André Ventura, líder do Chega, gerou polémica ao afirmar que ‘o país precisa mais de três António de Oliveira Salazar do que de três Álvaro Cunhal’. A declaração, feita durante uma entrevista, foi amplamente partilhada nas redes sociais e reacendeu um intenso debate político.
Várias figuras públicas e partidos criticaram Ventura por considerar a frase uma apologia da ditadura salazarista e uma provocação ao legado da esquerda portuguesa. Por outro lado, apoiantes do líder do Chega defenderam-no como um político ‘franco’ e ‘desinibido’, elogiando a sua frontalidade.
O episódio reacendeu o debate sobre o papel da memória histórica em Portugal — e sobre os limites do discurso político em torno de regimes autoritários e figuras controversas da história nacional.


