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Terça-feira, Março 17, 2026

Óbidos abre estrutura de acolhimento temporário com capacidade para sete imigrantes

A 7.ª Estrutura de Acolhimento Temporário de Imigrantes (EAT) do distrito de Leiria abre portas na segunda-feira, em Óbidos, aumentado para mais de 90 os imigrantes acolhidos nos vários concelhos.

O protocolo para a abertura da Estrutura de Acolhimento Temporário de Imigrantes (EAT) foi esta quarta-feira assinado entre o Instituto da Segurança Social e a Casa do Povo do Concelho de Óbidos, em cujas instalações poderão ser acolhidas sete pessoas.

O primeiro grupo de moradores será “uma família de seis pessoas que veio do Egito e que entrará na segunda-feira”, disse à agência Lusa a diretora técnica da Casa do Povo de Óbidos, Sara Conceição.

A família contará com o apoio da Segurança Social e da Casa do Povo de Óbidos “para o fornecimento de refeições, as questões relativa à sua integração, encaminhamento linguístico, que será a grande barreira, e a parte mais burocrática em termos de apoio para entrarem no mercado de trabalho”, explicou a mesma responsável.

Com a abertura desta estrutura, a capacidade de acolhimento de imigrantes no distrito de Leiria aumenta para “92 pessoas”, afirmou o diretor da Segurança Social de Leiria, João Paulo Pedrosa, na cerimónia de assinatura do protocolo, realizada na quarta-feira em Óbidos.

Além da Estrutura de Acolhimento Temporário de Imigrantes de Óbidos, com capacidade para sete pessoas, no distrito estão já a funcionar as estruturas de Peniche, com 20 pessoas; Salir de Matos, nas Caldas da Rainha, com sete; Alcobaça, com 15; Leiria, com sete; Nazaré com 28 e Ansião, com oito.

“Portugal é um país de acolhimento, com muitos imigrantes a chegar, e este é um modelo virtuoso”, afirmou João Paulo Pedrosa, sublinhando o papel “determinante das autarquias e das Instituições Particulares de Solidariedade Social para que o país os possa acolher em condições dignas”.

No caso de Óbidos, o protocolo tem a duração de três meses e o valor de 6.300 euros por mês, o equivalente a 900 euros mensais por cada um dos sete imigrantes que ali poderão ser instalados.

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