26.5 C
Caldas da Rainha
Sexta-feira, Setembro 4, 2026

Época Balnear: 22 mortos e 1.285 salvamentos registados até final de agosto

A Autoridade Marítima Nacional (AMN) registou 22 mortos nas praias portuguesas entre 01 de maio e 31 de agosto, período em que foram realizados 1.285 salvamentos e prestados 2.359 primeiros-socorros, segundo o balanço dos primeiros quatro meses da época balnear.

Dos 22 óbitos registados, 12 resultaram de afogamento, nove de doença súbita e um teve causa ainda desconhecida, indicou a AMN.

Entre as mortes por afogamento, três ocorreram em praias marítimas vigiadas, cinco em praias marítimas não vigiadas, duas em praias marítimas fora da época balnear e sem vigilância à data dos acidentes e outras duas em zonas marítimas não vigiadas.

No caso das nove mortes por doença súbita, quatro ocorreram em praias marítimas vigiadas, três em zonas marítimas não vigiadas e duas em praias marítimas que estavam fora da época balnear e sem vigilância.

A morte cuja causa permanece desconhecida ocorreu numa praia marítima vigiada.

Durante o mês de agosto, foram registadas quatro mortes, três das quais provocadas por doença súbita, de acordo com a AMN.

Nas praias marítimas vigiadas, os três afogamentos mortais ocorreram nas praias do Peneco e de São Rafael, em Portimão, e do Ourigo, no Douro.

As mortes por doença súbita ocorreram nas praias da Califórnia, em Sesimbra, das Pedrinhas, em Esposende, da Figueirinha, em Setúbal, e do Tarquínio, na Costa da Caparica.

Na praia da Conceição, em Cascais, foi registada uma morte de causa desconhecida.

Entre as praias marítimas não vigiadas, a AMN contabilizou ocorrências na Lagoa de Albufeira Interior, em Setúbal, onde se registaram um caso de doença súbita e outro de afogamento, e nas Azenhas do Guadiana, em Mértola, em contexto de praia fluvial ou lacustre.

Foram ainda registadas mortes na Ilha Morraceira de Lanhelas, em Caminha, na praia de Porto Dinheiro, em Peniche, e nas praias do Cabeço, em Vila Real de Santo António, e de São Torpes Sul, em Sines, sendo estas duas últimas atribuídas a doença súbita.

Já fora da época balnear, em praias marítimas não vigiadas à data dos acidentes, morreram pessoas nas praias do Molhe Leste, em Peniche, e do Ourigo, no Douro, por doença súbita, e nas praias do Dragão Vermelho, em Almada, e de Bitetos, no Douro, por afogamento.

A AMN registou ainda dois afogamentos em zonas marítimas não vigiadas no rio Douro.

O balanço inclui também o desaparecimento de um banhista, ocorrido em 28 de agosto na Praia da Ursa, no concelho de Sintra, distrito de Lisboa.

Artigos Relacionados

Últimas Notícias

Optimized by Optimole