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Sexta-feira, Junho 14, 2024

Um jogo de emoções e desilusões (F.C. Porto x F.C. Arouca)

O jogo do Futebol Clube do Porto (FCP) com o Futebol Clube de Arouca (FCA) foi um jogo que atingiu níveis de surrealismo, bem como de emoções e desilusões. Havia três novidades: o regresso de Sérgio Conceição ao banco dos portistas, a ausência de Pepe na defesa e a transmissão em língua gestual portuguesa de alguns momentos do encontro desportivo.

Tudo parecia bem encaminhado para os azuis e brancos ao abrirem o marcador com Taremi aos 12 minutos, golo imediatamente anulado pelo árbitro. O guarda-redes do FCP, Diogo Costa, fez uma grande defesa na primeira parte, aos 32 minutos e se Toni Martinez tivesse conseguido concretizar os dois lances que realizou, os dragões tinham ido para o intervalo a vencer. Mas os portistas não conseguiram abrir o marcador, tendo concluído a primeira parte com empate a zero.

A segunda parte do jogo foi muito equilibrada, com o Porto a demostrar superioridade com uma posse de bola de 69% contra 31% do Arouca. Mesmo a nível disciplinar foram mostradas 5 cartolinas amarelas (3 ao Porto e 2 ao Arouca). O árbitro parecia querer poupar na amostragem de cartões, pois se tivesse sido mais coerente tinha expulsado o guarda-redes da equipa arouquense por acumulação de amarelos, ao protestar e recusar ir para a linha da baliza para defender o penalti.

Os mais de 46 mil adeptos nem queriam acreditar quando aos 83 minutos, Cristo Gonzáles marcou na baliza de Diogo Costa. O Arouca colocou-se na frente do marcador e tudo parecia encaminhar-se para a primeira derrota dos Dragões e logo na sua casa.

Contudo, aos seis minutos após o tempo regulamentar (90’+6’) o árbitro Miguel Nogueira começou por assinalar penálti a favor do Porto, por falta cometida contra Taremi. Ao reverter a marcação de grande penalidade, os portistas insurgiam-se ruidosamente. Aos 90’+15’ Galeno falhou a marcação de um penalti contra o Arouca. Aos 90’+19’, finalmente, Francisco Evanilson Lima Barbosa marcou, igualando o marcador.

O jogo terminou com um empate a uma bola, perdendo o Porto dois pontos em casa, quase arrefecendo a sua chama de dragão. Os azuis e amarelos (Arouca), com uma ligação íntima ao FC Porto, pois foram a 40.ª filial do clube azul e branco, que desta vez jogaram de negro iam realizando um enterro no estádio do Dragão, mas os portistas conseguiram ao menos empatar um jogo que facilmente poderiam ter ganho, se não houvesse tanto caso e falhas de vídeo árbitro.

Ao contrário do habitual, apenas as claques portistas aplaudiram a equipa azul e branca, enquanto isto ouvia-se uma enorme vaia e assobios ecoavam no estádio.

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