A administração de Donald Trump anunciou um limite histórico de apenas 7.500 admissões de refugiados para o ano fiscal de 2026 — um corte drástico face aos 125.000 do ano anterior.
Os documentos oficiais indicam que a maior parte dessas vagas será destinada a cidadãos brancos da África do Sul, nomeadamente da minoria afrikaans, sob a alegação de que enfrentam perseguição racial — afirmação rejeitada pelo governo sul-africano.
Organizações de defesa dos direitos dos refugiados qualificaram a decisão como uma ‘instrumentalização política’ de um programa humanitário e alertaram para os riscos de credibilidade que esta política implica para os EUA no plano internacional.


