLARIS”.

Esta iniciativa, de forças policiais de cariz militar de quatro países (Portugal, Espanha, França e Itália), permite aos seus elementos que acabaram a formação e que já integram os quadros complementar a formação, neste caso na operação que a GNR vai desenvolver em Fátima.

A operação “Peregrinação Segura 2025” iniciou no dia 03 e termina na terça-feira, dia 13.

Segundo Carlos Canatário, na primeira fase, até domingo, a prioridade é “a segurança do deslocamento dos milhares de peregrinos” que efetuam o percurso a pé até Fátima, “circulando, muitas das vezes, em itinerários sem bermas”.

Já na segunda fase, na segunda e na terça-feira, a GNR “irá procurar garantir a segurança de todos quantos visitam Fátima e de todos os participantes nas celebrações religiosas”.

O porta-voz da GNR salientou que o dispositivo policial é o adequado, com diversas valências policiais, “com o objetivo de acolher os peregrinos, manter a ordem e a tranquilidade públicas, assegurar a fluidez do tráfego rodoviário nos acessos e garantir a segurança de todo o evento”.

Trânsito, intervenção, policiamento comunitário, investigação criminal, sistema de videovigilância, inativação de engenhos explosivos, cinotecnia, ordem pública, incluindo a capacidade anti-‘drone’, binómios a cavalo e patrulhas ‘Tourist Support Patrol’, estão entre as valências destacadas para a peregrinação.

Carlos Canatário garantiu que o foco é na ação preventiva.

“O nosso grande objetivo é garantir que os problemas não ocorram, tentar antecipá-los. Estamos, no entanto, preparados para dar resposta a qualquer situação que possa ocorrer e que possa pôr em causa a segurança deste evento”, assegurou.

O porta-voz adiantou que nas proximidades do recinto do santuário vão estar várias patrulhas ‘Tourist Support Patrol’, para apoiar peregrinos, além de outras, incluindo a cavalo, para prevenir ou detetar ilícitos criminais, “designadamente o furto no interior de veículos, o furto por carteiristas e eventuais burlas”.

“Teremos também aeronaves não tripuladas, os ‘drones’ de vigilância, como teremos a capacidade anti-‘drone’, os quais possibilitam a deteção e inativação de drones não autorizados”, avisou, sublinhando existir interdição de espaço aéreo na zona do santuário durante a peregrinação.

Elementos das congéneres de Espanha e de França (Guardia Civil e Gendarmerie, respetivamente) também integram o dispositivo, para “um apoio mais próximo aos peregrinos que sejam provenientes daqueles dois países”, referiu.

O comandante do Comando Territorial de Santarém e comandante desta operação, o coronel Duarte da Graça, frisou que o dispositivo de segurança da GNR está “pronto para acolher as pessoas, venham todas as que tiveram de vir”, esclarecendo haver 15 planos de contingência prontos para serem implementados.

Já o major João Moderno, comandante do Destacamento Territorial de Tomar, revelou que a GNR vai ter um posto móvel junto à Basílica da Santíssima Trindade e apelou ao acompanhamento das redes sociais da GNR, que vão disponibilizar, por exemplo, a capacidade dos parques de estacionamento em Fátima.

A peregrinação de 12 e 13 de maio vai ser presidida pelo cardeal brasileiro Jaime Spengler.

Criado cardeal pelo Papa Francisco, Jaime Spengler esteve no conclave que elegeu na quinta-feira o cardeal norte-americano Robert Francis Prevost líder da Igreja Católica.

Equipa da Alfredo da Costa leva há um ano cuidados a grávidas de risco internadas em casa

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A viver uma gravidez de risco aos 26 anos, Bruna está internada em casa com apoio da equipa da Maternidade Alfredo da Costa, que já acompanhou sete mulheres desde que o projeto de hospitalização domiciliária começou há um ano.

Fortes dores pélvicas e lombares levaram Bruna Rodrigues a recorrer à Maternidade Alfredo da Costa (MAC), em Lisboa, onde ficou dez dias na Unidade de Internamento de Medicina Materno-Fetal.

Após estabilização clínica, reunia as condições para continuar o internamento em casa, sob vigilância permanente da equipa multidisciplinar de hospitalização domiciliária da MAC, composta pelas médicas obstetras Fátima Palha e Inês Antunes e pelas enfermeiras especialistas Catarina Teixeira e Patrícia Coelho.

Grávida de quase 29 semanas, Bruna está hospitalizada em casa desde 17 de abril, o que lhe trouxe mais tranquilidade. Além de estar junto da família, sabe que pode contar com o apoio das especialistas a qualquer momento.

“Em casa é muito melhor do que estar internada num hospital”, disse à agência Lusa, contando que as dores diminuíram e se sente mais serena.

