O primeiro-ministro Luís Montenegro garantiu não ter qualquer responsabilidade pela demora na investigação preventiva aos negócios da empresa familiar Spinumviva, afirmando estar ‘muito tranquilo’ quanto ao processo.
Questionado por jornalistas durante uma ação de campanha em São João da Madeira, Montenegro disse que os pedidos de documentos ao governo ocorreram em momentos distintos — um durante as eleições legislativas e outro próximo das eleições autárquicas — motivo pelo qual associou os timings às campanhas eleitorais.
Sobre críticas de que teria atrasado deliberadamente as respostas, ele rejeitou insinuações, afirmando que os pedidos foram tratados com normalidade e que ‘não é por mim que está atrasada’.


