Há um ano, o mundo acordava com a notícia que ninguém queria ouvir: a partida do Papa Francisco.
Um silêncio percorreu a Igreja e o mundo. Não apenas pela morte de um Papa… mas pela despedida de um pastor que falava ao coração, que preferia pontes a muros, que insistia numa Igreja “em saída”, próxima dos pobres, dos esquecidos, dos que vivem nas periferias da vida.
Ficou-nos o seu sorriso simples. Ficou-nos a coragem das suas palavras. Ficou-nos o apelo constante à misericórdia — não como ideia abstrata, mas como caminho concreto, vivido no perdão, no acolhimento, na ternura.
Um ano depois, a pergunta permanece: o que fizemos com o que ele nos deixou?
Mais do que recordar, somos chamados a continuar. A viver uma fé menos instalada e mais comprometida. A ser Igreja que escuta, que cuida, que não tem medo de sujar as mãos na realidade.
Porque os grandes homens não desaparecem — transformam-se em missão.
🙏 Obrigado, Santo Padre.