No domicílio, Bruna, grávida pela primeira vez, controla a tensão arterial e faz o registo cardiotocográfico (CTG), cujos resultados reporta à equipa nas videoconsultas diárias, complementadas com uma consulta presencial às quartas-feiras.

A enfermeira especialista Patrícia Coelho explicou que, antes de ir para o domicílio, as grávidas recebem formação específica, e os aparelhos necessários, para garantir que fazem a automonitorização em segurança, com o apoio do acompanhante, além de administras as injeções necessárias.

Além das consultas, a grávida dispõe de um contacto telefónico da equipa de enfermagem do internamento para esclarecer alguma dúvida ou responder a uma emergência, disse Patrícia Coelho.

A ideia de criar este projeto de hospitalização domiciliária em obstetrícia, pioneiro em Portugal, partiu de Inês Antunes, obstetra na Maternidade Alfredo da Costa, onde completou a especialidade em 2016.

Durante o internato, percebeu que havia muitos internamentos prolongados em casos que podiam ser acompanhados no domicílio. Inspirada por experiências no estrangeiro, começou a trabalhar na implementação do projeto, que enfrentou algumas dificuldades, especialmente de recursos humanos.

“Não havia elementos suficientes que pudessem ser dispensados, ou que pudessem ter este trabalho, porque nós todas continuamos com o nosso trabalho assistencial normal e este é um trabalho extra que estamos a fazer desde o início”, disse Inês Antunes, apontando também as dificuldades em termos de tecnologia para a vigilância remota, que exige investimento.

Faz hoje um ano que o projeto arrancou, destinando-se a grávidas com internamento prévio na maternidade, com um tempo de gestação entre as 24 e as 32 semanas e risco de parto prematuro.

“São senhoras que tipicamente ficavam semanas e semanas em internamento”, disse Inês Antunes.

Segundo Fátima Palha, coordenadora do projeto, a ameaça de parto pré-termo representa um terço dos internamentos no serviço, o que levou a abrir uma consulta de risco de parto prematuro, que permitiu reduzir o número de hospitalizações.

As grávidas que estão estabilizadas, mas continuam com risco de parto prematuro, podem ser internadas em casa, desde que tenham condições sociais adequadas e residam até 30 minutos da maternidade, salientou.

Esse critério, explicou a enfermeira Catarina Teixeira, é essencial para garantir uma resposta rápida, caso surja uma complicação, e um desfecho positivo da gravidez.

“Temos a capacidade de monitorizar à distância e trazê-las de volta em tempo útil ao hospital”, para que possam receber a medicação necessária para melhorar o desfecho do eventual nascimento ou “suspender o trabalho de parto, se assim for possível”, salientou.

Fátima Palha destacou que este critério de proximidade faz excluir muitas grávidas deste projeto, que recolhe satisfação por parte das utentes.

“Um internamento prolongado durante um mês, fora da família, com o risco de o bebé nascer antes do tempo, é algo que perturba e prejudica a qualidade de vida das grávidas”, sublinhou.

Além do benefício emocional e clínico, Cristina Almeida, administradora hospitalar, destacou também como “uma grande mais-valia” deste projeto a libertação de camas na maternidade.

Atualmente, o projeto tem capacidade para três internamentos domiciliários, mas o objetivo é alargar esse número, o que exigirá mais equipamento e reforço da equipa, disse Cristina Almeida.

Portugal ratificou Tratado do Alto Mar

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Portugal ratificou o acordo sobre a conservação e utilização sustentável da diversidade biológica marinha das áreas além da jurisdição nacional, conhecido como Tratado do Alto Mar, segundo decreto hoje publicado em Diário da República.

O decreto foi aprovado na reunião do Conselho de Ministros do passado dia 23 de abril e é assinado, além do primeiro-ministro, pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, Economia, Pedro Reis, e Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho. Foi assinado pelo Presidente da República no passado dia 29.

O acordo, no âmbito da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, relativo à conservação e utilização sustentável da diversidade biológica marinha das áreas além da jurisdição nacional foi adotado em Nova Iorque, a 19 de junho de 2023.

Portugal assinou o acordo mas faltava ainda ser ratificado.

No decreto-lei, o Governo destaca que o acordo “é essencial para a implementação dos objetivos de desenvolvimento sustentável (ODS), em particular do ODS 14, inteiramente focado na conservação e uso sustentável do oceano”.

E é determinante para se cumprir o compromisso assumido de proteção de 30% do mar até 2030, aprovado na reunião da ONU sobre a biodiversidade realizada no Canadá em dezembro de 2022 (COP15).

