A chamada ‘frota fantasma’ russa — uma rede clandestina de petroleiros criada para contornar sanções — tem sido utilizada como base de lançamento de drones em operações diretas ao território europeu.
Entre os casos investigados, destaca-se o cargueiro ‘Scanlark’, abordado na ‘eclusa de Kiel-Holtenau’ sob suspeita de lançar um drone que fotografou uma fragata alemã.
Outros navios como o ‘Astrol 1’, o petroleiro ‘Pushpa’ e o ‘Oslo Carrier 3’ também são alvo de investigação por atividades incomuns próximo a infraestruturas críticas.
Esta tática representa uma escalada do uso de elementos civis em cenários híbridos de conflito, onde plataformas comerciais se tornam vetores estratégicos para operações militares, espionagem e sabotagem.