“Portugal, enquanto Estado impulsionador de uma governação global do oceano, da sua proteção e uso sustentável e, simultaneamente, detentor de uma área marítima de grandes dimensões, com parte substancial adjacente a áreas além da jurisdição nacional, dispõe de interesses importantes que fundamentam a sua vinculação, estando excluídas do Acordo as matérias respeitantes a definição dos limites de águas territoriais, da zona económica exclusiva e dos direitos de Portugal aos fundos marinhos contíguos”, diz o documento agora publicado em Diário da República.

A um mês da terceira Conferência das Nações Unidas sobre os Oceanos, em Nice, França, o Governo diz também no preambulo do decreto-lei que a União Europeia e os seus Estados-Membros “estão empenhados na rápida ratificação do acordo”.

Por esses motivos, “a conclusão do processo de vinculação do Estado Português” ao presente acordo “assume particular relevância e urgência”, diz-se no documento, no qual se refere uma resolução da Assembleia da República, de 16 de dezembro do ano passado, que recomendava ao Governo a ratificação do Tratado do Alto Mar.

O decreto -lei tem dois artigos e dele faz parte um anexo com o acordo de Nova Iorque em versão inglesa e portuguesa.

O Tratado de Alto Mar é um acordo considerado histórico e vinculativo, cujas negociações duraram mais de 15 anos, que visa promover a conservação e utilização sustentável da biodiversidade marinha em áreas que não pertencem a uma jurisdição nacional.

Foi assinado por mais de uma centena de países, mas ratificado por cerca de duas dezenas. O Governo português assinou o acordo mas ainda não o tinha ratificado. Deverá ser o 22.º país a ratificar o documento.

O acordo entrará em vigor 120 dias após a ratificação por pelo menos 60 países.

Câmara de Aveiro adjudica construção de pavilhão municipal por 22 ME

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A Câmara de Aveiro adjudicou esta quinta-feira, após o terceiro concurso público, a empreitada de construção do novo Pavilhão Municipal – Oficina do Desporto, num investimento de mais de 22 milhões de euros.

A empreitada foi adjudicada durante a reunião do executivo municipal por 22.103.700,20 euros, abaixo do preço base do concurso que tinha sido fixado em preço base de 22.790.000 euros, e com um prazo de execução de 540 dias.

A proposta de adjudicação foi aprovada com os votos da maioria PSD/CDS-PP e os votos contra dos três vereadores do PS, que também já tinham votado contra a abertura do concurso.

Esta foi a terceira tentativa da autarquia para adjudicar a obra, depois de nos dois procedimentos anteriores, as empresas interessadas não terem cumprido os critérios para adjudicação dos respetivos concursos.

O novo pavilhão a construir junto ao Estádio Municipal de Aveiro tem sido alvo de contestação por parte do candidato do PS à Câmara de Aveiro, Alberto Souto de Miranda, que fala num “erro estratégico colossal” do atual executivo , por entender que esta infraestrutura “não serve os interesses de Aveiro”.

Segundo a autarquia, o novo pavilhão desportivo “pretende dar resposta às necessidades da comunidade aveirense”, com especial destaque para os programas de “Desporto para os Cidadãos” que a câmara quer desenvolver, e para as associações desportivas com modalidades de pavilhão.

O novo pavilhão, que ficará situado junto ao Estádio Municipal de Aveiro/Mário Duarte, será dotado de quatro campos polidesportivos (para a prática de diversos desportos coletivos), sendo um desses campos envolvido por bancadas, com uma capacidade para receber público num total de 2.500 pessoas.

Para além dos campos com as respetivas medidas oficiais de cada modalidade, o pavilhão terá um ginásio polivalente (para modalidades individuais), instalações adequadas para os técnicos/treinadores, instalações para uso dos clubes/associações, zonas diversas de apoio, salas para reabilitação de atletas, salas de formação, auditório e sala de estudo.

De igual modo, existirá uma área afeta para a equipa da câmara que fará a gestão do equipamento e gestão desportiva municipal, bem como áreas que poderão ser concessionadas, nomeadamente bares de apoio, ginásio e clínica de fisioterapia.

Benfica campeão nacional feminino de voleibol 50 anos depois

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O Benfica sagrou-se esta quinta-feira campeão nacional feminino de voleibol 50 anos depois, ao vencer em casa o Sporting de Braga por 3-2, no quinto jogo da final dos play-offs, completando a reviravolta de 0-2 para 3-2.

As comandadas de Rui Moreira, que sucederam no palmarés da competição ao FC Porto, somaram o terceiro triunfo consecutivo, ao vencerem as ‘arsenalistas’, que nunca ganharam a prova, pelos parciais de 25-23, 28-30, 25-15, 23-25 e 15-13.

O Leixões lidera destacado o ranking da prova, com 18 títulos, seguido do Benfica, que somou o 10.º, depois dos nove consecutivos entre 1966/67 e 1974/75. O Castêlo da Maia é terceiro, com nove.

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